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segunda-feira, 13 de julho de 2009

O CHOQUE DA DESORDEM DO PMDB ( II ).

A imagem é um dos milhares de símbolos espalhados pelo Estado do Rio de Janeiro da parceria público-privado (poder público e os contraventores do jogo dos bichos), uma simbiose de grande sucesso no nosso estado.
Observem que se trata de um verdadeiro "escritório portátil" a céu aberto.
Um telhadinho serve de abrigo e de depósito (cadeira e mesa sobre o telhado), enquanto a grade da empresa que funciona no local, funciona como parede, onde é fixado o quadro de resultados.
Tudo muito simples, mas muito eficiente.
O escritório funciona na Avenida Dom Hélder Câmara, em frente ao Norteshopping e a cerca de 200 metros de uma cabine da Polícia Militar (3o BPM).
Cidadão fluminense, imagine a vergonha a que são submetidos os Policiais Militares, que são "obrigados" a conviver com a ilegalidade ostensiva.
Esse é o choque de desordem do PMDB, algo completamente desmoralizado.
No Rio, correm atrás de camelôs, passando ao lado de vários pontos do jogo dos bichos, surreal.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 27 de maio de 2009

VAI LÁ E FALA COM O DELEGADO E A VERDADE SOBRE O "JOGO DOS BICHOS".

CAMPANHA CÍVICA
VAMOS SALVAR O RIO DE JANEIRO


O nosso espaço democrático volta a enfrentar dificuldades para a postagem de vídeos, como já tinha ocorrido recentemente. Apesar de várias tentativas, não estamos conseguindo postar vídeos, inclusive vídeos que copiamos de outros blogs, portanto, o problema não reside no "tamanho" do vídeo ser incompatéivel com o blogger.
Vamos continuar tentanto, porém, não podemos deixar de divulgar os vídeos recebidos, principalmente, do nosso novo colaborador, Ricardo Gama. Ele está exercendo a sua indignação com o estado caótico experimentado pela população do Rio de Janeiro, produzindo vídeos (ainda sozinho) nas ruas do Rio de Janeiro.
Assim sendo, a seguir publicaremos os links:
- Por que o Governo Sérgio Cabral não combate o "JOGO DOS BICHOS"?
http://www.youtube.com/watch?v=kGowCwJRszg
- O "choque de ordem" do Prefeito Eduardo Paes contra os excluídos.
http://www.youtube.com/watch?v=bh14oz0Gi0Y
E, para permitir uma avalialção mais isenta, a respeito do fato do Governador Sérgio Cabral Filho (PMDB) não combater o "JOGO DOS BICHOS", a seguir um link para uma reportagem da mídia sobre o tema, copiado do blog do Major de Polícia WANDERBY - (www.wanderbymedeiros.blogspot.com):
http://www.youtube.com/watch?v=42zpETMafpA


Cidadão brasileiro, você prestou realmente atenção nesse último vídeo?
Lembra o que disse o Delegado da Polícia Federal EMANUEL DE OLIVEIRA sobre o "JOGO DOS BICHOS"?
Por favor, isso é importantíssimo para sua formação de opinião, assista novamente ao vídeo e preste atenção na frase do Delegado da Polícia Federal, no final do vídeo.
Percebeu a gravidade do que estamos vivendo no Rio de Janeiro?
O Delegado da Polícia Federal EMANUEL DE OLIVEIRA foi de uma coragem e um profissionalismo exemplar, descrevendo exatamente o que é a "MÁFIA DO JOGO DOS BICHOS".
Agora, repita conosco a seguinte pergunta:
- Como o Delegado de Polícia Federal José Mariano Benicá Beltrame, Secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, tendo o mesmo (ou até mesmo mais) conhecimento sobre a "MÁFIA DO JOGO DOS BICHOS", não determina a imediata repressão à contravenção, por parte das Polícias Militar e Civil do Estado do Rio de Janeiro?
Ele não pode alegar que desconhece essa realidade, então, por qual motivo permite que exista um "PONTO DO JOGO DO BICHO" em cada esquina, nas proximidades do Quartel General da PMERJ, da Chefia da PCERJ, de Batalhões da PMERJ e de Delegacias da PCERJ?
Cidadão brasileiro, cobre respostas, caso contrário, a realidade descrita pelo Delegado da Polícia Federal EMANUEL DE OLIVEIRA continuará provocando milhares de mortes no Rio de Janeiro.
Alguém pode estar se omitindo, cidadão brasileiro, entretanto, a sua família exige que o omisso não seja você, cobre respostas!
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 19 de maio de 2009

O SIMBOLISMO, O CRIME ORGANIZADO E O PODER PÚBLICO.

O tema desse artigo é o SIMBOLISMO.
Há alguns anos um Policial Militar do BOPE, após uma incursão “vitoriosa” em uma comunidade dominada pelo tráfico de drogas, subiu em uma laje e efetuou disparos de arma de fogo para o alto, a mesma ação feita anteriormente por um traficante, para afrontar as forças policiais.
Paradoxalmente, o policial foi criticado e elogiado por muitos, apesar de ter sido incorreto o seu proceder.
Cidadão fluminense, nós não podemos analisar um fato fora do seu contexto, pois isso nos conduz a uma avaliação parcial, uma meia verdade, que dificilmente nos permitirá implantar as mudanças necessárias à correção de qualquer processo.
Tanto a ação do criminoso, quanto a ação do policial, foram repletas de SIMBOLISMO.
O que significa dizer que a ação carrega uma gama de mensagens que ultrapassa o significado da própria ação.
Os “tiros” para o alto simbolizaram a demonstração de força; a tomada do poder; a posse do território, etc.
E, não podemos esquecer que um Policial Militar do BOPE vive cercado de simbolismos, a começar pela faca cravada no crânio, a vitória sobre a morte.
A própria farda preta guarda o seu simbolismo, sendo comum a inúmeras tropas de elite.
Isso sem falar que o militarismo é carregado de simbolismos.
A bandeira fincada no território inimigo como sinal de vitória; os músicos entoando músicas motivadoras; as fardas paramentadas; as canções militares que contagiam pela vibração; etc.
Portanto, o simbolismo faz parte da nossa vida, inclusive como formador de opinião e como determinante de comportamentos.
Uma prova clara dessa relação é o nosso comportamento quando comparecemos a um estádio de futebol, onde ocorra um grande clássico, com milhares de espectadores. Lá obedecemos a regras claras, apreendidas através de experiências anteriores, que regulam todos os nossos passos.
E, qual a relação do simbolismo com o poder público e o crime organizado?
A relação é total.
Quando observamos um “ponto do jogo dos bichos” a cem metros de um Batalhão da Polícia Militar ou de uma Delegacia da Polícia Civil, essa omissão acaba simbolizando a existência de um acordo, entre a Polícia e o crime organizado.
O simbolismo ganha mais força, quando o “ponto do jogo dos bichos” está situado a cem metros do Quartel General da Polícia Militar ou da Chefia da Polícia Civil.
Um “ponto do jogo dos bichos” a cem metros da residência do Governador ou da residência de um Prefeito, funciona praticamente como um atestado do acordo espúrio.
O raciocínio é o mesmo com relação às milícias.
Uma comunidade dominada por milicianos, próxima de um Batalhão da Polícia Militar ou de uma Delegacia da Polícia Civil, simboliza a conivência do poder público e direciona para a existência de um acordo entre o crime organizado e o poder público.
Cidadão, apenas para ratificar a força do simbolismo, no Rio de Janeiro a expansão das milícias, com todo o seu “poder”, tem feito que pequenos grupos de segurança privada que percorrem algumas vias públicas (quarteirões), se identificarem como milicianos, para despertar respeito e temor.
Podemos ainda citar a imoralidade do transporte alternativo clandestino que invadiu as nossas vias públicas, com veículos caindo aos pedaços e totalmente irregulares.
Concluindo, o poder público precisa reprimir os ilícitos que saltam aos olhos de todos nós nas vias públicas, para gerar um SIMBOLISMO POSITIVO de ordem, sem dúvida, muito maior que o denominado “choque de ordem do PMDB”.
Ratifico, o Policial Militar do BOPE agiu errado, embora, tenha alcançado a vitória sobre a morte!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 20 de abril de 2009

JORNAL EXTRA - POLÍCIA MILITAR PROMOVE CORONEL QUE ESTEVE NA LISTA DO BICHO.

BLOG CASO DE POLÍCIA E SEGURANÇA.
Enviado por Marco Antônio Martins.
20.4.2009 -14h30m.

Policia Militar.
PM promove coronel que esteve na lista do bicho.
No feriado de Tiradentes, dia do patrono da corporação, a Polícia Militar promoverá a coronel, o tenente-coronel Carlos Henrique Alves Lima, atual comandante do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais (BPVE). É o cargo mais alto da carreira. O oficial que já trabalhou diretamente junto à atual cúpula da PM é o segundo na lista de promoções da corporação. Uma questão: o coronel respondeu a processo em 1994. Na ocasião, o seu nome apareceu na chamada lista do Castor, encontrada na fortaleza do contraventor Castor de Andrade levantando a suspeita de pagamento de propinas pela contravenção. O processo se desenrolou na Justiça e acabou arquivado, contra o oficial, por falta de provas.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 8 de abril de 2009

VAI DAR PMDB NA CABEÇA, PODEM ACREDITAR!


Cidadão fluminense, você não consegue andar 300 metros na região metropolitana do Rio de Janeiro, sem esbarrar em um "ponto do jogo dos bichos".
A maioria deles é simples, reduzido a um "apontador", uma cadeira e uma mesa.
Via de regra o "apontador" é um senhor de idade, algumas vezes deficiente físico, o que causa uma simpatia da população.
Atualmente, mulheres estão entrando neste "mercado de trabalho".
O "apontador" é um "boa praça" por excelência, que está ganhando a vida, neste país de poucos empregos.
Alguns cidadãos tem o hábito de fazer do "ponto" um local de encontro para a conversa fiada de todo dia, sobretudo porque a maioria funciona em portas de bares, de lanchonetes e de padarias.
Uma cerveja, um aperitivo e uma "fezinha".
Hoje vai dar o quê?
É a pergunta recorrente, cada um tendo um palpite, muitos originados em sonhos.
Existem até os especialistas na interpretação dos sonhos, transformando o evento em um palpite.
Você pode jogar no grupo, no milhar, na centena, no terno de grupo, etc, as opções são variadas, gosto para todos os freguezes.
Dizem que o "jogo dos bichos" faz parte do folclore do Brasil.
Porém, o "jogo dos bichos" tem regras bem definidas e uma delas é:
"VALE O ESCRITO".
O "apostador" deve ter o cuidado de conferir se a sua aposta ditada para o "apontador" foi escrita corretamente no talão. Aliás, um costume é jogar no número impresso no talão, quem não age assim, corre o risco de ter na mão um talão com o número do milhar que dará na cabeça (primeiro prêmio) e perderá a sorte.
O "talão" é o documento aceito pela "banca" para pagar aos ganhadores e ele é um "título ao portador", perdeu o talão, perdeu o dinheiro, essa é outra regra.
O único problema é que o "jogo dos bichos" é uma ilegalidade, uma contravenção penal, o que significa dizer que os "apontadores" e os "apostadores" devem ser presos em flagarante e o material contravencional (talões, carimbos, dinheiro, etc) deve ser apreendido.
Uma pena, mas tal qual no "jogo dos bichos":
"VALE O ESCRITO (na legislação)".
É ilegal!
Assim sendo, como os seus "pontos" funcionam livremente no Rio de Janeiro, com repressões apenas ocasionais e pontuais?
Faz parte do "folclore" do "jogo dos bichos" que os banqueiros pagam à "AUTORIDADES" para os "pontos" funcionarem abertamente e que onde tem um "ponto" não tem assalto, uma forma preventiva de "policiamento".
Cidadão, por que o "jogo dos bichos" funciona livremente?
Será que é por ser "folclórico"?
O que está por trás do simpático "apontador"?
Talvez uma super-estrutura mafiosa ou não, quem sabe?
Em tempos de "CHOQUE DE ORDEM" acredito que os dias do "jogo dos bichos" estejam contados.
Quem viver verá a postura do PMDB - que governa o estado e o município do Rio de Janeiro -, a respeito desta ILEGALIDADE, que desmoraliza governo após governo.
Temos que ter FÉ, chega de "FEZINHA".
E no carnaval do ano que vem, ninguém terá mais dúvida sobre quem organiza o desfile do sambódromo, quem faz contrato com a Rede Globo para transmissão exclusiva dos desfiles e quem paga as contas do camarote utilizado pelo Presidente da República, Governador e Prefeito do Rio de Janeiro.



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 13 de março de 2009

DEPUTADO ESTADUAL PAULO RAMOS ABRE A "CAIXA PRETA" DO SAMBÓDROMO.

EMAIL RECEBIDO:

De: PauloRamos@alerj.rj.gov.br PauloRamos@alerj.rj.gov.br
Assunto: DESFILE NO SAMBÓDROMO
Para: "Paulo Ricardo Paúl" celprpaul@yahoo.com.br
Data: Sexta-feira, 13 de Março de 2009, 15:34.

Cel. Paulo Ricardo Paúl,

Segue abaixo o meu pronunciamento em plenário em 04 de março de 2009, sobrea LIESA x Segurança do Sambódromo.
Minha página: www.deputadopauloramos.com.br


Paulo Ramos.
Major RR da PMERJ.
Deputado Estadual.

Íntegra do discurso do dia 4/3/2009, no plenário Íntegra do discurso na Alerj:

O SR. PAULO RAMOS - Sr. Presidente, Srs. Deputados, venho a esta tribuna para abordar dois temas. Sobre um tive a oportunidade de falar ontem, no momento em que debatíamos um veto aposto pelo Sr. Governador a um projeto de lei aprovado por esta Casa: a questão da segurança no Sambódromo para os desfiles das escolas de samba.
Todos nós sabemos que há anos não apenas o Sambódromo mas também a Cidadedo Samba são administrados pela Liesa, a Liga das Escolas de Samba. Todos sabem ainda que a Liga das Escolas de Samba é controlada pelos também controladores do crime organizado, a partir do jogo em nosso Estado. Todos nós sabemos disso, mas o poder público - a Prefeitura do Rio de Janeiro - realizou com a Liga das Escolas de Samba um contrato, mesmo quando esta era dirigida pelos banqueiros do jogo do bicho, que, hoje, dividindo o território do Rio de Janeiro, são os controladores das máquinas caça-niquéis.
O jogo do bicho incorporou os avanços tecnológicos e, com as máquinas caça-níqueis, hoje é mais residual. O grande faturamento nesse ramo do crime organizado que é o jogo se dá através das máquinas caça-níqueis. As figuras controladoras, todas conhecidas, dirigiam diretamente a Liga das Escolas de Samba quando os contratos foram assinados. Depois de algumas exposições e condenações em diversos fóruns de nosso País, as figuras principais passaram a administrar a Liesa através de prepostos, mas essas figuras continuam integrando uma espécie de conselho e são exatamente elas que frequentam os chamados camarotes. No último carnaval, não sei patrocinando qual interesse - admito até de uma empresa concorrente -, um grande veículo de informação que integra o principal sistema de comunicação de nosso País resolveu denunciar uma empresa privada que presta serviços de segurança à Liesa e que tem como dirigente um coronel da reserva da Polícia Militar. Aliás, essa empresa privada já presta serviço de segurança pública através de contrato com a Liesa há muitos anos, não apenas no último ano, mas há muitos anos. A Liesa tem o contrato principal, mas terceiriza vários outros serviços: som, segurança, fornecimento de gêneros. Tudo ali é praticamente terceirizado. A Liesa é uma grande empresa que mobiliza outras empresas e é controlada diretamente pelos grandes banqueiros do jogo do bicho ou das máquinas caça-níqueis. A Prefeitura fez o contrato. As televisões e essas outras empresas também fazem contrato com a Liesa.
A Globo teve a exclusividade. Assinou contrato com quem para ter a exclusividade?
Com o Prefeito?
Com o Governador?
Assinou com quem?
Assinou com a Liga das Escolas de Samba.
Aí vem outra questão. O Presidente da República e o Governador do Estado compareceram ao desfile.
Com quem foi tratada a segurança das autoridades?
Com a Liesa, através da empresa contratada pela Liesa para fazer a segurança no Sambódromo. Quem representou a segurança do Presidente da República? Quem representou a Secretaria de Estado de Segurança Pública?
O policiamento é conjunto: a Polícia Militar faz o policiamento na área externa, e a empresa contratada pela Liesa faz a segurança no interior do Sambódromo, nos camarotes.
Quem fez essa integração?
Foi alguém do Poder Público, mas fez com a Liesa ?
Obviamente, a Liesa representada pela empresa por ela contratada para fazer a segurança no Sambódromo. Soube que, nos camarotes refrigerados, com muito uísque e muitas mulheres, as figuras principais de nossa República se banquetearam com os grandes banqueiros do jogo do bicho. Chegaram até a comemorar resultados.
Repentinamente, o jornal O Globo faz uma reportagem tentando comprometer quem?
Os profissionais da segurança pública, principalmente policiais militares, que, na inatividade ou na hora de folga, estavam trabalhando no bico para a empresa contratada pela Liesa. Aí surge o ponto que quero abordar com mais especificidade.
O Sr. Walter Maierovich, que é uma figura que respeito, já foi Secretário Nacional Antidrogas, é um especialista, dá uma opinião completamente conveniente para aqueles que fizeram a reportagem, que devem estar defendendo o interesse de outra empresa. No fundo, o que eles querem é substituir uma empresa por outra na prestação do serviço de segurança, mesmo que a nova empresa contrate depois os mesmos policiais militares e os mesmos policiais civis. Mas eles querem substituir. Diz o seguinte: em sendo agentes da autoridade, aqueles profissionais da segurança pública que ali estavam fazendo bico, perderiam a condição de atuar no momento em que tivessem, em nome do Estado, que reprimir quem, os controladores do crime organizado, donos do carnaval. Perderiam a autoridade, teriam constrangimento, porque ali estaria sendo criada uma relação de subordinação.
Como o Sr. Walter Maierovich é uma figura muito respeitada, cujas opiniões são colhidas em diversos fóruns, aquilo teve repercussão, cartas de leitores. Mas o que me surpreendeu foi a posição do Secretário de Estado de Segurança Pública, numa entrevista que deu, porque faz coro a isso. Diz que vai apurar, quer saber se há policiais militares ativos. Ora, veja só. Ele estava ali, como Secretário de Segurança, certamente designou um representante da Secretaria para tratar da segurança no Sambódromo, para fazer a interlocução com a Liesa e, portanto, com os banqueiros do jogo dobicho, que são os controladores da Liesa, e não disse uma palavra em relação ao princípio da autoridade.
Como um governador, um presidente da República e um prefeito, como eles sentam através de seus representantes para a promoção do seu prazer e da sua segurança? Porque, é claro, já houve um presidente da República que enfrentou um grave percalço no Sambódromo. Talvez aquela experiência tenha feito com que outros cuidados passassem a ser tomados, para que a mesma exposição ou o mesmo constrangimento não alcançasse futuros dirigentes do nosso estado, do nosso município e do nosso país. De qualquer maneira, eu venho aqui para dizer que já não é a primeira vez. Tratei desse assunto antes do Carnaval. Quem quiser consultar o depoimento do Secretário de Segurança na CPI das Milícias vai ali constatar que eu tratei rigorosamente dessa mesma questão. Eu perguntei a ele:
-Como fica o princípio da autoridade quando a banca do crime organizado controla a principal festa popular do país e se relaciona com as autoridades da área da segurança?
Como fica isto?
Se está correta a opinião do Sr. Walter Maierovitch, de que os profissionais da Segurança Pública - os poucos, se é que tinha ali algum ativo -, como agentes da autoridade, perdem a possibilidade de agir diante dos grandes criminosos que controlam o Carnaval, qual o constrangimento a que é submetida a autoridade responsável pela elaboração da política de Segurança Pública do nossoestado?
Fica também subordinada ao interesse!
Eu ando pelo Estado do Rio de Janeiro e vejo quanto existe de máquina caça-níquel instalada por aí! Já conversei com comerciantes que instalam a máquina e são obrigados a isso. Não querem, mas são constrangidos a deixar a máquina ali.
O Secretário de Segurança, no depoimento que prestou, disse que tinha recolhidas não sei quantas mil máquinas caça-níqueis, que não havia nem mais depósito no estado para o recolhimento de máquinas. Afinal de contas, seria a confissão da capitulação?
Então, Sr. Presidente, quero aqui prestar uma homenagem aos profissionais da Segurança Pública que fazem bico, que buscam uma complementação salarial através das mais diversas atividades. Eles estão aí no transporte alternativo, dirigindo táxis, dando aulas em colégios, enfim, nas mais diversas atividades. E também na segurança. O número maior, claro que é na área da segurança pública, porque é a proteção patrimonial, a proteção individual, ou seja, essa é a profissão de cada um. Se encontrarmos engenheiros fazendo bico, estão fazendo bico como engenheiros. É assim: professores, médicos, cada um desenvolve a atividade em função da sua capacitação profissional.
Nenhuma palavra sequer do Secretário sobre o salário dos profissionais da Segurança Pública. Nenhuma! Ele deveria dizer que esses profissionais são uns desgraçados, uns infelizes; que, se aposentados, poderiam estar aproveitando o justo lazer, depois de vários anos de serviço público prestado; e aqueles que estão na ativa poderiam estar com as suas respectivas famílias nas horas de folga. Entretanto estão aqui. Estão aqui porque ganham pouco, porque querem complementar o salário, mesmo com sacrifício. Então, a minha solidariedade àqueles que estavam no Sambódromo lutando com dignidade por um complemento salarial. E a minha reprovação àqueles que,em controlando o poder, se aliam ao verdadeiro crime organizado e tentam buscar biombos.
Muito obrigado.
PAULO RAMOS
DEPUTADO ESTADUAL ( RJ )
AGORA FICOU CLARO O MOTIVO DO JORNAL "O GLOBO" NÃO TER PROSSEGUIDO COM A ABERTURA DA "CAIXA PRETA" DO SAMBÓDROMO!
PARA O EXERCÍCO DO CONTRADITÓRIO E DA AMPLA DEFESA:
- COM A PALAVRA O JORNAL "O GLOBO".
- COM A PALAVRA A REDE GLOBO DE TELEVISÃO.
E, COMO FISCAL DA LEI, COM A PALAVRA O MINISTÉRIO PÚBLICO.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 12 de março de 2009

NINGUÉM CONSEGUE ABRIR A "CAIXA PRETA" DOS DESFILES NO SAMBÓDROMO.

Caros Leitores:
No Carnaval, o jornal "O GLOBO" publicou um artigo do repórter Sérgio Ramalho tratando do envolvimento de Oficiais da PMERJ com a Liga das Escolas de Samba (LIESA), que organiza o carnaval no sambódromo.
A matéria não era nova, o fato já tinha sido noticiado em carnavais anteriores, parecendo confete reciclado.
Aproveitei a oportunidade para manisfestar a minha opinião sobre a participação de Policiais Militares no sambódromo e passei a solicitar ao jornal "O GLOBO" que abrisse de uma vez por todas, a "caixa preta" dos desfiles.
Inclusive encaminhei email para a seção "carta dos leitores".
Confiei no jornal!
A solicitação ganhou maior importância quando o Estado Fluminense, através do Secretário de Segurança Pública, confirmou que historicamente a LIESA tem envolvimento com os contraventores (jogo dos bichos).
Infelizmente, "O GLOBO" só abriu a beiradinha da "caixa preta".
Hoje entendo, melhor, começo a entender o motivo, lendo o artigo do jornalista Gustavo de Almeida:
"Sumiu o dinheiro do samba?
O deputado estadual Dionísio Lins, do PP, aprovou nesta quarta-feira na Alerj a instalação de uma Comissão Especial que vai investigar possíveis irregularidades ocorridas na realização do Carnaval deste ano. As investigações se concentrarão em torno do fato de que o governo estadual destinou verba no valor de R$ 6 milhões para as escolas do Grupo Especial.
Em resumo, deram dinheiro para contraventores.
A informação que gerou a CPI é confirmada por Lins: cada escola só recebeu R$ 360 mil, ou seja, tem mais de R$ 1,5 milhão desaparecidos.
Em nota oficial divulgada no fim desta tarde de quarta, Lins afirma:“Nosso objetivo é abrir a caixa preta da Liesa e saber para onde vai esse dinheiro, como ele é distribuído, o valor que cada escola recebe e se é entregue em tempo hábil, pois vários presidentes de agremiações estão reclamando que essa verba chegou em cima da hora”, disse.
No frigir dos ovos desta discussão, surgiu a informação de que todo o bufê dos camarotes - inclusive o do governador e o do presidente - estava sendo pago pela Liesa.
Será verdade?"
GUSTAVO DE ALMEIDA.

Na condição de cidadão fluminense, leitor e assinante do jornal "O Globo", lamento "profundamente" o "não aprofundamento" da reportagem investigativa.

Meus artigos sobre o tema:

http://celprpaul.blogspot.com/2009/03/o-globo-abriu-parcialmente-caixa-preta.html

http://celprpaul.blogspot.com/2009/02/o-globo-comecando-abrir-caixa-preta-dos.html
E os 6 milhões poderiam ter sido aplicados na educação, na saúde ou na segurança pública, onde a carência é enorme...
Pobre bolso!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 9 de março de 2009

O GLOBO ABRIU (PARCIALMENTE) A "CAIXA PRETA" DOS DESFILES NO SAMBÓDROMO.

O Globo online publica um novo artigo sobre o envolvimento de oficiais da Polícia Militar com a Liga Independente das Escolas de Samba (LIESA):
PMs NA LIESA: DENÚNCIA DEVE ACABAR EM SAMBA.
Apenas 20 oficiais devem ser denunciados. Leia no blog.

BLOG REPÓRTER DE CRIME – JORGE ANTÔNIO BARROS.
PODER LEGISLATIVO.
BELTRAME VAI À AUDIÊNCIA DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS.
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/post.asp?t=beltrame-vai-audiencia-da-comissao-de-direitos-humanos&cod_Post=166863&a=135

A leitura do artigo do jornalista Jorge Antônio Barros revela a convocação do Secretário de Segurança Pública – Delegado de Polícia Federal José Mariano B. Beltrame – para prestar esclarecimentos sobre o caso, conforme solicitação feita pelo Deputado Estadual Marcelo Freixo.
O artigo informa que apenas 20 (vinte) oficiais teriam sido identificados fazendo “bico” para a LIESA, pois outros não teriam mais comparecido no Sambódromo, após a reportagem de Sérgio Ramalho (O Globo).
Eu destaco o seguinte parágrafo do artigo:

“Como esse blog havia cantado a pedra, pode mesmo acabar em samba a denúncia de uma prática nociva à ética da PM e favorável à promiscuidade entre contravenção e oficiais instalados até na cúpula da contravenção. Ou na quarta-feira de cinzas, como eu disse”.

Realmente, a ética foi maculada, considerando que o Estado do Rio de Janeiro, publicamente, reconheceu o envolvimento de contraventores (jogo dos bichos) com a LIESA, conforme declaração do atual Secretário de Segurança.
Porém, por que só a ética policial militar foi ferida?
E a “ética” dos outros envolvidos com a LIESA?
Buscando tais respostas, logo após a publicação do artigo no jornal O Globo, eu escrevi o artigo:
O GLOBO: COMEÇANDO A ABRIR A CAIXA PRETA DOS DESFILES NO SAMBÓDROMO.
http://celprpaul.blogspot.com/2009/02/o-globo-comecando-abrir-caixa-preta-dos.html
Onde fiz os seguintes questionamentos no intuito de abrir a "caixa preta" e esclarecer tudo:

1. Aproveitando o tema forma jurídica de contrato, abordado no editorial, devemos esclarecer com quem a Rede Globo de televisão celebra o contrato (exclusividade) para a transmissão dos desfiles, ano após ano?
- Com um órgão do governo estadual, com um órgão da prefeitura do Rio de Janeiro ou com LIESA (contraventores)?
Espero que não seja com a LIESA.
2. Os camarotes utilizados pelo Presidente da República, Governador do Estado, Prefeito do Rio de Janeiro e os utilizados por integrantes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Civil são cedidos gratuitamente ou alugados?
3. Quem cede ou quem aluga?
Espero que não seja a LIESA.
4. Cedidos ou alugados, quem paga a conta do aluguel (se for o caso), da decoração e da alimentação servida aos convidados?
Espero que não seja a LIESA.
5. Se a conta for paga por nós, cidadãos brasileiros (dinheiro público), qual foi o valor total das despesas durante o carnaval?
6. As Escolas de Samba recebem algum subsídio governamental (federal, estadual ou municipal) – verba pública – para a realização dos desfiles?
7. Se recebem, qual é esse valor e a quem ele é encaminhado, a diretoria de cada Escola de Samba ou a LIESA, que faria a distribuição?
Encaminhei o artigo para a seção “Carta dos Leitores”, na expectativa de que a “reportagem investigativa” prosseguisse, porém até o presente momento, o único fato novo publicado pelo O Globo sobre o assunto foi o artigo no blog Repórter de Crime.
Eu ratifico, novamente, que sou contra esse “bico”, todavia lamento que não tenham aberto plenamente a “caixa preta” dos desfiles no Sambódromo, pois tenho certeza que o povo do Rio de Janeiro ficaria feliz com a divulgação de todos os detalhes.
O Brasil já cansou de aberturas parciais de “caixas pretas”, considerando que por serem parciais não revelam nunca a verdade plena, a ÚNICA capaz de mudar comportamentos, inclusive comportamentos éticos de Policiais Militares e da Mídia.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 22 de fevereiro de 2009

VOCÊ SABIA QUE EXISTEM "CONTRAVENTORES" ENVOLVIDOS COM O DESFILE DO SAMBÓDROMO? NÃO?

O Jornal O Globo estampa na capa, neste domingo:
- “LIESA TEM 60 OFICIAIS DA PM FAZENDO SEGURANÇA PRIVADA”.
A reportagem é publicada na folha 11:
- “RIO
CARNAVAL 2009
O BATALHÃO DA LIGA
Segurança privada na Sapucaí é feita por 300 PMs, entre os quais 60 Oficiais”.
O BATALHÃO DA LIGA (Liesa).
SEGURANÇA PRIVADA NA SAPUCAÍ SERÁ FEITA POR 300 POLICIAIS MILITARES, ENTRE OS QUAIS 60 OFICIAIS.
Oficiais recebem diárias de R$ 350,00 a R$ 850,00.
http://oglobo.globo.com/carnaval2009/rio/mat/2009/02/21/seguranca-privada-na-sapucai-feita-por-300-pms-entre-os-quais-60-oficiais-754532095.asp

Destaco o primeiro parágrafo da reportagem de Sérgio Ramalho:
“Sob os holofotes da Sapucaí, um batalhão de 300 PMs desfila em harmonia com a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), entidade que tem como conselheiros integrantes da cúpula da contravenção no Rio. Na tropa da segurança privada da liga, há pelo menos 60 Oficiais da ativa da PM – de Tenentes a Coronéis -, dos quais cinco no mínimo atuam no comando de unidades, em postos estratégicos, com funções como recrutamento e seleção de pessoal, e até no gabinete do comandante-geral da corporação, Coronel Gilson Pitta”.
A matéria esclarece que os PMs são arregimentados pelo coordenador de segurança da Liesa, coronel da reserva da PM Celso Pereira de Oliveira, através de uma empresa que estaria no nome das filhas do Coronel Celso, a MJC Eventos e Serviços.
Walter Maierovitch, do Instituto Brasileiro Giovanni Falconi e ex-secretário Nacional Antidrogas, declarou que:
- “O crime organizado hoje não se contenta em pagar apenas aos broncos. Há um grau de sofisticação que privilegia quadros mais graduados. O mais preocupante nesse caso é o conflito de interesses por trás da contratação de oficiais da polícia. Passado o carnaval, fica difícil imaginar esses oficiais reprimindo a contravenção. O problema é que a polícia não paga o suficiente para proibir de fato o “bico”. Essa discussão envolve diretamente a questão do aumento salarial”.
Luiz Eduardo Soares, sociólogo e ex-Secretário de Segurança Pública:
- “A polêmica sobre a legalização ou não do “bico” nas Polícias Civil e Militar passa pelos salários pagos aos policiais. Para o sociólogo (...) não há como cobrar dedicação exclusiva dos policiais às corporações com os salários pagos atualmente”.
Inicio a minha análise deixando claro o meu posicionamento:
Sou contra a participação de policiais federais, militares e civis, bem como, de bombeiros militares e de guardas municipais em eventos que tenham o patrocínio – conforme apregoado pela mídia – de “bicheiros” (contraventores).
Sou contra a participação como um “bico” e sou contra a participação como serviço!


Ou será que alguém – em sã consciência – pode admitir o emprego da força pública para dar segurança a um evento reconhecidamente promovido (pelo menos em parte) por "contraventores", repito, como a mídia tem noticiado.
Sou contra o comparecimento de Governadores, Prefeitos, Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais, Juízes, Promotores, Defensores Públicos ao evento, considerando a possibilidade da conivência, diante do noticiado pela mídia.
A presença de um Presidente da República já seria um “escândalo internacional”, essa é a minha opinião.
Sou contra a mídia que divulga o evento meses antes e que dá uma cobertura extraordinária ao desfile das escolas de samba, mesmo sabendo o que se esconde por trás.

Só faltam surgirem “vinhetas” com a fotografia dos “patronos” do evento na Passarela do Samba, durante a transmissão da maior rede de televisão do país.

Se “todos” sabem da participação de “contraventores” precisamos tratar do fato com a seriedade que merece e não condenar policiais, enquanto autoridades públicas sambam, usufruem do bom e do melhor em camarotes e beijam os estandartes das escolas de samba. Isso sem nenhum pudor, inclusive fazendo pose para fotos que ilustram as matérias do dia seguinte.
Ratifico, sou contra a participação de “todos”, porém três parâmetros devem ser considerados, no tocante a participação de policiais:
- O Estado do Rio de Janeiro paga os piores salários do país aos seus policiais.
- O “bico” é uma necessidade para uma sobrevivência digna dos policiais e de seus familiares.
- Por que só os policiais foram alvos de críticas na matéria?
E os outros?
E a mídia que divulga o evento?
Não deixem de ler a matéria publicada na página 12:
O GLOBO:
PATRONO INVISÍVEL.
AFASTADO DA LIESA EM 2007 AO SER PRESO, BICHEIRO CAPITÃO GUIMARÃES CONTINUA NO COMANDO DO CARNAVAL.
http://oglobo.globo.com/carnaval2009/rio/mat/2009/02/21/afastado-da-liesa-em-2007-ao-ser-preso-bicheiro-capitao-guimaraes-continua-no-comando-do-carnaval-754532303.asp
Infelizmente, brasileiros, a verdade no nosso país, dorme acobertada por lençóis caríssimos e o povo segue em frente, sambando literalmente.

O desfile das Escolas de Samba – um lindo espetáculo popular – deve ser considerado um evento privado, sem qualquer patrocínio público e os “contraventores” devem ter o destino a eles reservado pela lei das contravenções penais.
A segurança do evento privado (como de todo evento privado) deve ser realizada por uma Empresa de Segurança Privada.
Basta de escalar policiais para realizarem segurança de eventos privados, que geram enormes lucros, tirando a folga dos policiais, nem sequer pagando as "devidas horas extras".

A legislação não anda sendo cumprida com relação ao “jogo dos bichos”, há muito tempo, basta a mídia solicitar ao Instituto de Segurança Pública, o número de prisões em flagrante e de apreensões de material próprio para a prática da contravenção.
Busquem os dados!
Isso sem falar na ostensividade dos "pontos do jogo dos bichos" espalhados por todo o Rio de Janeiro.

O Segundo Comando de Policiamento de Área – Comandado pelo Coronel Lopes – deverá ser uma das exceções, pois sei que lá a "contravenção" está sendo combatida como a legislação determina.

No mais, a matéria não chega a ser nem novidade, pois o fato já foi noticiado em anos anteriores, entretanto, nunca ficou tão claro que “todos” (inclusive a mídia) sabem do envolvimento de “contraventores” no desfile das Escolas de Samba.
E nunca é tarde para lembrar, hoje e amanhã, a Rede Globo transmite para o mundo o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
Na sexta-feira e no sábado transmitiu o desfile das Escolas de Samba de São Paulo.
Vamos ver quem vai aparecer na televisão, nos jornais e nas revistas...
Bom Carnaval!

O GLOBO

REVISTA ESPECIAL DO CARNAVAL

GUIA DA SAPUCAÍ


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA.