sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
SILÊNCIO DOS CONIVENTES - DORA KRAMER.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
FENAPEF - ESCLARECIMENTO.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Em relação à matéria “PF ameaça investigar figurões se não tiver aumento de salário", publicada pelo “Correio Braziliense” (06/09/2011), a Federação Nacional dos Policiais Federais, entidade que congrega 27 sindicatos de todo o País, esclarece que as informações divulgadas não expressam a opinião de todas as entidades representativas dos servidores da PF.
A Fenapef reitera seu posicionamento, tornado público no mês passado, a propósito da deflagração da “Operação Voucher”, de que não coaduna com a exploração de eventuais desgastes políticos provocados por investigações cujos alvos sejam integrantes do governo, como pretexto para reivindicações salariais.
A Fenapef vem trabalhando em prol da reestruturação da carreira policial e, principalmente, do reconhecimento das atribuições de todos os cargos da instituição, todos de nível superior e com níveis similares de responsabilidade e complexidade . As gestões junto ao Executivo e ao Congresso Nacional, para a aprovação de uma lei orgânica. Também temos apoiado e reinvindicado a valorização da carreira dos servidores administrativos, atualmente desprestigiada.
Contudo, a entidade repudia a utilização de operações policiais como instrumento de pressão, na defesa dos interesses de seus representados, norteada pelo imperativo ético da separação entre interesses públicos e coorporativos.
Em 21 anos de história, a Fenapef tem reivindicado melhores condições de trabalho, inclusive, através do exercício do legítimo direito de greve, que garantiram avanços significativos para os servidores da Polícia Federal. Muitas lideranças sindicais já foram vítimas de procedimentos disciplinares, inquéritos policiais, perseguições por dirigentes da PF, em virtude de movimentos por melhores condições de trabalho.
Alguns foram até demitidos em virtude da atuação sindical, mas não por ações oportunistas, muito menos com interesses políticos.
Nossa entidade sempre defendeu uma polícia republicana, livre de amarras político-partidárias. Também temos reivindicado a liberação de recursos para o regular funcionamento da PF, como forma de melhorar a segurança pública. Defendemos o emprego de algemas em presos, para garantir a integridade dos policiais, dos próprios conduzidos e, em especial, da sociedade.
No entanto, com freqüência, também temos criticado a exploração midiática de operações policiais, independente do status social dos investigados, bem métodos ou ações que extrapolem os limites da legalidade ou visem à promoção pessoal ou política de qualquer servidor, independente do cargo que ocupa na instituição.
Nossa principal meta principal é contribuir para maior eficiência, profissionalização, transparência e fortalecimento da Polícia Federal, no cumprimento de suas atribuições constitucionais.
De forma democrática e independente, a Fenapef também já manifestou críticas de interesse público e da categoria de servidores que representa, tanto a dirigentes anteriores, como ao atual diretor-geral da PF e também ao ministro da Justiça.
Nossa luta em prol do reconhecimento e da valorização profissional de todos os servidores da Polícia Federal é contínua. Como cidadãos e servidores públicos, defendemos o diálogo, de forma transparente e leal. Se as negociações com o governo se esgotarem, utilizaremos o instrumento legítimo da mobilização dos nossos filiados, com ampla divulgação dos nossos pleitos, se preciso for fazendo paralisações e até greve, sem bravatas e muito menos chantagens.
Fonte: Agência Fenapef
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 7 de agosto de 2011
PRINCÍPIOS EDITORIAIS DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO.
O senhor está nos gozando?
Penso que sim.
O senhor deveria ter submetido esses princípios à população do Rio de Janeiro, por exemplo, promovendo reuniões com grupos representativos, antes de publicá-los. Se tivesse feito isso jamais incluiria alguns dos princípios elencados, como o preconizado na letra "l":
"As Organizações Globo são independentes de governos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos".
Existe um gigantesco antagonismo entre o preconizado no preceito e o que vivemos diariamente no Rio de Janeiro, onde as Organizações Globo demonstram claramente que são aliadas do governo Sérgio Cabral (PMDB), tendo posicionamentos frequentemente favoráveis a esse governo.
Prezado presidente, dificilmente o senhor conseguiria um percentual de votos "contra" superior a dez por cento, se fizesse a seguinte enquete:
- Você considera que as Organizações Globo são contra ou a favor do governo Sérgio Cabral (PMDB)?
Penso que um caso concreto esclareça melhor o meu posicionamento.
Vejamos o princípio preconizado na letra "d":
"Não pode haver assuntos tabus. Tudo aquilo que for de interesse público, tudo aquilo que for notícia, deve ser publicado, analisado e discutido".
Presidente, posso garantir, a TV Globo e o Sistema Globo de Rádio não cumprem tal princípio.
No dia 13 JUN 2011, eu compareci à TV Globo munido de provas (imagens) de que no dia 03 JUN 2011, o governo Sérgio Cabral (PMDB) preparou uma armadilha contra os Bombeiros Militares. Primeiro tentei entregar as provas no jornalismo, o que não foi permitido, tendo sido orientado para entregar as provas no serviço de protocolo. Comprei um envelope, enderecei ao senhor (aos cuidados de Rodrigo Pimentel) e protocolei.
Fiz um vídeo sobre esse martírio para comunicar à TV Globo os indícios gravíssimos de crimes por parte do governo estadual:
Senhor presidente, pergunto:
- O fato foi noticiado? Não.
- Alguém da TV Globo fez contato comigo para melhor esclarecer a denúncia? Não.
Presidente, ao sair da TV Globo fui até o Sistema Globo de Rádio, onde além de entregar os documentos, apresentei e expliquei as provas (imagens) a uma jornalista, que concordou de imediato com a gravidade e a veracidade das denúncias.
Senhor presidente, pergunto:
- O fato foi noticiado? Não.
- Alguém do Sistema Globo de Rádio fez contato comigo para melhor esclarecer a denúncia? Não.
Ilustre presidente, em seguida fui até a redação do jornal O Povo do Rio, onde expliquei a denúncia, o que resultou em uma matéria de página inteira publicada no dia seguinte. Aliás, cabe informar que programa SBT Rio me entrevistou duas vezes sobre as denúncias e o Jornal do Brasil também publicou matéria.
O senhor poderia me explicar o silêncio das Organizações Globo?
Será que a empresa que protocolou acabou extraviando o documento?
Será que Rodrigo Pimentel engavetou o documento?
Será que alguém intramuros proibiu que as graves denúncias fossem veiculadas pelas Organizações Globo para não desmoralizar Sérgio Cabral, Beltrame, Mário Sérgio, etc?
A palavra está com o senhor presidente.
Enquanto isso, respeitosamente, prefiro ignorar que as Organizações Globo tenham algum princípio editorial que tenha como base a ética jornalística.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 5 de julho de 2011
SÉRGIO CABRAL (PMDB) CONTINUA ZOMBANDO DE TODOS NÓS.
Governo do Rio vai adotar Código de Conduta Ética do governo federal
De acordo com a assessoria de imprensa do governador Sérgio Cabral, "o código destina-se ao governador, vice-governador, secretários e subsecretários, presidentes, vice-presidentes, diretores e conselheiros de agências estaduais, autarquias, inclusive as especiais, fundações mantidas pelo Poder Público, empresas públicas e sociedades de economia mista".
Segundo o Código, os servidores públicos serão obrigados a se pautarem pelos princípios da eficiência, moralidade e probidade, a manterem clareza de posições e decoro, a exercer com zelo e dedicação a sua atividade, manter respeito à hierarquia e ter, fora do local de trabalho, conduta compatível com o exercício da atividade profissional na Alta Administração do Estado, entre outras atribuições.
O servidor público não poderá usar o cargo para obter benefícios ou tratamento diferenciado, para si ou para pessoas próximas, nem utilizar em proveito próprio ou de terceiro os meios técnicos e recursos financeiros que lhe tenham sido postos à disposição em razão do cargo. Também ficam vedados atos de gestão afetados por informações de autoridades com conhecimento privilegiado.
Ofertas de viagem devem ser recusadas
Em seu artigo 10, o Código proíbe taxativamente os servidores de receberem presentes, transporte, hospedagem, compensação ou quaisquer favores, assim como aceitar convites para almoços, jantares, festas e outros eventos sociais. Também é vedado ao agente público prestar serviços ou aceitar proposta de trabalho, mesmo fora de seu horário de expediente, e dar informações que sejam revertidas em privilégio para quem solicita ou que se refira a interesse de terceiro.
Após deixar o cargo, o funcionário público terá que esperar quatro meses para atuar em benefício ou em nome de pessoa física ou jurídica em processo do qual tenha participado em razão do cargo ou função que ocupava, ou prestar consultoria valendo-se de informações não divulgadas publicamente. O servidor que não cumprir as normas do Código estará sujeito a censura ética, exoneração do cargo em comissão ou dispensa da função de confiança e até restituição à empresa contratada para prestação de serviço.
Também será publicado no D.O. desta terça-feira decreto que cria o Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Estadual, integrado pela Comissão de Ética Pública Estadual (CEPE) e a Comissão de Ética da Alta Administração (CEAA).
A polêmica foi levantada após um acidente de helicóptero em Trancoso, no último dia 17 de junho, quando ficou evidenciada a amizade entre o governador do Rio, Sérgio Cabral, e o empresário Eike Batista, que emprestou seu jato particular para que Cabral e parentes viajassem para a Bahia para a festa de aniversário de Fernando Cavendish, dono da Delta Construções, empreiteira cuja participação em contratos do governo do estado cresceu em seu mandato. Na semana passada, Cabral disse que queria criar um código de conduta que estabeleça limites para a relação do Poder Executivo com empresários.
Nesta segunda-feira, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) informou que, assim que retornar do recesso, em agosto, iria debater um código de ética na administração estadual. A proposta, apresentada pelo deputado Geraldo Moreira (PMN), tinha como objetivo evitar conflitos de interesses públicos e privados, além de servir de fonte de consulta em caso de dúvida sobre a atuação das autoridades estaduais.
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
ÉTICA, QUEM PRECISA DELA?
Órgãos públicos e entidades submetidos a fiscalização do TCU - Tribunal de Contas da União - pagaram ao menos R$ 228 mil ao presidente do tribunal, Ministro Benjamin Zymler, por palestras e cursos de um ou dois dias entre 2008 e 2010. Após as palestras, Zymler seguiu como Relator de seis procedimentos e participou de ao menos cinco julgamentos de processos de interesse dos contratantes. Em nenhuma das vezes entendeu que havia motivo para se declarar impedido.
As palestras, os custos e as agendas de Zymler não são divulgados pelo site do TCU. No final de 2008, ele ministrou a servidores da Eletronorte - Centrais Elétricas do Norte do Brasil - por R$ 21,5 mil, curso de dois dias intitulado "Licitações e Contratos sob a Ótica do TCU". Zymler é ou foi relator de 41 processos que têm relação direta com a Eletronorte. São provenientes de denúncias de irregularidades, auditorias e acompanhamento.
Meses depois da palestra, Zymler relatou um processo de monitoramente de obras da Eletronorte na usina de Tucuruí (PA). Ele concordou com a área técnica do tribunal e mandou reclassificar os indícios de "irregularidades graves com retenção de pagamento" para "irregularidades graves com recomendação de continuidade".
No ano passado, Zymler recebeu R$ 59 mil por um curso de dois dias, segundo pesquisa realizada a pedido da Folha no Siafi - sistema de acompanhamento de gastos do governo - pelo site Contas Abertas. O pagamento foi feito pela UFABC (Fundação Universidade Federal do ABC), de Santo André (SP), vinculada ao Ministério da Educação.
Zymler abriu uma empresa, a EMZ Cursos e Treinamento, que passou a ser contratada pelo SEBRAE - Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, para uma série de sete palestras em várias capitais. Cada uma custou R$ 13 mil. Por R$ 20.232,16, o INPI - Instituto Nacional de Propriedade Industrial - contratou Zymler para um curso de oito horas de duração, realizado num único dia, no Rio. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), vinculada ao Ministério da Agricultura, pagou R$ 14,6 mil por um curso de 16 horas proferido a 66 servidores.
Na AGU - Advocacia-Geral da União - o evento custou R$ 9,6 mil e foi acompanhado por "cerca de 500 servidores", segundo o órgão, num total de oito horas. O Ministro foi contratado após a dispensa de licitações, sob o argumento de que havia notória especialização, quando se considera a competição inviável ou inexigível. Dispensas de licitação na gestão federal são focos frequentes de críticas do TCU. O Ministro afirmou à Folha, em nota, que os eventos dos quais participou eram "atividades docentes" e também recorreu a uma resolução do CNJ - Conselho Nacional de Justiça - de 2007. Contudo, o TCU não é ligado administrativamente ao Judiciário, pois atua como braço do Legislativo na atividade do controle externo e o CNJ não tem poder de fiscalizar Ministros do TCU. Consultado pela Folha, o CNJ informou que não tem sobre as palestras "resolução ou norma sobre o assunto em questão".
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 11 de maio de 2010
PROJETO FICHA LIMPA - EU APOIO.
sábado, 19 de dezembro de 2009
19 DEZ 2009 - DIA DO FORA CABRAL - ATO I - A OPINIÃO DO POVO ( 2 ).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
19 DEZ 2009 - DIA DO FORA CABRAL - ATO I - NORTE SHOPPING.
19 DEZ 2009 - DIA DO FORA CABRAL - ATO I - SHOPPING NOVA AMÉRICA.
19 DEZ 2009 - DIA DO FORA CABRAL - ATO I - A OPINIÃO DO POVO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
MÚSICA CLASSE MÉDIA - UM RETRATO DA NOSSA FALTA DE CIDADANIA.
Exerça a sua cidadania plena.
Nós podemos mudar o Brasil, lute pela ética na política.
Mobilize-se.
Participe de toda luta justa.
Dia 19 de dezembro de 2009, o Dia do Fora Cabral - Ato I.
Una-se a nós, vamos salvar o Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 6 de dezembro de 2009
FORA CABRAL! - 19 DE DEZEMBRO DE 2009 - VISTA ESSA IDEIA.
O cidadão fluminense precisa voltar às ruas do Rio de Janeiro para lutar conosco pela construção de uma política ética no Brasil e temos que aprender com outros povos que consideram a mobilização popular uma autêntica e eficiente ferramenta do processo democrático.PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O BRASIL ESTÁ DOENTE.
Optei por essa frase recorrente em um país onde tudo sinaliza para um estado patológico das instituições públicas e da própria população, por considerá-la a mais abrangente diante da sua generalização.
O Brasil está doente em todos os setores, a gravidade maior e assustadora reside no estado em que se encontra o próprio brasileiro, que parece ter perdido inteiramente os valores básicos da educação que devem ser construídos na primeira fase da vida.
O país sacode com o escândalo do governo do Distrito Federal, mais um dos incontáveis escândalos políticos do governo Lula (PT), a recorrência desses escândalos políticos quase nos anestesia, mas a minha inquietude não reside nesse fato, tendo origem no campeonato brasileiro de futebol, em um grupo de torcedores do Grêmio.
A pequena parte da torcida do tricolor gaúcho solicitando que o seu clube entregue o jogo contra o Flamengo é um forte sintoma da deteriorização da nossa sociedade.
Por favor, não me venham alegar uma ética própria para o futebol, que justificaria esse pedido ou o uso da mão por um jogador da seleção da França para classificar a seleção para a copa do mundo ou ainda, a mão de Deus de um argentino em uma copa passada.
Aquela mão pode ser de qualquer um fraudador, nunca a mão de Deus.
Existe honra na derrota, porém nunca nessas vitórias fraudadas.
Sinceramente, na minha opinião colocariam maços de notas nos bolsos, nas meias, nas cuecas e onde mais coubesse.
E, ainda, comprariam todos os panetones do mundo.
O brasileiro está doente, quer levar vantagem em tudo e não avalia os meios usados para conseguir essas vantagens.
Tal deformação é falta de educação, de escola e de cidadania.
São "analfabetos éticos" que se multiplicam por todos os cantos desse país continente e que estão sufocando os que lutam para reverter esse quadro de infecção generalizada.
Infelizmente, os governos não investem nos antibióticos de última geração e continuam tratando esse corpo em estado terminal com um placebo de educação pública.
Essa omissão logo fará com que todos os jogos do campeonato brasileiro sejam combinados antecipadamente e os estádios continuarão lotados de torcedores, que aos gritos acertarão o resultado do próximo jogo e no final do campeonato todos serão campeões.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
UM RECADO PARA OS CIDADÃOS DE BEM, SÓ PARA ELES.
domingo, 15 de novembro de 2009
ARTIGO DE DOMINGO - "MOVIMENTO FORA CABRAL!" - A FERRAMENTA IDEAL PARA A PROMOÇÃO DA ÉTICA NA POLÍTICA.
A gravidade do quadro é retratada pela mídia investigativa diariamente, porém nada sinaliza no sentido de que esse quadro vai ser revertido sem uma maciça ação da parte da população brasileira que consegue interpretar um texto, infelizmente, uma parcela ainda minoritária entre nós.
Temos que agir e a hora é agora, já perdemos tempo demais na expectativa de que surgissem paladinos da ética no parlamento, no executivo, no judiciário ou no ministério público que agissem na direção da solução desse problema.
Eles não existem ou são inócuos.
A solução está em nossas mãos.
Cleyde Prado Maia, a criadora da ONG Gabriela Sou da Paz, que transformou a dor da perda de uma linda filha, vítima da violência do Rio de Janeiro, antes de virar estrela, nos deixou alguns ensinamentos, enquanto participava das mobilizações cívicas dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares. Uma dessas lições destacava a importância de centrarmos as nossas ações na busca de um objetivo, um alvo claramente identificado e que assim permitiria que mensurássemos os resultados alcançados ao longo do processo.
Esse ensinamento nos direciona a lutar pela ética na política com foco inicial em um político que servisse como símbolo do político que nós não queremos na política brasileira, assim vencendo esse adversário através de uma luta pública, a lição do seu insucesso serviria de exemplo para outros, enquanto o nosso sucesso nos direcionaria para objetivos maiores, um partido, por exemplo.
No Rio de Janeiro, os mais de 1.500 motoristas de vans intermunicipais, após terem sido enganados por Sérgio Cabral (PMDB) criaram o movimento “Fora Cabral!” tem realizado vários atos ordeiros e pacíficos contra a imagem do governador que prometeu e não cumpriu, os condenando ao desemprego e a grandes dificuldades para a promoção do sustento de seus familiares. Eles usam faixas, cartazes, carros de som, pipas, adesivos e outros recursos para levar a sua luta a toda população fluminense, inclusive comparecendo a atos políticos e sociais nos quais Sérgio Cabral comparece. Os motoristas estiveram no jantar palaciano que Cabral promoveu para senadores e deputados federais para tratar do pré-sal; na inauguração de ruas asfaltadas em Saquarema; na Marcha Democrática PEC 300/2008 – Rio de Janeiro; no enterro do governo Sérgio Cabral realizado na ALERJ e no jantar oferecido à cantora Madonna, apenas para citar alguns exemplos.
Eles criaram um blog onde divulgam a luta que estão desenvolvendo:
www.blogdasvans.blogspot.com
Os mais de 1.500 funcionários do SAMU que foram demitidos por Cabral também têm participado de algumas dessas manifestações, eles que também estão encontrando dificuldades enormes para prover o sustento de seus familiares.
Sérgio Cabral também mentiu para as categorias do funcionalismo público fluminense, fazendo uma série de promessas quando era candidato, não cumprindo nenhuma delas depois de eleito.
Diante desses fatos, concluímos que Sérgio Cabral é o alvo ideal para que comecemos no Rio de Janeiro uma campanha cívica pela moralização da política brasileira.
Cabral simboliza como poucos o MAU POLÍTICO, o político que o povo não quer mais na política brasileira.
Mais uma vez: a solução está em nossas mãos.
Cidadão fluminense una-se a nós, participe do “Movimento Cívico Fora Cabral!”.
Divulgue e participe dos atos cívicos que serão realizados.
Use o adesivo em seu carro.
Faça uma camisa com a frase “Fora Cabral!”.
Coloque uma faixa na sua janela.
Empine as pipas “Fora Cabral!”.
Fale a verdade sobre o governo Sérgio Cabral para todos que você encontrar nas ruas, nos shoppings, nos estádios de futebol, nas praias, nas escolas, nos quartéis, nos hospitais, no local de trabalho, etc.
Temos que realizar uma campanha pública, ostensiva, transparente, todos precisam ver a nossa mobilização, pois só assim ela servirá de exemplo para os outros políticos.
Impedindo a reeleição de Cabral em 2010, podemos sonhar em direcionar a mobilização para um partido em 2012, impedindo a eleição de seus candidatos a todos os cargos eletivos.
Cidadãos brasileiros façam o mesmo no seu município e no seu estado, escolham um político que represente o MAU POLÍTICO e organizem uma campanha cívica, ordeira e pacífica, nas ruas de sua cidade.
No Rio de Janeiro, o “Fora Cabral!” invadirá todas as ruas.
Nós venceremos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 20 de setembro de 2009
ARTIGO DE DOMINGO - QUALIDADES ESSENCIAIS PARA FUNÇÃO DE COMANDANTE - TENENTE CORONEL DE POLÍCIA SCHITTINI.

JUNTOS SOMOS FORTES!PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 23 de agosto de 2009
CARTA PARA ALOIZIO MERCADANTE - LUIZ GUSTAVO LIMA BISPO.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
RIO DE JANEIRO - FORA SARNEY (PMDB) - DIA 22 DE AGOSTO - 14:00 HORAS - METRÔ FLAMENGO.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
domingo, 31 de maio de 2009
A ÉTICA NA POLÍTICA BRASILEIRA.
JUNTOS SOMOS FORTES!PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quinta-feira, 28 de maio de 2009
QUEM VIGIA A FALTA DE ÉTICA PÚBLICA NO BRASIL?
Por Roberto Caldas
A Comissão de Ética Pública completa dez anos hoje, dia 26 de maio. Surgem indagações se a Comissão tem cumprido o seu papel e se há o que comemorar. Em vez de apenas respondê-las positivamente, parece-me mais importante lançar uma reflexão à sociedade sobre a relação direta entre o desenvolvimento e a ética.
A Comissão é órgão autônomo vinculado ao presidente da República, que nomeia seus sete membros para mandatos de três anos, renováveis uma vez. Seus integrantes não são remunerados ou vinculados ao serviço público, para que mantenham a necessária autonomia e imparcialidade. Devem ser cidadãos com legitimidade para representar a sociedade e preencher requisitos de “idoneidade moral, reputação ilibada e notória experiência em administração pública”. Afinal, é instância consultiva do presidente da República em matéria de ética e julgadora da chamada alta Administração Federal.
A estruturação da ética pública tem razão de ser muito superior à mera punição aos faltosos:. é o direito ao desenvolvimento social e econômico, classificado universalmente como um direito humano inalienável. Nos termos da Declaração sobre Direito ao Desenvolvimento das Nações Unidas, “toda pessoa e todos os povos estão habilitados a participar de um desenvolvimento econômico, social, cultural e político, a ele contribuir e dele desfrutar, no qual todos os direitos humanos e liberdades fundamentais possam ser plenamente realizados” (artigo 1º). Em nossa Constituição, de igual maneira, o direito ao desenvolvimento está presente em seus primeiros artigos.
Onde entra a ética nesse contexto? O desenvolvimento sustentável não floresce sem transparência *e ética, sendo essa conclusão comum de estudos de organismos internacionais como a ONU, Unesco, OEA, Banco Mundial e BID. E para conquistar um ambiente ético em geral, que abarque também o setor privado e o cidadão comum, é preciso incrementar a ética da elite dirigente.
A Comissão, apesar da estrutura enxuta, desenvolveu ao longo deste decênio um silencioso mas notável trabalho no âmbito do Executivo. Armada de um Código de Conduta simples, tem traçado orientações e produzido treinamentos, palestras e prestado consultas às autoridades, bem como aplicado sanções, que vão desde simples orientações até a sugestão de exoneração de servidores públicos.
Tem resolvido conflitos de interesses, inclusive com a determinação de se desfazer de bens particulares, empresas ou aplicações financeiras que possam, ainda que aparentemente, resultar em conflito ético, maculando a confiança e o respeito do público na integridade, moralidade, clareza de posições e decoro das autoridades.
Descompassos entre os três Poderes, com proibições no Executivo que são admitidas no Legislativo e no Judiciário. Por exemplo, viagens, hospedagens, participações em seminários, remuneração de fontes privadas, nepotismo. Acabam temas de páginas dos jornais.
Não seria hora de pensar-se em um código de conduta comum e uma comissão julgadora única para os três Poderes?
Importante também é observar a diferença vantajosa do código de conduta para o código de ética. O de conduta – adotado pelo Executivo – prevê atos proibidos ou permitidos, enquanto o de ética é apenas genérico, não descrevendo condutas. Ao estabelecer normas claras, dilemas que afetam a reputação da autoridade e da organização passam a ser tratados objetivamente, dando segurança à autoridade no agir. A geração de um ambiente transparente e ético evita o conflito de interesses e a perda de credibilidade. Fecha a antessala da corrupção.
Outra vantagem da Comissão do Executivo é que sua composição é de membros externos às carreiras julgadas. Ao contrário, no Legislativo são comissões compostas pelos próprios pares. No Judiciário, cujo Código de Ética ainda completará um ano de existência, também deve ser assim.
A diferença de tratamento entre os agentes públicos pode ser solucionada com um avanço: os três Poderes pactuarem um novo código de conduta e uma nova comissão de ética abrangentes de todas suas maiores autoridades, para gerar jurisprudência única, transparente, socialmente controlada e condizente com o desenvolvimento que bate à porta do País. A chave-mestra é a Ética.
Roberto Caldas é juiz ad hoc da Corte Interamericana de Direitos Humanos, presidente da Comissão Nacional de Direitos Sociais da OAB e advogado nas áreas constitucional, trabalhista e social.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
