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sábado, 16 de abril de 2011

POR FAVOR, CHEGA! VAMOS DEIXAR AS FAMÍLIAS EM PAZ!

A crueldade humana não tem limites e o oportunismo político é uma de suas facetas.
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
Perder um filho é a dor suprema, não existe qualquer similar.
Várias famílias estão sofrendo esse dilaceramento da alma, basta de tanta badalação para aparecer na mídia, dando uma de solidário.
Eduardo Paes nunca visitou tantos hospitais no Rio de Janeiro, nem no tempo da campanha eleitoral. Ele e seu sorrisso amarelo parecem brotar expontâneamente nos corredores com um exercito de repórteres a entrevistá-lo.
O secretário Sérgio Côrtes, outro exemplo, que sumiu em momentos recentes tão importantes, nos quais devia explicações sobre fatos graves, agora aparece todo dia nos hospitais, como se a sua presença fosse importante para a a recuperação das vítimas.
Sérgio Côrtes tente providenciar que existam leitos nos CTIs dos hospitais, evitando assim que diariamente pessoas percam a vida pela inexistência deles. Além disso, faça um esforço para que existam neurocirurgiões nas equipes de emergências dos hospitais públicos, essas providências fazem parte dos seus deveres e não ficar dando uma de papagaio de pirata, pendurado no sofrimento alheio.
Ontem, um hospital foi invadido pela presidente do Flamengo, levando Ronaldinho. Patrícia Amorim vive em eterna campanha política, quer aparecer em todos os lugares onde a mídia possa divulgá-la.
Presidente, quer ajudar?
Promova um jogo do Flamengo e doe toda a arrecadação para as famílias das vítimas, isso teria algum efeito produtivo para melhorar a vida das pessoas. Levar Ronaldinho para tumultuar um hospital, já tumultuado normalmente, para falar por dez segundos com algumas crianças, isso é usar a dor alheia em proveito próprio.
E por falar em oportunismo, coitado do Sargento que interrompeu o massacre, ele está sendo levado como "garoto propaganda" pela Polícia Militar até em batizado de cachorro, mas aumentar o seu salário, isso nem pensar.
Se eu listasse todos os oportunistas da tragédia de Realengo, passaria o resto da vida em frente ao monitor.
Por favor, chega! Vamos deixar as famílias em paz!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 14 de março de 2010

MARCHA NACIONAL EM DEFESA DA PEC 300 - REUNIÃO - ASSINAP.


A ASSINAP, mais uma vez, está apoiando a Marcha Nacional em Defesa da PEC, que ocorrerá no Rio de Janeiro, no dia 21 MAR 2010, com concentração no Posto 6 da Praia de Copacabana, às 10:00 horas.
Parabéns à ASSINAP.
Desejamos que as outras associações também participem e colaborem com o evento, penso que seja o momento das associações e dos clubes liderarem a nossa mobilização, uma luta de todos nós.
No dia 18 MAR 2010, quinta-feira, será realizada uma reunião na ASSINAP para tratar da nossa marcha, compareçam e tragam as suas ideias, elas poderão ser muito utéis.
Policial e Bombeiro Militar, faça a sua parte na luta pela PEC 300, participe dos atos e promova atos no seu município, no seu bairro.
A luta é de todos, portanto, cada um de nós pode promover atos, por exemplo, colocar uma faixa na sua casa, na sua rua.
Hoje, novamente, Policiais Militares colocaram uma faixa no Maracanã, lutando pela PEC.
A faixa dessa vez continha a seguinte frase:
- A torcida raça rubro-negra apóia a PEC 300 para Policiais e Bombeiros.
Alguém não gostou e ...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 22 de novembro de 2009

VISITA DE AHMADINEJAD - ATO CÍVICO - MEIA LIBERDADE DE EXPRESSÃO.


Hoje eu resolvi acompanhar o meu filho comparecendo ao ato cívico “Passeata pela Paz, Diversidade e Liberdade conta a Visita de Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil”, que ocorreu na Avenida Atlântica, conforme o anunciado nesse espaço democrático.
Felipe e alguns amigos resolveram apoiar a mobilização e aproveitar para divulgar o partido político que pretendem criar, o Libertários (
http://www.libertarios.com.br/), distribuindo cópias do panfleto que publicarei em um artigo em separado.
O ato foi um grande sucesso, ordeiro e pacífico, com a participação de quase mil pessoas (os organizadores falaram em cinco mil, um erro de avaliação) e com excelente cobertura da mídia.
Antes de sair de casa, o meu “espírito santo de orelha” aconselhou-me a não vestir a camisa “Fora Cabral!” (barra direita), considerando que a manifestação certamente reuniria pessoas do nível social mais elevado e que isso poderia incomodá-las, diante da possível proximidade com o poder político local.
Vesti a camisa do “Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!"
Todavia, como o ato pregava também a liberdade de expressão, resolvi fazer uma adaptação, fixando o cartaz que ganhei dos topiqueiros do “Movimento Fora Cabral!” no mastro da minha bandeira do Brasil, conforme fica evidenciado na foto que ilustra esse artigo.
Ao chegarmos Felipe foi se reunir com seus amigos e eu fiquei próximo a um grupo que estava no local, quando fui abordado por uma senhora que educadamente disse que eu não poderia ficar no local, pois a manifestação não era política. Argumentei que ela estava cerceando a minha liberdade e que o ato era contra um político, o presidente do Irã. Ela não compreendeu e insistiu que eu saísse, quando para evitar constrangimentos expliquei que ficaria na periferia dos manifestantes, o que não a deixou satisfeita. Entreguei o meu cartão pessoal e afastei-me educadamente, continuando na periferia do grupo e longe da mídia.
Utilizando o megafone em volume baixo, transmiti algumas mensagens gravadas sobre o extermínio promovido pelo governo fluminense dos pretos, pobres e favelados, o que não agradou a algumas pessoas presentes ao ato.
Fui sendo abordado seguidamente por manifestantes, um total de sete, que insistiam que eu não poderia permanecer nas proximidades, obviamente, eles desconheciam que o ato estava sendo realizado em uma via pública e não em um recinto particular.
Em dado momento, educadamente, um jovem abordou-me com o mesmo discurso, tendo eu usado os mesmos argumentos, quando sou surpreendido com a seguinte expressão:
- Senhor, eu estou solicitando educadamente, mas não posso garantir que outros participantes ajam da mesma forma.
O jovem tinha cerca de vinte anos e devia estar emocionado pela própria mobilização que lembrava do holocausto, que deve ter vitimado sua ascendência, assim sendo, identifiquei-me como Coronel de Polícia e aconselhei o jovem manifestante a orientar aos outros participantes que agissem democraticamente.
Conversamos alguns minutos, entreguei um boletim informativo do meu blog e toda animosidade se dissipou na tranqüilidade da conversação.
Segui a manifestação até o local de encerramento, onde foi cantado o hino nacional e foram soltos balões brancos.
Por derradeiro, deixo claro que as abordagens não foram da organização do evento e considerei todas elas manifestações pessoais, pois os organizadores nunca iriam cercear a minha liberdade, considerando que várias pessoas vestindo camisas da vereadora Patrícia Amorim, que concorre a presidência do CR Flamengo, estavam entre os manifestantes e a própria vereadora passou pelo local. Além disso, o deputado federal Marcelo Itagiba (PMDB) foi uma das pessoas que discursou no evento, portanto, democraticamente, o “Fora Cabral!”, não poderia ser coibido nesse ato político contra o presidente do Irã.
Parabéns aos organizadores e aos participantes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO