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quarta-feira, 19 de maio de 2010

JORNAL O DIA - TAXA DE ELUCIDAÇÃO DE HOMICÍDIOS - DESAFIO.

O jornal O Dia comemora os 100 dias da criação da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, alegando um aumento na resolução dos crimes. Torço para que isso seja verdade, afinal a impunidade alimenta o crime, todos conhecem essa verdade.
Diante da matéria, faço um desafio amistoso ao jornal O Dia, no intuito de melhor informar à sofrida população fluminense:
1) Informe o número de homicídios registrados no Estado do Rio de Janeiro, nos últimos 100 dias.
2) Informe o número desses casos que foram solucionados e com a prisão do criminoso.
3) Diferencie os que foram presos em flagrante pela Polícia MIlitar e os que foram presos após a investigação da Polícia Civil, como o recente caso da mala.
4) Estabeleça a taxa de elucidação desses delitos pela Polícia Civil (total x criminoso preso).
A matéria prestará um grande serviço ao povo fluminense, considerando que a taxa de elucidação de homicídios é algo super secreto no Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 17 de maio de 2010

GESTÃO SÉRGIO CABRAL: CIDADÃO QUER O IMPOSSÍVEL, SABER A TAXA DE ELUCIDAÇÃO DE HOMICÍDIOS.

O GLOBO:
Ninguém conhece essa taxa de elucidação de homicídios e, ao que parece, nunca conhecerá.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

RIO DE JANEIRO: O ASSASSINATO DOS PEDREIROS.

O Globo online publicou matéria sobre uma nova linha de investigação no caso do assassinato dos três pedreiros (leia), o fato de terem localizado munição .556 parece suficiente para especulações sobre a possibilidade da participação de Policiais Militares.
Infelizmente, a Polícia Civil do Rio de Janeiro parece sofrer de um mal insanável, não consegue investigar sem repassar para a mídia as suas suposições.
Eu denominei esse modelo de investigação, quando era Corregedor Interno, como Inquéritos Públicos, que só servem para alimentar a mídia; prejudicar a investigação e macular os investigados.
As nossas Polícias estão doentes, gravemente doentes, precisam urgentemente de um tratamento de choque em um CTI.
Os salários são miseráveis; as condições de trabalho são inadequadas; os Policiais honestos estão inteiramente desmotivados; a "banda podre" destrói as instituições e a formação profissional é muito deficiente.
Temos que salvar as Polícias.
Certa ou errada a nova linha de investigação, a sua divulgação para a mídia é o retrato oportunista do amadorismo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

BLOG DO MAJOR DE POLÍCIA WANDERBY.

BLOG DO MAJOR DE POLÍCIA WANDERBY:
1) UMA BOA NOTÍCIA
Os associados da Caixa Beneficente da Polícia Militar (http://www.cbpmerj.com.br/) não mais terão como Presidente Jorge Lobão, o qual foi derrotado na eleição realizada em 15/01/2010 para o período 2010/2013.
Espero que as contas da entidade sejam devidamente auditadas, que providências afins sejam finalmente adotadas e que o pagamento do que é devido aos beneficiários dos militares finados seja finalmente regularizado.
Congratulações à chapa vencedora, associados e sofridos beneficiários.
2)
Quem se importa (de verdade)?
É manhã de sexta-feira e em plena Av. Edgard Romero mais dois policiais militares do RJ acabam de ser assassinados logo após saírem do Quartel para patrulhar...
Nada de novo!
Mas afinal, o que move um delinquente?
Vontade e oportunidade? Creio que sim!
Mas de onde vem essa tal de oportunidade?
Seria da falta de policiamento ostensivo?
Suponho que não exatamente, já que presença (aliada, quem sabe, até mesmo à falta de sorte) tem sido sinônimo de vitimização.
Nossos policiais militares estão sendo assassinados em seus postos de trabalho!
Mas então, de onde vem a oportunidade?
De penas fracas talvez... Será mesmo?
O que determina que retiremos o pé do acelerador quando nos aproximamos do radar?
O valor da multa ou a certeza de que seremos multados?
Em tempos de propaganda política, de UPA, UPP e de sei lá mais o quê, talvez não seja agradável aos detentores do poder admitir uma verdade numericamente comprovada e não por acaso ocultada:
No RJ o crime compensa!
Wanderby Braga de Medeiros
Major de Polícia
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 23 de agosto de 2009

O RIO DE JANEIRO DAS POLÍCIAS PERDIDAS NO POLITICAMENTE CORRETO.

O Rio de Janeiro possui uma natureza sem igual e uma população que tenta ser feliz a cada dia.
O cidadão fluminense busca a felicidade, ele entende que nasceu para ser feliz e se esforça para alcançar esse objetivo.
Ele canta, dança, torce, bebe cerveja, aposta no ilegal jogo dos bichos e urina no muro sem cerimônia.
Ele é um brasileiro como todos os outros, um povo que convive com o analfabetismo e o analfabetismo funcional da maioria esmagadora da população.
Hoje quando analisamos as estatísticas sobre a redução do analfabetismo, temos que ter a consciência de que quase a totalidade apenas sabe escrever o seu nome, sendo inteiramente incapaz de interpretar um texto.
Isso significa dizer que continuam analfabetos, apenas não precisam sujar os polegares.
Nesse universo de não cidadania, os aproveitadores políticos fazem a sua festa e espalham as suas redes criminosas, fazendo com que valha a pena estar inserido na criminalidade.
No Brasil alcançamos o último estágio da evolução criminal, que começa com a tentativa do criminoso de rua em cooptar o Policial para os benefícios do crime.
Primeiro o policial, depois a Polícia, os políticos, os poderes e por fim, o governo.
O crime faz parte do governo brasileiro nas suas três esferas.
"Rouba-se" tudo e em todos os lugares.
Não existe um único programa governamental imune ao crime.
"Roubam-se" reais e milhões de reais com a mesma facilidade, dependendo apenas da posição do criminoso.
E para que essa criminalidade prospere a relação governo-polícia precisa estar bem afinada.
A Polícia precisa agir sempre na direção do politicamente correto, afastando-se do seu parâmetro principal, a LEI.
No Rio de Janeiro, onde o povo busca ser feliz, a Polícia Militar e a Polícia Civil a cada dia afundam mais no politicamente correto.
A Polícia Civil não investiga, invade comunidades como uma tropa de guerrilheiros urbanos diariamente, enquanto a taxa de elucidação de delitos não alcança 2%, alimentando a sensação de que MATAR NÃO DÁ CADEIA.
A Polícia Militar que deveria estar ostensivamente nas ruas, continua tendo milhares de Policiais totalmente desviados de função e centenas sendo alocados em projetos políticos.
O Rio de Janeiro enfrenta essa dura realidade, o politicamente correto que na verdade é socialmente incorreto.
Nós queremos ser felizes, todavia o crime não deixa (clique e leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 9 de agosto de 2009

O CASO DO DESAPARECIMENTO DA ENGENHEIRA PATRÍCIA - 2.262 PESSOAS DESAPARECERAM NO RIO EM 2.009.

Estranho o desenrolar dos fatos que cercam uma nova versão sobre o desaparecimento da engenheira Patrícia, uma tragédia que chocou a todos nós e que fez o nosso movimento cívico participar do ato "Cadê Patrícia", realizado na Barra da Tijuca.
Salvo melhor juízo, a precipitação corre de um lado para o outro e tal atitude é extremamente perigosa quando se busca a justiça e não se busca apenas alguém para acusar.
Não conhecemos nada das investigações realizadas pela Polícia Civil , além do divulgado pela mídia, assim sendo, as próximas linhas não buscam incriminar ou defender ninguém, mas julgamos adequado citar alguns outros fatos.
Nossa amiga Mônica Reis encaminhou-nos um email no qual informava que um comentarista do blog Repórter de Crime tinha nos criticado, citando a nossa ação no caso do tentado contra a vida do delegado Alexandre Neto.
O acusador escreveu que fomos corporativistas ao tentar defender a guarnição de Rádio Patrulha, acusada de ter escoltado o veículo onde estava o atirador.
Sinceramente, lamento o desconhecimento do acusador sobre o caso e lamento que não seja leitor do nosso espaço democrático, pois se fosse já conheceria a verdade.
E qual é a verdade nesse fato?
Mais uma investigação apressada e comentada com a mídia por parte de um delegado, apenas isso. Um erro que resultou na permanência de dois Policiais Militares presos por mais de um ano no BEP e que não foram nem mesmo pronunciados, segundo um deles que nos encontrou no Quartel General da PMERJ.
Agora, acusador anônimo, nós todos pagaremos as indenizações que eles ganharão na justiça, graças a uma pressa injustificável, que deixou de perseguir a verdade e que passou a tentar confirmar uma versão a qualquer custo.
Nós não culpamos o erro na investigação, isso é sempre provável em uma Instituição que não privilegia o conhecimento na arte de investigar e que no terceiro milênio, na contramão do mundo, insiste em permitir acesso direto a "não policiais", ao topo da carreira, um erro absurdo, uma carreira dentro da carreira de Policial.
Culpamos a ânsia de informar à Rede Globo, ao repórter Eduardo Chao, expondo todos no início da apuração, isso foi criminoso. Tal procedimento deveria ser suficiente para que os responsáveis fossem os únicos a pagar as indenizações, seria uma grande lição, porém não é dessa maneira que a justiça opera.
E antes de entrar no motivo desse artigo, lembro que a Polícia Civil possui taxas de elucidação de homicídios da ordem de 2%, conforme dados divulgados, algum tempo atrás.
Portanto, vamos com calma para não aumentarmos a tragédia.
Não conhecemos também a investigação realizada no curso do Inquérito Policial Militar do 31o BPM, porém estranhamos algumas citações constantes na matéria publicada pelo jornal O Globo, neste domingo (página 19).
A matéria começa dizendo que a versão da testemunha contraria a física pois as testemunhas estariam em dois lugares ao mesmo tempo, porém cita:
- "(...) dois amigos dele teriam visto o carro de Patrícia despencar de um viaduto na Barra, às 5h30m do dia 14 de junho do ano passado e presenciado a jovem ser abordada por bandidos na Rocinha no mesmo dia. A testemunha não deixa claro, porém, o horário em que a vítima teria sido atacada na favela".
Onde está a contrariedade física na versão, já que a testemunha não citou o horário da suposta abordagem na Rocinha.
A reportagem prossegue com um relato mais consistente do pai de Patrícia, que certamente tentou investigar todos os detalhes, na busca pela sua amada filha.
Indignado, ele comentou, segundo a matéria:
- "Eles estão esperneando. Estão fazendo tudo para inocentar e libertar os policiais. Na época, o próprio comandante do batalhão parecia estar ajudando a acobertar o caso. Tenho certeza que tudo é mentira. Foi provado que os tiros que atingiram o carro saíram da arma dos policiais".
Obviamente, a dor explica as acusações e todos devemos compreender, pois é a maior dor que um ser humano pode experimentar, a perda de um filho.
Todavia, temos que tomar cuidado com as condenações prévias, isso é próprio do barbarismo.
Foi encontrado algum projétil?
E se foi encontrado, o seu estado permitiu o exame de confronto balístico?
O resultado deu positivo?
E para arma de que policial?
Lembramos que se apenas um projétil foi encontardo e periciado positivamente, uma única arma pode ter sido identificada, portanto, não podemos falar em armas dos policiais.
Agora, se não foi arrecado projétil, afirmar que o disparo partiu dessa ou daquela arma parece fantasioso, a primeira vista.
A matéria cita que um perito do ICCE "divulgou que havia provas de que um dos disparos encontrado no carro da engenheira tinha partido de pistola .40 usada por um dos soldados suspeitos".
A falta de termos técnicos na matéria impedem que identifiquemos o que significa "disparos encontrado no carro".
Seria um projétil e nesse caso o exame de confronto balístico identificou a arma de origem?
Essa é uam prova técnica irrefutável.
Ou disparo significa "marca de impacto do projétil no veículo" ou "fragmento de projétil"?
Nesse caso, provar a autoria ficaria muito difícil.
Prezados leitores, investigar é uma arte que precisa acima de tudo de competência e total isenção, caso contrário passamos a correr na busca de confirmar a nossa opinião, como ocorreu no caso do atentado citado.
Todos nós queremos que a verdade surja e que os autores sejam responsabilizados, sejam eles quem forem.
E que se alguém está querendo acobertar algo que seja duramente responsabilizado por obstruir a justiça.
Entretanto, não podemos esquecer que de cada 100 homicídios que ocorrem no Rio de Janeiro, a Polícia Civil consegue identificar os autores de apenas 2 homicídios.
Isso sem falar que em 2.009 um total de 2.262 desapareceram no Rio de Janeiro em 5 meses (janeiro/maio/2009).
Quantos desses desaparecimentos já foram esclarecidos?
Cautela, muita cautela nas declarações e nas reportagens, pois todos os investigados têm o direito constitucional da presunção de inocência.
Ou Policiais Militares não possuem tal direito?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 23 de julho de 2009

BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS - 15% OU 2%?

"POLÍCIA CIVIL
Pesquisador defende o fim do inquérito policial
Uma pesquisa do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana, da UFRJ, mostra que a Polícia Civil só esclarece 15% dos homicídios ocorridos no município do Rio de Janeiro. A pesquisa foi feita com base em investigações feitas entre 2003 e o ano passado. Com base nesse levantamento, o sociólogo Michel Misse chegou à conclusão de que o inquérito policial não tem mais razão de ser porque não cabe ao delegado de polícia e sim ao Ministério Público denunciar os acusados. Misse acha que gasta-se muito tempo com papel e relatórios que depois serão refeitos pela Justiça.
Qual seria então o papel da Polícia Civil?
De qualquer forma eu só não entendi como os pesquisadores chegaram a esse índice, já que eu sempre ouvi falar que não passava de 2% o índice de elucidação de casos de homicídio, no Rio"
.
Prezados leitores, como comentamos, essa taxa de elucidação de homicídios de 15% é quase impossível de acreditar. Tudo leva a crer que não foram utilizados os dados corretos, o que invalida a pesquisa, pelo menos nessa conclusão sobre a taxa de elucidação de homicídios.
Soa como CAIR PARA CIMA!
E, o que seria isso:
- Criticar uma taxa, atribuindo a ela um número muito maior que o real. No final, todos acham que houve uma grande melhora, ou seja, de 2% para 15%.
Obviamente, o respeitável pesquisador trabalhou de boa fé, porém, sem os números corretos.
No site do Instituto de Segurança Pública, os dados são fragmentados, o que causa uma falsa impressão.
Por exemplo, no site consta que no trimeiro trimestre de 2009, 1.432 desapareceram.
O que é isso?
Seres de outros mundos estariam sequestrando terráqueos?
Como quase 500 pessoas podem desaparecer por mês no Estado do Rio de Janeiro?
Dezesseis pessoas desapareceriam por dia no Rio de Janeiro?
Claro que não, nesses números estão contidos os homicídios (corpos não localizados), isso é evidente.
Se nós somarmos os seguintes dados do primeiro trimestre de 2009: homicídios + latrocínios + desaparecidos + autos de resistência + encontro de cadáver + lesão seguida de morte + Policiais Militares assassinados em serviço; encontraremos 3.622 cidadãos fluminenses vitimados.
Por mês 1.207 e por dia 40 cidadãos fluminenses!
Essa é a tragédia da CULTURA DA MORTE instalada no Rio de Janeiro.
Portanto, ficamos com os 2% como taxa de elucidação.
Devemos por questão de justiça que tal taxa pífia não é culpa dos Policiais Civis, muito pelo contrário, eles gostariam de produzir muito mais.
Certamente, gostariam de uma perícia criminal autônoma e independente, devidamente treinada e equipada.
Sonham com Policiais Militares que preservem os locais de crime.
O Policial Civil é um INVESTIGADOR, essa é a sua arte, esse é o seu ofício, todavia, Sérgio Cabral (PMDB) quer que ele seja um GUERRILHEIRO URBANO, incursionando em comunidades carentes para matar ou morrer.
Beltrame quer que ele seja um SOLDADO, um MILITAR.
Alguns, desavisados, têm usado uniformes, endoçando o desvio funcional.
Esquece o secretário de segurança, que o POLICIAL PRENDE O CRIMINOSO e o MILITAR MATA O INIMIGO.
Polícia existe para SERVIR E PROTEGER A POPULAÇÃO, não para MATAR OU MORRER.
Essa é a verdade, incompetência ao extremo.
E, por falar em verdade, alguém lembra quando foi a última vez que Policiais Civis viajaram para o exterior, objetivando conhecer as mais modernas técnicas de insvestigação?
Não conseguimos recordar.
E pensar que um disparo de fuzil pode atingir uma pessoa a quilômetros de distância...
É A CULTURA DA MORTE.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 27 de março de 2009

O DIA - CEM MIL HOMICÍDIOS SEM SOLUÇÃO EM 20 ANOS - GRAVÍSSIMO.


O DIA:
CEM MIL HOMÍCIOS SEM SOLUÇÃO EM 20 ANOS.
SEGUNDO O SINDICATO DOS PERITOS, INQUÉRITOS ACUMULAM UMA TONELADA DE PROJÉTEIS.
Maria Inez Magalhães.
RIO – Em 20 anos, a Polícia Civil acumulou 100 mil casos de homicídios sem solução e uma tonelada de projéteis arrecadados nas vítimas desses crimes. Guardado no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) à espera de perícia, o material faz parte de Inquéritos nos quais não se chegou a suspeitos nem armas para o confronto balístico. Os dados são da Associação de Peritos do Estado do Rio de Janeiro. (clique e leia).


SE HÁ DOIS ANOS ALGUÉM LHE DISSESSE QUE A POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA (PERÍCIA CRIMINAL) AINDA ESTARIA VINCULADA À POLÍCIA CIVIL NO RIO DE JANEIRO, NÃO SENDO INDEPENDENTE E AUTÔNOMA, VOCÊ NÃO VOTARIA EM SÉRGIO CABRAL.
NA MAIORIA DOS ESTADOS BRASILEIROS O DEPARTAMENTO DE POLÍCIA TÉCNICO-CIENTÍFICA É AUTÔNOMO E INDEPENDENTE.

O RIO DE JANEIRO NA RETAGUARDA DA SEGURANÇA PÚBLICA.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO