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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

DILMA MENTE, LULA MENTE, CABRAL MENTE, NINGUÉM LIGA.

BLOG DO CORONEL:
Quinta-feira, Agosto 26, 2010
Dilma também mente sobre o pré-sal.
Outra mentira da Mãe de Todos os Dossiês. Vai usar a "riqueza do pré-sal" para acabar com a miséria. Que riqueza do pré-sal? Antes de 2016 não vai ter produção. Só preparação. Só investimento. Produção, se tudo der certo, só lá por 2020. Ninguém desmente? Ninguém coloca ela falando esta bobagem com o que ela falava há dois anos atrás? Está tudo gravado!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 11 de março de 2010

JORNAL DA SEGURANÇA PÚBLICA - ANO I - 048 - 11 MAR 2010.


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

SÉRGIO CABRAL SÓ ATRAPALHA ...

EX-BLOG DO CESAR MAIA:
PRÉ-SAL: HISTRIONISMO DO GOVERNADOR PREJUDICOU O ESTADO DO RIO!
1. Estar com a posição certa na defesa do Rio não basta. Há que se adotar a postura e método adequados, de forma a transformar a posição certa em vitória. Uma postura histriônica e autoritária do Governador do Estado do Rio deixou tudo a perder. Sua agressividade juvenil com a Câmara de Deputados ajudou os que queriam mudar o projeto a aglutinar forças. A visão autoritária de que o presidente Lula pode tudo, por cima do poder legislativo, da mesma forma. Não pode.
2. Depois deste festival de equívocos, o governador deveria baixar os faróis, sair dos holofotes, parar de falar besteiras agressivas para capitalizar eleitoralmente e ir -com discrição, sem imprensa, manso e humilde- ao senado conversar com os senadores, que farão a revisão da lei. Entender a conjuntura em que se vive e levar uma proposta intermediária que garanta os recursos do Estado do Rio e que os recursos da União -já obesa de tributos- possam, esses sim, ser usados para a demanda que outros Estados e Municípios colocam.
3. Essa derrota acachapante tem um responsável: o Governador do Estado do Rio. Não havia projeção que se pudesse chegar a isso, seis meses atrás. Sua agressividade histriônica produziu uma derrota extrema que ninguém imaginava.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 13 de dezembro de 2009

CARO GOVERNADOR CABRAL - FERNANDO PEREGRINO.

Caro governador Cabral
Fernando Peregrino, Jornal do Brasil
RIO - Desde o início do seu mandato, o senhor nos vendeu a ideia de que bastaria um bom relacionamento com o presidente Lula para que as questões entre o governo federal e o estado do Rio fossem resolvidas. E que a culpa do contencioso de Brasília com o Rio era dos governos anteriores, e daí, como um cacoete, todos ao redor repetiam: agora o Rio vai!
Pena que, agindo assim, deixou de examinar os fatos como eles são. Apesar de o senhor estar cercado de assessores prontos para darem um “choque” de gestão, invisível, por enquanto. Deixaram de lembrar-lhe, por exemplo, que nos últimos anos o país assistiu a um gradativo e profundo ocaso do federalismo fiscal.
Desde FHC até hoje, a União vem concentrando a arrecadação fiscal com o aumento das contribuições que não são distribuídas pelos demais entes federados. Esses – estados e municípios – passaram a ser meros pedintes subservientes ao governo federal. Com isso, abriam mão de sua autonomia, de fazer suas próprias políticas públicas, e eram instados a adular o governo central e seus asseclas burocratas para obter verbas.
No caso do Rio de Janeiro é mais grave. Em se tratando de ICMS, por iniciativa de um senador de outro estado cuja economia concorre com a do Rio, foi inscrita na Constituição a proibição à cobrança desse imposto estadual na origem quando se trata de petróleo (artigo 155), não por acaso, nossa maior riqueza. Os ex-governadores Garotinho e Rosinha apenas lutaram para correção dessa injustiça fiscal, que retira quase R$ 4 bilhões por ano do estado do Rio.
Recurso esse, governador Cabral, maior que o PAC do Rio. Aliás, muito mais valioso, porque não subtrai nossa autonomia de estado federado. Porque não nos obriga a fazer concessões descabidas e passar por essa situação vexaminosa em relação ao nosso direito constitucional sobre o pré-sal.
O senhor sabe que a elite que o adula, parte dela, se omitiu em defender os interesses do Rio para obter os créditos negados do metrô e da recuperação da BR 101, uma vergonha nacional em território fluminense. No primeiro caso, só através da Justiça foi possível; no segundo, até obra em estrada federal o governo estadual anterior teve que fazer para reduzir os riscos de acidentes rodoviários.
A grande mídia, com raras e honrosas exceções, silencia, enquanto “... nossa pátria era subtraída”, como na canção de Chico Buarque. Mas o senhor sabe o quanto nosso estado é credor da União, e há muitos anos, desde a fusão e a retirada da capital para Brasília...
A União, mesmo com Chagas Freitas, Marcello Alencar, Moreira Franco, Brizola, mostrou-se sempre reticente aos direitos federativos de nosso estado. Veio o senhor, e novos tempos foram anunciados: harmonia e abundância. Segurança, saúde e educação, em pouco tempo, seriam problemas do passado, dizia. Ledo engano.
A luta política não funciona assim. Sobretudo quando se trata de repartir riquezas. Não fosse a história para ensinar, o velho ditado é sábio: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”. A descoberta do pré-sal serviu para isso. Retiraram as participações especiais do novo modelo. Reduziram os royalties para os estados e municípios produtores de 52,5% para 34% e distribuíram os restos pelos demais estados e a União, mesmo os não produtores, rasgando a Constituição, diria o ilustre jurista Humberto Soares.
E agora? O senhor, que não se preparou para defender diligentemente os altos interesses do Rio de Janeiro, corre atrás do prejuízo. Sua bancada federal desunida agora é incapaz de esboçar uma reação eficaz. Só resta a mídia, que lhe é generosa.
Mas é o Rio e suas políticas públicas que podem perder. O senhor mesmo admite que o estado não tem recursos para pagar salários dignos a professores, nem aos policiais, bombeiros, ou médicos...
São muitos os prejuízos. Mas, caro governador, com toda a franqueza, o pior de todos os prejuízos, considero um: o péssimo papel pedagógico de mostrar que a deslealdade faz parte da política. Que não há ideais na política, apenas o pragmatismo. Que não há partidos políticos sinceros, apenas cartórios. Que a Federação é simplesmente uma palavra, sem consequência. Que personagens da história como Tiradentes, José do Patrocínio, Nilo Peçanha, Vargas, Brizola, Darcy, e tantos outros, lutaram sem ideais.
Lamento, caro governador, mas nessa quadra de anos a Federação ficou menor. Ficou demonstrado que não podemos confundir bom relacionamento com estratégia política de obter direitos. Não estamos mais no Império.
Finalmente, releve se assessores tentarem desqualificar este desabafo. Afinal, mais da metade deles integrou os governos anteriores que o senhor chamou de, no mínimo, beligerantes...
Respeitosamente.
Fernando Peregrino é ex-secretário estadual de Ciência e Tecnologia, além de mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

LULA MANDA SÉRGIO CABRAL CALAR A BOCA.

O GLOBO

Eu li essa notícia no blog do Ricardo Gama.
Lembro que Cabral está em Nova Iorque de férias com a família.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ATO CÍVICO - 07/09/2009 - PALÁCIO LARANJEIRAS.

O Extra online divulgou um vídeo a respeito da manifestação realizada ontem em frente ao Palácio Laranjeiras, enquanto Sérgio Cabral (PMDB) recebia para um jantar deputados federais do Rio de Janeiro (clique e assista).
Nós chegamos ao local às 18:30 horas e saímos às 21:00 horas, considerando o número de veículos oficiais que entraram no Palácio Laranjeiras, o número de deputados faltosos foi muito grande.
Uma presença que foi saudada calorosamente pelos motoristas do transporte alternativo foi a do deputado federal Fernando Gabeira (PV), que chegou em um veículo marca VW, modelo Gol.
No transcorrer do ato cívico, moradores do local conversaram conosco e reclamaram do constante sobe e desce de helicópteros, diariamente. Eles alegaram que Cabral se desloca entre o Palácio Guanabara e o Palácio Laranjeiras utilizando o helicóptero, que provoca um grande ruído, além de economicamente ser um flagrante e desnecessário gasto indevido do dinheiro de todos nós, diante da proximidade entre os dois palácios.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

BRASIL, PRONTO PARA A GUERRA!

Segunda, 7 de setembro de 2009, 15h04
Fonte: Redação Terra
Petróleo.
Ao negociar caças, Lula diz que País precisa proteger o pré-sal.
Laryssa Borges
Direto de Brasília
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o Brasil precisa investir em defesa como forma de proteger o petróleo situado na camada pré-sal. O argumento foi utilizado pelo governante brasileiro para explicar a preferência do Brasil por negociar caças com a França (leia mais).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

A REDE GLOBO FILMOU TUDO, MAS NÃO NOTICIOU, QUAL SERÁ O MOTIVO?


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

O POVO PROTESTA NA PORTA DO PALÁCIO LARANJEIRAS.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O GOVERNO CABRAL (PMDB) É UM ALVO FÁCIL.


EX-BLOG DO CESAR MAIA.
04 de setembro de 2009
DESGASTE DE IMAGEM NÃO SE RESOLVE COM MÍDIA!
1. Sempre que um político é vaiado, procura colocar a culpa em um adversário seu. Mas se, simultaneamente, ocupa os espaços que pode na mídia e aciona esquemas publicitários, é porque, na verdade, sabe que a vaia não foi orquestrada. Este Ex-Blog viu e reviu o vídeo integral do discurso do ministro Lupi (que está no YouTube). Durante todo o discurso, a câmera passeia, focalizando os jovens. Não há sinais de claque. No final do discurso, quando vai citando os presentes e a câmera continua passeando pelos jovens, a citação do nome do governador do Estado do Rio é espontaneamente respondida com vaias, fortes e dispersas, não localizadas como claques.
2. Sobre o desgaste de imagem do governador, ele, melhor do que ninguém sabe. Afinal, abriu uma ofensiva de destaques na imprensa, que teve seu ápice com o Pré-Sal. Seu rosto, fingindo-se de zangado, pode ser analisado por um vestibulando de psicologia. Seu ânimo foi bem anotado pelo governador de SP, comentando as bolsas em baixo dos olhos, um sinal ruim para sua idade. Buscava a qualquer preço ser percebido como defensor do Rio, quando o que conseguiu foi o contrário, na medida em que, uma vez apresentados os projetos de lei, esses serão emendados. Vazou-se que Lula estava zangado com ele. Nada tão inverídico. Ao contrário, ficou preocupado. Preocupação que já havia manifestado antes ao governador de Minas.
3. Simultaneamente, deu uma entrevista em 3 blocos à TV sobre temas que o levantassem: salários de servidores (onde mentiu), pré-sal e olimpíadas 2016. Paralelamente, vazou pesquisas completamente desfocadas, o que não quer dizer manipuladas. Basta definir uma ordem de perguntas e no meio colocar avaliação de governo ou intenção de voto. Essa tentativa de reverter o desgaste de imagem por um estresse de mídia, só agrava a imagem, pois, sem fatos concretos, irrita o eleitor. A pesquisa que deveria fazer é sobre as razões desse desgaste.
4. Outro dia, em reunião com prefeitos, procurou oferecer um pacote de bondades, o que passou como eleitoreiro e sem credibilidade. Artificiais também são as visitas ao interior, agora faltando um ano para as eleições, com helicóptero e comitiva, exagerando o destaque de medidas inócuas. O fato é que é um governo sem marca, onde o resgate de seu repetitivo discurso, por anos, do posto de saúde 24 horas, se transformou em UPAS sem pessoal, sem atendimento, invertendo a memória. Melhor é avaliar bem e impessoalmente as razões e atuar sobre elas. Ainda há tempo. Pouco tempo, mas há. Insistir em responder ao desgaste com ficção, é agravá-lo.
MORTES VIOLENTAS NO ESTADO DO RIO! O IRAQUE É AQUI!
1. Em 2008, morreram 6.772 iraquianos em circunstâncias violentas. No Estado do Rio em 2007 foram 6.133 homicídios, em 2008 foram 5.717 e em 2009 até junho foram 3.198, o que projeta 6.400 até o final do ano. Isso sem contar outras mortes por violência, o que amplia em 30% esses números.
2. De 2003 a 2008, foram 92.841 mortes violentas no Iraque, ou quase 100 mil, incluindo 2009. Portanto, 14 mil por ano. No Estado do Rio, somando os homicídios a outras mortes violentas, tem-se 8 mil mortes violentas por ano; 57% do Iraque.
3. Em 2 anos e meio do atual governo do Estado do Rio, já foram 15 mil homicídios dolosos. Projetando 2009, serão 18.246 homicídios até o fim desse ano, ou 23.720 se forem agregadas todas as mortes violentas.
4. Pessoas Desaparecidas no Estado do Rio: Em 2007, foram 4.633, em 2008 foram 5.095 e em 2009 até junho 2.713, projetando 5.426 até o final do ano. Acumulando 3 anos, serão 15.154 pessoas desaparecidas.
5. De janeiro a junho foram encontradas 250 ossadas e cadáveres, projetando 500 até o final de 2009, no Estado do Rio.
São todos dados oficiais do Instituto de Segurança Publica -ISP- da SSP, disponíveis em seu site
http://www.isp.rj.gov.br/
BLOG DO GAROTINHO:
04/09/2009 16:35
O nocaute de Cabral no pré-sal
É uma unanimidade em Brasília, a péssima condução dada pelo governador Sérgio Cabral na questão do pré-sal. Como é sua característica, Cabral perdeu o controle na reunião com o presidente da República e pegou muito mal, o seu destempero para todos os presentes. Sem conhecer bem o assunto, Cabral partiu para o pessoal, e como estressado por sucessivas vaias que vem levando quase agrediu o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, ao colocar o dedo apontado para o rosto do ministro. Lula que não é bobo tirou a questão dos royalties dos projetos que seriam enviados ao Congresso, por iniciativa do Executivo, mas ao mesmo tempo revoltado com a atitude de Cabral pediu que a bancada do Nordeste organize um movimento para que, o que iria ser feito pelo governo, seja feito agora por iniciativa da Câmara dos Deputados. O destempero de Cabral vai custar muito caro ao estado. A maioria dos deputados pertence a unidades da federação que não recebem royalties de petróleo, e portanto vai fazer o que o Planalto quiser, ou seja: tirar a maior parte dos royalties do pré-sal dos estados produtores. Maturidade para negociar é fundamental por quem governa um estado do tamanho do Rio de Janeiro. Me lembro que conseguimos renegociar a dívida do estado, em 1999, com paciência, durante 9 meses, com o governo de Fernando Henrique Cardoso, do qual eu era opositor. E o resultado todo mundo sabe. Foi considerada a melhor negociação de dívida, entre todos os estados brasileiros. Assim também foi a negociação com a Peugeot – Citröen, que a exemplo da Ford que trocou o Rio Grande do Sul pela Bahia ia fazer o mesmo. O mesmo aconteceu com o Pólo Gás-Químico de Duque de Caxias, onde a negociação com a PETROBRAS, as empresas privadas, o BNDES e o governo federal tirou do papel um projeto, que estava há mais de 20 anos engavetado. Foi assim também com a reabertura dos estaleiros; com a luta pela refinaria petroquímica, que iria para o Nordeste, mas ficou em Itaboraí; com a Companhia Siderúrgica do Atlântico; com o porto do Açu e dezenas e outras situações, onde a negociação foi fundamental. Esse episódio do pré-sal, embora lamentável, serve para a opinião pública descobrir quem defendeu de fato os interesses do estado e soube negociar em benefício da população; e quem por sua natureza arrogante, pelo despreparo para o cargo, pelo desconhecimento da matéria vai para uma reunião com o presidente da República achando que está entrando numa luta de boxe. Tomou nocaute!
04/09/2009 - 14:05
A VOZ DO POVO.
Blogs de servidores e policiais estão convocando para a manifestação FORA CABRAL.
Na quarta-feira, se concentram, às 10h, no Largo do Machado e seguem em passeata até o Palácio Guanabara. Como o governador não é um bom exemplo de democrata, já se pode imaginar o aparato policial que vai ser montado para evitar que a manifestação chegue até ao Guanabara. De qualquer forma, Cabral vai estar mesmo longe. Como já tinha anunciado vai para mais uma temporada em Paris. Em tempo: não sei quem foi o autor do cartaz, mas está de parabéns. Retrata bem a situação que se vê hoje no Rio. O prefeito Eduardo Paes ri pra tudo que Cabral fala, bate palmas para qualquer coisa, aceita tudo o que "padrinho" quer e fica repetindo o que ele diz.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO