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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR - DENÚNCIA.

Eu escrevi algumas vezes que a saúde na Polícia Militar atravessa uma grave crise em face da falta de recursos, pois o governo estadual não repassa a contrapartida para o nosso Fundo de Sáude, que tem sobrevivido apenas com os valores pagos pelos Policiais Militares.
A crise não é mais grave graças ao esforço dos Oficiais e dos Praças do Quadro de Saúde, que não medem esforços para minimizarem as mazelas, todavia, como existe uma grande carência de profissionais nessa área, vários Policiais Militares Combatentes são aproveitados no HCPM, em face de possuirem cursos na área de saúde.
Chegou o carnaval, chegaram as escalas extras e recebo uma denúncia:
- Dezenas desses Policiais Combatentes não poderão tirar serviço no HCPM, como fazem rotineiramente, serão escalados no Sambódromo.
A ordem teria sido do Estado Maior Geral.
Penso ser uma decisão perigosa, pois esses profissionais certamente farão mais falta no HCPM, do que serão utéis no evento organizado pela Liesa, aquela com envolvimento histórico com os contraventores, segundo Beltrame.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 27 de dezembro de 2009

HOSPITAL DA POLÍCIA MILITAR: JANELAS MURADAS PARA EVITAR PAF.

JORNAL DO BRASIL:
Rio
Hospital da PM tem janelas substituídas por paredes para evitar tiros.
Thiago Feres, Jornal do Brasil RIO - O Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, está murado. As janelas da unidade mostram que a luz do sol deu espaço a uma parede de tijolos que, segundo a PM, faz parte de “reformas”. Os funcionários, no entanto, têm outra versão: afirmam que foi a única maneira encontrada para proteger pacientes e equipe das balas perdidas que constantemente atingem o lugar, causando pânico em quem precisa circular pelo prédio central.
Localizado na Rua Estácio de Sá, número 20, o hospital foi construído em 1943 com a fachada principal voltada para o Morro de São Carlos, também no Estácio (Zona Norte). Com o avanço da criminalidade e a utilização de armas de longo alcance, a partir da década de 80, o local tornou-se alvo dos traficantes. O caso mais recente ocorreu no último domingo, quando um projétil de fuzil atingiu o quinto andar da unidade, durante um tiroteio entre bandidos e policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
Funcionários do hospital afirmam que o problema é frequente e dizem que só após a construção do paredão de tijolos no CTI passaram a se sentir mais seguros.
– É muito comum isso acontecer por aqui. Não é raro eu chegar e uma amiga me contar algum caso de tiro nas paredes ou janelas – conta uma funcionária da limpeza do hospital, que pede para não ser identificada. – Ainda bem que eu nunca vivenciei uma situação dessas, ficaria desesperada. O paredão torna o segundo andar mais seguro.
Em 2004, durante um confronto entre criminosos rivais, tiros atingiram o quarto e o quinto andares do hospital. Balas já perfuraram janelas e fizeram buracos nas pilastras da enfermaria. A Polícia Militar não sabe informar quantas vezes o local já foi alvo de balas perdidas. Quem precisa utilizar o serviço sente medo.
– Estou aqui com o meu filho com a perna quebrada, mas sempre que vejo essa comunidade enorme na minha frente fico receosa – conta Sandra Passo, 62, no setor de ortopedia. Acho que a PM poderia mudar o hospital de lugar.
A PM afirma que não faz planos para transferir a unidade.
Atualmente, o hospital é referência no atendimento de baleados e conta com 400 oficiais de saúde, 600 praças e funcionários civis em seus quadros. Cardiologia, Clínica Médica, Oftamologia, Ginecologia e Urologia são algumas das especialidades do hospital, que tem 257 leitos.
PM nega proteção
Mesmo após a afirmação dos funcionários, o comando da Polícia Militar negou que o muro tenha o objetivo de evitar balas perdidas.
– Atualmente, isso não existe. Porém, se fosse preciso selar as janelas, nós selaríamos. Afinal de contas, são estratégias que foram utilizadas antes do modelo de pacificação para a violência – afirmou o comandante-geral da PM, Mário Sérgio Duarte.
A assessoria de imprensa da corporação alega que os tijolos fazem parte de obras de reparo realizadas no segundo andar. Os trabalhos, no entanto, não foram especificados.
Moradores da Zona Sul utilizaram o recurso
Antes da pacificação dos morros Chapéu Mangueira e Babilônia, no Leme (Zona Sul), em junho deste ano, prédios próximos as duas comunidades foram atingidos inúmeras vezes por disparos provenientes de confrontos nas favelas.
A violência provocou um aumento na procura por blindagens por parte dos moradores. O preço pelo serviço varia entre R$ 10 mil e R$ 25 mil para apenas uma janela. As empresas cobram R$ 2.800 por metro quadrado. Além de trocar o vidro, é preciso também mudar a moldura. O alto custo fez com que algumas pessoas apelassem para a improvisação, com tijolos, massa corrida e cimento.
– Com a chegada da polícia aos morros do Leme, ficamos livres de tiros, apesar de a violência continuar – diz Renato Arruda, 58, morador do bairro.
Em Ipanema, moradores do final da Rua Alberto de Campo, (Zona Sul), também optaram, em junho do ano passado, pela construção de verdadeiros "bunkers".
O medo da população fez com que paredes de concreto fossem erguidas no lugar das janelas de prédios próximos aos morros Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, onde até metralhadora dinamarquesa com alta capacidade de destruição já foi apreendida.
Em três edifícios próximos ás comunidades, dezenas de moradores concretaram as janelas, situação que deve mudar com a inauguração da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), na quarta-feira.
– Já vi gente se mudar daqui por causa dos tiroteios. Espero que tudo seja diferente a partir de agora, com a chegada da polícia – conta o porteiro Antônio de Jesus, que trabalha em um dos prédios da Rua Sá Ferreira, via que dá acessos às duas favelas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

POLÍCIA MILITAR: CESTAS DE NATAL.

Recebemos a informação de que as cestas de Natal do HCPM foram pagas ontem, 24 DEZ 2009 e os frios estavam todos dentro da validade.
Ótimo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 7 de junho de 2009

EIKE BATISTA DOA MAMÓGRAFO PARA O HOSPITAL CENTRAL DA PMERJ.

RIOSOLIDARIO doa mamógrafo ao Hospital da PM em solenidade pelos 200 anos da corporação 13/5/2009 - 17h46
Acompanhada do governador Sérgio Cabral, a primeira-dama do Estado e presidente de honra do RIOSOLIDARIO – Obra Social do Rio de Janeiro, Adriana Ancelmo Cabral participou da solenidade pelos 200 anos da Polícia Militar, e da entrega do Espadim de Tiradentes aos integrantes da turma Trovão, composta por 78 alunos-oficiais, no pátio da academia da corporação.
Além de dar início a uma nova turma que vai fazer o Curso de Formação de Oficiais, na Academia de Polícia Militar Dom João VI, em Sulacap, Zona Oeste do Rio, a PM ganhou de presente do governador o anúncio da extensão do efetivo para 60.444 componentes, o que significa um aumento de mais de 20 mil novos policiais. Sérgio Cabral assinou a mensagem que será enviada à Assembléia Legislativa (Alerj) propondo o aumento da tropa que será gradativo, dependendo das condições orçamentárias do Estado.
Durante a cerimônia, Flávia Sampaio, representando o marido, o empresário Eike Batista, doou à corporação um mamógrafo digital de última geração, que custou US$ 350 mil, para ser utilizado pelo efetivo feminino e seus dependentes no hospital central da PM.
Também prestigiaram o evento, o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, o secretário de Administração Penitenciária, César Rubens Monteiro, o chefe da Polícia Civil, delegado Alan Turnowski, o comandante do II Comar, major-brigadeiro-do-ar Marco Aurélio Gonçalves Mendes, deputados estaduais e oficiais da PM.
O nosso agradecimento.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 6 de abril de 2008

O DIA - 06/04/2008 - SAÚDE DA POLÍCIA PEDE REFORÇOS


JUNTOS SOMOS FORTES!
O HCPM PRECISA DE DOADORES DE SANGUE!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sábado, 5 de abril de 2008

DENGUE - A NOSSA MOBILIZAÇÃO PODE SALVAR VIDAS

POLICIAL MILITAR, O HOSPITAL CENTRAL DA POLÍCIA MILITAR ESTÁ PRECISANDO DE DOADORES DE SANGUE, COMPAREÇA!
DOE SANGUE.
DOE VIDA.

JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO