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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

QUESTÃO DE PELE.

BLOG DO REINALDO AZEVEDO:
03/11/2010
Questão de pele - Irã e ditaduras africanas vibram com eleição de Dilma
No Estadão:
O Irã comemorou a vitória de Dilma Rousseff e destacou que o resultado “fortalece o bloco antiamericano”. Ontem, o presidente Mahmoud Ahmadinejad deixou clara sua satisfação com a vitória da sucessora do presidente Lula, na esperança de que sua política externa siga os mesmos passos da diplomacia do governo que terminará no fim de dezembro. Na ONU, países africanos e algumas das ditaduras mais criticadas do mundo também não disfarçaram a satisfação com o resultado das eleições.
Acusado de manter um sistema perverso de violações aos direitos das mulheres e de ainda manter leis como a do apedrejamento de adúlteras, Ahmadinejad fez questão de elogiar o fato de o Brasil ter escolhido sua primeira mulher presidente. Segundo o líder, isso vai impulsionar o “vistoso progresso” nos laços entre os dois países. Lula chegou a intervir no caso de uma iraniana condenada à pena de morte, sob a acusação de adultério. “As relações entre Irã e Brasil se desenvolveram nos últimos anos e estou convencido de que sob vossa Presidência estas relações continuarão se aprofundando”, afirma Ahmadinejad em mensagem enviada a Dilma.
Nos últimos anos, o governo Lula fez questão de se opor às sanções impostas contra o Irã e tentou intermediar um acordo para solucionar a questão nuclear em Teerã. O processo fracassou e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, chegou a alertar o Brasil de que estava sendo usado por Ahmadinejad.
Uma nova negociação começa a ser organizada. “A cooperação entre a República Islâmica do Irã e o Brasil foi muito boa sob a Presidência de Lula e trouxe benefícios apreciáveis a nível bilateral, regional e internacional”, destacou Ahmadinejad. “A África está aberta a investimentos de todo o mundo. Mas a realidade é que o Brasil entende melhor como funciona nossa cultura, nossas realidades”, afirmou ao Estado a ministra de Justiça da Libéria, Christiana Tah.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 9 de março de 2010

OS AMIGOS TIRANOS DE LULA.

REVISTA ÉPOCA
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 7 de março de 2010

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

AS APOSENTADORIAS COMPULSÓRIAS DOS DISSIDENTES NO IRÃ E NO RIO DE JANEIRO.

BLOG LIBERTAD MATTERS:
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Flamenguistas e Vascaínos

Professores universitários iranianos apontam - sob anonimato, em boa matéria do diário espanhol El País - um recrudescimento da perseguição a intelectuais dissidentes no Irã, incluindo aposentadorias compulsórias e crescente interferência religiosa sobre os conteúdos dos diferentes níveis escolares; o líder supremo da República Islâmica, aiatolá Ali Khamenei, condenou no fim de agosto as humanidades como promotoras "da dúvida e da incerteza" - o diabo maior de todos os fundamentalismos... (leia).
Prezado cidadão, você sabia que Sérgio Cabral também implantou aposentadorias compulsórias na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Cabral com apoio da ALERJ aprovou uma alteração no Estatuto dos Policiais Militares e diminui o tempo de permanência dos Coronéis Barbonos, dissidentes desse desgoverno, no serviço ativo da Polícia Militar, determinando as aposentadorias compulsórias.
Autoritarismo na mais pura essência.
Se você quiser conhecer esse fato e outros dos bastidores da política, das polícias e da segurança pública leia o livro online "Cabral contra Paúl"(leia) gratuitamente.
A edição impressa sairá no início de 2010.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 22 de novembro de 2009

UMA LIBERDADE "VIGIADA" - ATO CÍVICO - VISITA DE AHMOUD AHMADINEJAD.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

PROTESTO - VISITA DE MAHMUD AHMADINEJAD - IPANEMA - DOMINGO - 22 NOV 2009.


Movimentos Sociais realizarão um protesto nesse domingo, às 10:00 horas, em Ipanema (Av. Atlântica com Rua Maria Quitéria) contra a visita do presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad ao Brasil.
Divulguem e participem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 29 de junho de 2009

SE A MODA PEGA, MUITAS CLEPTOCRACIAS ESTARÃO EM PERIGO...

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- Deposto de pijamas, presidente de Honduras recebe apoio da OEA:
Num golpe com enredo tipicamente latino-americano, um grupo de militares de Honduras determinou a expulsão do presidente eleito, Manuel Zelaya, que teria sido surpreendido pelos militares em sua casa, ainda de pijamas, relata o diário espanhol El País. Zelaya foi levado para a Costa Rica e, em seu lugar, com respaldo da maioria dos parlamentares, assumiu o presidente do Congresso, Roberto Micheletti. A deposição ocorreu porque Zelaya teria descumprido uma ordem judicial ao decretar, à revelia dos outros poderes, uma consulta nacional sobre a possibilidade de convocar uma nova Constituinte e aprovar uma Carta que lhe permitisse a reeleição. O golpe de Estado foi repudiado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e por todos os governos do continente, da Venezuela (aliada de Zelaya) aos EUA. O que virá agora é ainda incerto, mas está nítido que o novo comando hondurenho só conseguirá se manter à força.
- Ahmadinejad determina investigação da morte de Neda:
O presidente reeleito do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, enviou uma carta ao chefe do Poder Judiciário determinando a abertura de inquérito oficial sobre a morte da jovem Neda Agha-Soltan, de 26 anos, que se tornou símbolo da oposição após ser assassinada com um tiro no peito em meio a um protesto de correligionários de Mir Hossein Mousavi. Nessa carta, Ahmadinejad oferece “sentido pesar” pelo episódio, mas afirma que Neda foi morta “por elementos desconhecidos de uma forma completamente suspeita”. E, para não perder o costume, como relata o britânico The Guardian, o líder iraniano acusou a mídia estrangeira de “distorcer a pura e limpa imagem da República Islâmica do Irã”. Habilidoso em usar o discurso do intervencionismo externo, Ahmadinejad deve fazer da investigação do caso Neda um modo de tentar mostrar que está supostamente preocupado em buscar a verdade e, de certa forma, esfriar o ímpeto oposicionista.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 26 de abril de 2009

O BRASIL VAI RECEPCIONAR MAHMUD AHMADINEJAD, O QUE FALTA ACONTECER NESTE REINO DO FAZ DE CONTA?

O BRASIL E A LÓGICA DO GENOCÍDIO.
Maria Lucia Victor Barbosa.
25/04/2009.

A lógica do genocídio consiste na destruição total ou parcial de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso. Foi posta em prática pelo comunismo e pelo nazismo, sistemas que utilizaram, entre outros métodos, a revolta das massas contra determinados “malditos” que deveriam ser aniquilados ainda que isso fosse absurdo. “Creio porque é absurdo”, eis o primeiro princípio da crença ideológica formulada por Tertuliano em sua época.
A fé no absurdo se obtém através da mentira calcada num malabarismo vocabular, no qual as palavras são pervertidas para provocar um entendimento desfocado da realidade. Algo, como se nota, muito utilizado em propaganda e nos discursos de cunho totalitário.
Assim, os campos de concentração soviéticos seriam “obra de reeducação” e os carrascos “educadores aplicados em transformar os homens de uma sociedade antiga em homens novos”. Na China, a vítima do campo de concentração era denominada de “estudante que deveria estudar o pensamento justo do partido e reformar seu próprio pensamento imperfeito”. O nazismo pregava que “os judeus não são humanos”. Logo, estava justificado para os alemães o assassinato de judeus, inclusive de crianças judias, nas câmaras de gás, porque era como se dissessem: “vocês não têm direito de viver, vocês são judeus”.
A lógica terrorista do genocídio implica, pois, o exercício do terror através de um grupo designado como inimigo. Desse modo, a segregação baseada em classe se torna muito similar à segregação por raça. Tudo é justificado por um ideal, ainda que absurdo. A sociedade nazista deveria ser construída em torno da “raça pura”. A sociedade comunista futura com base no povo proletário, purificado de toda “escória burguesa”.
As monstruosidades cometidas pelo nazismo e pelo comunismo teriam ficado para trás, enterradas no século passado e servindo como advertência para que não se cometa mais abominações como a do holocausto? Teria o ser humano evoluído através da experiência aterrorizante dos horrores cometidos em passado recente? Estaria agora o homem mais compassivo, menos preconceituoso, menos sujeito à crença no absurdo na medida em que obteve espetacular evolução na ciência, na tecnologia, nos meios de transporte e de comunicação?
Nada indica que houve progresso em termos humanísticos. Exemplo disso foi a Conferência contra o Racismo (20/04 a 24/04) promovida pela ONU. Aberto o evento pelo presidente do Irã, Mahmud Ahmadinejad, caiu por terra qualquer boa intenção que o Organismo possa ter tido, pois o que se ouviu se enquadrou na mais pura lógica do genocídio.
O déspota de fato do Irã mencionou amor e destilou ódio. Simulou humildade dizendo que perdoava os que o tinham insultado, mas os qualificou de ignorantes com sorrisos de escárnio. Acusou Israel de racista sendo ele ferrenho racista, contumaz torturador, opressor das minorias. Mas, segundo Ahmadinejad, se Israel é racista deve ser destruído. Como sempre ele negou o Holocausto, afirmando que o Estado de Israel foi criado “sob o pretexto do sofrimento de todos os judeus e da ambígua e duvidosa questão do Holocausto”. E aproveitando o momento, além de seus ataques a Israel o perigoso homenzinho defendeu o direito do Irã de controlar a tecnologia nuclear.
O discurso pleno de violência contra os judeus provocou a retirada coletiva dos representantes da União Européia e vários protestos, entre os quais, o do sobrevivente do Holocausto e Nobel da Paz, Elie Wiesel, que disse em relação a Ahmadinejad: “Sua presença é um insulto à decência e à humanidade”. O próprio secretário-geral da ONU, Ban Kimoon, expressou seu constrangimento ao criticar o iraniano: “deploro o uso dessa plataforma pelo presidente iraniano para acusar, dividir e incitar.
A imensa delegação brasileira chefiada pelo ministro da igualdade racial, Edson Santos, não se moveu do salão de conferência e Santos ainda criticou a retirada dos europeus. Reação de se esperar, pois o Brasil, sob a influência de Marco Aurélio Garcia, nosso chanceler de fato, e sob o comando do governo petista de Lula da Silva, tem mostrado acentuada tendência ao antissemitismo. Note-se que Lula, que já deve ter dado volta ao mundo várias vezes, inclusive para visitar ditaduras islâmicas do Oriente Médio e ditaduras Africanas, nunca foi a Israel. Além disso, o Brasil votou contra Israel no Conselho de Direitos Humanos da ONU, porém não condenou o governo genocida do Sudão. Aliás, nossa diplomacia sempre se absteve de tocar na questão dos direitos humanos, pisoteados em países como China, Cuba ou Coréia do Norte.
Dia 6 de maio, o Brasil receberá com pompas e honras o patrocinador terrorista do Hisbullah, do Hamas, da Jihad Islâmica. Será a consagração em solo pátrio da lógica do genocídio sob a aparência de negócios com o Irã. Indiferente, o povo pensará que está sendo homenageado um técnico importante de futebol. No encontro pode ser que Lula, num agrado ao companheiro Ahmadinejad, ataque de novo os irracionais brancos de olhos azuis, pois os petistas, sejamos justos, sabem de forma exponencial acusar, dividir e incitar.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO