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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

DILMA E SEUS MINISTROS.

SITE G1
Dilma oficializa indicação de mais dez ministros
Entre os dez oficializados nesta quarta, estão cinco peemedebistas.
Dos outros cinco indicados, três são do PT e um do PR.
A assessoria da presidente eleita, Dilma Rousseff, oficializou nesta quarta-feira (8), por meio de nota, os nomes de mais dez ministros que integrarão o futuro governo.
Entre eles, estão cinco do PMDB:
- senador Edison Lobão (MA) será o ministro de Minas e Energia;
- Wagner Rossi (SP) continuará no Ministério da Agricultura;
- o deputado Pedro Novais (MA) comandará o Ministério do Turismo;
- o senador Garibaldi Alves (RN) vai para o Ministério da Previdência;
- e o ex-governador Moreira Franco (RJ) ocupará a Secretaria de Assuntos Estratégicos.
Os outros cinco ministros oficializados nesta quarta são:
- a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), para o Ministério da Pesca;
- a deputada Maria do Rosário (PT-RS) para a Secretaria de Direitos Humanos;
- Paulo Bernardo (PT-PR), atual ministro do Planejamento, para o Ministério das Comunicações;
- Alfredo Nascimento (PR-AM) para o Ministério dos Transportes;
- e a jornalista Helena Chagas para a Secretaria de Comunicação Social (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 27 de março de 2009

O GOVERNO BRASILEIRO E O GRUPO CAMARGO CORRÊA - GRAVÍSSIMO!

JORNAL DO BRASIL:
GRUPO ALVO DA POLÍCIA FEDERAL TEM CONTRATO NO PAC E NO METRÔ DE SÃO PAULO.
Portal Terra.
SÃO PAULO – O grupo Camargo Corrêa é parceiro do governo federal em algumas das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e integra consórcios responsáveis pela expansão do Metrô de São Paulo e do Rodoanel. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

IDADE DAS TREVAS - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

IDADE DAS TREVAS
Maria Lucia Victor Barbosa
13/02/2009

O legado do Império Romano foi marcante para a humanidade por suas inúmeras realizações em diversas áreas, especialmente, na política, na arte da guerra e no Direito. Mas, nem mesmo o maior poder, o esplendor mais estonteante duram para sempre nessa vida de incertezas e finitudes.
A queda de Roma não ocorreu com dramática subtaneidade, mas, prolongou-se durante cerca de dois séculos (284-476). Na verdade, a partir do século III, concomitante ao declínio econômico, pode-se dizer que se inicia a Era do Obscurantismo para toda Europa Ocidental.
Várias foram as causas do complexo fenômeno da decadência do Império global daquela época e, entre elas, se pode apontar: a degradação do intelecto pelas religiões, as invasões bárbaras, a exaustão dos recursos do Estado para manutenção de imensa máquina militar, a depravação moral.
Entre 400 e 800, desenrola-se o primeiro período medieval que abarca a Europa Ocidental e que se caracteriza pela maioria dos atributos designados como medievais ou Idade das Trevas. É um interregno de profunda ignorância e superstição, no qual o homem viveu com olhos vendados. A cultura, em certos aspectos, representou uma volta ao barbarismo. A atividade econômica baixou a níveis primitivos de troca direta, enquanto o ascetismo mórbido substituía as atitudes sociais racionais.
A história seguiu, veio o Renascimento, a Idade Moderna e não há que se negar o gigantesco progresso do mundo contemporâneo. Ciência e tecnologia avançaram de modo rápido e extraordinário. O enorme desenvolvimento dos meios de transporte e comunicação tornou o planeta globalizado. E na era dos computadores, especialmente através da impressionante Internet, as comunicações humanas superaram tempo e espaço. O mundo hoje é de fato a “aldeia global” com os benefícios materiais que trazem confortos inimagináveis até bem pouco tempo atrás para o ser humano como um todo. O desenvolvimento da indústria a partir da Revolução Industrial, começada na Inglaterra no final do século XVII, princípio do século XIX, ensejou no transcorrer do século XX a sociedade de consumo que englobou as classes mais baixas e lhes possibilitou o acesso a bens antes restritos às classes mais altas. O liberalismo, nascido no século VIII, também na Inglaterra, como ideologia da burguesia ascendente, e que em sua forma original se achava dissociado da idéia democrática, ao defender as liberdades como as de mercado, de expressão, de associação, de pensamento, enfim, a idéia de que o homem tem liberdade de escolher sua vida e seus objetivos, e de que o governo não pode negar essa liberdade, fez aparecerem novas forças sociais, que mesmo sem propriedades passaram a ter voz e vez. O liberalismo, associado ao capitalismo, trouxe a democracia com o voto universal, as eleições livres, a pluralidade partidária. Avançou também o arcabouço jurídico e com ele a noção de Estado de Direito, aperfeiçoada depois para Estado Democrático de Direito.
A par de tantos progressos a natureza humana em essência não evoluiu. O século XX conhecerá o flagelo dos totalitarismos, o comunismo e o nazismo com a indelével mancha do Holocausto, enquanto o fascismo lançava suas garras sobre a Itália.
O Muro de Berlim caiu, o Império Soviético desmoronou, a China continua comunista em termos políticos, mas capitalista na esfera econômica. Entretanto, em todo mundo, o século XX trouxe consigo um processo de degradação moral, de perda de valores, de alteração da família e o aparecimento de órfãos de pais vivos, de orientalismo religioso através do avanço do fundamentalismo Islâmico.
Dois males sociais se agigantaram com força nefasta e destrutiva: o terrorismo e o tráfico de drogas com conseqüente consumo de tóxicos. E enquanto a crise econômica que atingiu a nação mais desenvolvida do planeta se espraia por todo mundo, aumentam as explosões sociais das sociedades que, acostumadas ao bem-estar proporcionado pelos avanços proporcionados pela globalização, não se conformam em perdê-los, ou então querem destruí-los para voltarmos em outro mundo possível à Idade da Pedra Lascada.
Os ideólogos do atraso pregam contra o progresso adquirido, enquanto, perigosamente, Estados vão readquirindo cada vez mais controle econômico em suas sociedades, o que levará a maior domínio político e social. Aumentam a violência, a falência das empresas, as demissões em massa, enquanto governantes perplexos parecem impotentes diante da crise, em que pesem os esforços empreendidos para atenuá-la. E assim, o mundo do progresso material submerge e acentua a vulgaridade, a superficialidade dos relacionamentos, a propaganda enganosa, o desregramento dos costumes, a perda dos valores, a banalização da vida.
Os processos históricos, porém, são dinâmicos, e se o homem não destruir o planeta, poderá vir, em tempo não previsto, um novo Renascimento onde o ser humano evoluirá para construir um mundo, se não perfeito, porque isso é impossível, pelo menos melhor, mais aperfeiçoado, menos pleno de ignorância.
Por enquanto, aqui no Brasil, já regredimos à prática do canibalismo, que certamente será descrito com volta à antiga pureza, como politicamente correto ou ecológico. Na verdade, por nossa livre e espontânea vontade estamos todos sendo canibalizados pelo governo. Como bárbaros que estamos nos estando tornando, agradecemos ao pai Estado e submergimos alegremente nas trevas cantando uma marchinha carnavalesca.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA