Mostrando postagens com marcador Site G1. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Site G1. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 17 de junho de 2010
RIO: A MARCHA DOS SERVIDORES PÚBLICOS - REPERCUSSÃO.
Todos nós que participamos da Marcha dos Servidores Públicos do Largo do Machado até o Palácio Guanabra, nessa quinta-feira, temos que agradecer a presença da mídia. Rádios, televisões e jornais fizeram a cobertura do evento.
Postarei as notícias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
PAI CHAMA A POLÍCIA E FILHO VICIADO É BALEADO E MORTO EM MG.
SITE G1.
Pai chama a polícia e filho viciado é baleado e morto em MG.
Rapaz teria ameaçado policiais com faca.
Ele morreu a caminho do hospital.
Um rapaz de 29 anos foi morto, em casa, por um policial militar, nesta quinta-feira (26), em Belo Horizonte. O pai dele teria pedido ajuda aos policiais, porque o filho estaria usando crack e cocaína, com outros dois amigos.
Quando saiu do quarto, o filho teria ameaçado os policiais com uma faca. Houve confronto, um policial foi esfaqueado e o rapaz, baleado. Um documento da PM informa que foram disparados12 tiros (leia).
Quando saiu do quarto, o filho teria ameaçado os policiais com uma faca. Houve confronto, um policial foi esfaqueado e o rapaz, baleado. Um documento da PM informa que foram disparados12 tiros (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Marcadores:
cocaína,
crack,
Minas Gerais,
PMMG,
Polícia Militar,
Site G1,
tráfico de drogas
domingo, 15 de novembro de 2009
O RIO CADA VEZ MAIS SEGURO DE BELTRAME.
SITE G1:
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Marcadores:
José Mariano Beltrame,
PMERJ,
Polícia Militar,
Segurança Pública,
Sérgio Cabral,
Site G1
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
MARCHA DEMOCRÁTICA - PEC 300/2008 - ORGANIZAÇÕES GLOBO (G1) - NOSSO AGRADECIMENTO.
As excelentes imagens aéreas apresentam parte dos manifestantes, o que facilmente pode ser verificado pelo número de faixas que aparecem nas imagens e o número de faixas que foram conduzidas.
Grato G1!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 23 de agosto de 2009
G1 NOTICIA O FORA SARNEY!
G1 - Manifestantes fazem ato contra Sarney e Duque no RJ.
Da Agência Estado.
"Três caixas de pizza vazias foram deixadas no chão de mármore da entrada do prédio onde mora o senador Paulo Duque (PMDB-RJ), no Flamengo, zona sul do Rio, ao final de uma manifestação contra ele e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que reuniu cerca de 120 pessoas, majoritariamente jovens estudantes. Cada embalagem tinha uma inscrição na tampa: "Fora Sarney", "Sai, bigode" e "Abaixo o coronel".
Com faixas, panelas, apitos e um carro de som, o grupo andou da estação de metrô do bairro até o local, onde ficou por uma hora e meia. O comando do 2.º Batalhão da PM mandou 8 policiais - 3 estavam armados de fuzis. Eles pediram aos manifestantes que não ocupassem a calçada do prédio do senador e que desligassem o carro de som. Foram atendidos. A maioria dos estudantes soube do protesto por conta de um site na internet. Eles combinavam nova manifestação para quinta-feira, na Cinelândia, e sábado, na Praia de Copacabana".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚLDa Agência Estado.
"Três caixas de pizza vazias foram deixadas no chão de mármore da entrada do prédio onde mora o senador Paulo Duque (PMDB-RJ), no Flamengo, zona sul do Rio, ao final de uma manifestação contra ele e o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que reuniu cerca de 120 pessoas, majoritariamente jovens estudantes. Cada embalagem tinha uma inscrição na tampa: "Fora Sarney", "Sai, bigode" e "Abaixo o coronel".
Com faixas, panelas, apitos e um carro de som, o grupo andou da estação de metrô do bairro até o local, onde ficou por uma hora e meia. O comando do 2.º Batalhão da PM mandou 8 policiais - 3 estavam armados de fuzis. Eles pediram aos manifestantes que não ocupassem a calçada do prédio do senador e que desligassem o carro de som. Foram atendidos. A maioria dos estudantes soube do protesto por conta de um site na internet. Eles combinavam nova manifestação para quinta-feira, na Cinelândia, e sábado, na Praia de Copacabana".
JUNTOS SOMOS FORTES!
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
Marcadores:
Fora Sarney,
José Sarney,
Movimento Cívico Fora Sarney,
PMDB,
Sarney,
Site G1
quarta-feira, 27 de maio de 2009
G1 - RELATÓRIO DA ANISTIA INTERNACIONAL.
Relatório da Anistia destaca abusos no setor canavieiro.
ONG reconhece importância do setor para o Brasil, mas pede mais fiscalização.
Da BBC
Preocupações com abusos de direitos humanos no setor de cana-de açúcar - base para a produção do etanol no Brasil - aparecem pela primeira vez em um relatório anual da Anistia Internacional (AI).
"Trabalho forçado e condições de trabalho exploradoras foram registrados em muitos estados, inclusive no setor de cana-de açúcar, que cresce rapidamente", diz o relatório anual de 2008, com dados referentes a 2007, divulgado nesta quarta-feira (28).
O documento cita casos de resgates feitos pelo Ministério do Trabalho no ano passado, como a retirada de 288 trabalhadores de seis plantações de cana-de açúcar em São Paulo, de 409 resgatados de uma destilaria de etanol no Mato Grosso do Sul e a libertação de mais de mil em condições "análogas à escravidão" em uma plantação da fabricante de etanol Pagrisa, no Pará.
saiba mais
Tim Cahill, porta-voz da organização para o Brasil, diz reconhecer o "papel importante" que o setor tem no crescimento econômico do Brasil, mas que é fundamental que isso não aconteça às custas de violações de direitos humanos.
"É importante que o governo brasileiro comece a regulamentar esse setor, a realmente policiar. Nós sabemos que existe algum policiamento por parte do Ministério Público e do Ministério do Trabalho, mas é preciso ser mais forte", afirmou Cahill.
A organização prepara um estudo sobre o impacto do crescimento da agroindústria como um todo sobre a questão dos direitos humanos no Brasil. Além da cana-de açúcar, os setores madeireiro e de produção de laranja também são alvo da investigação.
No relatório anual, a Anistia também afirma que o papel internacional do Brasil como defensor de direitos humanos pode perder credibilidade se o país não conseguir implementar medidas que produzam benefícios dentro de casa.
"Países como o Brasil e o México têm tido posições fortes em defender direitos humanos internacionalmente e em apoiar o sistema da ONU. Mas, a não ser que a distância entre as políticas internacionais desses governos e o seu desempenho doméstico seja diminuída, a credibilidade desses países como defensores de direitos humanos será questionada", diz o documento.
Tim Cahill lembra que o Brasil lutou, por exemplo, pela criação do Conselho de Direitos Humanos da ONU e foi um dos primeiros países a aceitar se submeter a um sistema de análise das condições internas pelo órgão.
Por outro lado, segundo ele, o país teria continuado a não responder a questões importantes, como "por que que a polícia continua a matar e por que que continua a torturar".
"Nós reconhecemos que o Brasil tem um papel importante a desempenhar a nível internacional em relação às reformas e aos avanços internacionais na luta pelos direitos humanos, mas nós continuamos a pressionar para que o país faça coisas concretas para seus próprios cidadãos", disse Cahill.
SAIBA MAIS:ONG reconhece importância do setor para o Brasil, mas pede mais fiscalização.
Da BBC
Preocupações com abusos de direitos humanos no setor de cana-de açúcar - base para a produção do etanol no Brasil - aparecem pela primeira vez em um relatório anual da Anistia Internacional (AI).
"Trabalho forçado e condições de trabalho exploradoras foram registrados em muitos estados, inclusive no setor de cana-de açúcar, que cresce rapidamente", diz o relatório anual de 2008, com dados referentes a 2007, divulgado nesta quarta-feira (28).
O documento cita casos de resgates feitos pelo Ministério do Trabalho no ano passado, como a retirada de 288 trabalhadores de seis plantações de cana-de açúcar em São Paulo, de 409 resgatados de uma destilaria de etanol no Mato Grosso do Sul e a libertação de mais de mil em condições "análogas à escravidão" em uma plantação da fabricante de etanol Pagrisa, no Pará.
saiba mais
Tim Cahill, porta-voz da organização para o Brasil, diz reconhecer o "papel importante" que o setor tem no crescimento econômico do Brasil, mas que é fundamental que isso não aconteça às custas de violações de direitos humanos.
"É importante que o governo brasileiro comece a regulamentar esse setor, a realmente policiar. Nós sabemos que existe algum policiamento por parte do Ministério Público e do Ministério do Trabalho, mas é preciso ser mais forte", afirmou Cahill.
A organização prepara um estudo sobre o impacto do crescimento da agroindústria como um todo sobre a questão dos direitos humanos no Brasil. Além da cana-de açúcar, os setores madeireiro e de produção de laranja também são alvo da investigação.
No relatório anual, a Anistia também afirma que o papel internacional do Brasil como defensor de direitos humanos pode perder credibilidade se o país não conseguir implementar medidas que produzam benefícios dentro de casa.
"Países como o Brasil e o México têm tido posições fortes em defender direitos humanos internacionalmente e em apoiar o sistema da ONU. Mas, a não ser que a distância entre as políticas internacionais desses governos e o seu desempenho doméstico seja diminuída, a credibilidade desses países como defensores de direitos humanos será questionada", diz o documento.
Tim Cahill lembra que o Brasil lutou, por exemplo, pela criação do Conselho de Direitos Humanos da ONU e foi um dos primeiros países a aceitar se submeter a um sistema de análise das condições internas pelo órgão.
Por outro lado, segundo ele, o país teria continuado a não responder a questões importantes, como "por que que a polícia continua a matar e por que que continua a torturar".
"Nós reconhecemos que o Brasil tem um papel importante a desempenhar a nível internacional em relação às reformas e aos avanços internacionais na luta pelos direitos humanos, mas nós continuamos a pressionar para que o país faça coisas concretas para seus próprios cidadãos", disse Cahill.
Anistia condena '60 anos de fracasso' em direitos humanos
Anistia apela ao próximo presidente dos EUA contra Guantánamo
Embaixada chinesa na Suíça se nega a receber pedido da Anistia Internacional
Líderes gays pedem igualdade de direitos
Após 30 anos, gays ainda brigam por direitos básicos
Brasil entra para o Conselho dos Direitos Humanos da ONU
Secretaria de Direitos Humanos critica absolvição no caso Dorothy Stang
Modelos britânicas se filiam a sindicato para lutar por direitos
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
Marcadores:
Anistia Internacional,
BBC,
Direitos Humanos,
ONU,
polícia brasileira,
Site G1,
Tim Canill
sexta-feira, 27 de junho de 2008
G1 - PROTESTO CONTRA FUTURAS MORTES NO RIO ENCHE PRAIA DE BALÕES.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
SITE G1 - MARCHA DEMOCRÁTICA - 17/02/2008
17/02/2008 - 13h41 - Atualizado em 18/02/2008 - 08h38
‘Pede pra sair’, diz ex-corregedor a governador
Frase encerrou protesto de policiais, que reuniu cerca de 700 policiais no Rio. Cerca de 30 PMs em serviço fecharam a rua de Cabral para evitar aproximação do protesto.
Alícia Uchôa Do G1, no Rio.
Frase encerrou protesto de policiais, que reuniu cerca de 700 policiais no Rio. Cerca de 30 PMs em serviço fecharam a rua de Cabral para evitar aproximação do protesto.
Alícia Uchôa Do G1, no Rio.
O protesto de policiais e bombeiros militares por melhores salários, que aconteceu na manhã deste domingo (17), terminou com uma citação ao Capitão Nascimento do filme ‘Tropa de Elite’. Parafraseando o polêmico protagonista, o ex-corregedor da Polícia Militar, coronel Paulo Ricardo Paúl, encerrou a manifestação, que reuniu, segundo ele, cerca de 700 pessoas, dando um recado ao governador Sérgio Cabral. “Prometeu na campanha, tem que cumprir. Se não tem como cumprir, pede pra sair”, disse ele, aplaudido pelos colegas de profissão e suas famílias. A passeata, que começou na praia de Ipanema, no posto 10, terminou no posto 12, no Leblon, ambas na Zona Sul da cidade, a cerca de 100 m da residência de Cabral.
Procurado pelo G1, o governador Sérgio Cabral, informou por meio de sua assessoria que não vai comentar o assunto.E se muitos policiais sem farda estavam na orla protestando, na rua do governador, cerca de 30 deles em serviço, incluindo o comantande do 23º BPM (Leblon), foram deslocados para fechar a quadra do prédio em que Cabral mora e garantir sua segurança. O movimento começou com um minuto de silêncio em homenagem aos policiais e bombeiros mortos em serviço e teve execução do hino nacional e das canções oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Procurado pelo G1, o governador Sérgio Cabral, informou por meio de sua assessoria que não vai comentar o assunto.E se muitos policiais sem farda estavam na orla protestando, na rua do governador, cerca de 30 deles em serviço, incluindo o comantande do 23º BPM (Leblon), foram deslocados para fechar a quadra do prédio em que Cabral mora e garantir sua segurança. O movimento começou com um minuto de silêncio em homenagem aos policiais e bombeiros mortos em serviço e teve execução do hino nacional e das canções oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Cabral de Pinóquio
No meio do protesto, entre folhetos distribuídos, um irritou os organizadores. Ele trazia uma montagem de Sérgio Cabral com nariz de Pinóquio e, entre outras coisas, dizia: “Ele promete e não cumpre”. “Isso é infiltração. É gente querendo fazer bagunça”, afirmou Paúl, que recolheu os papéis.
G1
Segundo a organização, cerca de 700 pessoas participaram do protesto
No meio do protesto, entre folhetos distribuídos, um irritou os organizadores. Ele trazia uma montagem de Sérgio Cabral com nariz de Pinóquio e, entre outras coisas, dizia: “Ele promete e não cumpre”. “Isso é infiltração. É gente querendo fazer bagunça”, afirmou Paúl, que recolheu os papéis.
G1
Segundo a organização, cerca de 700 pessoas participaram do protesto
Cartazes
Além de folhetos, muitos cartazes e camisetas com frases como “Que produção se espera de um policial que ganha R$ 30 por dia?” marcaram o evento. Reivindicando equiparação salarial com a polícia civil, o grupo teve nessa segunda manifestação o apoio de quatro Organizações Não-Governamentais. “Isso é a sociedade aderindo ao movimento”, disse o coronel Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor geral da PM, exonerado no mês passado.
Além de folhetos, muitos cartazes e camisetas com frases como “Que produção se espera de um policial que ganha R$ 30 por dia?” marcaram o evento. Reivindicando equiparação salarial com a polícia civil, o grupo teve nessa segunda manifestação o apoio de quatro Organizações Não-Governamentais. “Isso é a sociedade aderindo ao movimento”, disse o coronel Paulo Ricardo Paúl, ex-corregedor geral da PM, exonerado no mês passado.
Primeira passeata causou polêmica
A primeira passeata, ocorrida em janeiro, serviu de estopim para a exoneração de oficiais, entre eles o ex-comandante geral da PM, Ubiratan Ângelo. Desta vez, segundo a organização, uma orientação superior desencorajava praças e oficiais, inclusive comandantes de batalhões, a não participarem do evento. De acordo com os organizadores, isso pode ter diminuído a presença de policiais em até 30%.
“Os policiais e bombeiros que estão aqui estão de folga, desarmados e sem farda. O estatuto da PM não pode proibir uma coisa que a Constituição permite, que é exercer nossa cidadania”, diz Paúl. Mesmo assim, dois comandantes que compareceram foram aconselhados pelos próprios colegas do protesto a não ficar para não sofrerem represálias. Para poupá-los, a organização preferiu não divulgar seus nomes.
Saiba mais:
» Governador usa batalhão do PAC para mandar mensagens à PM
» Governador participa de posse de coronel da PM
» Bolsa para PMs deve sair em março
» Sindicato de policiais civis anuncia apoio a secretário de Segurança
» Pitta diz que tem como enfrentar demissão coletiva na PM
» Novo comandante da PM reitera repressão a bailes funk
» PM exonera mais dois comandantes
» Novo comandante-geral da PM já recebe críticas por aceitar o cargo
» PMs fazem protesto com 586 cruzes na Praia de Copacabana
A primeira passeata, ocorrida em janeiro, serviu de estopim para a exoneração de oficiais, entre eles o ex-comandante geral da PM, Ubiratan Ângelo. Desta vez, segundo a organização, uma orientação superior desencorajava praças e oficiais, inclusive comandantes de batalhões, a não participarem do evento. De acordo com os organizadores, isso pode ter diminuído a presença de policiais em até 30%.
“Os policiais e bombeiros que estão aqui estão de folga, desarmados e sem farda. O estatuto da PM não pode proibir uma coisa que a Constituição permite, que é exercer nossa cidadania”, diz Paúl. Mesmo assim, dois comandantes que compareceram foram aconselhados pelos próprios colegas do protesto a não ficar para não sofrerem represálias. Para poupá-los, a organização preferiu não divulgar seus nomes.
Saiba mais:
» Governador usa batalhão do PAC para mandar mensagens à PM
» Governador participa de posse de coronel da PM
» Bolsa para PMs deve sair em março
» Sindicato de policiais civis anuncia apoio a secretário de Segurança
» Pitta diz que tem como enfrentar demissão coletiva na PM
» Novo comandante da PM reitera repressão a bailes funk
» PM exonera mais dois comandantes
» Novo comandante-geral da PM já recebe críticas por aceitar o cargo
» PMs fazem protesto com 586 cruzes na Praia de Copacabana
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO
Assinar:
Postagens (Atom)

