quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL - COMPLEMENTO.
POLÍCIA MILITAR: CONSTRANGIMENTOS E AMEAÇAS .
USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL.
Somente quem tem categoria "D" e tem curso de emergencista pode dirigir, veja a decisão no Rio Grande do sul.
A Juíza Denize Terezinha Sassi, da 1ª Vara Cível de Santa Maria, concedeu hoje (17/9) liminar determinando que somente policiais militares aprovados em curso de prática veicular em situação de risco realizem atividade de policiamento ostensivo na condução de veículo de emergência. A decisão abrange todo o estado a vale até o julgamento final da ação.
O pedido foi ajuizado pela Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf) contra Estado do Rio Grande do Sul, sob a alegação de que as viaturas de policiamento ostensivo enquadram-se na categoria veículos de emergência. Defendeu, no entanto, que o comando apenas exige habilitação para conduzir veículos, sem observar se o candidato a motorista possui o treinamento previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro (inciso IV do artigo 145). Ressaltou que essa omissão é responsável pelo elevado índice de acidentes de trânsito envolvendo policiais militares.
Comentário postado no Blog: Coturno Carioca".
RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - SOLDADOS E CABOS DEVEM RECEBER TODOS OS UNIFORMES.
RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - O USO DE SOFTWARE PIRATA - BOMBEIROS E POLICIAIS NÃO USEM PROGRAMA ILEGAL.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
BRASIL: CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA – O ELO QUE LIGA O CEARÁ, A BAHIA E O RIO DE JANEIRO.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO (OPERAÇÃO PADRÃO) - DIFICULDADES - UMA OPINIÃO.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
8o BPM - CAMPOS - OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO (OPERAÇÃO PADRÃO).
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
SERGIPE: POLÍCIA MILITAR DESENCADEIA OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO.
RIO: MOBILIZAÇÃO DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES - OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO.
domingo, 21 de agosto de 2011
RIO - POLÍCIA CIVIL - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI (OPERAÇÃO PADRÃO) - DEFLAGRAÇÃO - DIA 29 SET 2011.
SINDPOL-RJ - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI
ACESSE AQUI: PANFLETO – CARTILHA
(para imprimir, ao visualizar o arquivo, acesse no lado esquerdo da tela a opção “Arquivo”. Dentro desta opção selecione “Print (PDF)” ou apenas tecle “Ctrl + P”)
A “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI” é um movimento exigido pelos policiais civis para exterminar de nossa instituição as humilhações que sofremos, como ter o pior salário do Brasil, um plano de carreira injusto e um sistema de gratificações que tortura as policiais grávidas e os policiais doentes. Também queremos mostrar para a população carioca que trabalhamos muitas vezes fora daquilo que determina a lei para a própria segurança do policial e da sociedade.
O SINDPOL RJ solicita que os policiais civis do Rio de Janeiro e a população carioca acessem sempre nosso site para ficarem por dentro de nosso movimento.
Anunciamos ainda que o Twitter do SINDPOL RJ está funcionando e orientamos aos policiais civis o cadastramento nesta ferramenta, pois poderá servir para avaliar o movimento em todo o Rio de Janeiro, além de possibilitar a publicação para toda a sociedade dos eventuais abusos cometidos contra a categoria durante a operação.
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 16 de agosto de 2011
RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - PMs, BMs e PCs DARÃO SEU GRITO DE INDEPENDÊNCIA NO DIA 07 SET 2011.
Mais de quatro anos se passaram e a situação salarial só se agravou e Sérgio Cabral (PMDB) nem chegou perto de cumprir as suas promessas de campanha feitas em 2006.
Cansados de sermos enganados estamos tentando reconstruir a mobilização e iniciar uma Operação Padrão, a partir das 08:00 horas, do dia 07 SET 2011.
Será o nosso grito de independência!
PMs, BMs e PCs tentem mobilizar os seus companheiros nos quartéis e nas delegacias, a hora é agora!
Simultaneamente, poderemos desencadear também a Operação Tolerância Zero, o que dará força ainda maior ao nosso movimento legal, ordeiro e pacífico.
Leiam o contido no blog do então Major PM Wanderby:
18/08/07
Repercussões.


Jornal "O Dia" - 18Ago07

"Operação-padrão na PM
Policiais e pensionistas estão convocados para passeata na orla.
Ações serão restringidas
Rio - O reajuste de 25% deixou o clima tenso dentro da Polícia Militar. O Grupo dos Barbonos — composto por nove coronéis no topo da carreira e que na quarta-feira fez duras críticas à medida do estado — passou a tarde desta sexta reunido, com outros 23 coronéis. Por fim, emitiu nota informando, sem detalhar, ter oferecido ao comando soluções institucionais como saída para a crise.
Antes, porém, outro grupo de policiais insatisfeitos já convocara colegas que não estiverem de serviço, pensionistas (que ficaram sem aumento) e familiares para passeata dia 26, às 10h, em Ipanema, com concentração no Posto 10. Para o dia seguinte, os policiais estão organizando a 'Operação Tolerância Zero'. Nela, serão exigidas melhores condições de trabalho para os PMs.
A operação terá três bases fundamentais: as viaturas sem condições não devem sair, os militares devem requisitar equipamentos de proteção individual (colete) e armamento condizente com a missão e todos os atos ilícitos devem ser conduzidos para a delegacia. 'Procurem as ocorrências e conduzam', orienta o texto divulgado sexta, que informava sobre as manifestações.
O momento é considerado decisivo pelos PMs. 'É agora ou nunca! Precisamos mostrar que não aceitamos o que foi concedido pelo governo. Não queremos esmola, queremos respeito!', destaca o comunicado.
A 'Operação Tolerância Zero' pode trazer ainda mais problemas para a segurança do Rio, que deve ficar fragilizada já nesta semana, com a paralisação de 72 horas da Polícia Civil, a partir de segunda-feira.
Convocação
O texto fecha com uma convocação: 'Se o que estamos programando não ocorrer, estaremos dando claro recado ao governador de que não precisa se preocupar conosco, pois somos um bando de covardes, sem brios, sem dignidade. O que está em jogo é nossa dignidade e nossa credibilidade ante aos nossos entes familiares'.
O governo do estado não se pronunciou ontem sobre as manifestações. Voltou a informar apenas que vai cortar o ponto dos servidores que entrarem em greve.
Praças se sentem traídos pelo governo
Ganha força o grupo dos policiais militares e bombeiros que se sentiu traído pela decisão do governo de dar aumento, sem antes consultar as associações. Segundo o presidente da Aspra (Associação de Praças da PM e Corpo de Bombeiros), Vanderlei Ribeiro, a atitude do estado foi 'antidemocrática' e 'autoritária'. 'Nada do que estava combinado foi cumprido. Todos estão tontos', afirmou Ribeiro.
Ele disse ter ouvido do secretário de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa, na quarta-feira, que foi o governador Sérgio Cabral que bateu o martelo e decidiu anunciar o aumento antes de conversar com os sindicatos. A reunião com o pessoal da PM estava marcada para esta sexta, mas acabou perdendo o sentido após a divulgação oficial do reajuste.
Apesar das dificuldades, Vanderlei Ribeiro disse que ainda há alternativas. Ele deve ter uma audiência na segunda-feira com o comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Angelo, e pretende ainda levar os policiais à Alerj, no dia da votação do aumento, para pressionar os deputados e impedir a aprovação da matéria.
Projeto não foi enviado à Alerj
O projeto de lei que vai regulamentar o reajuste dos salários dos servidores das áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública não chegou ontem à Alerj (Assembléia Legislativa), como era esperado. Na quarta-feira, quando aconteceu o anúncio dos novos vencimentos, o governador Sérgio Cabral afirmou que a medida seria enviada aos deputados estaduais até sexta-feira.
No fim da tarde de ontem, a assessoria da Mesa Diretora da Alerj recebeu a informação de que a proposição não seria mais enviada. Deputados e assessores apostavam que o atraso foi reflexo das reações dos servidores. A assessoria do Palácio Guanabara informou, no entanto, que o projeto será enviado na segunda-feira, sem qualquer alteração de conteúdo. Questões técnicas impediram, segundo a assessoria, o envio da proposta à Alerj na data prevista.
Com o atraso, deve haver demora na votação do projeto, prevista para terça ou quarta-feira da próxima semana. Em virtude da polêmica gerada, a matéria também deverá receber grande número de emendas. ".
"Coronéis da PM insatisfeitos
O objetivo da reunião era a oficialização do apoio dos 23 coronéis aos nove barbonos. A expectativa era a divulgação de um comunicado assinado por todos os coronéis, cobrando a revisão do reajuste. No entanto, até as 21h30, a única decisão oficial, divulgada por meio de de nota assinada pelos barbonos, foi "oferecer ao Comando da Corporação, soluções institucionais para os problemas que se descortinam com os últimos acontecimentos".
Entre os nove coronéis da ativa está o corregedor-geral da PM, coronel Paulo Ricardo Paul, além do chefe do setor de inteligência da corporação e os comandantes das três escolas e centros de formação de policiais militares. Entre os coronéis que se reuniram com os barbonos estão comandantes de batalhões da polícia.
No dia em que Sérgio Cabral anunciou o reajuste de 25% escalonado em 24 meses, o grupo de coronéis lançou um comunicado classificando de "indigno" o reajuste concedido e declarando que a decisão do governador foi uma quebra de compromisso de campanha.
Na quarta-feira, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que mesmo os coronéis - patente máxima na PM - não estariam livres de punição caso as manifestações de repúdio ao reajuste fossem interpretadas como insubordinação.
Do lado dos policiais de patentes mais baixas, ficou confirmada a operação tolerância zero a partir das 8h do próximo dia 27, uma segunda-feira. O movimento consistirá, principalmente, em duas ações: os PMs não entrarão em carros que estejam em mau estado de conservação e exigirão coletes à prova de balas em bom estado. Um dos líderes do movimento, o major Wanderby Braga de Medeiros garante que a recusa de um policial em entrar em uma viatura caindo aos pedaços não irá configurar indisciplina.
- Uma publicação interna da PM determina que o policial não pode usar carros ruins. Vamos apenas cumpri-la. Além disso, caso haja algum problema, teremos um link direto com a corregedoria da PM - diz o major.
Na Polícia Civil, o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro, Vinícius George, disse que a chefia de polícia deu uma ordem para que os delegados-titulares não apoiassem o movimento dos agentes. A Polícia Civil, oficialmente, negou a acusação do sindicalista.
Enquanto o sindicato decidiu pelo apoio à greve dos policiais civis, a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), que reúne 891 delegados, se disse contra uma greve neste momento.
- Achamos que será inoportuna qualquer marcha ou paralisação nesse momento. Os delegados têm de compreender que há setores com situações salariais muito mais complicadas - disse o presidente da entidade, Wladimir Reale.".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - 07 SET 2011 - POLÍCIA MILITAR - CORPO DE BOMBEIROS - POLÍCIA CIVIL .
Sérgio Cabral (PMDB) prometeu na campanha eleitoral de 2006 e até a presente data nada cumpriu.
Infelizmente, Cabral não muda, segue tratando mal o funcionalismo e não raramente ofende funcionários públicos.
Diante desse impasse e após as grandes mobilizações dos Bombeiros Militares e dos profissionais da Educação Pública, confesso que não vejo mais qualquer alternativa na área da segurança pública que não seja partir para uma ação organizada de protesto em conjunto, envolvendo a PMERJ, a PCERJ e o CBMERJ.
Nessa direção apresentei no blog a ideia da realização de uma Operação Padrão conjunta, iniciando no dia 07 SET 2011, às 08:00 horas, só terminando quando os nossos anseios forem atendidos.
Penso que os grupos mobilizados, os clubes, os sindicatos e as associações devem analisar essa possibilidade com seriedade, convocando os sócios e os mobilizados para em assembleias discutir sobre o desencadeamento ou não.
No nosso espaço, tenho ao longo do tempo feito uma distinção, meramente didática, entre Operação Padrão e Operação Tolerância Zero, considerando que na prática elas se confundem.
Em apertadíssima síntese, na Padrão exigimos o cumprimento de todas as regras para o desempenho dos serviços (carteira de habilitação na categoria correta, EPIs em condições adequadas, etc), por sua vez, na Tolerância Zero, reprimimos qualquer ilícito encontrado nas ruas (jogo dos bichos, etc) conduzindo para as delegacias policiais.
Eis uma definição:
Pernambuco
PMs iniciam operação-padrão
A partir desta segunda-feira (9), militar só trabalha seguindo à risca o que dizem as normas. Medida é para pressionar Estado a aumentar salário
Publicado em 09/05/2011, às 08h16
Policiais militares de Pernambuco iniciam nesta segunda-feira (9) uma operação-padrão, a chamada greve branca (...).
(...)
A operação-padrão é a última tentativa de pressão para que o governo apresente uma nova proposta. Na prática, as seis associações que representam os integrantes da categoria decidiram que os policiais que estiverem na rua vão seguir ao pé da letra o que manda as normas técnicas. Um dos pontos é em relação aos motoristas das viaturas. Segundo o comando da categoria, apenas aqueles que tiverem carteira de habilitação D ou E estão aptos a dirigir.
Além disso, apenas os motoristas que passaram por capacitação específica podem conduzir as viaturas. Outro exemplo é a utilização de coletes à prova de balas. Os policiais só vão participar das rondas se o equipamento de proteção estiver com menos de cinco anos de uso. A operação-padrão também modifica a conduta dos policiais militares durante as abordagens. De acordo com o sargento Ricardo Lima, da Associação dos Subtenentes e Sargentos de Pernambuco, será adotada a tolerância zero. "Isso significa que todas as ocorrências serão levadas à delegacia. Em abordagens a veículos particulares, todos os itens serão checados", explicou. Na sexta-feira, antes da assembleia, policiais realizaram passeata pelas ruas do Centro e fizeram o enterro simbólico do Pacto pela Vida, programa de segurança pública do Estado.
(...)
Desencadear a Operação Padrão, associada ou não à Operação Tolerância Zero, deve ser o próximo passo. Além disso, temos que começar a organizar os movimentos grevistas, respeitando a legislação e garantindo a prestação de serviço nos limites impostos pela lei.
É hora de agir.
Idealismo, destemor, amor corporativo e interesse público devem ser os nossos nortes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 14 de agosto de 2011
PIAUÍ: CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA.
BLOG DO CAPITÃO ASSUMÇÃO.
Piauí: Caos na segurança pública
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
OUVIDO NOS CORREDORES CASTRENSES DO RIO.
2) A Bolsa Formação está acabando.
3) Os Bombeiros Militares nunca receberão o benefício do RioCard, que uma parcela da tropa da Polícia Militar recebe.
4) Querem engavetar o piso salarial dos Policiais e Bombeiros Militares (PEC 300 e PEC 446).
5) O comando do Corpo de Bombeiros está mantendo os Capitães Salma e Lauro Botto, integrantes do grupo 40 da Evaristo, longes da Capital e distantes um do outro.
6) O governo Sérgio Cabral e o comando da Polícia Militar se movimentam para o retorno dos SEIS anos como tempo de permanência na ativa dos Coronéis de Polícia. A mudança para QUATRO anos foi apenas para encerrar prematuramente a carreira dos Coronéis Barbonos e já cumpriu seu objetivo, tendo que ser alterada para não alcançar os parceiros do governo. Como parceiros do governo podem ser atingidos em abril 2011, o jeito é mudar a lei ou blindá-los, como já aconteceu em movimentação recente.
7) A secretaria de segurança nunca revelará o responsável pela contratação do falso Tenente Coronel do Exército que assessorava o secretário Beltrame.
8) Após a caminhada que será realizada no domingo, 27 FEV 2011, a partir das 10:00 horas, na Praia de Copacabana (Posto 6), os Bombeiros e Policiais Militares realizarão uma assembléia, na qual várias propostas serão apresentadas para o crescimento da mobilização antes do Carnaval, dentre elas o início das Operações Padrão e Tolerância Zero, assim como, as ações a serem desenvolvidas por familiares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
RIO - CORPO DE BOMBEIROS - A TEMPERATURA ESTÁ ELEVADÍSSIMA.
O governador Sérgio Cabral no final do ano passado resolveu gratificar os Policiais Militares, os Policiais Civis e os Agentes Penitenciários pela atuação na guerra do Rio de Janeiro.
Não gratificou os Bombeiros Militares que tiveram uma atuação destacada no combate aos incêndios.
Nessa semana, Cabral dobrou e antecipou a gratificação que apelida como "produtividade" (diminuição de índices), deixando novamente de fora os Bombeiros Militares, premiando os Policiais Militares e os Policiais Civis, esses últimos que não têm qualquer relação com a diminuição dos índices, a avaliação da Polícia Civil deveria estar direcionada para os inquéritos concluídos com a apresentação dos autores ao poder judiciário.
O certo é que a tropa do CBMERJ está entendendo a exclusão das gratificações concedidas por Cabral como uma represália do vaidoso governador, que viveu um momento histórico no Maracanãzinho, na solenidade de abertura da campanha de combate ao mosquito transmissor da dengue.
Pela primeira vez na história do Brasil, milhares de militares fardados, vaiaram (duas vezes) um governador e na presença do Comandante da corporação, Coronel BM Pedro Machado.
O simbolismo do ato foi gigantesco.
Os Bombeiros fizeram história demonstrando a sua insatisfação com um péssimo governante.
Penso que o governador deve avaliar com atenção o quadro que só se agravou com a prisão do Capitão BM Lauro Botto e aceitar as vaias como uma crítica para que planeje melhor as suas ações.
Os Bombeiros Militares mobilizados em um estalar de dedos param os nossos já caóticos aeroportos e enchem as ruas de cadáveres não recolhidos.
A situação é séria e deve ser tratada como tal.
É hora de deixar a vaidade de lado.
Afinal, governador, Vossa Excelência é vaiado em todos os lugares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
RIO - SALVADOR - ATO PEC 300 - 27 FEV 2011.
Será uma excelente oportunidade para uma mobilização em vários estados da federação, sobretudo em razão da proximidade do Carnaval.
É hora de lutar por nossos direitos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sábado, 4 de dezembro de 2010
A PEC 300 E O ESTADO DE DEFESA.
Caro coronel Paúl,
Sou coronel reformado do Exército e em contato com companheiros da ativa, da reserva e reformados pude constatar que quase todos são favoráveis à PEC 300 e à deflagração de uma greve nacional como instrumento legítimo de reivindicação, caso o governo continue a interferir na independência do Poder Legislativo, a quem cabe decidir soberanamente sobre emendas à Constituição. Estamos certos, ainda, de que, caso a greve seja deflagrada, o EB somente acatará ordem de exercer a missão prescrita à força policial militar caso seja decretado o ESTADO DE DEFESA. Se isto ocorrer, as conseqüências políticas serão imprevisíveis, e o governo sabe disso.
Cordialmente,
Fernando Batalha
COMENTO:
Grato pelo interesse na nossa luta.
As Polícias Militares, os Corpos de Bombeiros e as Polícias Civis possuem outros recursos além da greve, atendidos os princípios da legalidade.
A Operação Tolerância Zero implantada em Nova York com enorme sucesso é uma delas, com a vantagem de não trazer nenhum prejuízo para a população e não ser nem transgressão e nem crime militar.
O desenvolvimento de tal operação de forma contínua em todo Brasil trará tantos prejuízos para os maus políticos, que eles serão os primeiros a propor a aprovação da PEC 300, em regime de urgência.
Outra alternativa é a Operação Padrão, utilizada dezenas de vezes pela Polícia Federal com tremendo sucesso, tanto que hoje eles ganham os melhores salários do país. Ela também não constitui transgressão disciplinar ou crime militar e desenvolvida em todo país terá efeitos imediatos. No Rio, onde as condições de trabalho são péssimas, corre-se o risco de não ter policiamento nas ruas, o que trará prejuízos para a população, infelizmente.
E, não fica por aí, temos ainda uma arma muito poderosa, que pode ser usada pelos Policiais Militares e os Bombeiros Militares, o aquartelamento, inclusive com a vinda de familiares para os quartéis.
Caro Batalha, armas não faltam, o que tem faltado na verdade: idealismo, destemor e vergonha na cara.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
RIO DE JANEIRO - POLICIAIS MILITARES - ATENÇÃO.
"Carissimos amigos, na sexta-feira, dia 26 haverá aqui no QG, uma reunião para acabar com a promoção por tempo de serviço. Estão querendo passar para 15 anos Soldado para Cabo e 20 anos cabo para sargento. Pergunto, cade o estímulo? O que vai acontecer com os policiais que falta menos que um ano para a promoção? Temos é que fazer greve mesmo, que se dane este governo!"
Anônimo
COMENTO:
Penso que isso será revisto.
A greve é o recurso derradeiro, temos ótimos exemplos da Polícia Federal, que sempre conseguiu o que pretendeu através das operações padrão e tolerância zero, preservando o atendimento à população.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 1 de agosto de 2010
CORRUPÇÃO POLICIAL: POLICIAIS MILITARES DO RIO ACENDEM UMA LUZ DENTRO DO TÚNEL.
O jornal O Globo publica neste domingo um artigo sobre a corrupção, citando valores, e as ações da Polícia Militar para tentar controlar o problema (expulsões) e destaca o papel do corruptor ativo - o cidadão de "bem" (leia).
Nos últimos dias Policiais Militares do Rio de Janeiro deram início a uma OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO e estão prendendo em flagrante esses criminosos que oferecem dinheiro aos policiais para levar alguma vantagem.
Eis uma excelente notícia, resta esperar que a OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO cresça em todas as direções, reprimindo todos os ilícitos que estão espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro. Tenho certeza que essa ação ampla irá resgatar uma significativa parcela da honra policial, totalmente afetada em face da convivência da polícia com a criminalidade.
Penso que limpando as ruas os Policiais Militares conseguiram alcançar salários mais justos, pois não é segredo para ninguém que a criminalidade precisa de policiais recebendo salários miseráveis, como ocorre no Rio de Janeiro.
A campanha do governador Sérgio Cabral paga em sua campanha R$ 40,00, como provei em vídeo postado neste blog (assista - 50 segundos), para uma jovem segurar bandeirinhas durante os eventos e paga cerca de R$ 30,00 por dia para os Policiais Militares arriscarem a própria vida.
A OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO é uma luz acessa dentro do túnel, que pode orientar a nossa saída da situação de penúria que vivenciamos.
Vida longa e crescimento a essa boa notícia, que se espalhe para todas as ruas do Rio de Janeiro.
A lei é o nosso parâmetro, vamos encher as delegacias.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO


