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quinta-feira, 10 de março de 2011

OPERAÇÃO CASTELO DE AREIA: INSÔNIA REAL E DA CORTE.

SITE R7
Delação de doleiro pode impedir fim da Castelo de Areia
Ministério Público e defesa travam disputa na Justiça sobre provas do processo
Há uma delação premiada no caminho da Castelo de Areia, emblemática operação da PF (Polícia Federal) que, em 2009, atribuiu a três executivos da empreiteira Camargo Corrêa crimes financeiros, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Dia 15, terça-feira, será o dia D da operação. É quando o ministro Og Fernandes, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), deverá levar à mesa seu voto no julgamento do habeas corpus 159159/SP, por meio do qual a defesa pede trancamento da ação. Todos os envolvidos negam participação nas denúncias.
O relato secreto, subscrito pelo doleiro M. A. C., está dividido em dois depoimentos consecutivos, tomados perante a 6.ª Vara Criminal Federal em São Paulo. Ele aponta negócios do câmbio paralelo. Cita nomes de políticos, empresários, instituições financeiras, um advogado e autoridades, entre as quais um ex-ministro do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A delação de M. A. C., feita em 2007, é a peça capital na batalha que o Ministério Público Federal trava para manter a Castelo de Areia de pé. A defesa sustenta que escutas telefônicas da operação foram autorizadas com base apenas em uma denúncia anônima. A Procuradoria da República usa como trunfo a delação.
M.A.C., o delator que buscou clemência da Justiça em troca de sua colaboração, narra que o preposto de um ex-ministro esteve em seu escritório, no Itaim-Bibi, zona sul de São Paulo, para trocar US$ 600 mil. A transação teria ocorrido quando o dono do dinheiro ainda não ocupava assento no governo. M.A.C. não atribui àquela autoridade procedimentos de lavagem de dinheiro ou evasão de divisas.
M.A.C. foi condenado a 3 anos e 3 meses de prestação de serviços e multa de R$ 2 milhões, já paga. A decisão transitou em julgado [sem mais possibilidade de recurso]. As revelações do doleiro deram origem, inicialmente, a outras três operações da PF - Suíça, Kaspar I e Kaspar II, todas na mesma direção do combate a delitos tributários e que envolvem dirigentes e clientes de um banco de Genebra com representação em São Paulo (leiam).
COMENTO:
Os mensageiros reais estão comprando todo o estoque de remédios contra insônia.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 27 de março de 2009

O GOVERNO BRASILEIRO E O GRUPO CAMARGO CORRÊA - GRAVÍSSIMO!

JORNAL DO BRASIL:
GRUPO ALVO DA POLÍCIA FEDERAL TEM CONTRATO NO PAC E NO METRÔ DE SÃO PAULO.
Portal Terra.
SÃO PAULO – O grupo Camargo Corrêa é parceiro do governo federal em algumas das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e integra consórcios responsáveis pela expansão do Metrô de São Paulo e do Rodoanel. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

> Os possíveis estragos políticos da operação na Camargo Corrêa - Principal assunto do dia ontem, a operação Castelo de Areia, da Polícia Federal, prendeu ontem dez pessoas acusadas de fraudes que teriam beneficiado a construtora Camargo Corrêa, um dos maiores grupos empresariais do país. O que mais chamou a atenção foi a menção a partidos políticos no inquérito, apontados como supostos beneficiários de doações. "Nem todos os repasses foram devidamente declarados à justiça eleitoral, de acordo com a investigação - em muitos casos, a 'doação' era feita em dinheiro vivo", diz a reportagem do site de ÉPOCA. Na lista, aparecem grandes legendas, como o PSDB, o DEM, o PMDB e o PPS. O senador Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado, aparece como destinatário de doações da empreiteira. Ele confirma ter recebido R$ 300 mil, mas legalmente. É evidente que essa operação terá algum tipo de exploração política; só resta saber se os dois principais partidos de oposição (PSDB e DEM) serão os mais atingidos, caso haja desdobramentos na investigação. Os partidos governistas, por enquanto, estão quietos - até porque o PMDB estaria no meio.
> Governo promete 1 milhão de casas. Mas para quando?"Não tem data. Portanto, ninguém me cobre que nós vamos fazer um milhão de casas em dois anos." Foi assim que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, ontem, o chamado PAC da Habitação, se eximindo de qualquer responsabilidade sobre o prazo de conclusão do plano. Assim, convenhamos, fica bem mais fácil, pois Lula sabe que a construção das casas vai depender muito da boa vontade de Estados, municípios e da iniciativa privada. O Globo diz que "o projeto nasce cercado de críticas", e cita a escassez dos recursos (R$ 34 bilhões) em comparação com outras despesas do governo, como o reajuste de servidores públicos, estimado em R$ 175,5 bilhões até 2012.3.
> Ensino público não é bom nem em área nobre de SPO Estadão mostra que a qualidade do ensino público estadual deixa a desejar até mesmo na região centro-oeste da capital paulista, a mais bem avaliada pelo Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp). Metade dos alunos da 8ª série e do 3º ano do ensino médio estão nos níveis "básico" e "abaixo do básico" em matemática; ou seja, não conseguem, por exemplo, fazer conta que envolva multiplicação e adição. O índice geral de alunos com nível abaixo do básico caiu de 40%, em 2007, para 30%, no ano passado. "A conclusão foi que, mesmo melhorando as notas de 2007 para 2008, em quase todas as escolas só uma minoria chega hoje a níveis considerados adequados de aprendizagem", escreve o jornal.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO