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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

BRASIL: A RIQUEZA DOS GOVERNADORES.

ESTADÃO.COM
"Governadores mais ricos comandam Estados com piores índices sociais

Alfredo Junqueira - O Estado de S.Paulo
Os 27 governadores eleitos no mês passado declaram à Justiça Eleitoral uma fortuna de R$ 63,53 milhões em patrimônio pessoal. Na média, cada chefe de executivo estadual tem R$ 2,35 milhões em bens. São 14 os que informaram ter patrimônio acima do R$ 1 milhão. O mais rico deles é o governador reeleito de Alagoas, Teotônio Vilela Filho (PSDB), que apresentou declaração de bens que soma R$ 14,62 milhões.
Levantamento feito pelo Estado na base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra ainda que oito governadores eleitos apresentaram evolução patrimonial superior a 200% nos últimos anos. Neste caso, a líder é a governadora também reeleita do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB). Em 2006, a declaração dela listava 15 bens, mas informava apenas o valor depositado em seu fundo de previdência privada: R$ 172.734,71 - em valores corrigidos. Para esta eleição, Roseana apresentou declaração com 25 bens e valor total de R$ 7.838.530,34. O crescimento foi de 4.437,90% em quatro anos.
As Alagoas de Teotônio e o Maranhão de Roseana ocupam a 25.ª e a 26.ª posição, respectivamente, no ranking do Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos Estados, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dois Estados também estão nas duas últimas posições do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que lista indicadores na área de Educação, renda e expectativa de vida.
Entre os governadores eleitos que tiveram expressiva evolução patrimonial, também destacam-se o de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), e o do Acre, Tião Viana (PT). Prefeito eleito de Ariquemes em 2008, Moura informou à Justiça Eleitoral na ocasião ter patrimônio de R$ 385.775,34, em valores atualizados. Agora, apresentou declaração de R$ 8.554.881,14. Crescimento de 2.117,58%. Quando se elegeu para o Senado em 2006, Viana disse ter patrimônio de R$ 28.794,65. Agora, passou para R$ 551.098,50, avanço de 1.813,89%.
Posições discretas.
Os governadores dos três Estados mais ricos do País ocupam posições discretas no ranking do patrimônio. Geraldo Alckmin (PSDB), de São Paulo, é o 15º colocado, com R$ 960,9 mil em bens declarados. O tucano é o único a declarar a posse de um prédio comercial. Na sua lista de bens, consta um edifício adquirido em 1976 e avaliado em apenas R$ 27.758,52.
Apesar de morar numa cobertura duplex no Leblon, zona Sul do Rio, e de ser dono de uma ampla casa em Mangaratiba, litoral sul do Estado, Sérgio Cabral Filho (PMDB) informou patrimônio de R$ 843,1 mil, e ocupa a 17.ª posição. O apartamento está no nome da primeira-dama, a advogada Adriana Ancelmo Cabral, e não está, portanto, na lista de bens apresentada à Justiça Eleitoral. A casa de veraneio foi declarada no valor de R$ 200 mil.
Antonio Anastasia (PSDB), de Minas Gerais, que declarou posses de apenas R$ 270 mil, é o antepenúltimo da lista. O tucano mineiro informou ser dono de um apartamento, de R$ 200 mil, e de um carro importado de R$ 70 mil.
O governador reeleito do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), é o único proprietário de uma aeronave, o jato Emb 810 D Seneca III, avaliado em R$ 500 mil. André Puccinelli (PMDB), reeleito governador de Mato Grosso do Sul, e Simão Jatene (PSDB), que venceu no Pará, são os dois que têm barcos.
O levantamento ainda mostra dois governadores que listaram três Kombis em sua declaração de patrimônio: Wilson Martins (PSB-PI), com duas, e Camilo Capiberibe (PSB-AP)".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A POSSE DE ROSEANA SARNEY COMO GOVERNADORA DO MARANHÃO.

A política brasileira possui caminhos que o cidadão comum não consegue enxergar.
E como José Sarney não é uma pessoa comum (Lula), ele e os seus conhecem bem esses caminhs.
Cidadão brasileiro, conheça alguns desses caminhos lendo o artigo postado por Ricardo Gama (clique e leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 27 de junho de 2009

SARNEY, MESMO SENDO UMA PESSOA INCOMUM (LULA), DEVE SER BANIDO IMEDIATAMENTE DA VIDA PÚBLICA.

REVISTA VEJA - MAIO DE 1986
Sarney já não era uma PESSOA COMUM há mais de 23 anos atrás.
Sarney, adeus, o Brasil não precisa de você.
Você fez muito mal ao país.
Você é o exemplo do político que não queremos, que não precisamos e que desejamos expulsar da vida pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 18 de junho de 2009

ESSE SENHOR É O PRESIDENTE DO BRASIL....


"A TV GLOBO É DO SARNEY (LULA - 2001)".
Agora, conheçam o Lula de 2006...


JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CORONEL BARBONO

sexta-feira, 17 de abril de 2009

CARAS SEM SORTE - ALBERTO DINES.

Impossível quantificar o que é mais ultrajante: se as bandalheiras no Congresso ou a violências contra os usuários dos trens suburbanos no Rio de Janeiro; se a real ameaça de empossar no governo do Maranhão, a derrotada no último pleito, Roseana Sarney ou a demora de sete anos para decidir se o acusado de mandar matar o prefeito de Santo André, Celso Daniel, deve ir a júri popular.
Duas coisas estão claras: Lula é o “cara”, mas no país do “cara” não vige o Estado de Direito. Temos eleições regulares, uma Justiça Eleitoral autônoma, os três poderes são independentes e o Ministério Público é soberano, mas estas são constatações formais, figurativas. Na vida real, na esfera dos direitos do cidadão estamos em pé de igualdade com qualquer regime de exceção.
A sucessão de insultos ao eleitor-contribuinte revelados na interminável serie de escândalos legislativos não podem ser classificados como meras irregularidades a serem corrigidas com atos administrativos. São ilícitos evidentes. Atentado ao pudor é crime, previsto no Código Penal. O enxovalhamento do Congresso transcende as divisões partidárias, abarca indistintamente todas as ideologias, fere a instituição parlamentar no seu conjunto e compromete um dos alicerces da República.
As violências cometidas pelos funcionários da Supervia, concessionária privada dos serviços de trens do Rio de Janeiro, não podem ser minimizadas como “falhas de treinamento” do pessoal que atua nas plataformas. A empresa revelou um desprezo cabal pelas responsabilidades que assumiu. É inepta. Seus diretores deveriam ser questionados na justiça porque suas primeiras manifestações foram assinadas pelo diretor de Marketing.
O bem estar do público e o interesse social não podem ser equacionados através dos esquálidos valores que regem a disputa pelos mercados. Os acionistas de concessionárias de serviços públicos estão legitimamente interessados nos lucros e na expansão de suas atividades, mas a razão de ser de seus negócios depende exclusivamente da qualidade dos serviços oferecidos à população. Como são monopolistas e não sofrem qualquer concorrência, só podem ser punidos através de multas.
O conceito vale para a empresa ferroviária que protagonizou o vexame internacional produzido pelas imagens dos funcionários chicoteando os passageiros no país do “cara” e vale igualmente para as operadoras de telefonia e serviços de transmissão de dados, cada vez maiores, cada vez piores, cada vez mais arrogantes nas suas pretensões hegemônicas e mais ineficientes. Vale para um sistema bancário superconcentrado e menos atento às suas responsabilidades como gestor da economia privada.
O cidadão-usuário no país “do cara” é cada vez mais espezinhado por um Big Brother telefônico muito pior do que o imaginado por Orwell porque se exprime através de torturantes gerúndios que prometem algo em vias de consumar-se e que jamais se consuma.
Aberração maior - capaz de ser percebida por qualquer torcedor de futebol - é dar o título a quem ficou em segundo lugar. Quem perdeu a partida não pode ser considerado vencedor. O correto e, sobretudo, o justo, seria promover uma nova partida. Este automatismo pseudo-legalista vai privilegiar Roseana Sarney e constitui um incentivo à sobrevivência da figura emblemática da atual degradação legislativa: o seu pai, o senador José Sarney, vice-Rei do Brasil e um dos principais avalistas políticos “do cara”.
Mais deprimente é saber que passados sete anos do assassinato de Celso Daniel, prefeito de Santo André e encarregado de preparar o programa de governo “do cara”, o então candidato à presidência, Lula da Silva, nada aconteceu. Um suposto mandante foi preso, depois liberado (mas não inocentado, não representava perigo para a sociedade). Lula, “o cara”, foi eleito, está encerrando o seu segundo mandato e até hoje não se conseguiu definir se o suspeito vai a júri popular ou continuará impune.
Tal como os passageiros chicoteados pelos “caras” treinados pelo departamento de marketing, somos caras sem sorte.
ALBERTO DINES

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO