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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

RIO: HOMICÍDIOS DIMINUEM, MAS DESAPARECIMENTOS AUMENTAM.

No governo Sérgio Cabral o número de homicídios tem diminuído, segundo o ISP, algo que deve ser festejado, como a mídia chapa branca faz com destaque, mas que precisa passar por todos os crivos.
O jornal O Dia ( Coluna Informe do Dia - Fernando Molica) publica nessa quinta-feira dados que devem ser considerados, informando que no período do governo Cabral (2007 - 2010), o número de DESAPARECIDOS aumentou 17,9% no Rio de Janeiro.
Em 2007 foram 4.641, enquanto em 2010 foram 5.473.
O aumento na Capital recheada de UPPs foi de 42,9%.
Salvo melhor juízo, os homicídios podem não estar diminuindo tanto assim, na verdade podem estar virando desaparecimentos.
Sem corpo, sem homicídio.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

RIO - REDUÇÃO DE HOMICÍDIOS - HORA DE COMEMORAR.

A redução do número de homicídios deve ser sempre comemorada.
A queda do número de 2010 em relação ao ano de 2009 foi de 1.000 homicídios.
Excelente.
Os especialistas apontam três causas para essa diminuição (leiam):
- a implantação dos Super GPAEs (UPPs);
- os programas sociais de diminuição da violência; e
- a melhora da economia.
No caso específico dos Super GPAEs, podemos citar os seguintes aspectos para a redução dos homicídios:
- a presença maciça do policiamento ostensivo diminuiu a violência nas comunidades, como diminuiria em qualquer outro local;
- a Polícia Militar acabou fazendo a "segurança das bocas";
- a continuidade da venda de drogas nas comunidades sem a necessidade do uso de armamento, trouxe um equilíbrio e minimizou as disputas internas violentas dentro de cada comunidade;
- o policiamento evitou que as facções rivais tentassem tomar as bocas, inclusive os milicianos, evitando os confrontos armados e mortes; e
- o fim da tática do "tiro, porrada e bomba" nessas comunidades (menos de 5% das existentes) que ocorria com a entrada da Polícia Civil e da Polícia Militar.
O tempo e a divulgação de todos os números anuais permitirão outras análises, utilizando outros parâmetros, como o número de desaparecidos que subiu de 2008 (5095) para 2009 (5425).
O certo por enquanto é que devemos comemorar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 7 de março de 2010

POLICIAL MILITAR DESAPARECIDO.


JORNAL EXTRA:
Faustino Fernandes de Moura Filho, de 53 anos, chegou à Divisão de Homicídios, na última segunda-feira, com a foto do filho nas mãos. Everton Alves de Moura, de 28 anos, é soldado da Polícia Militar e está desaparecido desde o dia 21. A última notícia que a família teve do rapaz é que ele deixou o quartel em que trabalha, o 22º BPM (Maré), em direção ao Lote Quinze, em Duque de Caxias. Depois, não foi mais visto.
— Ele terminou o plantão no quartel e foi visitar um casal de idosos que ele ajuda, perto do Morro Garibaldi, em Caxias. Ele sempre ia lá — contou Faustino.
Segundo o pai do soldado, no dia do desaparecimento, Everton usava bermuda azul, camiseta cinza e chinelos. Quando deixou o quartel, estava pilotando uma moto preta.— Não sabemos o que aconteceu. Ele não tinha inimigos, era uma rapaz pacato. Quando não estava trabalhando estava com a família. Não costumava sair, nem ir para festas — contou um amigo da família, que se identificou como Marcelo. A principal linha de investigação do Serviço Reservado do 22 BPM é que Everton tenha sido vítima de um assalto e que, ao ser identificado como policial militar, tenha sido morto pelos assaltantes. O soldado trabalhava fazendo o patrulhamento na área do Piscinão de Ramos, mas, por enquanto, a PM não acredita que o seu trabalho tenha sido o motivo para o desaparecimento.
— Já rodamos a área em que ele desapareceu. Há pessoas que o viram passando de moto, mas ninguém viu para onde ele foi ou se foi abordado por alguém — contou Faustino, que fez um pedido:
— Se alguém tiver notícias, denuncie de forma anônima.
Faustino foi à delegacia pegar autorização para fazer exame de DNA em um corpo encontrado na Praia do Bananal, na Ilha do Governador.
— O corpo bate com as características do meu filho, mas já está em decomposição e não deu para reconhecer — disse o pai, contando já ter visitado quase todos os hospitais da cidade.
— Passamos todos estes dias indo a hospitais e IML’s. Encontramos diversos corpos sem identificação. Faustino saiu da delegacia com a autorização para o exame. Ele forneceu o material para a análise, mas o resultado só deve ficar pronto daqui a 30 dias.
— É muito tempo para ficar esperando, mas é o que eu posso fazer. Enquanto o resultado não sai, vamos visitando outros IML’s. Meu outro filho acabou de ir para fazer mais um reconhecimento. Esta tem sido a vida da nossa família depois que ele desapareceu. Segundo Faustino, Everton tem um mancha escura na lateral direita da barriga.
— Quanto mais o tempo passa, mais fica difícil de reconhecer qualquer coisa. O pai de Everton é vigilante no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Era lá que o soldado morava, com a mulher, Ellen Costa de Moura, e o filho, de 7 anos.
— A gente se falou às 12h30m. Ele disse que iria visitar esse casal de idosos, que são pais de um amigo dele. Depois, não consegui mais contato com ele — contou a professora, de 33 anos. Ellen conta a dificuldade de lidar com a situação:
— Temos um filhinho, de 7 anos. Ele chora muito. Na cabecinha dele, o pai está perdido, está esquecido. Ele pede para irmos ao cemitério, pede para irmos ao batalhão. Eu já não sei mais o que falar. A mulher do policial também tem peregrinado por necrotérios e hospitais. — Já fui reconhecer um corpo. Deixei um exame da arcada dentária dele para ver se conseguem identificar. Foi um momento muito ruim. Você vive uma expectativa terrível. Ao mesmo tempo, quer e não quer que seja ele. Queremos acabar com essa agonia — disse Ellen.
O telefone do Disque Denúncia é 2253-1177.
fonte: Extra
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INETRNO

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PMDB, SÉRGIO CABRAL, EDUARDO PAES E O RIO FELIZ.

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
CPI QUESTIONA NÚMEROS DE HOMICÍDIOS NO ESTADO DO RIO!
(painel Folha SP, 28/09) A CPI da Violência Urbana irá ao Rio de Janeiro para tentar entender um dado revelado na semana passada pelo Mapa da Violência, da Unesco. Em 2007, saltou para 20,9% o percentual de mortes "sem causa conhecida" no Estado, contra 11,2% em 2006. Para efeito de comparação, no DF o percentual é de 0,1%. No Paraná, de 3%. Em São Paulo, ele se manteve estável em 11%. A CPI quer apurar se o Rio está deliberadamente deixando de registrar homicídios.
Não podemos esquecer no Rio de Janeiro, além do absurdo número de assassinatos, temos atualmente uma média superior a 400 desaparecidos a cada mês.
Cidadãos fluminenses que simplesmente somem...
Rio, a cidade feliz!
Anthony Garotinho comentou as vaias que oferecemos ao governador na nossa Segunda Marcha Democrática PEC 300/2008 (leiam)
Aproveitem e assistam aos vídeos sobre a nossa marcha:
- blog do Lobo (assistam).
- blog do Ricardo Gama (assistam).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO