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sábado, 23 de julho de 2011

PMERJ – CANCELAMENTO DO DESCONTO PARA O FUSPOM – SOLICITAÇÃO.

EMAIL RECEBIDO:
“Comandante estamos precisando de um modelo de petição inicial para dar entrada no cancelamento do desconto em folha do FUSPOM. Caso o senhor tenha ou consiga ficaremos eternamente gratos. Aqui no interior as coisas são mais difíceis. Certamente 80% do efetivo irá dar entrada no cancelamento, entretanto os advogados daqui não possuem tal petição e sequer sabem como iniciar. De antemão agradeço o senhor. Sempre leio o blog do senhor, estou sempre apoiando como posso a luta por melhores condições. Um abraço, saúde e paz para o senhor e família, cordialmente, Policial Militar”.
COMENTO:
Quem tiver o modelo, por favor, encaminhe para o nosso email:
celprpaul@yahoo.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

SÉRIE "PARECE PIADA, MAS NÃO É" ( 02 ).

Os Policiais Militares descontam um percentual mensal do seu salário com o forma de contribuição para o Fundo de Saúde da PMERJ (FUSPOM), o governo estadual deposita uma contrapartida, assim o FUSPOM recebe os recursos.
Não seria errado afirmar que os Policiais Militares pagam um plano de saúde, pago também pelo governo.
Infelizmente, o governo não tem feito a sua parte e não "paga" o fundo de saúde.
Obviamente, faltam recursos, o que dificulta o atendimento e prejudica o pagamento dos convênios, que acabam sendo suspensos por falta de pagamento. Isto causa um grande prejuízo para os Policiais Militares que moram nos municípios do interior, onde não existe órgão do sistema de saúde da PMERJ, nem hospital, nem policlínica.
Parece mentira, mais não é.
Os Policiais Militares pagam o FUSPOM e não têm direito à assistência médica da corporação, tendo que recorrerem ao SUS.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR - DENÚNCIA.

Eu escrevi algumas vezes que a saúde na Polícia Militar atravessa uma grave crise em face da falta de recursos, pois o governo estadual não repassa a contrapartida para o nosso Fundo de Sáude, que tem sobrevivido apenas com os valores pagos pelos Policiais Militares.
A crise não é mais grave graças ao esforço dos Oficiais e dos Praças do Quadro de Saúde, que não medem esforços para minimizarem as mazelas, todavia, como existe uma grande carência de profissionais nessa área, vários Policiais Militares Combatentes são aproveitados no HCPM, em face de possuirem cursos na área de saúde.
Chegou o carnaval, chegaram as escalas extras e recebo uma denúncia:
- Dezenas desses Policiais Combatentes não poderão tirar serviço no HCPM, como fazem rotineiramente, serão escalados no Sambódromo.
A ordem teria sido do Estado Maior Geral.
Penso ser uma decisão perigosa, pois esses profissionais certamente farão mais falta no HCPM, do que serão utéis no evento organizado pela Liesa, aquela com envolvimento histórico com os contraventores, segundo Beltrame.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 26 de dezembro de 2009

POLÍCIA MILITAR: UMA TRISTE REALIDADE.

EMAIL RECEBIDO:
A Polícia Militar do Rio de Janeiro está em estado terminal.
É essa a única conclusão que podemos chegar após analisarmos friamente a Instituição. Sem qualquer noção de gestão, sem infra-estrutura, sem salários dignos e sem qualquer suporte do governo, a PMERJ está a um passo de dar adeus, após mais de 200 anos de sangue, suor e lágrimas. Com policiais militares mal remunerados e sem qualquer perspectiva de melhora, imersos em inúmeros casos de corrupção que mancham a imagem da Corporação, a missão do Secretário de Segurança José Mariano Beltrame é praticamente impossível.
Os problemas não param na questão salarial - com os piores salários do país - a PM ainda enfrenta um cenário de total abandono, com unidades que não oferecem o mínimo de infra-estrutura aos seus militares. Banheiros desativados, ranchos que contrariam todas as normas da defesa sanitária, ausência de refrigeração, acomodações precárias, inúmeros problemas elétricos, são apenas alguns dos problemas vividos pelos policiais militares no seu dia-a-dia.
Quando analisamos a questão tecnológica da Polícia Militar nada é diferente. Devido a falta de investimentos na última década o Centro de Comunicações e Informática, que já foi referência no país, hoje não passa de um complexo de salas vazias e sem infra-estrutura alguma. Não há uma rede interna, programas de gestão, ou, até mesmo, um sistema de Comunicação Crítica realmente eficiente - o sistema de comunicação crítica da PMERJ ficou totalmente inoperante durante o recente apagão. A falta de investimentos nos profissionais da área de informática torna quase impossível uma real mudança no setor de TI. Além da ausência de computadores e conexão de internet nas diversas unidades da PM.
Tentativas de recuperar a credibilidade da PM através de novas investidas como as UPPs são uma ilusão preocupante. Apesar das áreas serem ocupadas a Secretaria de Segurança não apresenta os traficantes presos, ou as armas do tráfico apreendidas. Ou seja, há apenas um deslocamento desses traficantes para outra área. Além do fato de que é totalmente impossível ocupar todas as favelas da Cidade Maravilhosa, que hoje já são mais de duzentas - apenas na Cidade do Rio de Janeiro.
Com os piores salários do Brasil e enfrentando uma situação de extrema complexidade e perigo, os policiais militares encontram-se totalmente desmotivados. A maioria trabalha em seu horário de folga para complementar o salário, abdicando dos momentos com a família e de sua própria saúde. São escravos de um sistema corrupto e desumano, sustentados pela eterna crença de dias melhores e do reconhecimento por parte do governo estadual, indiferente a diálogos salariais com a classe.
Promessas de uma possível Emenda Constitucional (PEC 41 e PEC 300) promovem uma chance de mudança que dificilmente será realmente corroborada pelo estado do Rio de Janeiro, que com um salário tão ínfimo tornou a distância entre o salário considerado ideal e o que é efetivamente pago pelo Governo um verdadeiro abismo, quase impossível de ser superado pelos ideais políticos do estado.
Outro calcanhar de Aquiles da PM é seu setor de saúde. Apesar de todos os policiais militares pagarem (em desconto em seu contra cheque) pela manutenção de seus hospitais, o estado não repassa a verba. Sendo assim os hospitais da Corporação se encontram no mesmo nível de abandono dos batalhões. A falta de itens básicos, como luvas, algodão e medicamentos ocasionam a saída de pelo menos um oficial médico por semana. Os policiais militares feridos ou adoentados são submetidos a um tratamento próximo ao desumano, aguardando enfermos em enormes filas e, muitas vezes, sem um tratamento médico adequado.
Por mais que queiram o Secretário Beltrame e o Comandante Geral Mário Sérgio, a Polícia Militar não irá resistir aos próximos anos. Enquanto o governo ignorar a necessidade de se investir maciçamente na Corporação, optando por soluções mirabolantes (como a contratação do ex-prefeito de Nova Iorque como consultor de segurança), não será possível recuperar a PM.
Investir na formação, melhores salários, infra-estrutura, treinamento e tecnologia; esse seria a remédio que salvaria essa bicentenária Corporação, basta saber até quando o governo irá ignorar essa amarga verdade.
STEVE
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

POLÍCIA MILITAR: UMA ÁRVORE DE NATAL POR R$ 26.000,00? INACREDITÁVEL.

O final de ano para a Polícia Militar tem sido marcado por fatos bizarros.
Primeiro surgiram os perus natalinos com a data de validade vencida, adquiridos de uma empresa que foi investigada na CPI da merenda, fato que teve grande repercussão na mídia e especialmente no jornal Extra.
A confusão acabou trazendo transtornos maiores, pois segundo fomos informados o efetivo do HCPM acabou ficando sem os frios.
As promoções por merecimento aos postos de Coronel e Tenente Coronel trouxeram desgastes enormes para a atual gestão, diante da clara interferência externa.
No boletim interno do dia 22 DEZ 2009, Mário Sérgio alterou novamente o Regulamento Disciplinar, classificando como grave a falta ao serviço extraordinário (31 DEZ 2009), diante da possibilidade do número de faltas ser muito grande nos serviços da passagem de ano, em face da insatisfação da tropa e do término da punição de prisão. Assim, quem faltar poderá ser submetido direto a um processo administrativo disciplinar, em razão da falta ser considerada grave.
Isso demonstra no mínimo que a alteração foi mal planejada e mal executada.
Para terminar o ciclo natalino, o @bocadesabao informa no twitter que:
- A árvore de natal do 2ºBPM custou R$ 26.000,00 segundo fontes da P4 da unidade.
Caso a denúncia se confirme, será um escândalo.
Policiais Militares convivem com alojamentos, banheiros, ranchos, cabines, DPOs/PPCs, caindo aos pedaços; o serviço de saúde agoniza por falta de verbas, apesar dos incansáveis esforços dos profissionais da área e a Polícia Militar gasta quase o salário mensal de 30 Policiais Militares em uma árvore de natal...
Vamos torcer para não ser verdade.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

SÉRGIO CABRAL, UMA RESPOSTA ESTRANHA...

Coronéis Barbonos - 2007
Os últimos Coronéis de Polícia que
pensaram institucionalmente e são perseguidos por
Sérgio Cabral
Fialho+Menezes+Paúl+Cony+Leonardo Passos+Vivas+ Esteves
Lyrio não estava nessa reunião
Ontem, Sérgio Cabral presidiu a solenidade de formatura de mais uma turma do Curso de Formação de Soldados da PMERJ, realizada no CFAP 31 de Voluntários, unidade comandanda pelo Tenente Coronel de Polícia Havani.
Ele foi entrevistado pelo Jornal Extra e deu uma péssima notícia para a Polícia Militar, ao responder que até o final do primeiro semestre de 2010 a Polícia Militar formará mais 3.000 Soldados.
O que esse absurdo significa para a Polícia Militar?
- Maior dificuldade na obtenção de salários justos, em razão do impacto na folha ser cada vez maior.
- Maior dificuldade na obtenção de condições adequadas de trabalho, considerando o gasto na compra de equipamentos de segurança, armamento e de fardamentos.
- Agravamento da crise no nosso falido sistema de saúde corporativo com a entrada de 12.000 novos usuários, tendo em vista de cada novo Policial Militar cadastra em média 3 dependentes.
- Agravamento das desigualdes salariais, em razão do recebimento de gratificações (UPP) que a maioria não recebe.
O pior é a cúmplicidade dos Coronéis do serviço ativo da Polícia Militar, que não pensam institucionalmente.
Os Coronéis Barbonos em julho de 2007, na carta dos Coronéis Barbonos (leia), em 03 de julho de 2007:
Tópico nº 3 - Solução de continuidade nos processos de admissão da Corporação (Oficiais e Praças) até que sejam supridas integralmente as necessidades elencadas nos tópicos nº 1 e 2. Por coerência e economia de recursos públicos, é mister que novas contratações sejam precedidas da indispensável recuperação salarial e do retorno dos desviados de função, de sorte a possibilitar o aperfeiçoamento quanto à aferição de reais necessidades, bem como a captação de postulantes em níveis cada vez melhores. Em conseqüência, não incorporar nenhum Oficial ou Praça enquanto não forem solucionados os graves problemas citados anteriormente.
Cidadão fluminense, assista ao vídeo da entrevista de Sérgio Cabral para o jornal Extra e observe a resposta dada sobre a instalação de UPPs na Zona Norte (assista).
O que teria acontecido?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 13 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

SÉRGIO CABRAL (PMDB) NÃO PAGA A CONTRAPARTIDA AO FUNDO DE SAÚDE E A SAÚDE DA POLÍCIA MILITAR ENTRA EM CRISE.


O nosso espaço já divulgou que o Fundo de Saúde da PMERJ é mantido por duas fontes: uma parte descontada do salário dos Policiais Militare e outra repassada pelo governo estadual.
Sérgio Cabral (PMDB) não tem pago essa contrapartida o que está causando sérios problemas sobretudo no tocante aos serviços terceirizados, pois as empresas se negam a realizar em face da falta de pagamentos.
A Carta dos Coronéis Barbonos (03 JUL 2007) já continha essa denúncia:
Tópico nº 7 – Saldar a dívida do Estado com o Fundo de Saúde da Polícia Militar. A Polícia Militar possui o seu Sistema de Saúde próprio, custeado pelo Fundo de Saúde da Polícia Militar (FUSPOM), para prover a saúde dos seus milhares integrantes e de seus dependentes.
Os recursos do FUSPOM são oriundos de descontos mensais nos contracheques dos Policiais Militares e de uma contrapartida do Estado, considerando que a inexistência do nosso sistema sobrecarregaria ainda mais as já combalidas redes de saúde estadual e municipal.
Entretanto, o Estado não repassa a parcela do erário destinada ao Fundo de Saúde da Corporação, sendo que a dívida atualmente é da ordem de R$ 109.445.098,45 e o último repasse feito foi relativo ao mês de janeiro de 2006.
Saldar a dívida é indispensável para que possamos promover a saúde institucional, deixando de economizar na comida para comprar remédios".
Mais uma vez fica claro o descompromisso do governo Sérgio Cabral (PMDB) com a segurança pública e com os profissionais de segurança pública.
Cabral não valoriza o homem.
Não custa destacar que esse descaso pode expor ao risco de morte Policiais Militares e seus dependentes legais.
E para piorar ainda mais a situação, Sérgio Cabral (PMDB) abre milhares de vagas para ingresso na PMERJ, com o único objetivo de alavancar seu projeto eleitoreiro das UPPs.
Segundo dados divulgados pela DGS em passado recente, cada Policial Militar possui em média três dependentes, o que significa que os novos 4.000 Policiais Militares significarão mais 16.000 usuários do sistema de saúde da PMERJ.
Fora Cabral!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de abril de 2008

O DIA - 06/04/2008 - SAÚDE DA POLÍCIA PEDE REFORÇOS


JUNTOS SOMOS FORTES!
O HCPM PRECISA DE DOADORES DE SANGUE!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO