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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A CORRUPÇÃO ENDÊMICA QUE DESTRÓI O BRASIL.

OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA:
CORRUPÇÃO NA POLÍCIAUma bomba oculta
Por Luciano Martins Costa em 26/1/2010
Comentário para o programa radiofônico do OI, 26/1/2010
"A Folha de S.Paulo já havia surpreendido seus leitores, na edição de domingo (24/1), com a manchete sobre o elevadíssimo índice de corrupção na polícia paulista. Segundo aquela reportagem, dos 3.313 delegados do estado, nada menos do que 800 são suspeitos de vários crimes.
Na edição de terça-feira (26), o jornal volta ao assunto, embora com menos destaque, para noticiar que o ex-chefe da Corregedoria Geral da Polícia Civil e diretor do Detran até outubro de 2009, delegado Ruy Estanislau Silveira Mello, está sendo investigado por supostamente ter dado um prejuízo de R$ 30 milhões aos cofres públicos.
Trata-se de uma revelação das mais graves, entre as muitas histórias de corrupção que insultam a consciência dos cidadãos nos últimos tempos. No entanto, a reportagem da Folha é mais importante pelo que insinua do que por aquilo que informa completamente.
Corrupção endêmica
A revelação de que um quarto dos delegados da Polícia Civil do estado mais rico da Federação são suspeitos, e estão sendo oficialmente investigados, dá uma idéia das causas principais da ineficiência do sistema de segurança. A lista de crimes engloba extorsão, enriquecimento ilícito, violência, prevaricação e mau uso de dinheiro público, entre outros.
Associando a outras notícias mais ou menos recentes sobre a área de segurança em São Paulo, o leitor pode deduzir que a corrupção vinha sendo a norma no setor, até que o atual secretário da Segurança, Antonio Ferreira Pinto, resolveu fazer uma faxina.
Se o leitor buscar na memória, vai se lembrar que, em maio de 2008, o então secretário adjunto Lauro Malheiros Neto se demitiu após ser acusado de receber propina para alocar delegados em postos onde a corrupção rendia mais, e para retirar de inquéritos internos policiais que respondiam a acusações de desvios de conduta. Em seguida, desgastado pela revelação, o então secretário da Segurança, Ronaldo Marzagão, também renunciou ao cargo.
O que deve estar estranhando ao leitor atento é o silêncio dos outros grandes jornais. Normalmente, quando um caso de corrupção é descoberto por um veículo de informação, os demais costumam se juntar imediatamente ao esforço de divulgação, até formar um coro de denúncias que não pode ser ignorado pela opinião pública.
No caso revelado agora pela Folha, envolvendo evidências de que a polícia do estado de São Paulo sofre há tempos de corrupção endêmica e generalizada, o resto da imprensa finge que nem ouviu falar.
Aposta alta
Mais grave ainda do que a leitura da reportagem de domingo, associada ao texto desta terça-feira, é o artigo do colunista Fernando de Barros e Silva, que se pode ler na página 2 da Folha de S.Paulo. Comentando a manchete de domingo, o colunista observa que a proporção de um quarto do total de delegados representa um número elevado demais para ser desconsiderado. E acrescenta que, dos 33 mil policiais paulistas, nada menos do que 8.500, ou seja, uma proporção ainda maior do que 25%, compõem a lista dos suspeitos que aparecem em procedimentos internos abertos pela corregedoria nos últimos meses.
O leitor pode deduzir o nível das irregularidades que acompanham a maioria dos inquéritos produzidos por tal polícia. Pode também adivinhar quanta dificuldade devem ter os integrantes do Judiciário para lidar com o material produzido por esses policiais. Trata-se, portanto, de um problema que começa no início do processo de combate aos crimes e acaba redundando na impunidade que é de conhecimento geral.
Ainda mais grave, se isso é possível: o colunista aponta diretamente para o ex-governador Geraldo Alckmin como o responsável por tal situação. Ele observa que o secretário da Segurança está mexendo num vespeiro ao tentar moralizar a polícia e que a insatisfação interna com as investigações é muito grande.
Embaixo do tapete
Nada mais grave, porém, do que a informação segundo a qual, entre os delegados atingidos pela ação da corregedoria, "aposta-se na vitória de Geraldo Alckmin" na eleição para governador do Estado.
Eis aí um prato cheio para qualquer jornalista que ainda se considere como tal. Foi na gestão Alckmin que houve o fuzilamento de doze líderes de facções criminosas, o que acabou fortalecendo a organização conhecida como PCC – Primeiro Comando da Capital.
Também foi durante o governo de Alckmin, em maio de 2006, que o PCC aterrorizou São Paulo com ataques e assassinatos.
A combinação das reportagens da Folha com o texto de um de seus colunistas mais importantes forma uma pauta que o resto da imprensa não pode deixar embaixo do tapete".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCAI
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

UM RECADO PARA OS CIDADÃOS DE BEM, SÓ PARA ELES.

O GLOBO
O GLOBO:
- Ministros do TSE veem indícios de caixa dois em imagens de Arruda recebendo dinheiro (leia).
- Carpena Amorim, ex-Corregedor de Justiça no Rio, depositou U$S 500 mil em paraísos fiscais, segundo a Polícia Federal (leia).
- Policiais (Civis) podem ter envolvimento da fuga de (30) presos na Polinter (leia).
- Policiais (Militares) acusados de tentarem matar uma jovem nas Paineiras devem depor nessa segunda-feira (leia).
Os fatos contidos nas reportagens demonstram de forma irrefutável que o Brasil está seriamente doente e que se não forem adotadas medidas urgentes contra a infecção generalizada promovida pela vontade de praticar crimes (corrupção, extorsão, etc) de significativa parcela da população brasileira, logo estaremos na CLEPTOCRACIA, o governo dos ladrões.
O brasileiro parece vocacionado para querer levar vantagem financeira através da prática de atividades criminosas em todas as atividades que exerce.
As Políciais Federal, Civil e Militar estão gravemente doentes, o que por si só é um pesadelo sem fim, considerando que às Polícias cabe evitar a prática de crimes e investigar os crimes praticados para identificar os seus autores.
O Poder Legislativo parece o foco principal, o lugar de onde emamam os atos criminosos envolvendo as desvios das maiores somas em dinheiro, recebidas ao vivo em escritórios.
O Executivo está imerso em incontáveis escandalos, nos diferentes níveis.
O Judiciário também dá claros sinais de envolvimento com essas atividades criminosas, como no caso da venda de sentenças que está sendo investigado no Rio de Janeiro.
Diante dessa realidade, a quem o cidadão de bem pode recorrer?
Apesar dos pesares e dos indícios que surgem aqui e ali sobre procedimentos balisados politicamente, o Ministério Público parece ser a última esperança, embora isoladamente pouco possa fazer além de tentar condenações, vez por outra, tendo por base inquéritos mal desenvolvidos.
Temos que agir e rapidamente.
E quem são os que precisam agir?
A parcela da população composta pelas pessoas de bem.
Nós temos que sair da nossa imobilidade que nos conduz à coautoria criminosa por omissão.
Só nós podemos mudar essa realidade, começando por exigir educação pública de qualidade, que permita a todos a possibilidade de terem acesso à cidadania, entendendo que essa é uma solução para longuíssimo prazo e o Brasil não pode esperar, sob pena do quadro ser irreversível, temos que abrir muitas frentes de batalha se quisermos ganhar essa guerra.
É hora de agir.
Os criminosos que existem nas Polícias, no Executivo, no Legislativo, no Judiciário, etc, querem que tudo continue exatamente como está, um autêntico paraíso para a prática dos seus crimes.
Nas nossas mobilizações cívicas eu sempre destaco que os policiais criminosos nunca ombrearão conosco, nunca "perderão" um sábado ou um domingo sob o sol para lutar por um salário digno, eles ignoram o salário simplesmente.
Lembro do Policial Militar que depois de uma dessas mobilizações, ao reencontrá-lo no Corpo da Guarda do batalhão, me disse que tinha sido o único da unidade a comparecer, sendo que o batalhão possui um efetivo superior a 1.000 Policiais Militares.
Portanto, as pessoas de bem precisam ingressar na guerra, participando de todos os movimentos cívicos, ordeiros e pacíficos, que estejam direcionados para mudar esse quadro.
No Rio temos uma série de mobilizações que lutam pela ÉTICA e pela salvaguarda dos direitos individuais:
- ONG Rio de Paz; ONG Gabriela Sou da Paz; Movimento Cívico Juntos Somos Fortes!; Campanha Não Reeleja Ninguém; Campanha pela aprovação da PEC 300/2008; Movimento Fora Cabral!; MUSP; Movimento dos Demitidos do SAMU; dos Motoristas de Vans Intermunicipais; etc.
Cidadão, participe de todos.
Aprenda a exercer a sua cidadania.
Busque conhecer cada mobilização que surgir e identificando valores positivos, não deixe de participar.
Temos que mudar os rumos do Brasil.
Podemos mudar esses rumos.
Só nós!
Eles só querem enriquecer com dinheiro de origem criminosa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 19 de maio de 2009

A PONTA DA BAIONETA ENCOSTADA NO PEITO DOS TRAIDORES.

Eu tenho utilizado no nosso espaço democrático uma expressão que simboliza cada vez mais uma grande preocupação vivenciada por mim, no concernente à democracia que estamos tentando viabilzar no Brasil.
Tenho escrito que nós estamos perdendo a alternativa de operacionalizarmos uma saída ordeira e pacífica para controlarmos o caos da corrupção generalizada que infesta o Brasil.
E, a cada dia que transcorre, eu sinto que estamos deixando escorrer mais e mais essa posibilidade por entre os dedos.
Um exemplo do desastre que vivemos é o fato de ter postado artigo sobre um Projeto de Lei do Governador Sérgio Cabral, envolvendo a CEDAE, o que foi o bastante para o surgimento de inúmeras críticas envolvendo a gestão política e administrativa da empresa.
Esse fato soma-se a incontáveis outros fatos recentes, que demonstram que no Brasil do PT e do PMDB, onde nos mexermos, FEDE!
O desespero do PT com relação à instauração da CPI da Petrobras, nossa maior empresa, antecipa o odor fétido que deverá se espalhar por toda nação.
E o que temos feito?
Tampamos o nariz.
E o que faremos dessa vez?
Nada, eu respondo. Ficaremos reclamando na esquina, entre uma cerveja e outra, sem sairmos do lugar. Afinal, somos os PALHAÇOS do CIRCO BRASIL.
Cidadão brasileiro, você tem um compromisso com seus filhos e netos, levante-se e DIGA NÃO a essa cleptocracia que se apodera do nosso país, com suas garras afiadas para sugar a nossa última gota de sangue ou iremos ficar esperando até que um grupo nos conduza para os seus interesses, simplesmente, porque eles querem uma fatia maior do bolo.
O PT é o PMDB são os MAIORES MAUS EXEMPLOS, onde governam destroem e isso não significa dizer que os outros partidos são MENOS RUINS, pois todos tem suas mazelas e não são poucas.
Quem se dizia guardião da ética está imerso totalmente na lama da corrupção destruidora.
O PT parcece governar, porém ajoelha diante do PMDB, que sabe ser melhor não ser o rei, para reinar com mais desenvoltura.
Brasileiros, não podemos aceitar esse papel (PALHAÇO) que nos ofende e humilha, enquanto ELES zombam de nós.
É hora de salvar a democracia.
É hora de iniciar processos de IMPEACHMENT.
É hora de prender os autores e os coautores da corrupção de cada dia.
É hora de operacionalizar uma saída ordeira e pacífica, antes que a única solução seja a ponta da baioneta encostada no peito dos traidores da pátria.
Urge que nós que tivemos acesso à educação de qualidade desempenhemos o nosso papel de liderança, pois o restante da população brasileira, os analfabetos e os analfabetos funcionais, nada entendem sobre cidadania.
Eles são o povo marcado, o povo feliz, que quer pão e circo.
A eles basta uma bolsa qualquer coisa, um jogo de futebol e uma festa popular.
Nós temos que defendê-los, temos esse dever.
Cidadão brasileiro, erga-se, o Brasil precisa que você fique de pé, chega de covardia.
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 25 de abril de 2009

BRASIL - A DENGUE E A CORRUPÇÃO ENDÊMICA.

VAMOS LUTAR CONTRA A CORRUPÇÃO USANDO A MESMA ESTRATÉGIA EMPREGADA PARA COMBATER A DENGUE:
- DIVULGAR DADOS (MÍDIA);
- EVITAR O ACÚMULO (TODOS);
- COMBATER OS VETORES (TODOS); E
- UNIR FORÇAS (TODOS).
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO