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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

AME/RJ - REUNIÃO DE OFICIAIS - UMA NECESSIDADE.

A crise vivenciada na área da segurança pública do Rio de Janeiro é gravíssima, considerando que existe uma mobilização em curso envolvendo PMs, BMs e PCs que poderá ter como resultado uma greve geral, o que seria muito ruim para todos nós. Diante dessa verdade, penso que as associações classistas não podem e não devem se omitir, mesmo que não participem da mobilização e mesmo que as suas presidências e diretorias sejam contrárias ao movimento. Os sindicatos que eu conheço da Polícia Civil (SINPOL e SINDPOL), com exceção do que defende os interesses dos delegados de polícia, estão realizando assembleias com os seus associados. É isso que se espera de sindicatos e de associações, que sejam um fórum para discussão dos problemas que envolvem as categorias que representam. A Associação dos Oficiais Bombeiros abriu as suas portas para que os Oficiais do CBMERJ e da PMERJ pudessem discutir a crise, por sua vez a AME/RJ até a presente data permaneceu de portas fechadas. E, não só a AME, pois não tenho qualquer notícia sobre outra associação da PMERJ ou do CBMERJ, seja de Oficiais, de Subtenentes e Sargentos ou de Cabos e Soldados, que tenha realizado uma única assembleia com seus sócios.
É hora de abrir as portas, o mais rápido possível, para discutir a crise e suas soluções.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

CORONEL PAÚL, UM SINDICALISTA.

Rio - Santa Tereza - 2010
Conselho Luz Azul
Segunda Reunião
Os militares não podem ter seus sindicatos, os representantes da categoria que lutam por todos para a obtenção de melhores salários e condições de trabalho. Infelizmente, as associações de classe, com raras exceções, não desenvolvem as tarefas que os sindicatos realizam.
A organização militar joga tal atribuição, lutar por todos, nas costas dos comandantes das forças, que acabam fazendo as vezes dos sindicatos, mal comparando.
Todavia, apesar dessa responsabilidade, a maioria dos comandantes esbarra na sua subordinação ao governante, o que impede que eles possam interagir de igual para igual. Isso faz com que os anseios da tropa acabem sendo vistos como meras solicitações e não como necessidades urgentes.
Via de regra, o comandante militar é um mau negociador, falta o ferramental necessário próprio dos sindicalistas.
Isso sem falar que alguns comandantes não querem incomodar os governantes com questões salariais, evitando contrariar o mandatário, pondo em risco a sua cadeira e as suas beneces.
Além dessas verdades, alegam que os militares não podem fazer greve, a importância das missões não permite essa possibilidade, o que faz com que exista menos uma ferramenta de pressão contra o padrão, o governo. Embora, existam interpretações de que essa proibição só alcança as Forças Armadas e não as Polícia Militares eos Bombeiros Militares, como já publicamos.
No Rio de Janeiro, o Coronel de Polícia Ubiratan foi o último comandante geral da Polícia Militar que tentou negociar o cumprimento das promessas de campanha do governador Sérgio Cabral. Após a sua exoneração, os sucessores não caminharam nessa direção e a crise salarial cada vez ganha uma maior dimensão.
Sinceramente, não consigo aceitar como um comandante possa ficar calado diante dos salários miseráveis que a tropa sob seu comando recebe. Penso que o amor à cadeira seja maior que o amor corporativo, que supere as suas atribuições de líder, que deve zelar pelo bem estar dos liderados.
Essa é a minha conclusão.
Tenho lido no twitter que no dia 18 MAI 2010, Policiais Militares do 9o BPM iniciarão um movimento grevista, algo que custo a acreditar, embora entenda que o desespero possa conduzir a atos de tal natureza e o quadro salarial é desesperador.
Não tenho como avaliar se essa mobilização nasce com a possibilidade de crescer, nem mesmo se ocorrerá o efeito dominó, onde a onda vai se alastrado peça por peça.
Aliás, nem sei se esse comentário surgido no twitter tem como motivação os baixos salários, considerando que a tropa da Polícia Militar enfrenta outras dificuldades além dos salários famélicos.
Quem viver verá.
Enquanto isso sigo na mobilização, achando que em muitos momentos me aproximo da figura do sindicalista, sobretudo quando tenho por perto um megafone ou microfone.
Quem sabe onde isso poderá me (nos) levar?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O "GAROTINHO" BOLIVIANO.

G1.GLOBO.COM:
EVO MORALES ANUNCIA GREVE DE FOME PARA APROVAR LEI ELEITORAL NA BOLÍVIA.
O Presidente é acompanhado por líderes sindicais e sociais.
Prazo do Congresso para regulamentar lei venceu na quarta-feira. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 30 de março de 2009

DEZ MIL MARCHAM CONTRA A CRISE EM SÃO PAULO.

O GLOBO/CBN:

ENTIDADES SOCIAIS E SINDICALISTAS FAZEM MANIFESTAÇÃO NA AVENIDA PAULISTA CONTRA A CRISE E DEMISSÕES.

SÃO PAULO - Um protesto em reivindicação ao "Dia Internacional de luta contra a crise e demissões" esperar reunir 10 mil pessoas na Avenida Paulista. (clique e leia).



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 15 de abril de 2008

DEPUTADO FEDERAL JAIR BOLSONARO - DISCURSO


"JUNTOS SOMOS FORTES!"

"LIBERDADE DE OPINIÃO"

"CONHECER CADA PONTO DE VISTA"

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO