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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL - COMPLEMENTO.

Obviamente, o fato do motorista da viatura da Polícia Militar, da Polícia Civil ou do Corpo de Bombeiros ser Oficial ou Delegado, em nada altera a necessidade do curso e da CNH na categoria adequada. Faço essa ressalva (desnecessária?), em razão de ter ouvido algo que não acreditei, dando conta que Oficiais estariam sendo convocados para compor equipes de socorro do CBMERJ. Certamente, isso é apenas um boato, pois em nada altera o posto ou a graduação do motorista e o comando da corporação sabe muito bem disso.
Juntos Somos Fortes!

POLÍCIA MILITAR: CONSTRANGIMENTOS E AMEAÇAS .

Constrangimentos e ameaças.
Prezados Policiais Militares e Bombeiros, diante da gravíssima crise que se abateu sobre a área da segurança pública no Brasil e especiamente, no Rio de Janeiro, onde são pagos os piores salários do país para PMs e BMs, nada mais natural de que os Comandos Gerais, os Comandantes, os Chefes e os Diretores, façam reuniões com os efetivos de suas IOPMs (OBMs), para orientarem os subordinados.
Infelizmente, as orientações as vezes evoluem para verdadeiras ameaças, autênticos constrangimentos, o que constituem ilegalidades.
Em 2008, após a primeira marcha democrática realizado no Rio de Janeiro por PMs e BMs o dia 27 JAN 2008, circulou na PMERJ uma orientação de várias folhas incluindo crimes militares que não guardavam qualquer relação com os fatos, isso para impedir a participação na segunda marcha, que foi realizada no dia 17 FEV 2008.
Hoje pipocaram notícias de todos os lados informando que estavam sendo realizadas reuniões nos batalhões e nas UPPs para orientar a tropa. Soube que ameaças e constrangimentos teriam ocorrido aqui e ali, inclusive até ameaças de expulsão teriam aparecido no curso dessas orientações.
Bombeiros e Policiais Militares, todos sabem a minha opinião sobre a deflagração de uma greve e a minha opção pela realização de uma operação tolerância zero, mas nesse momento quero ratificar o que escrevi em artigos anteriores, quanto à enorme diferença entre a reunião do dia 09 FEV 2012 e a greve que pode ser iniciada no dia 10 FEV 2012. Deflagrada a greve os comandos poderão agir como a legislação determina, mas a situação é diferente quanto a impedir a participação no ato cívico-democrático previsto para amanhã. Participar de um ato ordeiro e pacífico, estando de folga, em trajes civis e desarmado é um direito de todos e de todas.
Penso que os organizadores do ato devem orientar o quanto antes os representantes de cada OPM e OBM quanto aos direitos e deveres dos PMs e BMs, inclusive com relação aos procedimentos a serem adotados em caso de qualquer abuso que restrinja a liberdade de locomoção ou qualquer outro direito. Devem ainda ter um link com os órgãos da mídia para divulgação de qualquer demora no encerramento do expediente ou de qualquer prontidão, injustificáveis.
É hora de saber muito bem o que se está fazendo. Amadorismo é sinônimo de fracasso.
Juntos Somos Fortes!

USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL.

Um amigo me contou que estariam providenciando os documentos originais para todas as viaturas, o que é uma excelente notícia pois evita que as viaturas continuem circulando de forma irregular. Além disso, o comando da PMERJ revogou a necessidade da denominada P/4, bastando agora apenas a posse da CNH para dirigir as viaturas. Isso demonstra a preocupação com a Operação Tolerância Zero (Padrão), pois sem viaturas no patrulhamento, os efeitos seriam muito semelhantes ao de uma greve.
Isso são fatos, entretanto, para dirigir viaturas de emergência, não basta ter uma CNH. Leiam esse comentário postado:
"ATENÇÃO MOTORISTAS DE PATRULHAS
Somente quem tem categoria "D" e tem curso de emergencista pode dirigir, veja a decisão no Rio Grande do sul.
A Juíza Denize Terezinha Sassi, da 1ª Vara Cível de Santa Maria, concedeu hoje (17/9) liminar determinando que somente policiais militares aprovados em curso de prática veicular em situação de risco realizem atividade de policiamento ostensivo na condução de veículo de emergência. A decisão abrange todo o estado a vale até o julgamento final da ação.
O pedido foi ajuizado pela Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf) contra Estado do Rio Grande do Sul, sob a alegação de que as viaturas de policiamento ostensivo enquadram-se na categoria veículos de emergência. Defendeu, no entanto, que o comando apenas exige habilitação para conduzir veículos, sem observar se o candidato a motorista possui o treinamento previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro (inciso IV do artigo 145). Ressaltou que essa omissão é responsável pelo elevado índice de acidentes de trânsito envolvendo policiais militares.
Comentário postado no Blog: Coturno Carioca". 
Portanto, dirigir viaturas de emergência sem possuir o curso é proibido, salvo melhor juízo.
O espaço está aberto para quem tiver opinião contrária.
Juntos Somos Fortes!

RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - SOLDADOS E CABOS DEVEM RECEBER TODOS OS UNIFORMES.

Tanto na Polícia Militar, quanto no Corpo de Bombeiros, existe a obrigação de que as corporações forneçam todos os fardamentos aos seus Cabos e Soldados gratuitamente. Tal fornecimento é indispensável para a realização das atividades e o fornecimento deve obedecer os prazos de renovação e as quantidades estabelecidas na legislação específica.
Juntos Somos Fortes!

RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - O USO DE SOFTWARE PIRATA - BOMBEIROS E POLICIAIS NÃO USEM PROGRAMA ILEGAL.

A Lei é clara: Software Pirata é Crime.
O Brasil inclui-se entre os países que possuem legislação específica de proteção à indústria do software. Segundo a Lei nº 9609/98 de 20 de fevereiro de 1998, os programas de computador ficam incluídos no âmbito dos direitos autorais, sendo proibidas a reprodução, a cópia, o aluguel e a utilização de cópias de programas de computador feitas sem a devida autorização do titular dos direitos autorais.
A nova lei prevê ainda, que praticada a pirataria, o Poder Fiscalizador do Estado passa a investigar a sonegação fiscal relacionada à atividade da reprodução ilegal do software, seja para fins comerciais ou não.
Com a nova legislação, o Brasil dá um passo importante rumo ao desenvolvimento, alinhando-se a vários países do mundo que já adotaram esta preocupação referente à reprodução ilegal de programas. A partir de agora, a pirataria de software deverá ser tratada sob uma nova ótica por toda sociedade e, principalmente, pelas empresas. Adotando-se controles rígidos, é possível evitar as duras sanções impostas pela nova lei e não retardar o desenvolvimento e os benefícios adquiridos com o uso de software legal.
Você sabia?
• Software é um conjunto de instruções lógicas, desenvolvidas em linguagem específica, que permite ao computador realizar as mais variadas tarefas do dia-a-dia de empresas, profissionais de diversas áreas e usuários em geral.
• A produção de software exige conhecimento técnico e um grande volume de investimentos sendo que, pela sua importância e alcance, movimenta bilhões de dólares em negócios e gera milhares de empregos.
• Ao adquirir um programa de computador (software), o usuário não se torna proprietário da obra, está apenas recebendo uma Licença de Uso, que é uma permissão para o uso, de forma não exclusiva.
• Mesmo tendo adquirido uma cópia original, o usuário não possui o direito de realizar a exploração econômica do software (cópia e revenda, aluguel, etc.), a não ser que tenha autorização expressa do titular da obra.
• A Pirataria de Software é a prática de reproduzir ilegalmente um programa de computador, sem a autorização expressa do titular da obra e, consequentemente, sem a devida licença de uso.
PIRATARIA:
• A execução de cópias não autorizadas de software, em computadores dentro de organizações, conhecida como Pirataria Corporativa, acontece quando se reproduzem softwares pelos empregados, para uso no escritório, sem a aquisição das respectivas Licenças de Uso, o que, mesmo se em pequenas quantidades, pode significar multas vultosas, além de grande desgaste da imagem da empresa no mercado.
• Compartilhar programas com amigos e colegas de trabalho, conhecida como Pirataria Individual, também é um problema significativo, especialmente porque os usuários individuais que fazem cópias não autorizadas não acreditam que possam ser detectados, sobretudo face ao enorme número de pessoas que praticam esta contravenção.
• Outra forma de pirataria que é muito significativa acontece através de algumas Revendas, que copiam integralmente o software, e o vendem a preços reduzidos ou, gravam cópias ilegais nos discos rígidos dos computadores, oferecendo este software pirata como uma "gentileza" na compra do hardware.
• Muitos programas são comercializados para utilização em redes locais, casos em que a documentação que acompanha o software descreve as formas de instalação, de uso e o número de usuários permitido, constituindo-se violação do Direito Autoral, a utilização de versões monousuários em ambientes de rede ou a permissão de acesso aos terminais, em quantidade maior do que a quantidade licenciada.
• É preciso esclarecer os usuários sobre os prejuízos da pirataria, que vão desde a utilização deficiente do software, por falta de manuais, suporte técnico, treinamento adequado e garantia, até a perda de dados por ação de vírus, normalmente presentes nas cópias ilegais.
• A cópia ilegal não gera remuneração para que os autores invistam na própria melhoria dos programas.
• A Lei 7.646/87 estabelece que a violação de direitos autorais de programas de computador é crime, punível com pena de detenção de 6 meses a 2 anos e multa, além de ser passível de ação cível indenizatória.
• Em caso de dúvida, consulte a ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software, ou ligue para o Telepirata - 0800.110039
Outro ponto que merece atenção é a venda de hardware com software instalado, geralmente, pirateados. Nesse caso, é essencial que o usuário exija do fornecedor seu certificado de licença do produto. Caso contrário, também corre o risco de ser processado, por receptação de mercadoria falsificada e infração ao direito autoral (Lei de Software).
Texto extraído do site www.abes.org.br
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

BRASIL: CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA – O ELO QUE LIGA O CEARÁ, A BAHIA E O RIO DE JANEIRO.

Eu defendo a operação tolerância zero (padrão) e não a greve como forma de buscar a nossa valorização profissional, porém isso não significa que não posso avaliar os fatos que cercam a mobilização no Rio de Janeiro.
Hoje, 06 FEV 2012, eu vejo um link entre o Ceará, a Bahia e o Rio de Janeiro. Uma sensação que pode ser diferente amanhã, caso fatos novos venham ocorrer na Bahia. Uma ligação entre passado, presente e futuro. Algo que os organizadores da mobilização no Rio não podem desprezar sob pena de colocarem tudo a perder, sobretudo se o caminho escolhido for uma paralisação, uma greve.
O que ocorreu no Ceará?
Movidos por raro idealismo e destemor, os Policiais Militares do Ceará realizaram uma paralisação. Ocuparam quartéis, inclusive com seus familiares; impediram a circulação de viaturas, furando (esvaziando) os pneus, isso entre outras ações. Sofreram fortes pressões, tendo sido providenciada a decretação da ilegalidade da greve e com cobrança de multas, mas eles resistiram por dias e ao final, o governo cearense atendeu as solicitações. Uma vitória que tinha a tendência de se transformar em modelo para os outros estados. Diante dessa possibilidade, comentou-se nos corredores políticos que o governador Cid Gomes teria sido duramente criticado por ter cedido aos grevistas, tanto que chegou a esboçar o descumprimento dos acordos celebrados.
O que está acontecendo na Bahia?
Um movimento grevista, semelhante ao que ocorreu no Ceará, só que dessa vez o governador Jaques Wagner nem admite negociar, logo ele que foi tão solidário aos Policiais Militares da Bahia na greve de 2001. A greve ultrapassou o quinto dia e não houve qualquer avanço nas negociações. Um grupo de PMs e familiares ocupa a ALEBA, a qual está cercada por tropas federais que poderão invadir a “Casa do Povo” a qualquer momento. Os dois lados resistem, os PMs e o governo.
Obviamente, as pessoas são diferentes, não poderíamos esperar postura idêntica por parte dos dois governadores, mas apesar disso não podemos desprezar uma possibilidade: uma possível orientação do governo federal (PT) para que o governador (PT) não negocie e reprima a mobilização, isso contando com o apoio dos recursos federais.
Escrito isso, penso que os próximos dias serão fundamentais não só para a mobilização na Bahia, mas também para a mobilização no Rio de Janeiro, onde faltam menos de cinco dias para o inicio da paralisação anunciada. Se Jaques Wagner não negociar e seguir na linha repressiva, podemos esperar comportamento semelhante por parte do governador Sérgio Cabral (PMDB), aliado do PT.
Sérgio Cabral não é adepto de negociações, mostrou essa faceta desde os primeiros minutos no governo (2007), a sua vaidade extremada faz com que ele sempre busque impor a sua vontade, como tem feito nesses cinco anos. Um ser humano com esse grave defeito, recebendo ainda um apoio externo para reprimir e para não negociar, tornará a pressão no Rio de Janeiro maior do que a que ocorre na Bahia.
Os organizadores da mobilização no Rio não podem deixar de avaliar essa lógica linha de raciocínio, caso contrário o movimento poderá ser um retumbante fracasso, diante da repressão e da negativa de negociação por dias e dias.
Logicamente, o Rio e a Bahia têm suas diferenças. Além disso, se a mobilização for efetivada, será muito mais próxima do Carnaval, o que poderá fazer com que até o vaidoso governador aceite negociar, apesar da provável pressão do governo federal na direção oposta. Na Bahia os empresários estão perdendo milhões e mais milhões com o cancelamento de eventos, imagine o prejuízo dos empresários fluminenses? Será muito maior. E, como todos sabem, o governador do Rio tem uma relação muito estreita com o empresariado, não gostaria de vê-os perdendo milhões e mais milhões.
O certo é que se os mobilizados optarem por um movimento grevista, devem estar preparados para uma luta longa e sob forte repressão.
O Ceará, a Bahia e o Rio de Janeiro nunca estiveram tão próximos.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO (OPERAÇÃO PADRÃO) - DIFICULDADES - UMA OPINIÃO.

COMENTÁRIO POSTADO:
"Também não sou favorável à paralisação e tão pouco quero fazer greve. Deixando de lado a questão do caos que se implantará na ordem pública (vide Bahia), da opinião pública que poderá ser "jogada" contra os policiais e bombeiros, em uma manobra política usando a imprensa para isto, posso citar o ônus que a paralisação causará nas vidas pessoais de cada policial e bombeiro que aderir à greve e se aquartelar dentro de sua unidade.
OPERAÇÃO PADRÃO e minhas conclusões:
Coronel, já fiz este questionamento e o Sr não se manifestou a respeito.
Quanto a questão dos policiais CORRUPTOS, será que eles iriam aderir à "TOLERÂNCIA ZERO" e conduziriam para DP o traficante que paga o "arrego" toda semana.
Será que estes mesmos policiais deixariam de sair para as ruas para "minerar" e/ou garantir a ação de seus traficantes apenas por não terem coletes balísticos adequados, P/4, CRLV da VTR original, munição a contento e etc?
E os chamados "MEDROSOS", que mesmo sem equipamentos adequados correriam para assumir o serviço diante de um simples "espirro" do Coronel ou Cmt de Cia?
E os omissos, que se cansam de ver coisas erradas nas suas "caras", mas para não terem trabalho não tomam atitude alguma? E todos sabemos que, destes, a polícia está cheia.
Não gostaria de fazer greve, Coronel, mas o governo nunca nos levou e, apesar de todo este barulho, ainda não nos leva à sério.
A greve, se houver, certamente deixará "sequelas" e traumas para ambos os lados. Instituições, governo, sociedade e principalmente para nossas famílias.
Receio agora que ela, além de inevitável, seja o último recurso.
Ou o Sr ainda acredita no governador?
Ass: Cb indignado. 
Comento: 
Grato pelo comentário bem fundamentado e me desculpe se não respondi antes, realmente não estou conseguindo gerenciar adequadamente todas as tarefas que tenho desenvolvido na mobilização. Os emails, o blog (artigos e comentários), os atos públicos e a participação nas redes sociais (twitter, orkut e facebook) estão consumindo muito tempo.
Concordo com as suas colocações sobre a "banda podre", os medrosos e os omissos, sem dúvida, teremos dificuldades com eles na Operação Tolerância Zero. Entretanto, também teremos na deflagração de uma greve. O que faremos com os medrosos que não aderirem? E os omissos? Como impediremos a "banda podre" de sair para as ruas com o intuito de buscar o seu dinheiro ilícito?
As soluções aparecerão, tenho certeza, soluções essas que poderão também ser aplicadas na Operação Tolerância Zero (Padrão), você não concorda?
Certamente, os efeitos de uma greve são muito mais fortes, concordo, isso é indiscutível, mas temos que pensar na direção do custo e benefício, afinal, queremos a vitória e com o menor número de "baixas" possível.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

8o BPM - CAMPOS - OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO (OPERAÇÃO PADRÃO).

Prezados leitores, dias atrás os Policiais Militares do 8o BPM (Campos) se recusaram a sair para o patrulamento, em razão de uma mudança nas escalas. Hoje, noticiou-se que novamente os PMs teriam se recusado a sair para as ruas, dessa vez em razão de problemas com os coletes balísticos.
Penso que de uma forma ou de outra, a operação tolerância zero está começando.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

SERGIPE: POLÍCIA MILITAR DESENCADEIA OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO.


Policiais Militares de Sergipe pararam todas as viaturas, em respeito à legislação.
Realizaram o policiamento à pé. Observem um Oficial comandando a fração.
No Rio de Janeiro, a tolerância zero também poderá ocorrer.
Juntos Somos Fortes!

RIO: MOBILIZAÇÃO DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES - OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO.

Os Policiais Federais cansaram de usar as operações tolerância zero para conquistarem os bons salários que hoje desfrutam, isso sem falar em algumas paralisações. Na época da mobilização dos 40 da Evaristo (2007) o desencadeamento desse tipo de ferramenta estava sendo estudado para ser desenvolvido no Rio de Janeiro.
Recordar é viver.
Acessem os links e leiam esses artigos:
1) Movimento Polícia Legal e Tolerância Zero: trabalhar é melhor do que fazer greve.
by Flávio Henrique on 31/03/2010 (Leiam).
2) O que está acontecendo na PM de Sergipe
14/06/2009. Autor: Danillo Ferreira (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

domingo, 21 de agosto de 2011

RIO - POLÍCIA CIVIL - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI (OPERAÇÃO PADRÃO) - DEFLAGRAÇÃO - DIA 29 SET 2011.

SINDPOL-RJ - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI


OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI
DIA 29 DE SETEMBRO DE 2011

O SINDPOL - Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro anuncia a operação padrão dos policiais civis, denominada “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI”, que será deflagrada no dia 29 de setembro de 2011 (Dia do Policial Civil).
ACESSE AQUI: PANFLETOCARTILHA
(para imprimir, ao visualizar o arquivo, acesse no lado esquerdo da tela a opção “Arquivo”. Dentro desta opção selecione “Print (PDF)” ou apenas tecle “Ctrl + P”)
A “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI” é um movimento exigido pelos policiais civis para exterminar de nossa instituição as humilhações que sofremos, como ter o pior salário do Brasil, um plano de carreira injusto e um sistema de gratificações que tortura as policiais grávidas e os policiais doentes. Também queremos mostrar para a população carioca que trabalhamos muitas vezes fora daquilo que determina a lei para a própria segurança do policial e da sociedade.
O SINDPOL RJ solicita que os policiais civis do Rio de Janeiro e a população carioca acessem sempre nosso site para ficarem por dentro de nosso movimento.
Anunciamos ainda que o Twitter do SINDPOL RJ está funcionando e orientamos aos policiais civis o cadastramento nesta ferramenta, pois poderá servir para avaliar o movimento em todo o Rio de Janeiro, além de possibilitar a publicação para toda a sociedade dos eventuais abusos cometidos contra a categoria durante a operação.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 16 de agosto de 2011

RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - PMs, BMs e PCs DARÃO SEU GRITO DE INDEPENDÊNCIA NO DIA 07 SET 2011.

Os Policiais Militares, Bombeiros Militares e Policiais Civis anunciaram a deflagração de uma Operação Padrão há mais de quatro anos (2007), mas acabaram não concretizando a mobilização.
Mais de quatro anos se passaram e a situação salarial só se agravou e Sérgio Cabral (PMDB) nem chegou perto de cumprir as suas promessas de campanha feitas em 2006.
Cansados de sermos enganados estamos tentando reconstruir a mobilização e iniciar uma Operação Padrão, a partir das 08:00 horas, do dia 07 SET 2011.
Será o nosso grito de independência!
PMs, BMs e PCs tentem mobilizar os seus companheiros nos quartéis e nas delegacias, a hora é agora!
Simultaneamente, poderemos desencadear também a Operação Tolerância Zero, o que dará força ainda maior ao nosso movimento legal, ordeiro e pacífico.
Leiam o contido no blog do então Major PM Wanderby:
BLOG DO MAJOR DE POLÍCIA WANDERBY

18/08/07

Repercussões.

"Meia hora" - 16Ago07

Jornal "O Dia" - 17Ago07




Jornal "O Globo" - 17Ago07

Jornal "O Dia" - 18Ago07

"Operação-padrão na PM

Policiais e pensionistas estão convocados para passeata na orla.

Ações serão restringidas

Rio - O reajuste de 25% deixou o clima tenso dentro da Polícia Militar. O Grupo dos Barbonos — composto por nove coronéis no topo da carreira e que na quarta-feira fez duras críticas à medida do estado — passou a tarde desta sexta reunido, com outros 23 coronéis. Por fim, emitiu nota informando, sem detalhar, ter oferecido ao comando soluções institucionais como saída para a crise.
Antes, porém, outro grupo de policiais insatisfeitos já convocara colegas que não estiverem de serviço, pensionistas (que ficaram sem aumento) e familiares para passeata dia 26, às 10h, em Ipanema, com concentração no Posto 10. Para o dia seguinte, os policiais estão organizando a 'Operação Tolerância Zero'. Nela, serão exigidas melhores condições de trabalho para os PMs.
A operação terá três bases fundamentais: as viaturas sem condições não devem sair, os militares devem requisitar equipamentos de proteção individual (colete) e armamento condizente com a missão e todos os atos ilícitos devem ser conduzidos para a delegacia. 'Procurem as ocorrências e conduzam', orienta o texto divulgado sexta, que informava sobre as manifestações.
O momento é considerado decisivo pelos PMs. 'É agora ou nunca! Precisamos mostrar que não aceitamos o que foi concedido pelo governo. Não queremos esmola, queremos respeito!', destaca o comunicado.
A 'Operação Tolerância Zero' pode trazer ainda mais problemas para a segurança do Rio, que deve ficar fragilizada já nesta semana, com a paralisação de 72 horas da Polícia Civil, a partir de segunda-feira.

Convocação
O texto fecha com uma convocação: 'Se o que estamos programando não ocorrer, estaremos dando claro recado ao governador de que não precisa se preocupar conosco, pois somos um bando de covardes, sem brios, sem dignidade. O que está em jogo é nossa dignidade e nossa credibilidade ante aos nossos entes familiares'.
O governo do estado não se pronunciou ontem sobre as manifestações. Voltou a informar apenas que vai cortar o ponto dos servidores que entrarem em greve.

Praças se sentem traídos pelo governo
Ganha força o grupo dos policiais militares e bombeiros que se sentiu traído pela decisão do governo de dar aumento, sem antes consultar as associações. Segundo o presidente da Aspra (Associação de Praças da PM e Corpo de Bombeiros), Vanderlei Ribeiro, a atitude do estado foi 'antidemocrática' e 'autoritária'. 'Nada do que estava combinado foi cumprido. Todos estão tontos', afirmou Ribeiro.
Ele disse ter ouvido do secretário de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa, na quarta-feira, que foi o governador Sérgio Cabral que bateu o martelo e decidiu anunciar o aumento antes de conversar com os sindicatos. A reunião com o pessoal da PM estava marcada para esta sexta, mas acabou perdendo o sentido após a divulgação oficial do reajuste.
Apesar das dificuldades, Vanderlei Ribeiro disse que ainda há alternativas. Ele deve ter uma audiência na segunda-feira com o comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Angelo, e pretende ainda levar os policiais à Alerj, no dia da votação do aumento, para pressionar os deputados e impedir a aprovação da matéria.

Projeto não foi enviado à Alerj
O projeto de lei que vai regulamentar o reajuste dos salários dos servidores das áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública não chegou ontem à Alerj (Assembléia Legislativa), como era esperado. Na quarta-feira, quando aconteceu o anúncio dos novos vencimentos, o governador Sérgio Cabral afirmou que a medida seria enviada aos deputados estaduais até sexta-feira.
No fim da tarde de ontem, a assessoria da Mesa Diretora da Alerj recebeu a informação de que a proposição não seria mais enviada. Deputados e assessores apostavam que o atraso foi reflexo das reações dos servidores. A assessoria do Palácio Guanabara informou, no entanto, que o projeto será enviado na segunda-feira, sem qualquer alteração de conteúdo. Questões técnicas impediram, segundo a assessoria, o envio da proposta à Alerj na data prevista.
Com o atraso, deve haver demora na votação do projeto, prevista para terça ou quarta-feira da próxima semana. Em virtude da polêmica gerada, a matéria também deverá receber grande número de emendas
. ".

"JB" - 18Ago07
"Coronéis da PM insatisfeitos
Na área da segurança pública, o clima é tenso. A insatisfação dos policiais civis e militares ganhou novo capítulo ontem. Os nove coronéis do Grupo dos Barbonos receberam o apoio de mais 23 coronéis da ativa. O grupo, que desde quarta-feira vem pressionando o governo a mudar o índice e a forma de reajuste anunciada pelo governador Sérgio Cabral, se reuniu durante cinco horas, a portas fechadas, no Quartel-General da Polícia Militar, no Centro.
O objetivo da reunião era a oficialização do apoio dos 23 coronéis aos nove barbonos. A expectativa era a divulgação de um comunicado assinado por todos os coronéis, cobrando a revisão do reajuste. No entanto, até as 21h30, a única decisão oficial, divulgada por meio de de nota assinada pelos barbonos, foi "oferecer ao Comando da Corporação, soluções institucionais para os problemas que se descortinam com os últimos acontecimentos".
Entre os nove coronéis da ativa está o corregedor-geral da PM, coronel Paulo Ricardo Paul, além do chefe do setor de inteligência da corporação e os comandantes das três escolas e centros de formação de policiais militares. Entre os coronéis que se reuniram com os barbonos estão comandantes de batalhões da polícia.
No dia em que Sérgio Cabral anunciou o reajuste de 25% escalonado em 24 meses, o grupo de coronéis lançou um comunicado classificando de "indigno" o reajuste concedido e declarando que a decisão do governador foi uma quebra de compromisso de campanha.
Na quarta-feira, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que mesmo os coronéis - patente máxima na PM - não estariam livres de punição caso as manifestações de repúdio ao reajuste fossem interpretadas como insubordinação.
Do lado dos policiais de patentes mais baixas, ficou confirmada a operação tolerância zero a partir das 8h do próximo dia 27, uma segunda-feira. O movimento consistirá, principalmente, em duas ações: os PMs não entrarão em carros que estejam em mau estado de conservação e exigirão coletes à prova de balas em bom estado. Um dos líderes do movimento, o major Wanderby Braga de Medeiros garante que a recusa de um policial em entrar em uma viatura caindo aos pedaços não irá configurar indisciplina.
- Uma publicação interna da PM determina que o policial não pode usar carros ruins. Vamos apenas cumpri-la. Além disso, caso haja algum problema, teremos um link direto com a corregedoria da PM - diz o major.
Na Polícia Civil, o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro, Vinícius George, disse que a chefia de polícia deu uma ordem para que os delegados-titulares não apoiassem o movimento dos agentes. A Polícia Civil, oficialmente, negou a acusação do sindicalista.
Enquanto o sindicato decidiu pelo apoio à greve dos policiais civis, a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), que reúne 891 delegados, se disse contra uma greve neste momento.
- Achamos que será inoportuna qualquer marcha ou paralisação nesse momento. Os delegados têm de compreender que há setores com situações salariais muito mais complicadas - disse o presidente da entidade, Wladimir Reale.".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - 07 SET 2011 - POLÍCIA MILITAR - CORPO DE BOMBEIROS - POLÍCIA CIVIL .

O governo Sérgio Cabral (PMDB), após quase cinco anos de duração, continua tratando muito mal o funcionalismo público, o que tem provocado algumas mobilizações cobrando salários justos e melhores condições de trabalho, todas ainda sem resultados concretos.
Sérgio Cabral (PMDB) prometeu na campanha eleitoral de 2006 e até a presente data nada cumpriu.
Infelizmente, Cabral não muda, segue tratando mal o funcionalismo e não raramente ofende funcionários públicos.
Diante desse impasse e após as grandes mobilizações dos Bombeiros Militares e dos profissionais da Educação Pública, confesso que não vejo mais qualquer alternativa na área da segurança pública que não seja partir para uma ação organizada de protesto em conjunto, envolvendo a PMERJ, a PCERJ e o CBMERJ.
Nessa direção apresentei no blog a ideia da realização de uma Operação Padrão conjunta, iniciando no dia 07 SET 2011, às 08:00 horas, só terminando quando os nossos anseios forem atendidos.
Penso que os grupos mobilizados, os clubes, os sindicatos e as associações devem analisar essa possibilidade com seriedade, convocando os sócios e os mobilizados para em assembleias discutir sobre o desencadeamento ou não.
No nosso espaço, tenho ao longo do tempo feito uma distinção, meramente didática, entre Operação Padrão e Operação Tolerância Zero, considerando que na prática elas se confundem.
Em apertadíssima síntese, na Padrão exigimos o cumprimento de todas as regras para o desempenho dos serviços (carteira de habilitação na categoria correta, EPIs em condições adequadas, etc), por sua vez, na Tolerância Zero, reprimimos qualquer ilícito encontrado nas ruas (jogo dos bichos, etc) conduzindo para as delegacias policiais.
Eis uma definição:
"Operação-padrão (ou greve de zelo em Portugal): Consiste em seguir rigorosamente todas as normas da atividade, o que acaba por retardar, diminuir ou restringir o seu andamento. É uma forma de protesto que não pode ser contestada judicialmente, sendo muito utilizada por categorias sujeitas a leis que restringem o direito de greve, como as prestadoras de serviços considerados essenciais à sociedade, por exemplo. É muito utilizada por ferroviários, metroviários, controladores de vôo e policiais de alfândega, entre outros" (Wikipédia).
Leiam essa matéria sobre o tema:
JC Online
Pernambuco
PMs iniciam operação-padrão
A partir desta segunda-feira (9), militar só trabalha seguindo à risca o que dizem as normas. Medida é para pressionar Estado a aumentar salário
Publicado em 09/05/2011, às 08h16
Policiais militares de Pernambuco iniciam nesta segunda-feira (9) uma operação-padrão, a chamada greve branca (...).
(...)
A operação-padrão é a última tentativa de pressão para que o governo apresente uma nova proposta. Na prática, as seis associações que representam os integrantes da categoria decidiram que os policiais que estiverem na rua vão seguir ao pé da letra o que manda as normas técnicas. Um dos pontos é em relação aos motoristas das viaturas. Segundo o comando da categoria, apenas aqueles que tiverem carteira de habilitação D ou E estão aptos a dirigir.
Além disso, apenas os motoristas que passaram por capacitação específica podem conduzir as viaturas. Outro exemplo é a utilização de coletes à prova de balas. Os policiais só vão participar das rondas se o equipamento de proteção estiver com menos de cinco anos de uso. A operação-padrão também modifica a conduta dos policiais militares durante as abordagens. De acordo com o sargento Ricardo Lima, da Associação dos Subtenentes e Sargentos de Pernambuco, será adotada a tolerância zero. "Isso significa que todas as ocorrências serão levadas à delegacia. Em abordagens a veículos particulares, todos os itens serão checados", explicou. Na sexta-feira, antes da assembleia, policiais realizaram passeata pelas ruas do Centro e fizeram o enterro simbólico do Pacto pela Vida, programa de segurança pública do Estado.
(...)
Eu não tenho dúvida, a hora é de exercermos a nossa cidadania plena e exigir os nossos direitos.
Desencadear a Operação Padrão, associada ou não à Operação Tolerância Zero, deve ser o próximo passo. Além disso, temos que começar a organizar os movimentos grevistas, respeitando a legislação e garantindo a prestação de serviço nos limites impostos pela lei.
É hora de agir.
Idealismo, destemor, amor corporativo e interesse público devem ser os nossos nortes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 14 de agosto de 2011

PIAUÍ: CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA.

BLOG DO CAPITÃO ASSUMÇÃO.

Piauí: Caos na segurança pública

INSEGURANÇA TOTAL: Coronel acusado de atropelar PM
POLICIAIS NÃO VÃO PRAS RUAS E TROCAM ACUSAÇÕES: Vítima foi em estado grave pro HUT
O caos na segurança pública faz sua primeira vítima de forma mais grave, quatro dias depois de iniciado pela Polícia Militar do Piauí. O policial militar Alexandre Henrique Rios Leite, lotado Maranhão, foi levado para o Hospital de Urgência de Teresina depois de envolver-se em um acidente com a viatura conduzida pelo motorista do tenente coronel Márcio Santos, comandante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Segundo PMs que faziam manifestação em frente ao batalhão da RONE, o comandante do grupamento teria jogado o carro contra o militar.
O comandante teria ido à sede da Rondas Ostensivas de Naturezas Especiais, na zona Norte, para entregar o decisão do desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí, Luis Gonzaga Brandão. Ao tentar sair do pátio da RONE, encontrou um grupo de manifestantes, e teria ordenado que seu motorista jogasse o carro contra um deles. O militar que é do Maranhão, e estava em Teresina apoiando o movimento grevista, teria sido arrastado por vários metros, e foi levado para o HUT. Ele realiza uma bateria de exames e seu estado é delicado.
PMs TIRAM VIATURAS DAS RUAS
Em retaliação à atitude do comandante do BOPE, os militares, que já tinham começado a voltar às ruas na noite deste sábado, receberam a ordem do comando de greve para que as viaturas voltassem para a garagem dos batalhões da capital. Apenas atenderiam as solicitações de casos mais graves, envolvendo homicídios, estupros, etc. Os militares acusam o comandante de omissão de socorro.
'FORÇA NACIONAL NÃO RESOLVE, GOVERNO TEM QUE NEGOCIAR'
O presidente da Associação dos Militares, capitão Evandro, acompanhou a chegada dos homens da Força Nacional a Teresina e questiona a atitude do governador Wilson Martis. “A força nacional serve para ajudar, no entanto o que veio para o Piauí não representa 1% do efetivo da PM em todo o estado, estão só na zona Leste, não conhecem nada de Teresina, muito menos do Piauí, e mais, se o governo tem condição de trazer a força nacional, porque não negocia com os policiais militares”, indaga.
PM MANDOU QUE COMANDANTES PRENDESSEM SUBORDINADOS
Capitão Evandro revelou ainda uma determinação dada pelo comando da PM na tarde deste sábado e indagou ainda sobre a decisão do TJ de tornar o movimento ilegal. “A ordem, é que o comando geral pediu que os comandantes prendessem seus oficiais. Na tarde deste sábado, o comandante da RONE, capitão Fabio Abreu chegou a dar voz de prisão a alguns de seus subordinados, mas recuou por pura sensibilidade. É estranha esta decisão de tornar a greve ilegal, sendo que não há greve. A polícia não trabalha porque não tem condições. A população tem de entender, se tiver assaltos e crimes, a culpa é de Wilson Martins”, atacou. Enquanto isso, nesta madrugada, os policiais fazem manifestações em frente à sede do comando da PM e querem a prisão do comandante do BOPE.
MILITAR FOI QUEM SE JOGOU NO CARRO, DIZ COMANDO DA PM
O 180graus entrou em contato com o comandante da Polícia Militar do Piauí, coronel Rubens Pereira. A versão dada pelo comandante, que chegou a cogitar a possibilidade de dar voz de prisão ao tenente coronel Márcio, é diferente da dos policiais. Segundo ele, o PM do Maranhão é que teria se jogado contra o veículo do comandante.
“Algumas viaturas da RONE estavam tentando sair do batalhão, e no portão, tenente coronel Márcio encontrou um piquete de manifestantes. Este PM então se jogou no capô do carro. O comandante saiu bem devagar, e o PM acabou caindo, mas em depoimento aqui na corregedoria, ele negou que tivesse atropelado o militar, até mesmo porque não estava exercendo grande velocidade no veículo”, disse por telefone ao 180graus.
O coronel Rubens Pereira confirmou que chegou a cogitar a possibilidade de dar voz de prisão ao comandante. “Eu desconhecia a informação, quando me ligaram, e disseram que ele tinha era matado o militar, disse mesmo que tomaria todas as providencias cabíveis. Isto seria um homicídio! Chamei o comandante, tomei o depoimento, e agora ele está na policia civil registrado um boletim de ocorrência, e o caso será apurado como qualquer outro”, finalizou.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

OUVIDO NOS CORREDORES CASTRENSES DO RIO.

1) Bolsa Olímpica e Bolsa Copa não passaram de mentiras de campanha.
2) A Bolsa Formação está acabando.
3) Os Bombeiros Militares nunca receberão o benefício do RioCard, que uma parcela da tropa da Polícia Militar recebe.
4) Querem engavetar o piso salarial dos Policiais e Bombeiros Militares (PEC 300 e PEC 446).
5) O comando do Corpo de Bombeiros está mantendo os Capitães Salma e Lauro Botto, integrantes do grupo 40 da Evaristo, longes da Capital e distantes um do outro.
6) O governo Sérgio Cabral e o comando da Polícia Militar se movimentam para o retorno dos SEIS anos como tempo de permanência na ativa dos Coronéis de Polícia. A mudança para QUATRO anos foi apenas para encerrar prematuramente a carreira dos Coronéis Barbonos e já cumpriu seu objetivo, tendo que ser alterada para não alcançar os parceiros do governo. Como parceiros do governo podem ser atingidos em abril 2011, o jeito é mudar a lei ou blindá-los, como já aconteceu em movimentação recente.
7) A secretaria de segurança nunca revelará o responsável pela contratação do falso Tenente Coronel do Exército que assessorava o secretário Beltrame.
8) Após a caminhada que será realizada no domingo, 27 FEV 2011, a partir das 10:00 horas, na Praia de Copacabana (Posto 6), os Bombeiros e Policiais Militares realizarão uma assembléia, na qual várias propostas serão apresentadas para o crescimento da mobilização antes do Carnaval, dentre elas o início das Operações Padrão e Tolerância Zero, assim como, as ações a serem desenvolvidas por familiares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

RIO - CORPO DE BOMBEIROS - A TEMPERATURA ESTÁ ELEVADÍSSIMA.

Hoje eu visitei o Capitão Bombeiro Militar Lauro Botto no QG do CBMERJ (foto).
O governador Sérgio Cabral no final do ano passado resolveu gratificar os Policiais Militares, os Policiais Civis e os Agentes Penitenciários pela atuação na guerra do Rio de Janeiro.
Não gratificou os Bombeiros Militares que tiveram uma atuação destacada no combate aos incêndios.
Nessa semana, Cabral dobrou e antecipou a gratificação que apelida como "produtividade" (diminuição de índices), deixando novamente de fora os Bombeiros Militares, premiando os Policiais Militares e os Policiais Civis, esses últimos que não têm qualquer relação com a diminuição dos índices, a avaliação da Polícia Civil deveria estar direcionada para os inquéritos concluídos com a apresentação dos autores ao poder judiciário.
O certo é que a tropa do CBMERJ está entendendo a exclusão das gratificações concedidas por Cabral como uma represália do vaidoso governador, que viveu um momento histórico no Maracanãzinho, na solenidade de abertura da campanha de combate ao mosquito transmissor da dengue.
Pela primeira vez na história do Brasil, milhares de militares fardados, vaiaram (duas vezes) um governador e na presença do Comandante da corporação, Coronel BM Pedro Machado.
O simbolismo do ato foi gigantesco.
Os Bombeiros fizeram história demonstrando a sua insatisfação com um péssimo governante.
Penso que o governador deve avaliar com atenção o quadro que só se agravou com a prisão do Capitão BM Lauro Botto e aceitar as vaias como uma crítica para que planeje melhor as suas ações.
Os Bombeiros Militares mobilizados em um estalar de dedos param os nossos já caóticos aeroportos e enchem as ruas de cadáveres não recolhidos.
A situação é séria e deve ser tratada como tal.
É hora de deixar a vaidade de lado.
Afinal, governador, Vossa Excelência é vaiado em todos os lugares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

RIO - SALVADOR - ATO PEC 300 - 27 FEV 2011.

Bombeiros e Policiais Militares do Rio de Janeiro e da Bahia marcharão no dia 27 FEV 2011, última semana antes do Carnaval, na luta pela aprovação da PEC 300.
No Rio de Janeiro a concentração será às 10:00 horas na Praia de Copacabana, posto 6.
Divulguem e compareçam.
Será uma excelente oportunidade para uma mobilização em vários estados da federação, sobretudo em razão da proximidade do Carnaval.
No Rio uma parcela considerável tanto da tropa da PMERJ , quanto do CBMERJ, acreditam que só através de ações mais contundentes alcançaremos os nossos objetivos, portanto, será uma excelente oportunidade para discutirmos a utilização das operações padrão e/ou tolerância zero.
É hora de lutar por nossos direitos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 4 de dezembro de 2010

A PEC 300 E O ESTADO DE DEFESA.

COMENTÁRIO POSTADO:
Caro coronel Paúl,

Sou coronel reformado do Exército e em contato com companheiros da ativa, da reserva e reformados pude constatar que quase todos são favoráveis à PEC 300 e à deflagração de uma greve nacional como instrumento legítimo de reivindicação, caso o governo continue a interferir na independência do Poder Legislativo, a quem cabe decidir soberanamente sobre emendas à Constituição. Estamos certos, ainda, de que, caso a greve seja deflagrada, o EB somente acatará ordem de exercer a missão prescrita à força policial militar caso seja decretado o ESTADO DE DEFESA. Se isto ocorrer, as conseqüências políticas serão imprevisíveis, e o governo sabe disso.
Cordialmente,
Fernando Batalha
COMENTO:
Prezado Batalha;
Grato pelo interesse na nossa luta.
As Polícias Militares, os Corpos de Bombeiros e as Polícias Civis possuem outros recursos além da greve, atendidos os princípios da legalidade.
A Operação Tolerância Zero implantada em Nova York com enorme sucesso é uma delas, com a vantagem de não trazer nenhum prejuízo para a população e não ser nem transgressão e nem crime militar.
O desenvolvimento de tal operação de forma contínua em todo Brasil trará tantos prejuízos para os maus políticos, que eles serão os primeiros a propor a aprovação da PEC 300, em regime de urgência.
Outra alternativa é a Operação Padrão, utilizada dezenas de vezes pela Polícia Federal com tremendo sucesso, tanto que hoje eles ganham os melhores salários do país. Ela também não constitui transgressão disciplinar ou crime militar e desenvolvida em todo país terá efeitos imediatos. No Rio, onde as condições de trabalho são péssimas, corre-se o risco de não ter policiamento nas ruas, o que trará prejuízos para a população, infelizmente.
E, não fica por aí, temos ainda uma arma muito poderosa, que pode ser usada pelos Policiais Militares e os Bombeiros Militares, o aquartelamento, inclusive com a vinda de familiares para os quartéis.
Caro Batalha, armas não faltam, o que tem faltado na verdade: idealismo, destemor e vergonha na cara.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

RIO DE JANEIRO - POLICIAIS MILITARES - ATENÇÃO.

COMENTÁRIO POSTADO:
"Carissimos amigos, na sexta-feira, dia 26 haverá aqui no QG, uma reunião para acabar com a promoção por tempo de serviço. Estão querendo passar para 15 anos Soldado para Cabo e 20 anos cabo para sargento. Pergunto, cade o estímulo? O que vai acontecer com os policiais que falta menos que um ano para a promoção? Temos é que fazer greve mesmo, que se dane este governo!"
Anônimo
COMENTO:
Penso que isso será revisto.
A greve é o recurso derradeiro, temos ótimos exemplos da Polícia Federal, que sempre conseguiu o que pretendeu através das operações padrão e tolerância zero, preservando o atendimento à população.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 1 de agosto de 2010

CORRUPÇÃO POLICIAL: POLICIAIS MILITARES DO RIO ACENDEM UMA LUZ DENTRO DO TÚNEL.

A corrupção policial é o mais grave problema das organizações policiais brasileiras, considerando o seu efeito destruidor nos valores institucionais. As polícias têm a LEI como parâmetro a seguir, portanto, deixar de cumprir a LEI viola a essência do policial e o transfere para o mundo do crime. Tal realidade faz com que criminosos façam parte dos efetivos das polícias brasileiras (Federal, Civil e Militar).
O jornal O Globo publica neste domingo um artigo sobre a corrupção, citando valores, e as ações da Polícia Militar para tentar controlar o problema (expulsões) e destaca o papel do corruptor ativo - o cidadão de "bem" (leia).
Nos últimos dias Policiais Militares do Rio de Janeiro deram início a uma OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO e estão prendendo em flagrante esses criminosos que oferecem dinheiro aos policiais para levar alguma vantagem.
Eis uma excelente notícia, resta esperar que a OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO cresça em todas as direções, reprimindo todos os ilícitos que estão espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro. Tenho certeza que essa ação ampla irá resgatar uma significativa parcela da honra policial, totalmente afetada em face da convivência da polícia com a criminalidade.
Penso que limpando as ruas os Policiais Militares conseguiram alcançar salários mais justos, pois não é segredo para ninguém que a criminalidade precisa de policiais recebendo salários miseráveis, como ocorre no Rio de Janeiro.
A campanha do governador Sérgio Cabral paga em sua campanha R$ 40,00, como provei em vídeo postado neste blog (assista - 50 segundos), para uma jovem segurar bandeirinhas durante os eventos e paga cerca de R$ 30,00 por dia para os Policiais Militares arriscarem a própria vida.
A OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO é uma luz acessa dentro do túnel, que pode orientar a nossa saída da situação de penúria que vivenciamos.
Vida longa e crescimento a essa boa notícia, que se espalhe para todas as ruas do Rio de Janeiro.
A lei é o nosso parâmetro, vamos encher as delegacias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO