domingo, 19 de fevereiro de 2012
RIO - POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS MILITARES - IPM - CONSELHOS DE DISCIPLINA E JUSTIFICAÇÃO - TRANCAMENTO.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL - COMPLEMENTO.
POLÍCIA MILITAR: CONSTRANGIMENTOS E AMEAÇAS .
USO DAS VIATURAS DA POLÍCIA MILITAR, DO CORPO DE BOMBEIROS E DA POLÍCIA CIVIL.
Somente quem tem categoria "D" e tem curso de emergencista pode dirigir, veja a decisão no Rio Grande do sul.
A Juíza Denize Terezinha Sassi, da 1ª Vara Cível de Santa Maria, concedeu hoje (17/9) liminar determinando que somente policiais militares aprovados em curso de prática veicular em situação de risco realizem atividade de policiamento ostensivo na condução de veículo de emergência. A decisão abrange todo o estado a vale até o julgamento final da ação.
O pedido foi ajuizado pela Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf) contra Estado do Rio Grande do Sul, sob a alegação de que as viaturas de policiamento ostensivo enquadram-se na categoria veículos de emergência. Defendeu, no entanto, que o comando apenas exige habilitação para conduzir veículos, sem observar se o candidato a motorista possui o treinamento previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro (inciso IV do artigo 145). Ressaltou que essa omissão é responsável pelo elevado índice de acidentes de trânsito envolvendo policiais militares.
Comentário postado no Blog: Coturno Carioca".
RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - SOLDADOS E CABOS DEVEM RECEBER TODOS OS UNIFORMES.
RIO - CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA - O USO DE SOFTWARE PIRATA - BOMBEIROS E POLICIAIS NÃO USEM PROGRAMA ILEGAL.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
BRASIL: CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA – O ELO QUE LIGA O CEARÁ, A BAHIA E O RIO DE JANEIRO.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO (OPERAÇÃO PADRÃO) - DIFICULDADES - UMA OPINIÃO.
RIO: GREVE NA SEGURANÇA PÚBLICA - REFLEXÕES.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
A GRANDE IMPORTÂNCIA DO ATO DAS ESPOSAS E ALGUMAS ILAÇÕES.
domingo, 29 de janeiro de 2012
MARCHA DA DIGNIDADE - O DIA SEGUINTE - UMA BREVE ANÁLISE.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
RIO: MOBILIZAÇÃO DOS BOMBEIROS E POLICIAIS MILITARES - OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
SERGIPE: POLICIAIS MILITARES PARAM AS VIATURAS IRREGULARES.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
OPERAÇÃO PADRÃO: POLICIAIS CIVIS IRÃO DESENCADEAR. SERÁ QUE OS POLICIAIS MILITARES E OS BOMBEIROS IRÃO ADERIR?
Policiais vão iniciar operação padrão a partir de 29 de setembro.
Procedimentos como registros de ocorrências, corpo de delito só poderão ser feitos na presença de um delegado.
Rio - A partir do dia 29 de setembro e por tempo indeterminado, quem precisar fazer um registro de ocorrência, registrar um flagrante, solicitar remoção de cadáver ou exame de corpo de delito, entre outros procedimentos legais, só poderá fazer mediante a presença do delegado. Policiais civis decidiram nesta terça-feira em assembleia na Federação das Associações do Serviço Público, no Centro, pela realização da operação padrão "Cumpra-se a Lei".
"Temos um dos piores salários do Brasil, déficit de 60% de pessoal e, desses, 20% de quem está trabalhando já tem direito a se aposentar. Além disso, nosso hospital funciona improvisado na academia", questiona o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), comissário Fernando Bandeira.
Conforme O DIA vem denunciando desde a semana passada, 95% da frota de carros da Polícia Civil não passa na vistoria anual do Detran.Os problemas,mesmo em veículos novos, são vários comopneus carecas, lâmpadas queimadas e falta de extintores de incêncio ou triângulo.
"Temos problemas de armamentos, munições, coletes, enfim, faltam condições mínimas de trabalho. Desde que sai da academia, o policial não volta para uma reciclagem periódica, que acreditamos ser importante para prestar um bom serviço à população", conclui Bandeira.
A Chefia da Polícia Civil foi procurada, mas não se pronunciou sobre as queixas dos policiais.
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 21 de agosto de 2011
RIO - POLÍCIA CIVIL - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI (OPERAÇÃO PADRÃO) - DEFLAGRAÇÃO - DIA 29 SET 2011.
SINDPOL-RJ - OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI
ACESSE AQUI: PANFLETO – CARTILHA
(para imprimir, ao visualizar o arquivo, acesse no lado esquerdo da tela a opção “Arquivo”. Dentro desta opção selecione “Print (PDF)” ou apenas tecle “Ctrl + P”)
A “OPERAÇÃO CUMPRA-SE A LEI” é um movimento exigido pelos policiais civis para exterminar de nossa instituição as humilhações que sofremos, como ter o pior salário do Brasil, um plano de carreira injusto e um sistema de gratificações que tortura as policiais grávidas e os policiais doentes. Também queremos mostrar para a população carioca que trabalhamos muitas vezes fora daquilo que determina a lei para a própria segurança do policial e da sociedade.
O SINDPOL RJ solicita que os policiais civis do Rio de Janeiro e a população carioca acessem sempre nosso site para ficarem por dentro de nosso movimento.
Anunciamos ainda que o Twitter do SINDPOL RJ está funcionando e orientamos aos policiais civis o cadastramento nesta ferramenta, pois poderá servir para avaliar o movimento em todo o Rio de Janeiro, além de possibilitar a publicação para toda a sociedade dos eventuais abusos cometidos contra a categoria durante a operação.
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
OPERAÇÃO PADRÃO (OPERAÇÃO TOLERÂNCIA ZERO) – PMs, BMs e PCs – ESCLARECIMENTOS.
Soldado Revoltado
1) A Polícia Militar está completamente desmobilizada, isso é um fato, sendo que a última vez que ocorreu uma pequena mobilização foi nos anos de 2007/2008, por iniciativa dos 40 da Evaristo e dos Coronéis Barbonos.
2) São apontadas algumas razões para essa desmobilização total. A mais citada é o crescimento da banda podre, grupo que não liga para o valor do salário, pois por fora tira muito mais. São Oficiais e Praças mergulhados nesse mar de lama. Além dessa, o recebimento de gratificações excelentes com relação aos salários por alguns grupos, os quais não querem correr o risco de perder esse benefício.
3) Basta uma pequena viagem no tempo para verificarmos que os Praças da Polícia Militar, principalmente, não se mobilizam há muito tempo. Eu nem lembro quando ocorreu uma mobilização iniciada por Praças. Os nossos Praças não tomam a iniciativa de lutar por seus direitos, como fizeram os Praças do Corpo de Bombeiros, que chegaram a colocar mais de 20.000 pessoas na Praia de Copacabana.
Por que essa diferença?
Certamente, não é a repressão, pois os Bombeiros foram reprimidos duramente e de várias formas.
Por que os Praças da PMERJ não se mobilizam?
Também não podem responder que estão esperando os Oficiais, pois isso aconteceu em 2007/2008 e a mobilização dos Praças foi muito pequena. Em 2008, chegamos a colocar na Orla da Zona Sul mais de 20 Coronéis da Ativa da PMERJ, um número maior ainda de Tenentes Coronéis, mais de uma centena de Oficiais e o número de Praças da ativa foi muito pequeno, proporcionalmente.
A desmobilização dos Praças da PMERJ é uma verdade.
A desmobilização dos Oficiais seguiu o mesmo caminho.
"(...) promover uma assembleia GERAL da área de segurança e assim traçarmos uma pauta de reivindicação e a forma de LUTA organizada (...)."
Quem conseguirá agregá-los?
4) Diante desse contexto na Polícia Militar, o que fazer?
A quase totalidade dos Praças e dos Oficiais já respondeu essa pergunta: Não fazer nada, além de ficar reclamando pelos cantos nos quartéis e nas praças dos nossos conjuntos habitacionais.
5) Concordo com o comentarista, movimentos através da internet não resolvem nada em termos de PMERJ, mas não por serem movimentos iniciados na grande rede, mas pelo fato da tropa não se mobilizar. Movimentos iniciados na internet são sucesso em vários estados brasileiros e países.
6) A nossa atual é iniciativa é a deflagração de uma Operação Padrão (Tolerância Zero) pelos Oficiais e pelos Praças, no dia 07 SET 2011, a partir das 08:00 horas.
O sucesso desse ato é muito simples de ser alcançado, bastando que os Oficiais e os Praças espalhem a proposta em todos as OPMs da PMERJ e OBMs do CBMERJ. Fácil e barato!
O tempo é mais que suficiente para difundir a ideia e para organizar a mobilização em cada quartel.
Lembro que a Operação Padrão não é crime, nem transgressão, portanto, não existe como reprimi-la.
Os Policiais Federais já usaram a Operação Padrão inúmeras vezes e sempre com sucesso.
7) Por derradeiro, agradeço novamente o comentarista e torço para que pelo menos no quartel ao qual ele pertence, a ideia seja difundida por ele e se torne uma realidade no dia 07 SET 2011, pois uma semente bem plantada poderá gerar ótimos frutos. Por exemplo, se os SOS BOMBEIROS assumirem a ideia e programarem essa Operação Padrão, o sucesso será enorme no Corpo de Bombeiros. Todavia, se não se mobilizarem, em face da proposta não ter saído diretamente deles, as chances de sucesso no CBMERJ ficarão muito reduzidas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
terça-feira, 16 de agosto de 2011
RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - PMs, BMs e PCs DARÃO SEU GRITO DE INDEPENDÊNCIA NO DIA 07 SET 2011.
Mais de quatro anos se passaram e a situação salarial só se agravou e Sérgio Cabral (PMDB) nem chegou perto de cumprir as suas promessas de campanha feitas em 2006.
Cansados de sermos enganados estamos tentando reconstruir a mobilização e iniciar uma Operação Padrão, a partir das 08:00 horas, do dia 07 SET 2011.
Será o nosso grito de independência!
PMs, BMs e PCs tentem mobilizar os seus companheiros nos quartéis e nas delegacias, a hora é agora!
Simultaneamente, poderemos desencadear também a Operação Tolerância Zero, o que dará força ainda maior ao nosso movimento legal, ordeiro e pacífico.
Leiam o contido no blog do então Major PM Wanderby:
18/08/07
Repercussões.


Jornal "O Dia" - 18Ago07

"Operação-padrão na PM
Policiais e pensionistas estão convocados para passeata na orla.
Ações serão restringidas
Rio - O reajuste de 25% deixou o clima tenso dentro da Polícia Militar. O Grupo dos Barbonos — composto por nove coronéis no topo da carreira e que na quarta-feira fez duras críticas à medida do estado — passou a tarde desta sexta reunido, com outros 23 coronéis. Por fim, emitiu nota informando, sem detalhar, ter oferecido ao comando soluções institucionais como saída para a crise.
Antes, porém, outro grupo de policiais insatisfeitos já convocara colegas que não estiverem de serviço, pensionistas (que ficaram sem aumento) e familiares para passeata dia 26, às 10h, em Ipanema, com concentração no Posto 10. Para o dia seguinte, os policiais estão organizando a 'Operação Tolerância Zero'. Nela, serão exigidas melhores condições de trabalho para os PMs.
A operação terá três bases fundamentais: as viaturas sem condições não devem sair, os militares devem requisitar equipamentos de proteção individual (colete) e armamento condizente com a missão e todos os atos ilícitos devem ser conduzidos para a delegacia. 'Procurem as ocorrências e conduzam', orienta o texto divulgado sexta, que informava sobre as manifestações.
O momento é considerado decisivo pelos PMs. 'É agora ou nunca! Precisamos mostrar que não aceitamos o que foi concedido pelo governo. Não queremos esmola, queremos respeito!', destaca o comunicado.
A 'Operação Tolerância Zero' pode trazer ainda mais problemas para a segurança do Rio, que deve ficar fragilizada já nesta semana, com a paralisação de 72 horas da Polícia Civil, a partir de segunda-feira.
Convocação
O texto fecha com uma convocação: 'Se o que estamos programando não ocorrer, estaremos dando claro recado ao governador de que não precisa se preocupar conosco, pois somos um bando de covardes, sem brios, sem dignidade. O que está em jogo é nossa dignidade e nossa credibilidade ante aos nossos entes familiares'.
O governo do estado não se pronunciou ontem sobre as manifestações. Voltou a informar apenas que vai cortar o ponto dos servidores que entrarem em greve.
Praças se sentem traídos pelo governo
Ganha força o grupo dos policiais militares e bombeiros que se sentiu traído pela decisão do governo de dar aumento, sem antes consultar as associações. Segundo o presidente da Aspra (Associação de Praças da PM e Corpo de Bombeiros), Vanderlei Ribeiro, a atitude do estado foi 'antidemocrática' e 'autoritária'. 'Nada do que estava combinado foi cumprido. Todos estão tontos', afirmou Ribeiro.
Ele disse ter ouvido do secretário de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa, na quarta-feira, que foi o governador Sérgio Cabral que bateu o martelo e decidiu anunciar o aumento antes de conversar com os sindicatos. A reunião com o pessoal da PM estava marcada para esta sexta, mas acabou perdendo o sentido após a divulgação oficial do reajuste.
Apesar das dificuldades, Vanderlei Ribeiro disse que ainda há alternativas. Ele deve ter uma audiência na segunda-feira com o comandante-geral da PM, coronel Ubiratan Angelo, e pretende ainda levar os policiais à Alerj, no dia da votação do aumento, para pressionar os deputados e impedir a aprovação da matéria.
Projeto não foi enviado à Alerj
O projeto de lei que vai regulamentar o reajuste dos salários dos servidores das áreas de Saúde, Educação e Segurança Pública não chegou ontem à Alerj (Assembléia Legislativa), como era esperado. Na quarta-feira, quando aconteceu o anúncio dos novos vencimentos, o governador Sérgio Cabral afirmou que a medida seria enviada aos deputados estaduais até sexta-feira.
No fim da tarde de ontem, a assessoria da Mesa Diretora da Alerj recebeu a informação de que a proposição não seria mais enviada. Deputados e assessores apostavam que o atraso foi reflexo das reações dos servidores. A assessoria do Palácio Guanabara informou, no entanto, que o projeto será enviado na segunda-feira, sem qualquer alteração de conteúdo. Questões técnicas impediram, segundo a assessoria, o envio da proposta à Alerj na data prevista.
Com o atraso, deve haver demora na votação do projeto, prevista para terça ou quarta-feira da próxima semana. Em virtude da polêmica gerada, a matéria também deverá receber grande número de emendas. ".
"Coronéis da PM insatisfeitos
O objetivo da reunião era a oficialização do apoio dos 23 coronéis aos nove barbonos. A expectativa era a divulgação de um comunicado assinado por todos os coronéis, cobrando a revisão do reajuste. No entanto, até as 21h30, a única decisão oficial, divulgada por meio de de nota assinada pelos barbonos, foi "oferecer ao Comando da Corporação, soluções institucionais para os problemas que se descortinam com os últimos acontecimentos".
Entre os nove coronéis da ativa está o corregedor-geral da PM, coronel Paulo Ricardo Paul, além do chefe do setor de inteligência da corporação e os comandantes das três escolas e centros de formação de policiais militares. Entre os coronéis que se reuniram com os barbonos estão comandantes de batalhões da polícia.
No dia em que Sérgio Cabral anunciou o reajuste de 25% escalonado em 24 meses, o grupo de coronéis lançou um comunicado classificando de "indigno" o reajuste concedido e declarando que a decisão do governador foi uma quebra de compromisso de campanha.
Na quarta-feira, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que mesmo os coronéis - patente máxima na PM - não estariam livres de punição caso as manifestações de repúdio ao reajuste fossem interpretadas como insubordinação.
Do lado dos policiais de patentes mais baixas, ficou confirmada a operação tolerância zero a partir das 8h do próximo dia 27, uma segunda-feira. O movimento consistirá, principalmente, em duas ações: os PMs não entrarão em carros que estejam em mau estado de conservação e exigirão coletes à prova de balas em bom estado. Um dos líderes do movimento, o major Wanderby Braga de Medeiros garante que a recusa de um policial em entrar em uma viatura caindo aos pedaços não irá configurar indisciplina.
- Uma publicação interna da PM determina que o policial não pode usar carros ruins. Vamos apenas cumpri-la. Além disso, caso haja algum problema, teremos um link direto com a corregedoria da PM - diz o major.
Na Polícia Civil, o presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro, Vinícius George, disse que a chefia de polícia deu uma ordem para que os delegados-titulares não apoiassem o movimento dos agentes. A Polícia Civil, oficialmente, negou a acusação do sindicalista.
Enquanto o sindicato decidiu pelo apoio à greve dos policiais civis, a Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), que reúne 891 delegados, se disse contra uma greve neste momento.
- Achamos que será inoportuna qualquer marcha ou paralisação nesse momento. Os delegados têm de compreender que há setores com situações salariais muito mais complicadas - disse o presidente da entidade, Wladimir Reale.".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
RIO - OPERAÇÃO PADRÃO - 07 SET 2011 - POLÍCIA MILITAR - CORPO DE BOMBEIROS - POLÍCIA CIVIL .
Sérgio Cabral (PMDB) prometeu na campanha eleitoral de 2006 e até a presente data nada cumpriu.
Infelizmente, Cabral não muda, segue tratando mal o funcionalismo e não raramente ofende funcionários públicos.
Diante desse impasse e após as grandes mobilizações dos Bombeiros Militares e dos profissionais da Educação Pública, confesso que não vejo mais qualquer alternativa na área da segurança pública que não seja partir para uma ação organizada de protesto em conjunto, envolvendo a PMERJ, a PCERJ e o CBMERJ.
Nessa direção apresentei no blog a ideia da realização de uma Operação Padrão conjunta, iniciando no dia 07 SET 2011, às 08:00 horas, só terminando quando os nossos anseios forem atendidos.
Penso que os grupos mobilizados, os clubes, os sindicatos e as associações devem analisar essa possibilidade com seriedade, convocando os sócios e os mobilizados para em assembleias discutir sobre o desencadeamento ou não.
No nosso espaço, tenho ao longo do tempo feito uma distinção, meramente didática, entre Operação Padrão e Operação Tolerância Zero, considerando que na prática elas se confundem.
Em apertadíssima síntese, na Padrão exigimos o cumprimento de todas as regras para o desempenho dos serviços (carteira de habilitação na categoria correta, EPIs em condições adequadas, etc), por sua vez, na Tolerância Zero, reprimimos qualquer ilícito encontrado nas ruas (jogo dos bichos, etc) conduzindo para as delegacias policiais.
Eis uma definição:
Pernambuco
PMs iniciam operação-padrão
A partir desta segunda-feira (9), militar só trabalha seguindo à risca o que dizem as normas. Medida é para pressionar Estado a aumentar salário
Publicado em 09/05/2011, às 08h16
Policiais militares de Pernambuco iniciam nesta segunda-feira (9) uma operação-padrão, a chamada greve branca (...).
(...)
A operação-padrão é a última tentativa de pressão para que o governo apresente uma nova proposta. Na prática, as seis associações que representam os integrantes da categoria decidiram que os policiais que estiverem na rua vão seguir ao pé da letra o que manda as normas técnicas. Um dos pontos é em relação aos motoristas das viaturas. Segundo o comando da categoria, apenas aqueles que tiverem carteira de habilitação D ou E estão aptos a dirigir.
Além disso, apenas os motoristas que passaram por capacitação específica podem conduzir as viaturas. Outro exemplo é a utilização de coletes à prova de balas. Os policiais só vão participar das rondas se o equipamento de proteção estiver com menos de cinco anos de uso. A operação-padrão também modifica a conduta dos policiais militares durante as abordagens. De acordo com o sargento Ricardo Lima, da Associação dos Subtenentes e Sargentos de Pernambuco, será adotada a tolerância zero. "Isso significa que todas as ocorrências serão levadas à delegacia. Em abordagens a veículos particulares, todos os itens serão checados", explicou. Na sexta-feira, antes da assembleia, policiais realizaram passeata pelas ruas do Centro e fizeram o enterro simbólico do Pacto pela Vida, programa de segurança pública do Estado.
(...)
Desencadear a Operação Padrão, associada ou não à Operação Tolerância Zero, deve ser o próximo passo. Além disso, temos que começar a organizar os movimentos grevistas, respeitando a legislação e garantindo a prestação de serviço nos limites impostos pela lei.
É hora de agir.
Idealismo, destemor, amor corporativo e interesse público devem ser os nossos nortes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
domingo, 14 de agosto de 2011
PIAUÍ: CAOS NA SEGURANÇA PÚBLICA.
BLOG DO CAPITÃO ASSUMÇÃO.
Piauí: Caos na segurança pública
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
OPERAÇÃO PADRÃO - NÃO É CRIME, NÃO É TRANSGRESSÃO - PANFLETAGEM - DEFLAGRAÇÃO.
Operação Padrão não é crime, não é transgressão.
A Polícia Federal realizou essa operação diversas vezes para conseguir melhorias de salário e de condições de trabalho, sempre alcançando êxito.
No início da semana publicaremos o panfleto nesse espaço democrático e solicitamos que imprimam e divulguem nos seus respectivos quartéis e delegacias.
Aceitamos sugestões para os panfletos.
A ideia é iniciar a Operação Padrão no dia 7 de setembro de 2011.
Será o nosso grito de independência!
Operação Padrão não é crime, não é transgressão.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO


