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terça-feira, 2 de agosto de 2011
SOS EDUCAÇÃO -AMANHÃ - ASSEMBLEIA - FUNDIÇÃO PROGRESSO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Marcadores:
Educação pública,
Governo Sérgio Cabral,
magistério público
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
BASTA! É HORA DE COBRAR A RENÚNCIA DE SÉRGIO CABRAL (PMDB) NAS RUAS.
Sérgio Cabral (PMDB) humilhou os profissionais da educação pública estadual com o rejuste proposto.
Eu reafirmo que os Bombeiros Militares e os profissionais da Educação Pública Estadual devem unir suas forças contra esse governo opressor, liderado pelo senhor Sergio Cabral (PMDB).
Os Bombeiros e os Professores são as categorias profissionais com maior reconhecimento popular, portanto, unidas poderão fazer com que todo o funcionalismo público estadual ingresse na mobilização para cobrar a renúncia do governador nas ruas do Rio de Janeiro.
O povo aderirá em seguida.
Cabral já deu prova inequívocas que não reúne mais condições de se manter na chefia do governo estadual.
No dia 03 AGO 2011, às 14:00 horas, TODOS e TODAS para a ALERJ, chegou a hora da união.
É FORA CABRAL!
Eu reafirmo que os Bombeiros Militares e os profissionais da Educação Pública Estadual devem unir suas forças contra esse governo opressor, liderado pelo senhor Sergio Cabral (PMDB).
Os Bombeiros e os Professores são as categorias profissionais com maior reconhecimento popular, portanto, unidas poderão fazer com que todo o funcionalismo público estadual ingresse na mobilização para cobrar a renúncia do governador nas ruas do Rio de Janeiro.
O povo aderirá em seguida.
Cabral já deu prova inequívocas que não reúne mais condições de se manter na chefia do governo estadual.
No dia 03 AGO 2011, às 14:00 horas, TODOS e TODAS para a ALERJ, chegou a hora da união.
É FORA CABRAL!
O GLOBO
"Secretaria de Educação do Rio anuncia reajuste de 3,5% para professores.
Publicada em 01/08/2011"Secretaria de Educação do Rio anuncia reajuste de 3,5% para professores.
Ludmila Lima
RIO - O secretário estadual de Educação, Wilson Risolia, anunciou nesta segunda-feira, quando os alunos da rede estadual voltam às salas de aulas, um reajuste de 3,5% para os professores e a antecipação da parcela da gratificação por produtividade do programa Nova Escola referente a 2012. Com as medidas, que serão encaminhadas ainda nesta segunda-feira, em forma de Projeto de Lei, à Assembleia Legislativa (Alerj), um professor que ganha R$ 765,66 (16 horas semanais) passará a receber em setembro - com pagamento em outubro - salário de R$ 865,30. O reajuste de 3,5% será calculado em cima do salário já com o Nova Escola deste ano e do próximo, que será adiantado, incorporado. O Estado defende que a melhoria salarial chega a 13%.
Segundo professores que estão em greve desde 7 de junho, o reajuste é insuficiente. O Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe), ao saber da medida pela imprensa, considerou o percentual "tímido".
O reajuste de 3,5% está abaixo da inflação de 2011 e não repõe nossas perdas - disse Vera Nepomuceno, coordenadora do Sepe, afirmando que 50% da rede estadual aderiram à greve.
Já Risolia considera a incorporação do Novo Escola, que valerá também para os servidores aposentados, um aumento.
Não dá para falar que o Nova Escola não é reajuste salarial porque os inativos também passaram a ganhar a gratificação - afirmou o secretário, garantindo que, descontadas as perdas com a inflação projetada para este ano, o ganho real dos professores será de 6%.
Na quarta-feira, às 10h, a categoria vai realizar uma assembleia na Fundição Progresso, na Lapa, para avaliar as medidas do governo estadual. Representantes do Sepe, no entanto, pretendem se encontrar ainda nesta segunda-feira com o secretário de Educação e com deputados. Os professores reivindicam aumento salarial de 26%. Há três semanas que professores grevistas promovem um acampamento em frente à sede da Secretaria de Educação, na Rua da Ajuda, no Centro. Nesta segunda-feira, o movimento conta com cerca de 50 barracas montadas e o apoio de estudantes.
O secretário Risolia afirma que menos de 1% aderiu à paralisação e que, a partir desta segunda, os grevistas terão o ponto cortado. De acordo com o secretário, a partir do dia 6 começa a reposição das aulas perdidas:
- O professor (que faltar) terá seu ponto cortado e temos ações se for o caso para substitui-los - disse Risolia sobre a possibilidade de manutenção da greve.
O governo estadual, segundo ele, lançará ainda este mês o edital para a realização de concurso para o preenchimento de 1,5 mil vagas para professor com 30 horas semanais. No ano que vem, serão mais 500 vagas, com salário inicial de R$ 1.695,04. O concurso faz parte do pacote que será encaminhado à Alerj. Estão também sendo chamados 4.441 professores aprovados nos últimos concursos".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Segundo professores que estão em greve desde 7 de junho, o reajuste é insuficiente. O Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe), ao saber da medida pela imprensa, considerou o percentual "tímido".
O reajuste de 3,5% está abaixo da inflação de 2011 e não repõe nossas perdas - disse Vera Nepomuceno, coordenadora do Sepe, afirmando que 50% da rede estadual aderiram à greve.
Já Risolia considera a incorporação do Novo Escola, que valerá também para os servidores aposentados, um aumento.
Não dá para falar que o Nova Escola não é reajuste salarial porque os inativos também passaram a ganhar a gratificação - afirmou o secretário, garantindo que, descontadas as perdas com a inflação projetada para este ano, o ganho real dos professores será de 6%.
Na quarta-feira, às 10h, a categoria vai realizar uma assembleia na Fundição Progresso, na Lapa, para avaliar as medidas do governo estadual. Representantes do Sepe, no entanto, pretendem se encontrar ainda nesta segunda-feira com o secretário de Educação e com deputados. Os professores reivindicam aumento salarial de 26%. Há três semanas que professores grevistas promovem um acampamento em frente à sede da Secretaria de Educação, na Rua da Ajuda, no Centro. Nesta segunda-feira, o movimento conta com cerca de 50 barracas montadas e o apoio de estudantes.
O secretário Risolia afirma que menos de 1% aderiu à paralisação e que, a partir desta segunda, os grevistas terão o ponto cortado. De acordo com o secretário, a partir do dia 6 começa a reposição das aulas perdidas:
- O professor (que faltar) terá seu ponto cortado e temos ações se for o caso para substitui-los - disse Risolia sobre a possibilidade de manutenção da greve.
O governo estadual, segundo ele, lançará ainda este mês o edital para a realização de concurso para o preenchimento de 1,5 mil vagas para professor com 30 horas semanais. No ano que vem, serão mais 500 vagas, com salário inicial de R$ 1.695,04. O concurso faz parte do pacote que será encaminhado à Alerj. Estão também sendo chamados 4.441 professores aprovados nos últimos concursos".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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Educação pública,
Governo Sérgio Cabral,
magistério público
terça-feira, 28 de junho de 2011
REPÓRTER RIO - ROTINA DE UMA PROFESSORA DA REDE PÚBLICA.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Exc-CORREGEDOR INTERNO
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Educação pública,
funcionalismo público,
magistério público
sábado, 5 de fevereiro de 2011
A DESVALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO.
JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO
04/02/2011 - A DESVALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO
04/02/2011 - A DESVALORIZAÇÃO DO MAGISTÉRIO
Realizado anualmente, o último Censo da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC) constatou que o número de formandos dos cursos de Pedagogia e Normal Superior - que preparam professores para as primeiras séries da educação básica - caiu pela metade, em quatro anos. Em 2009, 52 mil docentes concluíram esses cursos, ante 103 mil, em 2005. O Censo também registrou queda no número de graduandos nos cursos de licenciatura, que preparam professores para lecionar nas últimas séries do ensino fundamental e nas três séries do ensino médio.
Texto completo
Em 2005 foram 77 mil e, em 2009, 64 mil. No mesmo período, porém, o total de formandos no ensino superior passou de 717 mil para 826 mil.
Isso ocorre porque, ao contrário do que ocorria há quatro ou cinco décadas, quando o professor dos antigos cursos de 1.º e 2.º graus gozava de enorme prestígio social, as novas gerações não se sentem atraídas pelo magistério público. Por causa do aviltamento dos salários, mas em grande parte também por causa das péssimas condições de trabalho - especialmente nas escolas públicas situadas em bairros pobres e nas periferias das grandes cidades - e da subsequente desvalorização da carreira, os jovens de hoje estão optando por cursos que proporcionam, tanto no setor público quanto na iniciativa privada, carreiras com salários mais altos e trabalho mais gratificante.
Para tentar reverter essa tendência de queda do número de alunos nos cursos superiores destinados à formação de docentes e acabar com o déficit de professores qualificados nas escolas públicas, o MEC tomou duas importantes medidas. A primeira foi a criação, em 2008, do piso nacional para o professorado, com o objetivo de unificar o salário de ingresso no magistério público, em todo o País. Este ano, o piso foi estabelecido em R$ 1.183 para os professores com jornada de 40 horas semanais de aula. No entanto, por falta de recursos orçamentários, pelo menos seis Estados continuam pagando bem abaixo desse valor.
A segunda medida foi adotada pelo MEC em 2009, com o lançamento do Plano Nacional de Formação de Professores. A iniciativa tinha por objetivo qualificar os 636 mil professores das redes escolares municipais e estaduais de ensino infantil, fundamental e médio que não tinham curso superior ou vinham lecionando em área diferente daquela em que se formaram, assegurando vagas em universidades públicas e adotando estímulos pecuniários, sob a forma de prêmios e bolsas de estudo. A ideia era oferecer pelo menos 331 mil vagas, até 2011. Mas, como a experiência está em andamento e a conclusão dos cursos de pedagogia e licenciatura leva tempo, a medida ainda não surtiu os efeitos esperados pelas autoridades educacionais.
Para os especialistas em educação, o cenário é preocupante. A falta de professores preparados compromete ainda mais a qualidade do ensino da rede escolar pública e condena milhões de crianças e adolescentes a uma formação abaixo dos padrões exigidos pelo mercado de trabalho e pelo desenvolvimento científico e tecnológico. O gargalo do sistema educacional está, justamente, na deficiência da formação nos níveis fundamental e médio.
Além disso, para melhorar as condições de aprendizagem dos estudantes, o MEC incorporou mais uma série ao ensino fundamental, que passou a ser de nove anos. Adotada em 2006, a medida vem sendo implementada gradativamente e, a partir de 2016, em todos os municípios brasileiros as crianças terão de começar a ser alfabetizadas aos 5 anos de idade. Sem professores em número suficiente para lecionar nas primeiras séries das redes municipais e estaduais de ensino fundamental, essa política certamente fracassará.
A única maneira de reverter esse quadro, trazendo mais jovens para o magistério público, é oferecer um salário inicial atraente e assegurar boas condições de trabalho. Sem isso, não há como tornar a carreira atraente - e, sem professores preparados e motivados, o Brasil não superará o seu passivo educacional.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Texto completo
Em 2005 foram 77 mil e, em 2009, 64 mil. No mesmo período, porém, o total de formandos no ensino superior passou de 717 mil para 826 mil.
Isso ocorre porque, ao contrário do que ocorria há quatro ou cinco décadas, quando o professor dos antigos cursos de 1.º e 2.º graus gozava de enorme prestígio social, as novas gerações não se sentem atraídas pelo magistério público. Por causa do aviltamento dos salários, mas em grande parte também por causa das péssimas condições de trabalho - especialmente nas escolas públicas situadas em bairros pobres e nas periferias das grandes cidades - e da subsequente desvalorização da carreira, os jovens de hoje estão optando por cursos que proporcionam, tanto no setor público quanto na iniciativa privada, carreiras com salários mais altos e trabalho mais gratificante.
Para tentar reverter essa tendência de queda do número de alunos nos cursos superiores destinados à formação de docentes e acabar com o déficit de professores qualificados nas escolas públicas, o MEC tomou duas importantes medidas. A primeira foi a criação, em 2008, do piso nacional para o professorado, com o objetivo de unificar o salário de ingresso no magistério público, em todo o País. Este ano, o piso foi estabelecido em R$ 1.183 para os professores com jornada de 40 horas semanais de aula. No entanto, por falta de recursos orçamentários, pelo menos seis Estados continuam pagando bem abaixo desse valor.
A segunda medida foi adotada pelo MEC em 2009, com o lançamento do Plano Nacional de Formação de Professores. A iniciativa tinha por objetivo qualificar os 636 mil professores das redes escolares municipais e estaduais de ensino infantil, fundamental e médio que não tinham curso superior ou vinham lecionando em área diferente daquela em que se formaram, assegurando vagas em universidades públicas e adotando estímulos pecuniários, sob a forma de prêmios e bolsas de estudo. A ideia era oferecer pelo menos 331 mil vagas, até 2011. Mas, como a experiência está em andamento e a conclusão dos cursos de pedagogia e licenciatura leva tempo, a medida ainda não surtiu os efeitos esperados pelas autoridades educacionais.
Para os especialistas em educação, o cenário é preocupante. A falta de professores preparados compromete ainda mais a qualidade do ensino da rede escolar pública e condena milhões de crianças e adolescentes a uma formação abaixo dos padrões exigidos pelo mercado de trabalho e pelo desenvolvimento científico e tecnológico. O gargalo do sistema educacional está, justamente, na deficiência da formação nos níveis fundamental e médio.
Além disso, para melhorar as condições de aprendizagem dos estudantes, o MEC incorporou mais uma série ao ensino fundamental, que passou a ser de nove anos. Adotada em 2006, a medida vem sendo implementada gradativamente e, a partir de 2016, em todos os municípios brasileiros as crianças terão de começar a ser alfabetizadas aos 5 anos de idade. Sem professores em número suficiente para lecionar nas primeiras séries das redes municipais e estaduais de ensino fundamental, essa política certamente fracassará.
A única maneira de reverter esse quadro, trazendo mais jovens para o magistério público, é oferecer um salário inicial atraente e assegurar boas condições de trabalho. Sem isso, não há como tornar a carreira atraente - e, sem professores preparados e motivados, o Brasil não superará o seu passivo educacional.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 14 de setembro de 2010
RIO DE JANEIRO: PROFESSORES DIVULGAM CARTA ABERTA À POPULAÇÃO.
Carta Aberta à População do Estado do Rio de Janeiro.
Nós, professores servidores do Estado do Rio de Janeiro, escrevemos esta carta aberta à população do Rio de Janeiro para mostrar aquilo que realmente envolve a questão a incorporação da gratificação chamada Nova Escola e a diminuição do nosso plano de carreira.
A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra, como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário. Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00.
O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado.
( Na maioria das escolas, os aparelhos só serviram para travar janelas, pois não estão funcionando. É só fachada.)
A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas. O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que receberão, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento. Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda.
Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado- Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado- Não só manteve o professor 40h de fora do plano como tentou diminuir as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado- Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor.
Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro.
Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade. Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.
Mande para os seus contatos a vergonha que acontece no RJ e vamos mostrar a nossa força!
Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro
A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra, como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário. Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00.
O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado.
( Na maioria das escolas, os aparelhos só serviram para travar janelas, pois não estão funcionando. É só fachada.)
A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas. O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que receberão, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento. Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda.
Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado- Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado- Não só manteve o professor 40h de fora do plano como tentou diminuir as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado- Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor.
Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro.
Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade. Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.
Mande para os seus contatos a vergonha que acontece no RJ e vamos mostrar a nossa força!
Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro
Sou professor, filho de professor, casei com professora e sou pai de professor, conheço bem as dificuldades.
A luta por uma educação pública de qualidade deve ser a luta de todos nós e isso só é possível com profissionais da educação valorizados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
A luta por uma educação pública de qualidade deve ser a luta de todos nós e isso só é possível com profissionais da educação valorizados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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domingo, 21 de fevereiro de 2010
CARTA ABERTA DOS PROFESSORES ESTADUAIS À POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO.
Carta aberta a população do Estado do Rio de Janeiro – Vista a camisa da Educação!
Nós, professores servidores do Estado do Rio de Janeiro, escrevemos esta carta aberta à população do Rio de Janeiro para mostrar aquilo que realmente envolve a questão a incorporação da gratificação chamada Nova Escola e a diminuição do nosso plano de carreira. A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra,
como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário.
como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário.
Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00. O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado. A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas.
O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que
receberão, no ano que vem, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento em 2010.
Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda. Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado - Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado - Não só manteve o professor 40h de fora do plano como diminuiu as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado - Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
receberão, no ano que vem, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento em 2010.
Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda. Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado - Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado - Não só manteve o professor 40h de fora do plano como diminuiu as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado - Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor. Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro. Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.
Mande para os seus contatos e vamos mostrar a nossa força!
Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Professores do Estado do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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Sérgio Cabral,
Teresa Porto
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
O MUNDO DE PONTA-CABEÇA - PROFESSOR MARCELO ADRIANO NUNES DE JESUS.
O que foi que aconteceu com a família, que transferiu toda a sua responsabilidade de educar para a escola, ao invés de fazer o seu dever de casa?
O que foi que aconteceu com os alunos, que estão cada vez mais preocupados com os resultados das notas do que em construir o saber?
O que foi que aconteceu com a escola, que cada vez mais se distancia do seu papel e se preocupa tão somente em números do que em qualidade de ensino?
O que foi que aconteceu com os filhos, que estão mais preocupados com o bem-estar de seus amigos do que de seus próprios pais?
O que foi que aconteceu com a inocência de nossas jovens, e com os pais, que permitem que meninas se transformem em mulheres antes do tempo visíveis nos saltos agulhas e nas maquiagens excessivas que usam?
O que foi que aconteceu com os intelectuais, que se calaram ante tantas barbaridades cometidas contra a Natureza e a Ética em nome do progresso?
Por que se reduziu o IPI de carros e se manteve alto o de livros?
Por que o pré-sal é mais importante do que a pré-escola?
O que aconteceu com a política, que se divorciou da ética?
O que fizeram da ética, ao se negligenciar um dos princípios fundamentais da administração pública ao se editar atos secretos no Senado Federal?
O que foi que aconteceu na cabeça de alguns magistrados, que fizeram ressurgir a famigerada censura através da proibição de alguns jornais em noticiar os escândalos que abalaram o clã Sarney?
Como Zé Sarney conseguiu entrar para a Academia Brasileira de Letras?
O que foi que aconteceu no Supremo Tribunal Federal, que aprovado pelo Senado, concedeu um aumento em tempo recorde para seus ministros e considera inconstitucional um piso de novecentos reais para os professores?
O salário de um Ministro do STF será de R$ 26.723,00 em fevereiro de 2010 e de um professor do Rio de Janeiro R$ 707,00. Hoje, um professor recebe R$ 607,00 de piso.
Por que a morte de centenas de policiais é visto como “normal” e as autoridades não fazem nada para diminuir o drama de milhares de famílias que ficam órfãos de seus pais, filhos, irmãos, netos, etc.?
O que está acontecendo com a sociedade, que aplaude, quando exibido em cadeia nacional, a morte de um bandido executado com um tiro de fuzil na cabeça?
Por que se banalizou tanto a morte a ponto de gerar indiferença nas pessoas?
Banalização herdada de Roma ou do Holocausto?
O que está acontecendo com o homem, cada vez mais distante de si e de valores que um dia foram consagrados por homens e mulheres que um dia morreram por eles?
Para onde caminha a humanidade, cada vez mais distante do amor?
A luta continua.
Primavera de 2009
Marcelo Adriano Nunes de Jesus
ProfessorO que foi que aconteceu com os alunos, que estão cada vez mais preocupados com os resultados das notas do que em construir o saber?
O que foi que aconteceu com a escola, que cada vez mais se distancia do seu papel e se preocupa tão somente em números do que em qualidade de ensino?
O que foi que aconteceu com os filhos, que estão mais preocupados com o bem-estar de seus amigos do que de seus próprios pais?
O que foi que aconteceu com a inocência de nossas jovens, e com os pais, que permitem que meninas se transformem em mulheres antes do tempo visíveis nos saltos agulhas e nas maquiagens excessivas que usam?
O que foi que aconteceu com os intelectuais, que se calaram ante tantas barbaridades cometidas contra a Natureza e a Ética em nome do progresso?
Por que se reduziu o IPI de carros e se manteve alto o de livros?
Por que o pré-sal é mais importante do que a pré-escola?
O que aconteceu com a política, que se divorciou da ética?
O que fizeram da ética, ao se negligenciar um dos princípios fundamentais da administração pública ao se editar atos secretos no Senado Federal?
O que foi que aconteceu na cabeça de alguns magistrados, que fizeram ressurgir a famigerada censura através da proibição de alguns jornais em noticiar os escândalos que abalaram o clã Sarney?
Como Zé Sarney conseguiu entrar para a Academia Brasileira de Letras?
O que foi que aconteceu no Supremo Tribunal Federal, que aprovado pelo Senado, concedeu um aumento em tempo recorde para seus ministros e considera inconstitucional um piso de novecentos reais para os professores?
O salário de um Ministro do STF será de R$ 26.723,00 em fevereiro de 2010 e de um professor do Rio de Janeiro R$ 707,00. Hoje, um professor recebe R$ 607,00 de piso.
Por que a morte de centenas de policiais é visto como “normal” e as autoridades não fazem nada para diminuir o drama de milhares de famílias que ficam órfãos de seus pais, filhos, irmãos, netos, etc.?
O que está acontecendo com a sociedade, que aplaude, quando exibido em cadeia nacional, a morte de um bandido executado com um tiro de fuzil na cabeça?
Por que se banalizou tanto a morte a ponto de gerar indiferença nas pessoas?
Banalização herdada de Roma ou do Holocausto?
O que está acontecendo com o homem, cada vez mais distante de si e de valores que um dia foram consagrados por homens e mulheres que um dia morreram por eles?
Para onde caminha a humanidade, cada vez mais distante do amor?
A luta continua.
Primavera de 2009
Marcelo Adriano Nunes de Jesus
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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marcelo Adriano Nunes de Jesus,
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Violência
sábado, 23 de janeiro de 2010
PROFESSORES DO RIO DE JANEIRO PEDEM SOCORRO AO POVO FLUMINENSE.
Carta Aberta à População do Estado do Rio de Janeiro.
Nós, professores servidores do Estado do Rio de Janeiro, escrevemos esta carta aberta à população do Rio de Janeiro para mostrar aquilo que realmente envolve a questão a incorporação da gratificação chamada Nova Escola e a diminuição do nosso plano de carreira.
A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra, como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário. Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00.
O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado.
A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas. O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que receberão, no ano que vem, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento em 2010. Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda.
Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado- Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado- Não só manteve o professor 40h de fora do plano como diminuiu as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado- Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor.
Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro.
Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.
Mande para os seus contatos a vergonha que acontece no RJ e vamos mostrar a nossa força!!!!!!!
Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro
Nós, professores servidores do Estado do Rio de Janeiro, escrevemos esta carta aberta à população do Rio de Janeiro para mostrar aquilo que realmente envolve a questão a incorporação da gratificação chamada Nova Escola e a diminuição do nosso plano de carreira.
A princípio, não foi dito o valor do salário do professor estadual, que é de apenas R$ 607,26. A população deve imaginar que recebemos alguma ajuda extra, como vale transporte, vale refeição, que qualquer empresa é obrigada a pagar a seu funcionário. Porém, não é isso o que acontece: não recebemos estes benefícios que são direitos de todo o trabalhador e ainda temos o desconto previdenciário de 11%, recebendo um salário líquido de aproximadamente R$ 540,00.
O Governo faz propagandas na televisão dizendo que deu laptops para todo professor, mas na verdade, estes laptops foram adquiridos pelo sistema de comodato, ou seja, estes equipamentos são emprestados pelo governo que, quando bem entender, pode pedir os mesmos de volta. Atualmente, observamos a climatização das salas de aula, onde o Governo aluga os aparelhos e ainda terá um consumo absurdo de energia elétrica, gerando consumo de energia bastante elevado.
A incorporação do Nova Escola se dará até 2015, em 7 parcelas. O governador já se considera reeleito. Existem casos de professores que receberão, no ano que vem, segundo este projeto, um aumento de R$ 2,47! Isso mesmo, talvez não dê para pagar uma passagem com o valor deste aumento em 2010. Um outro ponto é o grande número de pedidos de exoneração de professores, estima-se que seja aproximadamente 30 por dia! Não existem condições de trabalho e isso nos incomoda.
Contudo, o que mais nos deixa indignados, é a carta compromisso enviada aos nossos lares onde o mesmo governador empenha sua palavra e agora se esquece de tudo aquilo que prometeu. As promessas são:
Promessa 1- Reposição das perdas dos últimos 10 anos.
Resultado- Reajuste de 4% e mais 8% de uma perda de mais de 70%.
Promessa 2- Manutenção do atual plano de carreira e inclusão dos professores de 40h.
Resultado- Não só manteve o professor 40h de fora do plano como diminuiu as diferenças entre níveis de 12% para 7,5%.
Promessa 3- Fim da política da gratificação Nova Escola e incorporação do valor da gratificação ao piso salarial.
Resultado- Esqueceu de avisar que seria em 7 anos e sem reposição da inflação.
Promessa 4- "A secretaria de Estado de Educação do meu governo terá como titular pessoa com histórico na área de educação e vínculos com o magistério."
Resultado- A atual titular da pasta é da área de computação, burocrata sem passagem pelo magistério.
Não somos ouvidos, e ainda vemos a imprensa nos virar as costas e distorcer a situação real. Somos pais e mães de família, que fizeram um curso superior, na esperança de um futuro melhor.
Contamos com a compreensão e a colaboração da população do Estado do Rio de Janeiro.
Vista a camisa da Educação, você pode não ser professor, seu filho e sua família podem não precisar da Educação Pública, mas a nossa sociedade só vai melhorar com Educação Pública de qualidade Faça a sua parte, essa será uma verdadeira mudança na história da Educação no Estado do Rio de Janeiro, porém precisamos adequar a verdadeira realidade do magistério Estadual.
Mande para os seus contatos a vergonha que acontece no RJ e vamos mostrar a nossa força!!!!!!!
Agradecemos imensamente a atenção
Professores do Estado do Rio de Janeiro
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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Sérgio Cabral
domingo, 17 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
A COMPLETA REPROVAÇÃO DO GOVERNO SÉRGIO CABRAL - EDUCAÇÃO.
JORNAL O DIA:
Informe do Dia: Repetência na rede
Fernando Molica
Rio - Auditoria feita pelo TCE no Ensino Fundamental do Estado concluiu que os professores recebem baixos salários, são mal capacitados e há falta de apoio pedagógico nas escolas. A inspeção do Tribunal de Contas do Estado foi para avaliar as razões da repetência na rede pública.
Datado de abril, mas só agora divulgado pelo TCE, o relatório faz algumas determinações à Secretaria de Educação, entre elas, a criação formal das funções de professor orientador e de coordenador pedagógico.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Informe do Dia: Repetência na rede
Fernando Molica
Rio - Auditoria feita pelo TCE no Ensino Fundamental do Estado concluiu que os professores recebem baixos salários, são mal capacitados e há falta de apoio pedagógico nas escolas. A inspeção do Tribunal de Contas do Estado foi para avaliar as razões da repetência na rede pública.
Datado de abril, mas só agora divulgado pelo TCE, o relatório faz algumas determinações à Secretaria de Educação, entre elas, a criação formal das funções de professor orientador e de coordenador pedagógico.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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Sérgio Cabral
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
CABRAL FOI REPROVADO - EDUCAÇÃO PÚBLICA.
O GLOBO

Os nossos artigos, a respeito da evidente reprovação do político Sérgio Cabral Filho no exercício da função de governador do Estado do Rio de Janeiro, abrangerão três áreas do serviço público: a educação, a saúde e a segurança.
O nosso tema inicial é a educação, o mais fácil de ser abordado e que pode ser resumido em uma única pergunta:
- Cidadão fluminense, cite uma realização de Sérgio Cabral na área da educação?
Pergunta difícil, eu sei, pense mais um pouco, faça um esforço, tente lembrar de algo...
Não lembrou?
Nem eu.
Cabral simplesmente nada fez na primordial área da educação pública.
Os professores continuam sendo pessimamente remunerados.
Os alunos perderam inteiramente o professor, o estudo, como uma referência de sucesso, considerando as dificuldades experimentadas pelos formadores de cidadãos, que correm de uma escola para outra na busca de uma renda que permita propiciar o mínimo aos seus familiares.
Cabral, o candidato Cabral, em 2006, mandou uma carta para a residência de cada professor, uma prova que hoje é usada contra ele para classificá-lo como mentiroso, como fazem os professores.
O governador desrespeitou todos os profissionais de educação importando uma “alienígena” para comandar a secretaria de educação, a tecnóloga Teresa Porto, em detrimento a centenas de diretores (as) e a milhares de professores (as).
Site da Secretaria:
“A Secretária de Estado de Educação, Tereza Porto, é analista de sistemas formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Dirigiu o Proderj de março de 2000 até março de 2002 e de janeiro de 2003 até 18 de fevereiro de 2008. Também exerceu dois mandatos à frente da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP – 2005 e 2006)”.
O leigo percebe logo que a senhora Teresa Porto é uma nomeação política e não técnica, logo as chances de sucesso foram drasticamente reduzidas na área logo de início.
Cidadão, volte à pergunta:
- Cite uma realização de Sérgio Cabral na área da educação?
Ainda não encontrou...
Eu lembrei, ele comprou computadores e aparelhos de ar condicionado.
Um completo fracasso.
O nosso tema inicial é a educação, o mais fácil de ser abordado e que pode ser resumido em uma única pergunta:
- Cidadão fluminense, cite uma realização de Sérgio Cabral na área da educação?
Pergunta difícil, eu sei, pense mais um pouco, faça um esforço, tente lembrar de algo...
Não lembrou?
Nem eu.
Cabral simplesmente nada fez na primordial área da educação pública.
Os professores continuam sendo pessimamente remunerados.
Os alunos perderam inteiramente o professor, o estudo, como uma referência de sucesso, considerando as dificuldades experimentadas pelos formadores de cidadãos, que correm de uma escola para outra na busca de uma renda que permita propiciar o mínimo aos seus familiares.
Cabral, o candidato Cabral, em 2006, mandou uma carta para a residência de cada professor, uma prova que hoje é usada contra ele para classificá-lo como mentiroso, como fazem os professores.
O governador desrespeitou todos os profissionais de educação importando uma “alienígena” para comandar a secretaria de educação, a tecnóloga Teresa Porto, em detrimento a centenas de diretores (as) e a milhares de professores (as).
Site da Secretaria:
“A Secretária de Estado de Educação, Tereza Porto, é analista de sistemas formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).
Dirigiu o Proderj de março de 2000 até março de 2002 e de janeiro de 2003 até 18 de fevereiro de 2008. Também exerceu dois mandatos à frente da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP – 2005 e 2006)”.
O leigo percebe logo que a senhora Teresa Porto é uma nomeação política e não técnica, logo as chances de sucesso foram drasticamente reduzidas na área logo de início.
Cidadão, volte à pergunta:
- Cite uma realização de Sérgio Cabral na área da educação?
Ainda não encontrou...
Eu lembrei, ele comprou computadores e aparelhos de ar condicionado.
Um completo fracasso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
PROFESSORES IRÃO DAR UMA LIÇÃO EM SÉRGIO CABRAL.
EMAIL RECEBIDO:
Político pode enganar muita gente, mas professor é mais difícil.Antes de prometer algo aos professores, um político, agora, vai pensarduas vezes, para ver se tem condição de cumprir.
Político pode enganar muita gente, mas professor é mais difícil.Antes de prometer algo aos professores, um político, agora, vai pensarduas vezes, para ver se tem condição de cumprir.
Prof.: Cláudio Ciro.
Eu apresento uma idéia para as categorias do funcionalismo público estadual:
- Por que não criamos um pequeno grupo, reunimos as promessas feitas por escrito e durante discursos (aúdios/vídeos) por Sérgio Cabral e representamos contra ele na justiça eleitoral comunicando os fatos ao Ministério Público em exercício?
Eu topo!
Tenho o aúdio da promessa que ele fez para os Policiais Militares e os Bombeiros Militares em 2006 na AME, inclusive tenho uma degravação (transcrição amadora), que estou usando no meu livro.
JUNTOS SOMOS FORTES!PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 12 de setembro de 2009
PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO PROTESTAM NO PALÁCIO GUANABARA ENTREGANDO FLORES.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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Sérgio Cabral
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
RIO DE JANEIRO - PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO EM GREVE.
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Educação pública,
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magistério público,
Sérgio Cabral
terça-feira, 8 de setembro de 2009
MANIFESTAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO - A CAMINHADA PELA AVENIDA RIO BRANCO TRANSCORREU SEM ANORMALIDADES.
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Educação pública,
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Polícia Militar,
Sérgio Cabral,
Tereza Porto
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
RIO: PROFESSORES ESTADUAIS LANÇAM GRANDE OFENSIVA POR SEUS DIREITOS.
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educação,
magistério público,
PMDB,
salário dos professores,
Sérgio Cabral
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
RIO DE JANEIRO: PROFESSORES A HORA É DE LUTAR CONTRA QUEM QUER DESTRUIR O FUNCIONALISMO PÚBLICO.
EX-BLOG DO CESAR MAIA:
PROFESSORES DO ESTADO CHAMAM REAJUSTE DE PIRATA E OUTROS DE FAKE!
"Cabral diz que cumpriu sua promessa. Vejam bem que 'maravilha': ele incorporou a gratificação do Nova Escola ao salário dos servidores da secretaria de educação. Imaginem só: ele calculou uma média entre o menor e o maior valor, que ficou estabelecido em 435,00 e a partir de outubro de 2009, será incorporado paulatinamente a quantia de 100,00, ou seja, paulatinamente, significa a cada ano, o que seria concluído em 2015, quando o salário do professor chegará a R$ 965,00. Em 2015... 965,00. E olhem que o piso nacional para PI é de 1.050,00."
UMA VERGONHA.
UMA DESMORALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 14 de junho de 2009
BRASIL, A DESGRAÇA DA PÉSSIMA EDUCAÇÃO, QUE CONDUZ À EXCLUSÃO SOCIAL.
UOL NOTÍCIAS
JAPONESES PROTESTAM CONTRA EDUCAÇÃO

O GLOBO
Os japoneses saíram às ruas para reclamarem da qualidade da educação, algo inimaginável no Brasil, que quando muito, assiste manifestações de profissionais da educação contra os baixos salários ou manifestações de estudantes, apartados da educação de qualidade e assim, afastados da cidadania.A cidadania dos japoneses não nasceu do nada, muito pelo contrário, foi construída ano após ano, pela educação positiva, que edificou tradições de cidadania.
No Brasil, a cidadania é para poucos, a grande maioria da população gravita entre o analfabetismo e o analfabetismo funcional, não tendo qualquer noção sobre o que representa a palavra.
Vivemos no país dos excluídos sociais, das famílias que morram sob marquises e das crianças que vivem em sinais de trânsito, se alimentando de cola.
A pesquisa demonstra que a cada 100 brasileiros que ingressam no ensino fundamental, apenas cerca de 50% conclui o ciclo (50).
E, desses 50 brasileiros que ingressam no ensino médio, cerca de 50% o concluem (25).
Considerando o universo de brasileiros que ingressa no processo ensino-aprendizagem formal, só 25% concluem o ensino médio.
Os concludentes ainda são o resultado de uma educação pública de péssima qualidade, onde os profissionais de educação recebem salários miseráveis e não possuem as adequadas condições de trabalho.
Vamos imitar os japoneses, quem sabe, daqui a algumas gerações, poderemos falar de um POVO BRASILEIRO CIDADÃO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
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