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sábado, 16 de outubro de 2010

GOVERNO LULA, MAIS UM ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO.

REVISTA VEJA:
"Fui extorquido na Casa Civil', conta deputado

Em reportagem de VEJA desta semana, o parlamentar Roberto Rocha revela que assessor de Dilma Rousseff exigiu 100 000 reais de propina para agilizar processo que dependia de autorização do presidente Lula
Em 2007, o deputado Roberto Rocha, do PSDB maranhense, obteve uma audiência na Casa Civil para tratar de um problema que já se estendia por anos. Como mostra a revista VEJA desta semana, contudo, Rocha não encontrou uma solução para seu problema na visita ao Planalto. Encontrou, isso sim, um outro exemplo de como um balcão de negócios operava na Casa Civil de Dilma Rousseff, Erenice Guerra e companhia.
Sócio da TV Cidade, retransmissora da Record no Maranhão, Rocha aguardava desde 2003 uma autorização para alterar a composição societária da empresa. Como as emissoras de televisão são concessões públicas, negócios desse tipo requerem a chancela do governo. Esse procedimento burocrático deveria ser rápido (na medida em que as burocracias são rápidas, é claro), mas acabou se alongando despropositadamente por razões políticas. Rocha é adversário dos Sarney no Maranhão. Dona de TV no estado, e influente no governo Lula, a família fez de tudo para atravancar o seu negócio. Como no Maranhão o apoio ou a oposição aos Sarney é um divisor de águas, Rocha contou até mesmo com a ajuda de petistas, como o deputado Domingos Dutra, para chegar à Casa Civil.
Lá, encontrou-se com o personagem central da reportagem: o advogado Vladimir Muskatirovic, o "Vlad", que atualmente ocupa a chefia de gabinete da Casa Civil. Subordinado de Erenice Guerra desde a época em que ela comandava a assessoria jurídica do Ministério de Minas e Energia, Vlad foi carregado pela chefe para a Presidência - da mesma forma como Erenice foi carregada por Dilma Rousseff, de quem era braço direito.
Dilma tornou-se candidata à Presidência da República pelo PT. Erenice assumiu a Casa Civil, mas foi derrubada do cargo por comandar uma central de tráfico de influência que beneficiava, entre outros, seu filho Israel. Vlad, no entanto, continua firme no governo. Como mostra VEJA - que ouviu também fontes da Casa Civil e do próprio PT -, ao receber o deputado Rocha ele pediu 100 000 reais de propina para resolver a sua pendência.
"Fui extorquido pela Casa Civil", diz Rocha a VEJA. A revista também narra como uma segunda reunião, no restaurante da Câmara dos Deputados, foi agendada para acertar as prestações. O primeiro pagamento - o único consumado - foi de 20 000 reais.
Procurado por VEJA, Vlad negou, em nota escrita, ter pedido ou recebido propina".
É muito escândalo para um presidente só...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PT + PMDB = A FÓRMULA DO ARMAGEDON.

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
Política.
- Sarney sobrevive.
O presidente do Senado resistiu a mais um dia de boatos em torno de sua renúncia. O Palácio do Planalto chega a considerar o caso como encerrado, segundo O Estado de S. Paulo. Embora DEM, PSDB, PDT e PSB continuem pedindo a renúncia, o PT não aderiu à demanda dos quatro partidos, o que na prática inviabilizaria a permanência de Sarney na cadeira. Confiante em sua permanência, Sarney presidiu a sessão de ontem na casa e adiou um discurso em que abordaria a questão. Até revalidou parte dos atos secretos que havia anulado, uma das origens da crise atual. O discurso ficou para hoje, quando o clima pode voltar a esquentar, informa O Globo: afinal, ainda há 11 pedidos de investigação contra o presidente do Senado, que serão avaliados pelo Conselho de Ética hoje.
- “Ah, manda ele…”
Um subproduto da crise que ameaça José Sarney no Senado foi o bate-boca no plenário entre seus colegas Fernando Collor (PTB-AL) e Pedro Simon (PMDB-RS). Este último cogita entrar com uma representação contra Collor na Corregedoria da casa, por conta do incidente – ao que, bem a seu estilo, Collor respondeu mandando o colega do Senado a outro lugar pouco recomendável, mostra vídeo exibido no Bom Dia Brasil.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 19 de julho de 2009

BRASIL - DEFINIÇÃO.

REVISTA VEJA
BRASIL - DEFINIÇÃO:
"Uma piada de mau gosto que está sendo contada há 509 anos".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 16 de julho de 2009

OS COMPADRES - EDITORIAL - FOLHA DE SÃO PAULO.

OS COMPADRES
Folha de SP
"Nem tudo saiu dentro do previsto na passagem do mandatário da República por Palmeira dos Índios, Alagoas".
O helicóptero da Presidência era muito grande para pousar próximo à barragem da qual parte uma adutora financiada pelo PAC. Aboliu-se o desembarque porque, como explicou o presidente, "podia dar problema". O plano alternativo também falhou. A ideia era demonstrar ao vivo as maravilhas da adutora a ser inaugurada. A torneira que traria água até opalanque, porém, não foi instalada. "Lamentavelmente, não deu tempo de agente fazer a obra, e a torneira não pôde chegar aqui", justificou Lula, na terra outrora governada pelo autor de "Vidas Secas", GracilianoRamos.
Dadas as circunstâncias um tanto restritivas, o presidente resolveu inaugurar algo mais abstrato: "Um outro jeito de fazer política no nosso país". Antes dele, discursou, as decisões do governo eram tomadas na base do compadrio; prevalecia "a política dos amigos". Lula valeu-se do fato de inaugurar obra ao lado de um governador do PSDB, Teotonio Vilela Filho, para persuadir de que os tempos mudaram.
O presidente exagerou. Todos os que já se sentaram na sua cadeira se viram compelidos a alargar seus horizontes político-partidários. A atitude faz parte do instinto de sobrevivência de todo governante e é necessária para que a democracia funcione. Mas a generosidade de Lula nesse aspecto tem sido maior que o seu helicóptero.
Ainda em Alagoas, o presidente rasgou elogios a uma notória dupla de congressistas. "Quero aqui fazer justiça ao comportamento do senador Collor e do senador Renan, que têm dado uma sustentação muito grande aos trabalhos do governo no Senado."
Dias antes, Lula fizera "justiça" ao ex-presidente José Sarney e expusera o PT a mais um vexame histórico.
O presidente da República torna-se o fiador do que há de mais retrógrado na política brasileira. Abençoa de bom grado o compadrio - bem como sua matriz, o patrimonialismo - que displicentemente afirma combater. O uso de contratos, cargos e dinheiro públicos para beneficiar amigos e parentes é o roteiro monótono do interminável escândalo do Senado.
Alguns de seus protagonistas gozam da proteção de Lula.
Os modernistas inventaram a metáfora da antropofagia para designar a sua plataforma estética. Cabia devorar a tradição, como os caetés devoraram o bispo Sardinha, para dar à luz algo novo e vigoroso -no caso, uma cultura nacional.
Na relação entre Lula e os velhos oligarcas, não se sabe ao certo quem é devorado e quem devora.
Parecem todos desfrutar do mesmo banquete de privilégios e mandonismo.
No século 21, o presidente Lula e seus compadres dão sobrevida ao Brasil decadente retratado por Graciliano Ramos -um mundo que já deveria estar sepultado.?
Editorial da Folha de SP - 16/07/09.
E, ainda tem, gente que insiste que isso aqui é uma democracia...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 15 de julho de 2009

LULA: O SENHOR NÃO CANSOU DE CHAMAR O COLLOR DE LADRÃO?

O GLOBO
As oligarquias brasileiras fazem qualquer coisa pelo poder.
E, não se assuste cidadão, o "ladrão" pode surgir novamente a qualquer momento, basta ser interessante politicamente.
LULA, COLLOR E SARNEY só mudam as letras, no fundo são a mesma pessoa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 11 de julho de 2009

IMPERDÍVEL - CIDADÃO BRASILEIRO COLOCA LULA NO SEU DEVIDO LUGAR - UM EXEMPLO!


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONOS

SENADO, A CASA DOS HORRORES!

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO:
- Senado é a “casa dos horrores”, diz The Economist.
A série de escândalos no Senado chamou a atenção da prestigiada revista britânica The Economist, com uma reportagem cujo ácido título é “Casa dos horrores”. A publicação ainda zomba ao dizer que os parlamentares britânicos poderiam aprender com os colegas brasileiros - recentemente, o Parlamento de lá sofreu uma crise por conta de uso de dinheiro público para gastos supérfluos. A revista se refere a José Sarney como um “sobrevivente” depois de tantas denúncias, citando a mansão de R$ 4 milhões não-declarada e, é claro, os atos secretos. E dá uma estocada em Lula. “Os escândalos fazem os brasileiros se lembrarem dos defeitos de alguns aliados de Lula, e da disposição dele de fechar os olhos para a crise quando lhe convém.”
- Corregedoria indicia 14 policiais de SP por achaque a Abadia.
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo indiciou 14 policiais sob a acusação de terem extorquido ao menos R$ 2,7 milhões do megatraficante colombiano Juan Carlos Ramirez Abadia e outro criminoso, o também colombiano Ramón Manoel Yepes Penagos, conhecido como El Negro. Abadia, chefe de um cartel colombiano, foi preso pela PF em 2007 e logo depois se descobriu que ele pagara resgate de três subordinados e de uma mulher, seqüestrados por policiais paulistas. Mesmo assim, diz o Estadão, a investigação sobre os achaques dormitou na gaveta da corregedoria por dois anos. “Apesar de reconhecimentos das vítimas, da apreensão de carro dado para pagar suposta propina e das provas da PF, nenhum policial civil era indiciado.” Agora, enfim, foram. Com tantas evidências, espera-se que não fique apenas no indiciamento.
- Fundação José Sarney desviava recursos da Petrobras.
A manchete do Estadão compromete mais a já combalida imagem do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Segundo o jornal, a Fundação José Sarney – criada pelo próprio senador para manter um museu com o acervo da época em que foi presidente da República – desviou para empresas fantasmas e outras da família verba da Petrobras repassada para um projeto cultural que nunca saiu do papel. “Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto”, afirma a reportagem. Uma das empresas que teriam prestado serviços (Ação Livros e Eventos) à Fundação é de um aliado de Sarney no Maranhão e emitiu 30 notas fiscais sequenciais, como se a firma tivesse só a fundação como cliente. “Uma das sócias, Alci Maria Lima, que assina recibos anexados à prestação de contas, nem sabe dizer que tipo de serviço a empresa prestou. ‘Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não.’”
- Projeto regulamenta uso da internet em campanha eleitoral.
A Câmara aprovou ontem um projeto de lei sobre a reforma eleitoral. A principal novidade, informa O Globo, é a liberação da internet para as campanhas – ou seja, os candidatos não ficam mais restritos a seu site oficial. Mas alguns parlamentares criticaram o autor do texto substitutivo, Flávio Dino (PC do B-MA), por impor aos sites as mesmas restrições válidas para o rádio e a TV – eles acreditam que a propaganda virtual acabará engessada. A proposta, porém, prevê campanha livre no Twitter, Orkut e nos blogs, o que tende a ser uma grande ferramenta para quem souber utilizá-la bem. O projeto também regulamenta a polêmica doação oculta, em que pessoas físicas e jurídicas contribuem para o partido, que distribui aos candidatos sem precisar informar quem são eles. E ainda permite a candidatura de políticos que tiveram contas eleitorais rejeitadas anteriormente.
- Negociação sobre clima na cúpula do G-8 avança pouco.
No primeiro dia do encontro de cúpula do G-8, em Áquila, na Itália, os líderes decidiram trabalhar com a meta de limitar em no máximo 2 graus Celsius o aumento da temperatura decorrente do aquecimento global, tendo como parâmetro o início da Revolução Industrial, no século XVIII. E também acertaram o compromisso de reduzir 80% das emissões globais de gases do efeito estufa até 2050. O problema, como aponta a revista alemã Der Spiegel (em inglês), é a reticência dos países emergentes quanto às propostas das nações ricas. Não está claro se o grupo formado por países como Brasil e China vai aceitar fazer parte desse compromisso, pois poderia ser um entrave ao crescimento econômico - no caso do Brasil, ainda há a visão do governo de que são os países ricos quem devem encontrar soluções para conter o aquecimento global.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 5 de julho de 2009

IL CAPO HA SEMPRE RAGIONE - MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

IL CAPO HA SEMPRE RAGIONE
Maria Lucia Victor Barbosa
5/7/2009
Com quais valores se pode educar atualmente uma criança? É dever ensinar aos filhos: sejam honestos, estudem, não mintam, tenham brio, sejam respeitosos?
Em tempos idos isso funcionava. Famílias geravam cidadãos capazes de distinguir entre o certo e o errado, de repudiar o que funcionasse mal. A escola mais que ensinar o alfabeto inculcava desde cedo no indivíduo noções de sociabilidade que incluíam o sentido de pátria. Mesmo a classe política tinha, pelo menos, mais compostura.
Naturalmente sempre houve desonestidade, malandragem, mentira, descaramento, mas a parcela do Brasil que pensava, estudava, trabalhava se distinguia a ponto de dar exemplo. E se costumava dizer que o exemplo vinha de cima, dos pais e das autoridades. Tudo isso ficou para trás.
Certamente o Brasil evoluiu acompanhando a escalada do desenvolvimento mundial, em que pese manter contrastes regionais e disparidades de classe. Entretanto, sofreu brutal involução em termos de valores. Com relação especialmente à classe política, com as honrosas exceções que por ventura existam se pode dizer que o Brasil acanalhou legando como exemplo às futuras gerações mentira, desonestidade, descaramento, falsidade, corrupção.
Dirão os defensores dos crimes e dos erros que se presencia, que foi sempre assim desde que Cabral pisou a Ilha de Vera Cruz. Sem duvida tivemos, para usar uma expressão de José Ortega y Gasset, uma “embriogenia defeituosa”. Toco no assunto longamente em dois de meus livros. Num curto artigo isso é impossível.
Sobre a sociedade seria necessária outra longa análise que avaliasse as transformações mundiais nas quais o Brasil está inserido, tanto para o bem quanto para o mal. Internamente teríamos que pesquisar as mudanças pelas quais passaram a família, a escola, a religião, enfim, nossos mecanismos de controle social. Deixemos isso, talvez, para outro livro e nos fixemos, ainda que rapidamente, no governo:
Em termos governamentais vivemos um paradoxo, pois chegou ao poder o partido que se dizia o único ético, ideológico, dono da verdade. Na quarta eleição presidencial o PT conseguiu colocar no cargo mais alto da República a figura cuidadosamente, longamente trabalhada pelo marketing de um homem de origem humilde. A criatura petista, se relembrada por sua veemente oratória de esquerda simbolizava a redenção do país que, inclusive, seria libertado dos políticos corruptos. Lula e seu partido imaculado nos libertariam dos “300 picaretas”, do Sarney “ladrão”. Nunca mais seriamos conspurcados por caçadores de marajás, por oligarquias indecentes que no poder se locupletam descaradamente.
Mas eis o paradoxo: no poder o PT, que dizia ter o monopólio da ética, se tornou pior que os demais partidos, muito mais imoral, despudoradamente amoral, de um cinismo abjeto quando trata com a mesma naturalidade com que outrora defendia bandeiras de moralidade, suas falcatruas, “mensalões”, dossiês, caixas dois e todos os imorais da República aos quais se associaram.
Seus figurões, como José Dirceu, Antonio Palocci, Gushiken e tantos outros, assim como ministros companheiros ou agregados de outros partidos foram caindo um a um por grossa corrupção. Mas, o que se vê são petistas sempre voltando ao poder porque são cidadãos acima de qualquer suspeita, indivíduos para os quais a lei não funciona, pessoas incomuns eleitas por pessoas comuns que dizem: “se eu estivesse lá faria a mesma coisa.
Vemos, por exemplo, José Dirceu, a todo vapor na campanha de Dilma Rousseff, a ungida de Lula da Silva, aquela que desfeiteia em público com impropérios os que ousam desobedecê-la. O ex-ministro da Casa Civil, deputado cassado, “chefe da quadrilha”, transita com desenvoltura pelo mundo da riqueza que, por sinal, gosta dos lucros que lhe trazem o “pobre operário” e seu partido ex-ético. Dirceu continua a mandar. Faz parte da alta hierarquia mafiosa da República dos pelegos. E Lula, poderoso capo que comanda os três Poderes, ordena ao Senado a permanência de Sarney, não importando o uso e o abuso da coisa pública que vem fazendo indecentemente o oligarca do Maranhão. Afinal, interessa o apoio do PMDB a Dilma Rousseff. É preciso impedir a temida CPI da Petrobras. A ética que se lixe,
Aliás, Lula da Silva tem se aliado também à escória mundial. Terroristas e déspotas dos mais asquerosos são por ele louvados como seus amigos, seus líderes, seus ídolos. Na América Latina está irmanado ao tirano Fidel Castro, ao ditador Hugo Chávez e seus asseclas. Agora Lula diz que o G8 não tem mais expressão. Sonhará ele com outra ordem mundial? Nessa nova ordem é preciso esmagar a pequena Honduras em nome de alegado golpe que não passou de defesa constituição do país contra a ingerência de Hugo Chávez, ditador de fato da Venezuela. Mas o tirano Ahmadinejad com sua eleição fraudada no Irã tem todo apoio de Lula da Silva e do PT.
E que não se diga que é preconceito externar essas verdades. Origem pobre nunca quis dizer mau-caratismo ou safadeza. O rico presidente da República, criatura fabricada por seu desmoralizado partido, tornou-se o capo da máfia governamental. Resultado: no Brasil degradado em República dos Bananas, Il capo ha sempre ragione. Tristes trópicos!
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
mlucia@sercomtel.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 27 de junho de 2009

SARNEY, MESMO SENDO UMA PESSOA INCOMUM (LULA), DEVE SER BANIDO IMEDIATAMENTE DA VIDA PÚBLICA.

REVISTA VEJA - MAIO DE 1986
Sarney já não era uma PESSOA COMUM há mais de 23 anos atrás.
Sarney, adeus, o Brasil não precisa de você.
Você fez muito mal ao país.
Você é o exemplo do político que não queremos, que não precisamos e que desejamos expulsar da vida pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 26 de junho de 2009

OS GENERAIS ESTÃO FALANDO, PORTANTO, É BOM OUVI-LOS.

GOSTO NÃO SE DISCUTE.
“Mais vale um gosto do que um ou dois vinténs”, diz o dito popular.
Por isso, não causa espanto, mesmo que torçamos o nariz para alguns casos, quando tomamos conhecimento dos “gostos”, por vezes mal cheirosos dos políticos nativos.
Na sua maioria, eles gostam de dinheiro, de votos e de poder, não necessariamente nesta ordem.
Eles gostam, também, de mordomias, de afagos, de subserviência, de mídia (quando estão vociferando em alguma CPI), de conchavos, de distribuir benesses e favores (parentes e apadrinhados), de longas férias e de folgas (voltas às suas bases, para contatar com o povo, com os familiares que lá ficaram, com as amantes, com os compadres, com os cabos eleitorais, etc).
Eles gostam, ao extremo, da mídia e dos meios de comunicação em geral, com preferência para repetidoras de TV e, em particular, para as concessões de rádio, por isso se empenham com “garra” e movem montanhas para obter todos ou qualquer daqueles meios para, na sua região, divulgar em alto e bom som os seus feitos (e desmoralizar oponentes). Possuir repetidoras de TV e rádios é a glória para qualquer político.
Gostam de festas caipiras (em particular os nordestinos que primam pela religiosidade), de São João, Santo Antonio e tantos quantos forem os santos festejados, e que lhes permitam retornar às suas saudosas bases. Nada melhor do que cair nos braços do povo, entre o som de uma “quadrilha” e outra, para sentir de perto as suas necessidades e os seus anseios.
Gostam de sua terra natal, onde em geral está localizado o ninho do guerreiro, suntuoso reduto, próprio para relaxar, após o desgastante trabalho legislativo. Admitem afastar - se da terrinha, nas terças, quartas e quem sabe nas quintas, mas pelo amor de Cristo, não privem os nossos laboriosos e sacrificados representantes das sextas, sábados, domingos e segundas feiras do aconchego de suas famílias e dos seus “fanáticos” correligionários.
Gostam de legislar em causa própria ou com o dinheiro da Nação (nosso), por isso, sem delongas aprovam o transporte gratuito para todos os estudantes, e tantas quantas forem as “causas” que lhes tragam alguma promoção junto à opinião pública. O desprendimento com as coisas da Nação é uma de suas marcas.
Gostam, também, de notas frias para justificar os gastos da verba indenizatória, de passagens aéreas para usá – las em proveito próprio e, ou com pessoas de seu vasto círculo de amizades e interesses.
Gostam dos celulares privativos da função, pois têm crédito ilimitado e poderão repassar o dito, eventualmente, é preciso destacar, para parentes (que normalmente, não possuem este raríssimo meio de comunicação) em viagens no País ou no exterior.
Amantíssimos e, visceralmente ligados à família, usam de todos os artifícios para auxiliar um parente ou amigo desvalido, inclusive patrocinando atos secretos (ofícios, notas, etc.), para beneficiá - los. Neste aspecto, demonstram uma rara qualidade, a humildade, pois generosos ao extremo, preferem quedar – se no anonimato (para os outros e, assim evitam os entendimentos equivocados).
Certos de que o que os olhos não vêem o coração não sente, agem às escuras, se preciso for (geralmente é).
Gostam da sogra, do sogro, do cunhado ou da cunhada, do filho ou da filha, neto ou neta incompetentes ou sem eira e nem beira que poderão ser aninhados em alguma sinecura do Estado. Isto sem contar com a velha e inesquecível mãe, orgulhosa de seu exitoso filho. A própria, se possível, será aquinhoada com algum emprego, nada que a desgaste. E o que dizer do irmão ou irmãos? Irmã ou irmãs? Que culpa tem a família se eles não se ajeitaram na vida e dependem da influência do filho de sucesso? O santo homem nunca irá desampará - los.
Gostam de restaurantes caros. Aqueles que dão “status” aos freqüentadores (quem não gosta de ser reconhecido e ouvir um sonoro “prepare a mesa do senador/deputado/ministro/de sua excelência...”).
Gostam de Maquiavel, do qual mal leram ou apenas ouviram falar, pela praticidade de seus ensinamentos na área da política, mas conhecem, profundamente, os mandamentos da sobrevivência em alto estilo e as artimanhas para derrubar um desafeto.
Gostam de legislar sem contratempos e sem óbices, por isso, preocupam - se às raias do absurdo em obter as melhores condições sociais, financeiras, legais e total blindagem para, intocáveis em todos os sentidos (copiosos planos de saúde, previdência, farta e fácil aposentadoria, etc.), estarem livres para darem o melhor de si aos seus eleitores.
Gostam de doar – se, tanto que, por ocasião dos pleitos eleitorais, doam brindes, mimos (alguns até dinheiro), para os eventuais eleitores. Cumprem uma missão social.
Gostam de trocar favores. Adoram estatais. Não duvidem, os dois são complementares.
Deliram quando trocam posições nas votações do Congresso e votam a favor de quem oferecer mais. Adoram vagas em estatais, se possível de chefia ou de 1º escalão. Contudo, modestos, podem contentar - se com uma posição secundária, mas que permita ao “seu indicado” manipular polpudas verbas.
Gostam de nomear para cargos de chefia velhos conhecidos, sinal de lealdade e do quanto valorizam uma boa amizade. É quando demonstram justo reconhecimento a quem poderá no futuro, ou já prestou no passado, um especial favor. É o agradecimento do cidadão obsequioso.
Alguns, dotados de exacerbado espírito de solidariedade, defendem seus pares com unhas e dentes, pois sabem que uma mão lava a outra, em especial, quando elas estão enlameadas de tanta sujeira.
Entre os muitos “gostos”, talvez o mais significativo seja o gostar “de paixão” do Congresso. A casa é uma fortaleza inexpugnável. Fornece abrigo, prêmios, viagens, palcos e a melhor proteção e segurança possíveis. Sob suas asas não podem ser julgados pela justiça como os demais mortais. Só com autorização deles próprios, e eles gostam destas leis e dos seus camaradas de infortúnio legislativo, que eles sabem, nunca permitirão que um dileto membro da confraria seja molestado com mesquinharias, como responder a um processo ou similar.
Quem não “gosta” de tudo isto e muito mais, que jogue a primeira pedra.
Ou fiquem como nós, justa e honradamente enojados e perplexos com tantas patifarias e total desamor com a honestidade e com a probidade.
E lamentem, deplorem, acusem e reclamem, pois estes são os homens e seus “gostos” que nos governam (degustam?).
Brasília, DF, 26 de Junho de 2009
Gen. Bda Valmir Fonseca Azevedo Pereira
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

SARNEY E COLLOR TUDO FARINHA DO MESMO SACO.

- Sarney se diz vítima da mídia
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), disse ontem que é vítima de “campanha midiática”. Ele relacionou a suposta perseguição ao seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que defendeu mais uma vez o aliado. Segundo a Folha (para assinantes), em reunião reservada, Lula recomendou a sua equipe “tentar segurar” Sarney. O presidente afirmou que não entende por que as pessoas ficam um mês “tratando de coisas menores” em um país com “coisas importantes para fazer”. De acordo com o jornal, a família de Sarney emprega mais nove aliados no Senado (somente para assinantes). E Agaciel Maia, ex-diretor-geral da Casa, principal suspeito de produzir atos secretos, solicitou licença-prêmio por assiduidade. Durante o afastamento de 90 dias, ele receberá o salário normalmente, como previsto na lei. Maia diz que precisa de tempo para preparar sua defesa.
- As quentinhas de Collor
O senador e ex-presidente Fernando Collor de Mello (PTB-AL) usa parte da verba indenizatória de R$ 15 mil para comprar quentinhas, que são entregues por um restaurante simples de Paranoá, cidade-satélite de Brasília, em sua residência. Em abril e maio, Collor gastou no estabelecimento R$ 4.830, o que daria para pagar 690 marmitas de R$ 7. Reportagem anterior da Folha (para assinantes) já afirmou que o ex-presidente usa parte de sua verba indenizatória também para contratar uma empresa de segurança para a Casa da Dinda (somente para assinantes), para onde ele vai nos fins de semana e nos feriados (nos dias de semana, ele mora em um apartamento funcional do Senado).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O SENADO FEDERAL É UMA CASA DE ESCÂNDALOS.

Como os senadores gastam parte do nosso dinheiro
De Luiza Damé, Isabel Braga e Evandro Éboli em O Globo:
"A divulgação dos gastos da verba indenizatória revelou que senadores utilizam o dinheiro para pagar de assinatura de TV a cabo a almoço em restaurantes famosos, como o Fasano, em São Paulo. Cada senador tem direito a R$ 15 mil mensais dessa verba, e eles a utilizam ainda para pagar propaganda de seus mandatos em rádios e TVs, alugar aviões para viajar por seus estados, hospedarem-se em hotéis cinco estrelas e contratar assessorias diversas, como de jornalistas.
Mas a prestação de contas que apresentam para explicar os gastos suscitam questionamentos, caso de Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA). Em maio, o senador apresentou dez notas fiscais seriadas, com os números na ordem do bloco, para justificar despesas de R$ 1 mil com combustível. Toda a despesa foi realizada no posto Ponto Certo, em Salvador (BA). Sua assessoria explicou que ACM Júnior é o único cliente a solicitar nota fiscais no estabelecimento, e que os outros consumidores recebem o cupom fiscal.
Valdir Raupp (PMDB-RO) utiliza a verba indenizatória apenas com dois tipos de despesas: com aluguel de avião ele gastou, em abril e maio, cerca de R$ 17 mil; e usou R$ 17,3 mil para divulgar seu mandato em 23 veículos de comunicação de Rondônia.
- Só gasto com isso porque o estado é grande, e temos que estar presentes em muitos lugares. Consigo um desconto no aluguel de um bimotor. E, desculpe a franqueza, a mídia nacional pega no pé da gente, e preciso prestar conta no estado da minha atuação em Brasília - disse Valdir Raupp.
O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) aproveita essa verba para comprar diariamente quentinhas destinadas à alimentação de funcionários de seu gabinete e da Casa da Dinda. Paga R$ 10 por unidade no restaurante Boka Loka, no Paranoá, no Distrito Federal. Nos últimos dois meses, foram R$ 4.830 destinados a essa despesa.
- Nós o atendemos há algum tempo, e ele me paga sempre aos sábados - disse Maria Socorro Kishimoto, dona do restaurante.
As notas fiscais e a descrição dos gastos com a verba indenizatória tornaram-se públicos no site do Senado somente esta semana, e incluíram apenas despesas de abril e maio. Nos meses anteriores, aparecem somente gastos gerais, sem detalhamento de sua aplicação. Os senadores são reembolsados pelas despesas que efetuam.
Apesar de morar em Brasília, o senador Adelmir Santana (DEM-DF) apresentou nota de refeição no valor de R$ 546, que gastou no Fasano, luxuoso restaurante no bairro nobre de Jardim Europa, em São Paulo. A norma que regula gasto de verba indenizatória prevê que o dinheiro é para uso de atividades".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 23 de junho de 2009

quarta-feira, 17 de junho de 2009

CONSELHEIROS DA PETROBRAS - SERÁ VERDADE?

Recebemos uma informação através de email, que nos fez buscar a melhor posição na cadeira várias vezes.
O Circo Brasil é capaz de produzir os espetáculos mais absurdos, quase inimagináveis, porém, sempre nos assombramos.
Enquanto rola uma luta contra o início da CPI da Petrobras, coisas estranhas parecem brotar das bombas de combustíveis.
No email consta que segundo o jornal Valor, de 11 de maio de 2009, os Conselheiros da Petrobras recebem salários fantásticos, considerando o valor do salário mínimo nacional.
"Ata da Assembléia Geral Ordinária da Petrobras", de 8 de abril de 2009:
Valor de reserva para pagamento para os 9 Conselheiros: R$ 8.266.600,00.
Valor anual para cada Conselheiro: R$ 918.511,11.
Valor mensal: R$ 76.542,59.
Imaginamos quantas pessoas no Brasil recebem salários tão elevados...
Pior, segundo consta, seriam conselheiros da Petrobras:
- Ministra da Casa Civil: Dilma Vana Rousseff.
- Ministro da Fazenda: Guido Mantega.
- Secretário de comunicaçoes: Franklin Martins.
- Gen Ex R1 Albuquerque- Ex Cmt do Exército Brasileiro.
Realmente, a Petrobras merece uma CPI, melhor, várias CPIs.
Imaginamos que CONSELHOS dão esses CONSELHEIROS...
Por favor, caso algum leitor possa desmentir essa catástrofe, nos avise, teremos prazer em publicar uma outra versão.
A população alfabetizada deve começar imediatamente a se mobilizar para que um dia possamos sonhar em mudar esse quadro que nos ofende, mais ainda, nos humilha.
Cidadão fluminense, comece a sua mobilização no dia 20, às 10:00 horas, na Praia de Copacabana.
Venha juntar o seu grito ao nosso grito:
RIO DE JANEIRO: UM GRITO PEDINDO SOCORRO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

BRASIL! MOSTRA A TUA CARA, QUERO VER QUEM PAGA, PARA A GENTE SER ASSIM...

O GLOBO
"O CIRCO BRASIL"

Na década de sessenta, no ensino fundamental, éramos obrigados a decorar datas e fatos históricos, além de lutarmos contra a tabela periódica dos elementos e as organelas celulares, sendo esses alguns dos óbices para a nossa aprovação.
A decoreba era infinita: revolução industrial; população brasileira; regiões; agricultura; comunismo; pecuária; capitais do Brasil e do mundo; relevo; revolução francesa; clima; densidade demográfica; o assombroso folclore; etc.
Meio século se passou e não sabemos como anda o processo ensino-aorendizagem nas escolas brasileiras, se é que anda, apenas constatamos os resultados da educação pública, um grande fiasco.
Acreditamos que a decoreba tenha ficado no passado, porém, isso não pode ter significado que os nossos jovens estejam apartados de conceitos fundamentais.
Imaginamos a dificuldade de um professor(a) tentando facilitar a aprendizagem de um aluno, viabilizando condições para que ele aprenda sobre a atual forma de governo do Brasil.
Sinceramente, teríamos imensas dificuldades para construirmos tal conceito.
Não temos qualquer dúvida que o Brasil não é uma democracia, todavia, não sabemos definir qual seria a nossa forma de governo.
Talvez, o melhor palpite seja na direção de que somos um conjunto de oligarquias, cada uma com os seu mandatários.
Grupos que governam o país, interligados aos três poderes, garantindo a sua sustentabilidade e a sua permanência no poder.
E, para materializar esse domínio, hoje, os currais eleitorais existem também nas megalópodes brasileiras, fazendo inveja ao antigo e ao atual coronelismo nordestino.
Senhores de pequenos feudos devem obediência aos senhores que congregam esses feudos, constituindo grandes feudos e assim, sucessivamente, até alcançarmos o topo da pirâmide da dominação social.
O Brasil segue dessa forma como sendo o país do futuro, um futuro que nunca chega ao presente.
Apartados da cidadania, milhões de brasileiros, são cidadãos de terceira classe, muitos sem qualquer identidade.
São os Joãos e as Marias, excluídos da educação e por consequência, impossibilitados de alcançarem a cidadania plena.
Vida que segue...
Lula agora defende Sarney (clique e leia), enquanto o delegado da Polícia Federal resolve pedir 50 ingressos grátis, para o grande prêmio Brasil de fórmula 1 (clique e leia).
E, a família Sarney parece estar toda recebendo do Senado Federal (clique e leia).
Enquanto isso, por todo Brasil, professores maltrapilhos, recebendo salários famélicos, tentam interagir com alunos imersos na miserabilidade, que nem conseguem entender o que eles falam.
Viva Lula!
Viva Dirceu!
Viva Sarney!
Viva Dilma!
Viva Collor!
Viva Mercadante!
Viva Renan Calheiros!
Viva Roberto Jeferson!
Viva Cabral!
Viva Eduardo Paes!
Viva Jorge Picciani!
O Brasil é deles!
Por derradeiro, qual a forma de governo do Brasil, alguém sabe ...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 16 de junho de 2009

O PMDB ESTÁ EM TODOS OS ESCÂNDALOS POLÍTICOS DO GOVERNO LULA (PT).

O GLOBO
REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
"Atos secretos teriam blindado investigados pela PFMais uma revelação do Estadão no caso dos atos secretos: as decisões administrativas às escondidas teriam sido usadas para blindar e esconder movimentações financeiras de assessores parlamentares presos pela Polícia Federal nos últimos anos. Um dos beneficiados seria José Roberto Parquier, assessor do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e detido em 2006 num suposto esquema de corrupção em estatais do setor elétrico. “Mesmo depois da operação, ele permaneceu por mais dois anos no Senado, recebendo R$ 7,6 mil de salário. Sua demissão, quando trabalhava com Raupp na liderança do PMDB, se deu em 15 de maio de 2008, por meio de ato secreto - somente agora revelado”, diz a reportagem".
Dia 20, demonstre a sua indignação, leve a sua voz para a Praia de Copacabana.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 13 de junho de 2009

GRANDE FESTA JUNINA EM BRASÍLIA - NÃO PERCAM OU MELHOR, PERCAM!

O nosso espaço democrático tem recebido várias comunicações dando conta que será realizada em Brasília, a maior festa junina de todos os tempos.
Será a maior já realizada no Brasil!
Parece que estão tentando encontrar um local alternativo, considerando que a Granja do Torto, não disporá de espaço para todos os convidados.
A quem diga que será realizada na Esplanada dos Ministérios.
Os convites estão sendo encaminhados pelo correio, pela internet, por mensageiro, por sinal de fumaça, por telégrafo, por telex, por garotos de recados, etc.
Cidadão brasileiro, se você ainda não recebeu o convite até hoje, certamente é por que você não VAI INTEGRAR A QUADRILHA...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 10 de junho de 2009

150 PARLAMENTARES TÊM PROCESSO NO STF.

Congresso em Foco.
Mapa da Mina: Processos 03/06/2009 - 06h27.
Exclusivo: 150 parlamentares têm processo no STF.
Deputados e senadores respondem a 318 inquéritos ou ações penais. Em 100 casos, Supremo encontrou elementos para transformar 52 parlamentares em réus. Denúncias incluem malversação de dinheiro público, corrupção e, até, estupro.
Daniela Lima e Renata Camargo.
Processos contra parlamentares vão de desvio de dinheiro público e corrupção a estupro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu 38 processos contra deputados e senadores nos últimos 12 meses. Desde junho do ano passado, o número de inquéritos e ações penais envolvendo parlamentares saltou de 281 para 318, um aumento de 11%.Atualmente 150 congressistas têm pendência na mais alta corte do país, quase um quarto do Congresso Nacional.
No ano passado, eram 143.
Hoje, 52 são réus em 100 ações penais.Nesses casos, o Supremo aceitou as denúncias feitas pelo Ministério Público Federal ou terceiros por entender que há elementos da participação de deputados e senadores em práticas criminosas. As ações penais são desdobramentos dos inquéritos e preocupam mais os parlamentares, pois são elas que podem levar os réus à condenação.Os dados são resultado de levantamento exclusivo do Congresso em Foco. Na lista dos atuais processados estão 129 deputados e 21 senadores. As acusações atingem indistintamente partidos da base aliada e da oposição. O leque das denúncias também é variado: malversação de dinheiro público, crimes eleitorais e contra a ordem tributária, corrupção, formação de quadrilha e, até, estupro. Confira a relação dos parlamentares processados.
Veja a lista dos congressistas que são réus
O que dizem os deputados e senadores.
Inquéritos e ações penaisNa cota da Câmara, aparecem 188 inquéritos e 92 ações penais. Na do Senado, 30 inquéritos e oito ações penais. Os parlamentares federais têm direito a foro privilegiado. Assim como os ministros e o presidente da República, só podem ser julgados pelo Supremo nas áreas administrativa e criminal. Apesar do volume de investigações, o STF nunca condenou um congressista.
O levantamento foi realizado a partir de informações divulgadas no site do Supremo até o último dia 22. De lá pra cá, o STF autuou outros dois inquéritos envolvendo parlamentar, incluídos às 16h03 na relação divulgada esta manhã pelo site. A pesquisa é feita pelo nome do parlamentar. Na consulta, no entanto, nem sempre é possível saber todos os processos ao qual o denunciado responde, pois os deputados e senadores podem solicitar que o nome seja retirado da consulta pública do processo. Além disso, procedimentos que correm em sigilo só podem ser localizados pelo número.
Os mais processados.
Na Câmara, apenas nove parlamentares respondem por 80 procedimentos dos 281 que pesam sobre todos os deputados que exercem ou exerceram mandato nesta legislatura. A lista dos que respondem a mais de cinco procedimentos é encabeçada pelo deputado Neudo Campos (PP-RR), que acumula 21 acusações – sendo 11 ações penais e dez inquéritos.
Veja a relação dos mais processados.
Neudo Campos já foi apontado no levantamento anterior deste site, em junho do ano passado, como o parlamentar mais processado do Congresso e manteve o título em 2009. Até o fechamento desta edição o parlamentar não havia enviado esclarecimentos sobre as ações a que responde na Justiça.
Em segundo lugar na lista dos mais processados está o deputado Abelardo Camarinha, com 13 procedimentos. O deputado disse que as ações que correm contra ele foram movidas por adversários políticos no período em que foi prefeito de Marília (SP). “São coisas normais dentro de 14 anos que fiquei na prefeitura”. No terceiro lugar estão empatados com oito procedimentos cada os deputados Jackson Barreto (PMDB-SE) e Jader Barbalho (PMDB-PA). Das oito ações penais de Jackson, cinco são por crime de desvio de dinheiro público (peculato). Jader Barbalho, por sua vez, é réu por crimes como estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e contra o sistema financeiro nacional.
Nenhum dos dois enviou esclarecimentos ao site até o fechamento desta edição. Assim como todos os parlamentares citados nessa reportagem, eles foram procurados desde a quarta-feira da semana passada, veja quem respondeu:
No Senado, Valdir Raup (PMDB-RO) é quem concentra o maior número de procedimentos entre os parlamentares processados. Ele responde no STF a duas ações penais e dois inquéritos. Entre as acusações estão crimes de desvio de dinheiro público (peculato) e contra o sistema financeiro nacional.
Outros quatro senadores respondem a três procedimentos cada. São eles: Jayme Campos (DEM- MT), João Ribeiro (PR-TO), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Wellington Salgado (PMDB-MG). Desses, apenas o senador Jayme Campos enviou esclarecimentos até o fechamento da reportagem. Segundo ele, seus procedimentos são fruto de “injustiças, preconceitos e falhas processuais”. “Nos casos em que meu nome se vê inserido em investigações judiciais, devo esclarecer que não passam de falhas processuais ou de precipitação política na apreciação de tais processos”, sustentou.
Entra e sai.
Na lista de processados também figuram nomes de parlamentares que, mesmo tendo processos arquivados no último ano, continuam na lista dos investigados pela Justiça. É o caso do deputado Gervásio Silva (PSDB-SC), que no último ano respondia a inquérito que apurava homicídio culposo em acidente de trânsito e teve o procedimento arquivado.
No entanto, no último dia 15 de maio, o pleno do STF acolheu denúncia referente a outro inquérito, no qual o parlamentar é acusado de estupro. A investigação foi reautuada como ação penal, ainda sem número. “Estou com a consciência tranquila. Sei que sou inocente. Isso foi uma tremenda armação. Quero provar minha inocência o mais rápido possível, porque essa é a acusação mais grave que um homem pode sofrer", afirmou o parlamentar ao Congresso em Foco.
Prefeitos.
Em comparação com o levantamento feito em junho do ano passado, 26 parlamentares aparecem na lista de processados pela primeira vez. Outros 20 tiveram seus procedimentos arquivados ou baixados a outras instâncias do judiciário pelo STF. Entre esses, 15 deputados e cinco senadores. O ex-deputado Barbosa Neto renunciou ao mandato após se eleger prefeito de Londrina (PR) em abril. O inquérito que corre contra ele no STF, por crime contra a ordem tributária e esteLionato, foi encaminhado à Justiça de primeiro grau. Com a renúncia à cadeira na Câmara, o deputado perde o foro privilegiado. O Ministério Público Federal já deu parecer pelo desmembramento do processo, para que os autos que dizem respeito ao ex-parlamentar voltem à Justiça do Paraná.
Outros dois ex-parlamentares tiveram seus processos baixados para a Justiça de primeiro grau após vencerem as eleições municipais de outubro. O prefeito de Santa Maria (RS), ex-deputado Cezar Schirmer (PMDB), teve o inquérito de que era alvo por boca de urna devolvido à Justiça do estado. O mesmo ocorreu com o atual prefeito de São José (SC), Djalma Berger (PSB-SC). Num dos inquéritos ele respondia por denunciação caluniosa e falso testemunho ou falsa perícia. No segundo, por crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético e crime contra a flora.
Três parlamentares tiveram os processos arquivados e venceram as últimas eleições municipais. Entre eles, o ex-deputado Carlos Souza, atual vice-prefeito de Manaus, que respondia por crime contra a administração pública, corrupção ativa e concussão. O inquérito que envolvia o nome dele foi arquivado em abril.“Vocês batem, mas a gente se reelege.
A eleição de parlamentares com pendências na Justiça reforça a declaração do deputado Sérgio Moraes (PTB-RS), integrante do Conselho de Ética da Câmara que acumula duas ações penais no Supremo. O deputado que ficou nacionalmente conhecido por dizer que estava se “lixando para a opinião pública” completou o discurso com a seguinte declaração: “Vocês (imprensa) batem, mas a gente se reelege”.
Essa não é a primeira vez que o deputado usa frases polêmicas para falar da conduta parlamentar. Ano passado, ao ser empossado como presidente do Conselho de Ética, usou uma metáfora para minimizar o fato de acumular o comando do colegiado e processos na Justiça.
Leia mais:
“Lá na minha terra tem um ditado que diz que cão que não tem pulga ou teve ou vai ter, mesmo que seja pequena.”Conheça os outros levantamentos do Congresso em Foco na seção "Mapa da Mina"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 31 de maio de 2009

O PMDB É UM PARTIDO CORRUPTO - SENADOR JARBAS VASCONCELOS (PMDB).

O GLOBO
Cidadão brasileiro, esse senhor Renan Calheiros (PMDB) é o mesmo que há um ano e cinco meses foi obrigado a renunciar ao cargo de presidente do Senado, para não ser cassado?
Será que é outro senhor Renan Calheiros?
Será que é outro Senado Federal?
Ou será que apenas é o mesmo Brasil do PMDB?
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO