EMAIL RECEBIDO:
Cidadão fluminense, caso você tenha algum problema com seu plano de saúde, saiba que existe um plantão judiciário para solucionar esses impasses.
Por exemplo, você está precisando de uma cirurgia de emergência com colocação de prótese, e seu plano de saúde não quer liberar a cirurgia.
Esse é um dos casos em que você pode recorrer a esse plantão judiciário.
Eles darão todas as orientações de como proceder, e se for necessário, eles mesmos farão contato com o hospital e o plano de saúde para solucionar o problema.
Anotem os telefones e coloquem na memória dos celulares:
(21) 3133-4144.
A eficácia do plantão foi confirmada pelo amigo que encaminhou o email e por um proprietário de uma grande clínica do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

Um comentário:
A propósito desta notícia, confirmo, por experiência própria, ser esta uma alternativa válida, em situações aflitivas, para contornar dificuldades que, em regra, os planos de saúde colocam. Todavia, devo alertar, também por experiência própria, que nem sempre é tão tranquilo obter decisão favorável. Há cerca de 6 meses, após ter comparecido no mencionado endereço, e falado com um defensor público, que encaminhou a questão a um dos juízes de plantão, esperei até de madrugada para receber decisão negativa, ou seja, a juíza que então julgou a questão não aceitou as ponderações e indefiriu o pedido (no caso, era autorização para internar uma idosa, com Avc, sob os auspícios do plano de saúde, numa UTI particular, até porque não se encontrova vaga em UTI na rede pública. Retornei na noite seguinte e, novamente, após ser atendido por um defensor público (aliás, por oportuno, meus elogios ao atendimento que estes servidores prestam às pessoas em momentos tão angustiantes) aguardei até de madrugada para, então, felizmente, receber o deferimento de uma outra juiza. Então, apenas lembro aos que, infelizmente, tiverem que recorrer a esta alternativa disponível, que de fato pode solucionar várias situações difíceis, que tenham consciência de que têm que ser pacienteS e insistenteS, pois a decisão sempre dependerá da cabeça de um juiz, ou de uma juíza que estiver no plantão e que julgará o pedido. Mas, não tenham dúvida, confirmo ser um excepcional canal para enfrentar a inflexibilidade de determinados planos de saúde que nos falha, justamente, quando mais deles precisamos. E aqui, vele lembrar a precariedade dos serviços públicos de saúde em todo o País, mesmo para aqueles que tenham condições de contratar um plano de saúde. Eis que as agências às quais cabem a supervisão dos serviços prestados pelos planos de saúde (no caso, a ANS), como também nos caso da telefonia e da comunicação, não cumprem com o seu papel, adequadamente, sendo estas empresas, muitas das vezes, dirigidas por apadrinhados de políticos que apoiam o Governo Federal, dentre os quais, possivelmente, muitos daqueles que protagonizam filme de horror que se vê no Congresso desse País. Finalmente, lembro que a médica cuja prisão foi decretada, outro dia, por não ter cumprido uma ordem de internação dada por um juíz, foi um caso que passou por um desses plantões. No caso, como a médica não pode atender a decisão, por não ter encontrado vaga, o juiz determinou a sua prisão, quando, de fato, a meu juízo, deveria ter decretado a prisão do Governador ou, pelo menos, do Secretário de Saúde, responsáveis, de fato, pelo estado de calamidade em que se encontra o atendimento público à saude, na cidade do Rio de Janeiro.
Postar um comentário