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quinta-feira, 23 de junho de 2011

A CPI INSTALADA NA ALERJ SOBRE A "INVASÃO" DO QUARTEL GENERAL DOS BOMBEIROS MILITARES.

Ontem, eu protocolei na Presidência da ALERJ documentos e um DVD contendo imagens do dia 03 JUN 2011, as quais evidenciam de forma inequívoca que o governo Sérgio Cabral (PMDB) que tinha o DEVER LEGAL de IMPEDIR a entrada dos Bombeiros Militares no QG, na verdade FACILITOU de todas as formas e INSTIGOU a ENTRADA.
Tenho certeza que serei ouvido nessa CPI, na qual a VERDADE demonstrará indícios fortíssimos de CRIME DE RESPONSABILIDADE por parte do governo Sérgio Cabral (PMDB).
Não tenho dúvidas que o governo do Rio de Janeiro irá frequentar o BANCO DOS RÉUS, brevemente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 30 de março de 2011

DE GAULLE TINHA RAZÃO – POLICIAL FEDERAL FRANCISCO CARLOS GARISTO.

De Gaulle tinha razão
É sério um país onde o ex-chefe da polícia muda de lado e ganha fortunas para questionar a legalidade das operações dessa mesma polícia?
29 de Março de 2011 às 12:38
Francisco Carlos Garisto
Quando o ex-presidente da França, Charles de Gaulle, afirmou nos anos 60 que o Brasil não era um país sério, muitos “nacionalistas” protestaram, mas quando nos deparamos com fatos que atestam a veracidade da frase temos que, infelizmente, nos calar e vestir a carapuça.
Observando somente esta semana os noticiários da mídia brasileira, podemos afirmar que a frase do velho general não era profética, era real.
Por exemplo:
O ex-ministro da justiça Márcio Thomaz Bastos, até pouco tempo foi o ministro da justiça do Brasil e tinha subordinada ao seu comando a Polícia Federal. Durante a sua gestão a Polícia Federal desencadeou centenas de grandes e holofóticas operações contra megaempresários, superdoleiros, grandes empreiteiras e portadores dos mais polpudos “colarinhos brancos” das falcatruas nacionais e internacionais.
Como ministro da justiça sabia todos os pormenores dessas operações, e claro, sabia de acontecimentos estratégicos dos pormenores operacionais que envolvem investigações desse naipe. Pois bem, passado um curto período chamado de quarentena, que na verdade é uma desculpa para legalizar os procedimentos futuros, o Dr. Márcio Thomaz Bastos é hoje o mais requisitado pelos super réus das operações da PF para defendê-los em juízo como advogado.
Matéria espetacular escrita pelo jornalista Cláudio Júlio Tognolli para o Brasil 247 (leia aqui) esmiuçou essa relação nada ética do ex-ministro da justiça.
Acredito que um país sério teria uma lei proibindo que ex-ministros portadores de informações estratégicas pudessem “assessorar” ou até advogar para réus que antes ajudou e comandou as prisões deles.
O advogado Márcio Thomas Bastos deveria ser proibido legalmente de bater o escanteio e ele mesmo fazer o gol de cabeça, usando o parâmetro futebolístico tão apreciado pelo nosso ex-presidente Lula.
Deveria haver uma lei de verdade que proibisse essa prática no mínimo antiética e não uma quarentena de mentira. Deveria haver uma proibição definitiva, afinal, um juiz não pode julgar suspeitos, em casos que tenha atuado anteriormente como advogado. Tem o dever legal e ético de se julgar suspeito e impedido. Qual a diferença no caso do comportamento do advogado e ex-ministro da justiça Márcio Thomas Bastos?
O outro caso satírico dessa semana diz respeito ao delegado da polícia civil do Rio de Janeiro, Carlos Oliveira. Preso acusado de tráfico de armas e de chefiar milícias na zona norte do Rio de Janeiro, disse em “palestra” que foi vítima de um complô e acusou a atual direção da Polícia Federal no Estado de ter feito uma investigação "racista e direcionada" contra ele por ser negro. Oliveira foi a principal autoridade policial do Rio entre os 38 agentes civis e militares presos durante a Operação Guilhotina da PF.
Diante do escândalo da prisão do delegado Oliveira que comandava desde o início do ano a SEOP (subsecretaria de Operações da Secretaria Especial da Ordem Pública) e é ex-subchefe operacional da Polícia Civil, a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro – ALERJ decidiu criar uma CPI para apurar o tráfico de armas no Rio de Janeiro, intimando o delegado preso pela PF, para falar sobre as acusações que são feitas contra ele.
Pois bem, o delegado compareceu na ALERJ municiado de aparelhos de transparências e outros equipamentos usados por palestrantes e com a maior candura do mundo, ao invés de ser interrogado pela CPI, acabou dando uma palestra sobre o tráfico de armas e drogas no Rio de Janeiro, sob a sua ótica e visão de defesa.
Então vejamos: um ex-ministro da justiça que defendia com unhas e dentes as ações da PF contrariando e enfrentando até a Ordem dos Advogados do Brasil- OAB, que um dia presidiu nacionalmente, hoje é o maior acusador das “arbitrariedades” e erros eventuais cometidos pelos policiais federais nas prisões dos seus agora clientes advocatícios?
Um delegado preso e acusado de tráfico de armas e de fazer partes de milícias assassinas deixa de ser suspeito e se transforma em um palestrante brilhante para dezenas de abestalhados deputados cariocas?
Podem falar o que quiserem sobre a frase do velho general francês Charles de Gaulle. Até dizem que ele não proferiu essa frase, como defendem alguns, não podemos afirmar com certeza que ele realmente tenha dito isso sobre o Brasil, mas o fato é que pelos fatos incomuns que acontecem em nosso país, a frase acabou sendo absorvida como verdadeira, já que a dúvida permanece.
O Brasil é definitivamente um país sério?
• Francisco Carlos Garisto é policial federal
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 28 de março de 2011

DELEGADO CARLOS OLIVEIRA DIZ QUE OPERAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL FOI UMA BALBÚRDIA.

SITE G1
28/03/2011 17h43 - Atualizado em 28/03/2011 17h46
Ex-subchefe de polícia diz que ação da PF que o prendeu 'foi uma balbúrdia'
Delegado Carlos Oliveira presta depoimento na CPI das Armas da Alerj.
Preso há 45 dias, policial se diz vítima de uma trama para incriminá-lo.
O ex-subchefe Operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Oliveira, rebateu as acusações feitas por uma testemunha que o levaram à prisão, durante a Operação Guilhotina, da Polícia Federal. “Essa operação foi uma balbúrdia. Levei 17 dias para tomar conhecimento dessas acusações. Conclamo qualquer jurista desse país para verificar se meus direitos foram respeitados”, afirmou, durante depoimento prestado na tarde desta segunda-feira (28), na CPI das Armas, na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) (leiam).
COMENTO:
Longe de tentar defender qualquer acusado, as polícias investigativas do Brasil (Federal e Civil) ainda precisam avançar muito até alcançarem o nível que nós esperamos e merecemos em termos de investigação policial.
Aliás, a polícia ostensiva (Polícia Militar) também está muito distante do aceitável. Na verdade, a segurança pública precisa sofrer uma grande reformulação, o mais rápido possível, algo que também parece estar muito longe de acontecer, infelizmente.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 15 de março de 2011

RIO DE JANEIRO EM PÂNICO: CPI DAS ARMAS.

SITE G1
A CPI das armas, instalada na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) instalou na tarde de segunda-feira (14), vai convocar o ex-subchefe da Polícia Civil, Carlos Oliveira, preso na Operação Guilhotina, em fevereiro. Ele é acusado de desviar armas da polícia e repassar a organizações criminosas.
O objetivo dos deputados é descobrir como armas munição e explosivos chegam às favelas do Rio. A CPI vai pedir às Forças Armadas, polícias militar e civil, além de bombeiros, os inquéritos sobre o tráfico de arma dentro das corporações.
“Não pode virar um trampolim político. Os deputados que estão à frente têm que ter muita serenidade para que não vire um ‘disque-vingança’, um disque-denúncia das armas aqui na assembléia”, afirmou o deputado estadual André Lazaroni, líder do PMDB da Alerj (leia).
COMENTO:
Outro motivo para insônia nas bandas podres fluminenses é a CPI das Armas, que pode provocar estragos consideráveis.
Descobrir o caminho das armas desviadas é indispensável. Também seria uma investigação interessante identificar quantas armas apreendidas na invasão do Complexo do Alemão estavam servíveis, afinal, arma danificada não serve para traficante e só serve para engordar estatísticas.
Vamos torcer para que os deputados sejam exitosos na identificação de todos os envolvidos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de março de 2011

RIO: A CPI DA SAÚDE FOI PROPOSTA PELO DEPUTADO PAULO RAMOS.

Autor(es): Deputado PAULO RAMOS
A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

RESOLVE:
Art. 1º - Fica criada a Comissão Parlamentar de Inquérito - CPI, para investigar a situação da rede de saúde do Estado do Rio de Janeiro, as condições de trabalho dos seus profissionais, as contratações irregulares, o superfaturamento na compra de medicamentos e equipamentos e o derrame de remédios falsos e contrabandeados vendidos por farmácias e possivelmente distribuídos por órgãos públicos.
Art. 2º - A Comissão Parlamentar de Inquérito ora instituída será composta de 5 (cinco) membros e terá prazo de 90 (noventa) dias para a conclusão de seus trabalhos, prorrogáveis por mais 60 (sessenta) dias, na forma do disposto no 6º, do Art. 30, do Regimento Interno desta Casa de Leis.
Art. 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 08 de fevereiro de 2011
Deputado PAULO RAMOS
COMENTO:
Vamos torcer para que seja aprovada e que venha também a CPI da segurança pública, considerando o caos que se instalou nessa área do serviço público, inclusive no que diz respeito às remunerações, inteiramente distorcidas em face da política das gratificações e benefícios para alguns, em detrimento da totalidade da tropa e violentando a hierarquia militar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

REDE TV MOSTRA AMANHÃ O SOFRIMENTO DOS SOBREVIVENTES DO MORRO DO BUMBA.

No último período de doze meses o Rio de Janeiro perdeu milhares de cidadãos em face de eventos naturais que somados ao descaso governamental, acabaram por gerar enormes tragédias:
Angra dos Reis, Morro do Bumba, Morro dos Prazeres e Região Serrana.
Mobilizados estão tentando que sejam investigadas as responsabilidades pessoais dos homens públicos (presidente, governador, prefeitos, secretários e outros) com relação ao ocorrido na Região Serrana, uma luta muito difícil diante da quase total falta de cidadania da nossa população.
Amanhã, às 22:00 horas, a Rede TV vai transmitir reportagem sobre a situação atual dos sobreviventes do Morro do Bumba, considero imperdível, inclusive para reforçar a necessidade imperiosa de responsabilizar os homens públicos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

RIO: O TSUNAMI DO DESCASO - DISCURSO DO CORONEL PAÚL NA ESQUINA DO PODER.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

INVESTIGAR, IDENTIFICAR CULPADOS E PUNIR COM RIGOR.

820 MORTOS
513 DESAPARECIDOS
25000 DESABRIGADOS

Os números da Região Serrana determinam que os CULPADOS sejam PESSOALMENTE responsabilizados e NÃO O ESTADO.
E quais são os culpados pelo descaso com a vida?
O Presidente da República?
O Ministro do Meio Ambiente?
O Governador do Rio de Janeiro?
O Secretário de Saúde e Defesa Civil do Rio?
Os Prefeitos dos Municípios atingidos?
Os Promotores?
Os Juízes?
Só uma investigação pode definir a responsabilidade de cada um ou não.
O INDISPENSÁVEL é que exista a RESPONSABILIZAÇÃO PESSOAL, chega de não culpar (punir) ninguém e ainda jogar a conta no Estado, alvo das ações, que acabam sendo pagas com o nosso dinheiro. Somos duplamente penalizados, sofremos os efeitos do DESCASO e ainda pagamos por ele.
A nossa mobilização não faz julgamento antecipado, tanto que simbolicamente, realizaremos atos na ALERJ (01 FEV 2011), na Procuradoria Geral de Justiça e no Tribunal de Justiça, além do ato já realizado em frente ao Palácio Guanabara (vídeo).
O jornal O Globo publica nessa terça-feira o artigo "Justiça tem parte da responsabilidade", o que pode realmente ser uma verdade, isso sem falar no "parecer" do Promotor de Justiça sobre a lide (leiam).
Por derradeiro, ratificamos que os especialistas já se manifestaram no sentido de que a FALTA de um sistema de monitoramento das chuvas e de um sistema de alarme para a população foram causas concorrentes para o número de mortos, portanto, EXISTEM RESPONSABILIDADES PESSOAIS a serem investigadas e PUNIDAS COM RIGOR.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO - O TSUNAMI DO DESCASO - ATO SOS RIO - MARCHA FÚNEBRE EXECUTADA NA ESQUINA DO PODER.

Penso que essa forma de protesto seja inédita no Rio de Janeiro (vídeo = 1 minuto).
No ato de domingo na orla do Leblon, os mobilizados executaram a marcha fúnebre na esquina da rua onde reside o governador Sérgio Cabral.
O simbolismo foi muito forte!

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O TSUNAMI DO DESCASO - QUEM TEM MEDO DA CPI?

No dia 01 FEV 2011, às 10:00 horas, os deputados estarão tomando posse na ALERJ e os mobilizados que exigem a investigação das responsabilidades dos governantes nos mais de 1.300 mortos da Região Serrana, estarão cobrando a instauração de uma CPI com essa finalidade.
Hoje o jornal O Globo cita a instauração da CPI, conforme a reprodução a seguir do Blog do Garotinho:
Quem tem medo de CPI?
Recorte da coluna do Ricardo Noblat - O Globo.

Reprodução de trecho da coluna de Ricardo Noblat
É hora de INVESTIGAR e PUNIR COM RIGOR.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

GOVERNO SÉRGIO CABRAL USA TODAS AS SUAS ARMAS (DUAS) PARA TENTAR DIMINUIR IMPACTO DA TRAGÉDIA DA SERRA.

Tenho escrito que pela primeira vez na história do Rio de Janeiro, governantes podem ser responsabilizados pessoalmente pelo descaso com a população, após os mais de 1.000 mortos e desaparecidos da Região Serrana. Número que tende a subir muito mais, infelizmente.
Avisei que acuado o governo Cabral estava usando politicamente o BOPE (leiam), unidade da Polícia Militar que se transformou em uma ferramenta midiática estadal, ao lado das UPPs, os Super GPAES. O BOPE e as UPPs são os únicos pontos que a população considera positivos do governo Sérgio Cabral, portanto se fez necessário usar o
midiaticamente BOPE, que deve ter quebrado o recorde mundial de salvamento de pessoas em menor tempo, conforme o noticiado pela mídia chapa branca.
Ontem , fui surpreendido pela manchete principal do jornal O Globo, na qual se fazia uso idêntico das UPPs, algo que eu não esperava.
Isso significa que o governo está usando todas (duas) as sua armas para desviar o foco do movimento de responsabilização.
A matéria trata de traficantes que estariam buscando emprego com auxílio de Policiais Militares e destaca um "ex" carregando um saco de cimento (leiam).
Sem dúvida, o fato de qualquer ser humano estar deixando a vida criminosa deve ser festejado, dois ou três, mais ainda, mas daí fazer desse fato a principal manchete do jornal, existe um abismo abissal.
Tal fato demonstra como está avançando o processo de responsabilização dos governantes e como esperam que o abafa funcione na população que só pensa em praia, futebol, cerveja e carnaval, mas certamente não irá funcionar para deter os grupos mobilizados.
Amanhã, terça-feira, 25 JAN 2011, o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual e a ALERJ receberam documentação solicitando a instauração das investigações para apurar responsabilidades dos governantes.
No dia 01 FEV 2011, às 10:00 horas, durante a posse dos deputados na ALERJ, estaremos publicamente solicitando a instauração de uma CPI.
A mídia chapa branca terá muito trabalho na operação abafa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 23 de janeiro de 2011

SOS RIO - ATO CONTRA A IMPUNIDADE DOS GOVERNANTES.

A sociedade civil organizada realizou um ato cívico-democrático neste domingo, na orla da Zona Sul do Rio de Janeiro, para exigir a apuração das responsabilidades dos governos federal, estadual e municipal com relação aos mais de mil mortos e desaparecidos da Região Serrana do RJ.
O ato foi divido em duas partes:
- Pela manhã foi realizada uma caminhada começando no Canal do Jardim de Alah e terminando na esquina da Rua Aristides Espínola, onde reside o governador Sérgio Cabral, sem acessar a referida rua. Ao longo da caminhada foram exibidas faixas e recolhidas assinaturas para um requerimento que será protocolado na próxima 3a feira (25 JAN 2011) no Ministério Público Federal, solicitando a instauração do procedimento apuratório pertinente. Os mobilizados contaram com o apoio de um carro de som. Vários mobilizados discursaram, dentre eles o ator Carlos Vereza e o organizador desse espaço democrático. Ao longo da caminhada o hino nacional foi cantado e no momento que os mobilizados alcançaram a esquina da Rua Aristides Espínola foi tocada a marcha fúnebre em sinal de protesto contra o descaso governamental com a população da Região Serrana. Mobilizados de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul compareceram ao ato e o movimento dos Policiais Militares, Bombeiros Militares e familiares foi representado pelo Major Bombeiro Militar Luiz Sérgio e pelo Coronel Paúl.
- Às 17:30 horas, uma parte dos mobilizados retornou à Praia do Leblon e fixou dezenas de cruzes pretas na areia, em frente à Rua Aristides Espínola e exibiu novamente as faixas.
Amanhã, postarei um vídeo e fotos sobre o ato cívico-democrático.
No dia 01 FEV 2010, às 10:00 horas, uma nova mobilização cobrando a responsabilidade e a instauração de uma CPI será realizada na ALERJ, na posse dos deputados estaduais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 22 de janeiro de 2011

SOLICITAÇÃO DE ARTIGOS ESPECIALIZADOS - AGRADECIMENTO.

Agradecemos os artigos de especialistas que foram encaminhados pelos nossos leitores conforme nossa solicitação, pensamos que já possuímos o suficiente para comunicar ao Ministério Público e à ALERJ, demonstrando indícios de que não foi apenas a natureza que produziu os mais de 1.000 mortos da Região Serrana.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

RIO DE JANEIRO - MEGA PROTESTO CONTRA A IMPUNIDADE DOS GOVERNANTES.

EMAIL RECEBIDO:
BLOG REVOLTADOS ONLINE.

MEGA PROTESTO
SOS-RIO DE JANEIRO - MORALIDADE, DECÊNCIA E JUSTIÇA JÁ!
Ação de Responsabilidade CRIMINOSA Civil Subjetiva - Omissão do Poder Público.
PELO FIM DA IMPUNIDADE SÉRGIO CABRAL, ATRÁS DAS GRADES.
Mega Protesto no Rio de Janeiro Contra o Genocídio de Sérgio Cabral, Lula, Dilma & Cia.
Responsabilizá-los criminalmente e destituir do cargo o OMISSO Sr. Sérgio Cabral pela mortes de centenas (milhares) de patriotas. Intervenção imediata no Estado do Rio de Janeiro.
Data prevista: 23.01.2011.
Saída: Principais Capitais do Brasil.
Destino: Rio de Janeiro.
Horário: 10:00 horas.
Concentração: Canal do Jardim de Alah.

Neste protesto também levaremos nossas doações. Cada pessoa contribuirá com o que pode doar, seja: cesta básica, água potável, roupas, medicamentos. Estamos auxiliando no frete dos ônibus.
Quem puder contribuir de alguma forma favor entrar em contato urgente.
email: revoltadosonline@gmail.com
email: marcello_cristiano@hotmail.com
email:cesarsoares111@hotmail.com
Telefones:
São Paulo: 11 - 8295-5881 TIM - Marcello Reis skype. marcello.reis74
Rio de Janeiro- 21 - 8226-8335 Tim - Cesar Soares skype. cesar.soares111

Atenção estaremos informando todos os detalhes no Blog, facebook, youtube, twitter. Façamos de uma vez por todas valer nosso valor contra as humilhações, omissões, descasos, incompetências e a GRANDE CORRUPÇÃO.
Fim da Impunidade, Cabral atrás das GRADES.
Assinado: Marcello Reis, Cesar Soares, Marcos Maher, Bruno Toscano, Jaqueline Leal, Lisa Marie, Karina Osses, Nicole Buchler e Cassio Toloi.
COMENTO:
Eu estarei lá e convido a todos que querem mudar o Rio de Janeiro e o Brasil para ombrearem na luta cidadã.
A IMPUNIDADE e a CORRUPÇÃO são os grandes INIMIGOS DA PÁTRIA e do POVO BRASILEIRO, portanto é dever de todo homem e mulher de bem lutar contra esses flagelos.
Caso o grupo mobilizado pretenda realmente promover o início de uma ação, também estarei come eles, caso contrário farei as comunicações de forma individual. Não podemos permitir que a responsabilidade dos homens públicos (governador, prefeitos, secretários de defesa civil e outros) não seja investigada e punida se for o caso.
Além desse ato, no dia 01 FEV 2011, às 10:00 horas, na ALERJ, estaremos realizando o segundo ato cívico-democrático "O TSUNAMI DO DESCASO", cobrando a instauração de uma CPI para apurar a responsabilidade dos governantes.
É hora de PUNIR.
A punição exemplar será a melhor forma de prevenção.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

É HORA DE COBRAR RESPONSABILIDADE DOS GOVERNANTES DO RIO.

JORNAL FLIT PARALISANTE
POLÍCIA SEM CERIMONIAL
POLÍTICOS BRASILEIROS DEVERIAM CONFESSAR QUE DESENTERRAR PRÁ ENTERRAR DÁ MAIS DINHEIRO…TRAGÉDIA DAS CHUVAS VIROU INDÚSTRIA
JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO
Sun, 16 Jan 2011.
Governo brasileiro admite à ONU despreparo em tragédias
Documento assinado pela secretária Nacional de Defesa Civil já previa “aumento de ocorrência de desastres”
Jamil Chade O governo brasileiro admitiu à Organização das Nações Unidas (ONU) que grande parte do sistema de defesa civil do País vive um “despreparo” e que não tem condições sequer de verificar a eficiência de muitos dos serviços existentes. O Estado obteve um documento enviado em novembro de 2010 por Ivone Maria Valente, da Secretaria Nacional da Defesa Civil (Sedec), fazendo um raio X da implementação de um plano nacional de redução do impacto de desastres naturais. Suas conclusões mostram que a tragédia estava praticamente prevista pelas próprias autoridades.
Diante do tsunami que atingiu a Ásia e do aumento do número de desastres naturais no mundo nos últimos anos, a ONU foi pressionada a estabelecer um plano para ajudar governos a fortalecer seus sistemas de prevenção. Em 2005, governos chegaram a um acordo sobre a criação de um plano de redução de risco para permitir que, até 2015, o mundo estivesse melhor preparado para responder às catástrofes.
Uma das criações da ONU, nesse contexto, foi o Plano de Ação de Hyogo (local da conferência onde o acordo foi fechado). No tratado, a ONU faz suas recomendações de como governos devem atuar para resistir a chuvas, secas, terremotos e outros desastres. Ficou também estabelecido que os 168 governos envolvidos se comprometeriam a enviar a cada dois anos um raio X completo de como estavam seus países em termos de preparação para enfrentar calamidades e o que estavam fazendo para reduzir os riscos.
Na versão enviada pelo próprio governo do Brasil ao escritório da Estratégia Internacional das Nações Unidas para a Redução de Desastres, no fim de 2010, as constatações do relatório nacional são alarmantes. “A maioria dos órgãos que atuam em defesa civil está despreparada para o desempenho eficiente das atividades de prevenção e de preparação”, afirma o documento em um trecho. Praticamente um a cada quatro municípios do País sequer tem um serviço de defesa civil e, onde existe, não há como medir se são eficientes.
“Em 2009, o número de órgãos municipais criados oficialmente no Brasil (para lidar com desastres) alcançou o porcentual de 77,36% dos municípios brasileiros, entretanto, não foi possível mensurar de forma confiável o indicador estabelecido como taxa de municípios preparados para prevenção e atendimento a desastres”, diz o documento em outra parte.
Limitações. No relatório, o Brasil é obrigado a dar uma resposta ao desempenho em determinados indicadores sugeridos pela ONU. Em um dos indicadores – que trata de avaliação de risco de regiões – o governo admite ter feito avanços, “mas com limitações reconhecidas em aspectos chave, como recursos financeiros e capacidade operacional”. Na avaliação de risco, por exemplo, o governo admite que não analisou a situação de nenhuma escola ou hospital no País para preparar o documento.
O próprio governo também aponta suas limitações em criar um sistema para monitorar e disseminar dados sobre vulnerabilidade no território. O governo também reconhece que a situação é cada vez mais delicada para a população. “A falta de planejamento da ocupação e/ou da utilização do espaço geográfico, desconsiderando as áreas de risco, somada à deficiência da fiscalização local, têm contribuído para aumentar a vulnerabilidade das comunidades locais urbanas e rurais, com um número crescente de perdas de vidas humanas e vultosos prejuízos econômicos e sociais”, diz o documento assinado por Ivone Maria.
Consequência. “A não implementação do Programa (de redução de riscos) contribuirá para o aumento da ocorrência dos desastres naturais, antropogênicos e mistos e para o despreparo dos órgãos federais, estaduais e municipais responsáveis pela execução das ações preventivas de defesa civil, aumentando a insegurança das comunidades locais”, afirmou o relatório.
O órgão também deixa claro que o Brasil estaria economizando recursos se a prioridade fosse a prevenção. “Quando não se priorizam as medidas preventivas, há um aumento significativo de gastos destinados à resposta aos desastres. O grande volume de recursos gastos com o atendimento da população atingida é muitas vezes maior do que seria necessário para a prevenção. Esses recursos poderiam ser destinados à implementação de projetos de grande impacto social, como criação de emprego e renda”, conclui o documento.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

IMPRENSA INTERNACIONAL DESTACA RESPONSABILIDADE DOS GOVERNANTES NA TRAGÉDIA DA REGIÃO SERRANA.

JORNAL O DIA
Jornal francês culpa negligência de autoridades por tragédia na Região Serrana

Rio - As enchentes e deslizamentos de terra que deixaram mais de 740 mortos na Região Serrana do Rio de Janeiro são mais um exemplo da "negligência criminosa" das autoridades brasileiras, segundo afirma um artigo publicado nesta quinta-feira pelo diário francês Le Monde.
"A nova tragédia, como outras no passado, ilustra a negligência criminosa de algumas autoridades eleitas. Por demagogia ou interesses eleitorais, eles deixaram que o concreto tomasse os morros, ou mesmo encorajaram a especulação imobiliária", afirma o artigo.

Foto: Reprodução da Internet
Para o jornal, "a fúria da natureza tropical" pode ter sido a responsável inicial pelo desastre, mas "os céus têm menos culpa que os homens". "Não há fim no inventário das muitas falhas que levaram à tragédia", diz o artigo, citando falta de capacidade para previsões meteorológicas precisas, inexistência de sistemas de alerta e a ocupação irregular em áreas de risco.
Foco em ações imediatas
O diário observa que dados oficiais indicam que 5 milhões de brasileiros vivem em áreas de risco e que a própria presidente, Dilma Rousseff, admitiu que a situação é "mais a regra do que a exceção". Para o jornal, as responsabilidades pelo problema estão em todos os níveis do Estado. "A prevenção não faz parte dos discursos dos políticos, totalmente focados em ações imediatas, porque isso daria pouco retorno a eles nas eleições", afirma.
O artigo observa ainda que o próprio governo brasileiro havia admitido, em novembro do ano passado, que não havia implementado nenhuma das medidas recomendadas para informar, educar e alertar comunidades sob risco. "Nem mesmo com a criação de um banco de dados ou um site na internet", diz.

 Foto: Divulgação
Região de Vieira, distrito de Teresópolis, alagada pelas chuvas há uma semana | Foto: Divulgação
O jornal cita ainda a consultora da Organização das Nações Unidas (ONU) Debarati Guha-Sapir, do Centro de Pesquisas sobre a Epidemiologia de Desastres (Cred), de Bruxelas, na Bélgica, para quem é um absurdo que o Brasil, com "apenas um perigo natural para administrar", não consiga fazê-lo. "Este foi o 37º deslizamento de terra no Brasil em menos de dez anos", diz. "Imagine se o País também enfrentasse terremotos, vulcões ou furacões. O Brasil não é Bangladesh, não tem desculpas", afirma.
Região Serrana enfrenta a pior catástrofe de sua história
Castigada por um temporal que fez chover em 24 horas mais do que era esperado para todo o mês, a Região Serrana do Rio enfrenta desde a noite da terça-feira 11 de janeiro a pior catástrofe natural do Brasil. Com o número de mortos, desabrigados, desalojados, feridos e desaparecidos, a tragédia já superou o registrado em janeiro do ano passado, em Angra dos Reis e, em abril, na capital e Niterói.
Localidades inteiras foram soterradas por lama no município de Teresópolis. No bairro Caleme, uma represa da Cedae transbordou por causa da tromba d’água, provocando o deslizamento de encostas sobre casas e carros. Em Nova Friburgo, três bombeiros que seguiam para resgatar vítimas quando o carro onde estavam foi soterrado por uma avalanche.
Petrópolis também sofreu devastação em diferentes pontos. O Distrito de Itaipava foi o mais atingido. O soterramento de uma casa na localidade Vale do Cuiabá matou 12 pessoas de uma mesma família. Corpos foram recolhidos por moradores e depositados às margens de um rio à espera de resgate. Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto, também cidades da região, também contabilizam mortos.
Com informações do Terra
COMENTO:
O silêncio do Ministério Público é preocupante, assim como, a inércia da ALERJ.
As investigações para apurar as responsabilidades já deveriam ter sido iniciadas formalmente.
A punição aos governantes será a melhor PREVENÇÃO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO - MÍDIA INDEPENDENTE - JORNAL DO BRASIL.

JORNAL DO BRASIL
Enchente na serra: manifestantes fazem protesto e pedem punição para os responsáveis
Faixas vermelhas amarradas em várias árvores na Rua Pinheiro Machado, em frente ao Palácio Guanabara, nas Laranjeiras, Zona Sul do Rio, marcaram, na manhã desta quarta-feira, o protesto do movimento “Juntos somos fortes” contra o poder público, por causa das enchentes que deixaram mais de 700 mortos na Região Serrana. Os manifestantes exigiam punição para os responsáveis, exibindo cartazes onde se lia “Tsunami do descaso” e “Querem culpar às chuvas?”
Gritando palavras de ordem, os integrantes do movimento alertavam que o estrago poderia ter sido menor se houvesse monitoramento com o uso da tecnologia adequada. Os manifestantes planejam ir ao Ministério Público para “bater nessa tecla até que alguém seja punido”.
As faixas vermelhas faziam referência às mortes pelas chuvas em Angra dos Reis, em janeiro de 2010, no morro do Bumba, em Niterói, em março do mesmo ano, e às mais recentes causadas pelas chuvas na Região Serrana do Rio. Os organizadores dizem temer que o mesmo ocorra no ano que vem se não houver punição.
O protesto deixou o trânsito na região lento, provocando engarrafamento nas proximidades.
Acesse a galeria de fotos (veja).
COMENTO:
Você não esteve nesse protesto?
Não tem problema, no dia 01 FEV 2011, às 09:00 horas, estaremos repetindo o protesto "O TSUNAMI DO DESCASO" na ALERJ, quando pediremos publicamente a instauração de uma CPI, basta aparecer por lá, será muito bem recebido.
O Jornal do Brasil faz parte da parcela ainda independente da mídia do Rio de Janeiro, o que tem permitido ao longo do tempo cobrir os atos cívico-democráticos realizados pelos Policiais Militares e pelos Bombeiros Militares no estado, desde as primeiras lutas contra os salários miseráveis pagos pelo governo Sérgio Cabral (iniciadas em 2007); passando pela luta em favor da PEC 300 e alcançando o nosso ato realizado ontem, cobrando responsabilidade (pessoal) penal, civil e administrativa dos governantes diante das mais de 1.000 mortes (Angra, Bumba e Região Serrana).
Agradecemos o apoio e, sobretudo, agradecemos a independência do Jornal do Brasil, que assim cumpre fielmente a missão social da mídia, permitir a correta formação da opinião pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

RIO: O TSUNAMI DO DESCASO - QUEM AINDA NÃO FOI ENTREVISTADO E ALGUMAS PERGUNTAS QUE AINDA NÃO FORAM FEITAS.

Blindagem, esse é o termo que mais se comenta atualmente com relação à imprensa do Rio de Janeiro.
Governo Sérgio Cabral, o alvo dessa extraordinária blindagem.
O "Ex" diria do alto de sua sabedoria: nunca antes na história desse país um governo teve uma blindagem tão forte por parte da imprensa.
Eu concordaria com ele, finalmente.
Cidadão, nos aprendemos logo no ensino fundamental que existem três poderes: o executivo, o legislativo e o judiciário, harmônicos, mas independentes. Não existe subordinação entre os poderes. Ao longo da vida aprendemos que o ministério público é o fiscal da lei, atuando como um poder muito forte e que a imprensa é o maior dos poderes, considerando que forma a opinião pública.
A imprensa não tem "chefe", mas tem líderes de audiência, os três poderes e o ministério público sim.
No âmbito estadual temos:
- Executivo = governador.
- Legislativo = presidente da Assembléia Legislativa.
- Judiciário = presidente do Tribunal de Justiça.
- Ministério Público = procurador geral de justiça.
Dito isso:
- Por que a imprensa não faz perguntas sobre quais investigações já foram iniciadas até agora para apurar responsabilidades dos governantes (governador, prefeitos, secretários estaduais e municipais de defesa civil e outros) nos mais de 1.000 mortos, apenas na Região Serrana?
Por que a imprensa não fez perguntas sobre a responsabilidade dos governantes para o procurador geral de justiça, para o presidente da ALERJ e para o presidente do Tribunal de Justiça, maiores autoridades do Rio de Janeiro?
- Por que a imprensa não pergunta sobre a instauração de inquéritos policiais para apurar responsabilidades?
- Por que a imprensa não pergunta sobre a instauração de inquéritos civis públicos para apurar responsabilidades?
- Por que a imprensa não pergunta sobre a instauração de uma CPI?
- Por que a imprensa não pergunta sobre a possibilidade de impeachment do governador e dos prefeitos?
Cidadão, por que?
É hora de entrevistar o presidente do Tribunal de Justiça, o presidente da ALERJ e o procurador geral de justiça, considerando que já está claro que o número de mortes seria menor (muito menor) caso os governantes tivesse agido na direção correta (prevenção).
Salvo melhor juízo, os fortes indícios da omissão dos governantes determinam investigações e punições exemplares, afinal a omissão pode ser causa concorrente para CENTENAS ou MILHARES de mortos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O TSUNAMI DO DESCASO: APESAR DA FANTÁSTICA BLINDAGEM QUE CABRAL RECEBE DE PARTE DA MÍDIA FLUMINENSE, O POVO NAS RUAS COMEÇA A EXIGIR O IMPEACHMENT.

746 MORTOS
200 DESAPARECIDOS
20.000 DESABRIGADOS

BLOG DO RALFE, JUVENTUDE NA POLÍTICA.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Padre pede impeachment de Sérgio Cabral
Cresce a indignação com a omissão de Sérgio Cabral

Reprodução da coluna de Ancelmo Gois, em O Globo
Reprodução da coluna de Ancelmo Gois, em O Globo
O que mais se ouve nas ruas além do sentimento de comoção e do espírito de solidariedade com relação à tragédia da região Serrana, que já matou 676 pessoas (balança da manhã desta terça), é uma revolta enorme com o governador Sérgio Cabral. Há uma indignação muito grande diante de tanta omissão, das denúncias de desvio de dinheiro da prevenção de tragédias para a Fundação Roberto Marinho e de que desde 2008 tinha um relatório prevendo a catástrofe e cruzou os braços. A população também não se conforma que Cabral, mais uma vez, na hora em que o povo mais precisava de ajuda, estava passeando nos Estados Unidos.
Mesmo com toda a blindagem, com a operação montada pelas Organizações Globo para tentar aliviar as responsabilidades de Cabral, não há como recuperar a imagem do governador. Vejam vocês, que até o padre do Leblon não se conteve e no meio da missa pediu o impeachment de Sérgio Cabral, que, aliás, no sábado, o jornalista Paulo Henrique Amorim foi o primeiro a bater nessa tecla, como mostro abaixo.
Reprodução do site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim
Reprodução do site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim












Fonte: http://www.blogdogarotinho.com.br/
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O TSUNAMI DO DESCASO - JORNAL DO BRASIL - GALERIA DE FOTOS.

O Jornal do Brasil cobriu o ato cívico-democrático (O Tsunami do Descaso) que foi realizado nesta quarta-feira, em frente ao Palácio Guanabara, como já publicamos.
Reiteramos os agradecimentos ao JB e especialmente ao fotógrafo que compareceu no local.
As excelentes fotos estão na galeria de fotos do JB (acessem).
A galeria permite comentários, expressem suas opiniões.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO