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segunda-feira, 6 de abril de 2009

SE VOCÊ QUER SABER O QUE O GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO FEZ NOS ÚLTIMOS DOIS ANOS...

Percorra as ruas da zona norte à noite!

GOVERNO DO RIO DE JANEIRO
"SOMANDO FORÇAS"
(COM QUEM?)
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

BLOG REPÓRTER DE CRIME - CORONEL ASSASSINADO FEZ DENÚNCIA CONTRA A GESTÃO DAS PRISÕES.

O GLOBO:
BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTÔNIO BARROS.
PLANTÃO URGENTE 2.
CORONEL ASSASSINADO FEZ DENÚNCIAS CONTRA A GESTÃO DAS PRISÕES.
O coronel Francisco Spargoli - morto agora de manhã ao reagir a um assalto a uma lotérica, segundo a versão oficial - havia sido responsável por várias denúncias de falta de segurança para diretores de presídios, por parte da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária, em novembro do ano passado. (clique e leia).


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 23 de julho de 2008

OS "CORONÉIS BARBONOS", OS "40 DA EVARISTOS" E O "ESTADO PARALELO".

O estudioso de primeira hora do tema criminalidade logo descobre que o crime organizado para prosperar busca cooptar no primeiro momento os policiais – os fiscais das ruas - permitindo que o crime se instale e se multiplique pelas esquinas, seja ele qual for e no segundo momento tem por objetivo cooptar os políticos, construindo uma estrutura denominada “estado paralelo”, que infiltra os seus tentáculos no “estado formal” – na Polícia e na Política - construindo uma rede destruidora de influência criminosa.
A mídia nacional tem noticiado exaustivamente nos últimos anos, que o crime já tem alcançado o seu segundo objetivo em muitos estados brasileiros e o Rio de Janeiro é um destes estados afetados por esta virulência.
A gravidade da situação – a expansão do “estado paralelo” – põe em risco o estado democrático de direito, por exemplo, quando a própria campanha eleitoral é posta em descrédito, diante da impossibilidade de candidatos buscarem votos nos denominados “currais eleitorais”, conforme o noticiado pela mídia.
Candidatos escoltados representam em apertada síntese que naquele espaço geográfico o estado formal não detém os monopólios exclusivos do uso da força, da tributação e da justiça.
Partindo deste pressuposto, o próprio processo eleitoral como um todo fica comprometido e o cidadão perde a sua representatividade na escolha dos ocupantes dos cargos políticos.
Se o processo eleitoral não é livre, universalmente democrático, ele não é um instrumento da democracia, portanto, diante da impossibilidade de exercer o direito da livre de escolha dos seus representantes, o povo fluminense fica apartado da democracia e os eleitos acabam por não representarem a vontade popular.
Isso não é democracia!
E qual a relação entre esta nefasta realidade e a mobilização cívica realizada pelos Policiais Militares e pelos Bombeiros Militares, integrantes dos grupos dos “Coronéis Barbonos” e dos “40 da Evaristos”?
A resposta é simples para quem é Policial Militar ou Bombeiro Militar, ou seja, a relação é direta.
Os militares estaduais que no ano de 2007 encaminharam documentos formais ao governo do Estado do Rio de Janeiro e que foram as ruas, ordeira e pacificamente, nos anos de 2007 e 2008, para conscientizar à sociedade fluminense sobre a gravidade da situação vivenciada pelas suas instituições, estavam exteriorizando um grito de alerta, mais do que isso, um grito de socorro.
Não foram ouvidos.
O Comando Geral da Polícia Militar foi exonerado.
Os Coronéis e os Tenentes-Coronéis que participaram da mobilização foram exonerados, perderam gratificações e foram condenados ao ostracismo.
Legislações estaduais foram modificadas para prejudicar os Coronéis, condenados subsidiariamente a uma aposentadoria compulsória aos 50 anos de idade, isto com a aprovação da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
Oficiais mobilizados foram transferidos das unidades.
E se você, caro leitor, acha que não existe relação entre os dois fatos, responda a seguinte pergunta:

Será que os “Coronéis Barbonos”, os “40 da Evaristos” e os Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros que os apoiaram faziam parte dos cooptados pelo “estado paralelo”?
Obviamente, não!
Eles eram e alguns ainda são, a resistência!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O QUE ESTÁ ACONTECENDO?

EXTRA ONLINE.
Cadete da PM agride e tenta rouba auxiliar de bar na Lapa.
http://extra.globo.com/rio/materias/2008/07/20/cadete_da_pm_agride_tenta_rouba_auxiliar_de_bar_na_lapa-547331411.asp
Carlos Brito – Extra.
RIO - O fim da noite de sábado seria agradável para o ajudante de bar Tiago Monteiro, de 19 anos. Depois de passar quase 10 horas trabalhando na sinuca e gafieira Lapa 40º, ele iria se encontrar com o irmão e os amigos na Lapa, onde passaria o restante da madrugada bebendo e conversando. Isso até cruzar o caminho do aspirante da Polícia Militar Diego Nascimento Fusco, de 21 anos. Completamente embriagado, Diego tentou roubar R$ 105 de Tiago. Depois de perseguido e alcançado por amigos da vítima, o futuro PM foi levado preso à 5ª DP (Mem de Sá), onde acabou autuado por tentativa de roubo.
- Eram 4h30m e eu estava a caminho da Rua do Senado, quando ele veio na minha direção. Estava bêbado e começou a gritar comigo, afirmando que eu era garoto de programa. Ele me espancou, pegou a minha carteira, e levou R$ 105. Nessa hora, meu irmão ligou para o meu celular. Foi a minha sorte - relembrou Tiago.
Pelo telefone, Anderson ouviu o cadete perguntando a Tiago onde ele trabalhava e afirmando que era da Polícia Federal. Anderson e mais um grupo de amigos, que já estavam na Lapa, correram até a Rua do Senado onde encontraram o PM e Tiago.
Segundo o ajudante de bar, surpreso com a chegada do grupo, o cadete fugiu com os R$ 105. Ele foi perseguido pelo grupo até um prédio em construção na Praça Tiradentes. Lá, ainda de acordo com Tiago, ele foi cercado e, posteriormente, preso por policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes), que o levaram até a 5ª DP.
Muito embriagado, Diego caiu no chão da delegacia e precisou ser carregado por dois policiais militares. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teve de ir à delegacia para aplicar soro no cadete. Somente a partir da medicação ele começou a se recuperar.
- Ele vai ter que responder pela tentativa de roubo. O Tiago foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para passar por exame de corpo delito. O cadete também tinha hematomas pelo corpo - disse a delegada Daniela Rebelo.
Por meio de sua assessoria de comunicação, a Polícia Militar informou que o cadete - após receber tratamento no hospital da corporação - será encaminhado ao Batalhão Especial Prisional. Ainda de acordo com a assessoria, Diego atualmente está no terceiro ano do curso de formação de oficiais da Polícia Militar, na Academia Dom João VI.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

40 DA EVARISTO - ATO CÍVICO - PRAIA DE COPACABANA - ANO I


O grupo dos "40 da Evaristo" formado por Oficiais e por Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro escreveu páginas de idealismo, honra e destemor na história das duas instiuições militares estaduais.
Construído a partir de reuniões realizadas na residência de Oficiais e posteriormente, realizadas na Academia de Polícia Militar D. João VI, o grupo "40 da Evaristos" realizou três atos cívicos, todos ordeiros e pacíficos, sendo dois na praia de Copacabana e um na Cinelândia.
Eles estavam de folga, em trajes civis e desarmados.
Cantaram o hino nacional, a canção do Policial Militar e a canção do Bombeiro Militar.
Levaram o grito de socorro dos integrantes das instituições às ruas da cidade do Rio de Janeiro, buscando a cidadania do Policial Militar e do Bombeiro Militar através da concessão de salários dignos e de adequadas condições de trabalho.
Representantes dos "40 da Evaristo" e dos "Coronéis Barbonos" participaram de duas reuniões formais com o governo estadual, realizadas no gabinete do governador do estado.
Não foram ouvidos, nem os "40 da Evaristo", nem os "Coronéis Barbonos".
Participaram de duas marchas democráticas alertando - mais uma vez - o governo estadual e a sociedade fluminense.
O grito de milhares continuou não sendo ouvido.
Um ano se passou e a situação se agravou ainda mais.
O Soldado da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros continua recebendo menos de R$ 30,00 por dia para arriscar a própria vida em defesa da sociedade fluminense.

Hoje, 14 de julho de 2008, o primeiro ato cívico completa o seu primeiro ano de realização e os seus participantes são verdadeiros CAMPEÕES!

Parabéns a todos!
A Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e a sociedade fluminense devem muito a cada um de vocês pela demonstração de amor corporativo e de cidadania.

A seguir transcrevo um texto recebido através de um email que destaca a importância da confiança e a necessidade de seguir em frente:



CRESCENDO EM CONFIANÇA

"CAMPEÕES não são aqueles que nunca fracassam;
são aqueles que nunca desistem."
Edwin Louis Cole


"Para vivermos positivamente, para desfrutarmos as melhores realizações que a vida pode oferecer, para seguirmos em frente na realização e concretização dos nossos sonhos é necessário confiança.
Freqüentemente se faz necessário seguirmos em frente, mesmo quando o nosso coração parece nos indicar que devemos voltar atrás.
Confiança vem, e gradualmente aumenta, quando cremos naquilo que estamos fazendo.
Confiança cresce quando, continuamente, empreendemos uma ação a fim de encararmos o desafio de frente, quando enfrentamos o nosso medo e agimos a despeito.
A partir de então, a confiança passa a se tornar parte de nós mesmos.
Confiança é uma avenida de duas mãos.
Primeiramente cremos em Deus, que nos criou e nos fez singulares e, em seguida, passamos a crer em nós mesmos.
Tudo o que fazemos se torna mais eficiente quando abordado através de um forte senso de confiança.
Sempre irá haver milhares de razões pelas quais não deveríamos levar avante uma determinada ação.
A confiança irá nos dar a habilidade de transcendermos essas dúvidas e irá nos levar em direção ao nosso destino.
Construamos a nossa confiança porque ela irá nos trazer enormes benefícios e incríveis gratificações."

sexta-feira, 11 de julho de 2008

AMAI - NOTA SOBRE A MORTE DE UMA CRIANÇA NO RIO DE JANEIRO.

A notícia da violência contra uma família no ultimo domingo, resultando na morte de uma criança, nas ruas do Rio de Janeiro foi uma ação desastrada da Polícia Militar, que trás à baila a velha retórica do despreparo policial.
As nuances que a Guanabara ofereceu são de que esse despreparo é degeneração corporativa e vem se acumulando de governo para governo. O atual governador Sergio Cabral e seu secretário de segurança o delegado federal, José Mariano Beltrame, tiveram a oportunidade de “reiniciar “ a partir da atitude dos Barbonos – movimento dos oficiais da PMRJ, inspirados na velha ética e moralidade dos tempos em que o quartel era como a rua dos Barbonos.
O movimento procurou chamar a atenção com um manifesto que propunha um reordenamento da PM, com melhores princípios militares de respeito mútuo, de todos com a população, e uma nova relação da corporação com o governo. Tratava de questões pequenas e grandes, como a dos desvios financeiros, dos aquartelamentos, das remunerações e preparo da tropa para as funções de segurança e ordens públicas.
O governo recebeu mal o pleito de reestruturação física e moral da PM e o governador Sergio Cabral incitado pelo delegado de polícia do Rio de Janeiro, trataram de impedir o diálogo das elites da PM com o governo, pondo fim ao movimento com a repressão dos seus líderes, dentro os quais o comandante – geral da PMRJ, que foi substituído pelo Cel. Pitta, oportunista que de participante do movimento dos Barbonos, no dia seguinte, era o herói governamental.
Quantas crianças inocentes continuarão a morrer no Rio de Janeiro, que de acordo com pesquisas divulgadas no Jornal Gazeta do Povo (09/07/2008), é a cidade onde a polícia mais mata no mundo? Vale ressaltar a hipocrisia do governador do estado fluminense ao chamar os PMs de “débeis mentais”, “assassinos” e garantir-lhes as expulsões sem respeito ao direito de defesa, e também do secretário de segurança pública ao ambos afirmarem que essa degeneração não era previsível. Em nossa opinião, assassinos são todos eles. Vítimas só a população do Rio de Janeiro.

Cel PMRR Elizeu Ferraz Furquim
Presidente da AMAI
www.amai.org.br/descompressao
Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares Ativos, Inativos e Pensionistas - AMAI
Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 650 - Rebouças - Curitiba - Paraná
CEP: 80.230-030Tel/Fax: (41) 3224-1141

terça-feira, 8 de julho de 2008

ESTADÃO.COM.BR - ESTAMOS COLHENDO OS TRÁGICOS RESULTADOS - BRUNO PAES MANSO.

''Estamos colhendo os trágicos resultados''
Autora de livro sobre a abordagem policial no Rio afirma que o aplauso do governo e da sociedade a ações letais é perigoso
Bruno Paes Manso.
Um em cada cinco homicídios no Rio é provocado pelas forças de segurança do Estado.
Para a cientista social Sílvia Ramos, é preciso mudar a cultura policial beligerante para reverter a crise.
Depois de mais uma tragédia, há algo que ainda não foi dito?
Nesse caso, em especial, os ingredientes expõem o pior resultado da cultura policial que valoriza a morte do bandido e não a segurança do cidadão.Quando policiais, caçando criminosos, dão 15 tiros no carro de cidadãos inocentes, a pergunta não é apenas sobre o disparate da tragédia.
Devemos perguntar também: era correta a lógica de dar 15 tiros no carro dos bandidos em fuga?
Entre os policiais, consolidou-se uma cultura de morte. Boa parte da sociedade carioca tem aplaudido ações letais quando ocorrem nas favelas. Estamos colhendo os trágicos resultados dessa situação.
Não houve despreparo por parte dos policiais?
É simples apontar o dedo para o policial que atirou, dizer que eles são truculentos e despreparados. O problema é que tem havido, por parte do comando, da Secretaria de Segurança, do governo, uma política de aplauso ao confronto. Mesmo os bons policiais acabam entrando nessa lógica. Nesse caso, se eles matassem quatro jovens de morro, a operação teria sido considerada um sucesso, heróica.
Por que é ruim que policiais matem bandidos?
Primeiro porque a atividade de polícia é uma atividade de produção de segurança e não de produção de morte. O uso da violência e força letal degrada e desvaloriza a polícia, os trabalhos de inteligência, prevenção, articulação da sociedade. No Rio, o policial que troca tiros é considerado eficiente e não o que desenvolve trabalho comunitário de prevenção.
Tragédias como essas ajudam a mudar alguma coisa?
Espero que esse caso ajude a despertar, nos comandos e na população, a reflexão. A perplexidade muitas vezes é um ingrediente necessário para mudanças.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

CARTA DOS CORONÉIS BARBONOS - ANO I - CORONEL HILDEBRANDO QUINTAS ESTEVES FERREIRA

Cidadãos brasileiros, a Carta dos Coronéis Barbonos completa neste dia 3 de julho de 2008, um ano de sua divulgação.
A leitura atenta da carta pode oferecer respostas ao momento de insegurança pública que vivenciamos no Estado do Rio de Janeiro, sobretudo considerando que nenhum dos objetivos institucionais propostos ao poder político foi concretizado.
O documento marcou uma nova realidade na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, quando um grupo de CORONÉIS DE POLÍCIA - exercendo a sua responsabilidade de LÍDERES da instituição - e que ocupavam as funções mais relevantes de assessoramento ao Comando Geral, bradaram um grito de socorro direcionado à sociedade fluminense e ao poder político para o solucionamento das mazelas da instituição e da segurança pública.
A Carta dos Barbonos foi referendada pela maioria dos Coronéis da ativa da Policia Militar e marcou um momento em que os INTERESSES INSTITUCIONAIS sobrepujaram os INTERESSES PESSOAIS.
A lamentar o fato de que esse rarissimo momento de união dos Coronéis tenha sido efêmero e a situação logo tenha se revertido aos primeiros clarões e os INTERESSES PESSOAIS tenham voltado a preponderar como historicamente ocorre na corporação, com sérios danos à Polícia Militar e principalmente, aos homens e mulheres de bem que integram essa bicentenária corporação e arriscam a sua vida diariamente em defesa do cidadão e da cidadania.
E aproveito para lembrar que no dia 14 de julho de 2008 ocorrerá o primeiro aniversário do Ato Cívico realizado pelos 40 da Evaristo, na praia de Copacabana, um ato pelo resgate da cidadania do Policial Militar através da concessão de salários dignos e adequadas condições de trabalho. O grupo dos 40 da Evaristo foi formado por Oficiais e por Praças idealistas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que realizaram atos cívicos ordeiros e pacíficos para sensibilizar o povo fluminense sobre a situação vivenciada pelos heróis sociais - os Policiais Militares e os Bombeiros Militares.
Cidadão brasileiro, Policiais Militares e Bombeiros Militares - Oficiais e Praças - têm alertado à sociedade fluminense e ao poder político sobre a gravidade da situação e o silêncio diante de nossas pretensões tem sido a resposta, apesar do agravamento constante da crise.
Portanto, não nos culpem!
Não atribuam a nós os efeitos deletérios da omissão política de anos, que não valoriza e contribui sobremaneira para a desqualificação dos profissionais de segurança pública.
Profissionais que precisam se desgastar fisica e emocionalmente no "bico" para prover o sustento de seus familiares, resistindo bravamente às facilidades da corrupção endêmica do "estado paralelo", que como mestástase se espalha por todo o organismo social.
Nós denunciamos alguns dos muitos problemas e continuamos na luta para reverter esse quadro, pois DESISTIR não faz parte do nosso vocabulário, nem de nossas vidas.
Não somos políticos, somos profissionais que têm o dever de prestar o melhor serviço público possível à sociedade fluminense, que clama por ordem e segurança, cansada de perder seus filhos para a violência que nos envolve e nos sufoca.
O CORONEL ESTEVES - um dos melhores exemplos de idealismo, destemor, honestidade e competência da história da Polícia Militar - escreveu o artigo que transcrevo a seguir sobre o primeiro aniversário da Carta dos CORONÉIS BARBONOS.



(Preparativos da Marcha Democrática realizada em 27/01/2008)

PRIMEIRO ANIVERSÁRIO
CARTA DOS BARBONOS
Hildebrando Quintas ESTEVES Ferreira
CORONEL de Polícia



"A exposição dos problemas existentes na policia, já há muito vem sendo feita por pesquisadores e estudiosos da segurança sem que se consiga o devido eco na sociedade. O exemplo disso é que nos idos de 70, Virgilio Luiz Donnici, em seu livro: “A Criminalidade no Brasil: meio milênio de repressão” já elencava quatorze itens que, baseado em seus estudos, necessitavam urgente reformulação para a melhoria da Policia, dentre os quais, cito:

1 – “Salários insuficientes e baixos;
2 – Ausência de uma profissionalização policial porque hoje o policial tem a Polícia como bico;
3 – Ausência de uma deontologia policial;
4 – Ausência de condições para o trabalho policial; dentre outras.

Recordando o que já foi dito por muitos, em face da importância de não permitir que caia no esquecimento, mesmo sob o risco de tornar-me chato e enfadonho, sigo reportando-me ao dia 03 de julho de 2007, quando surgia na mídia um grupo de Coronéis denominados Coronéis Barbonos que, através da Carta dos Barbonos, denominada “PRO LEGE VIGILANDA” (Para a Vigilância da Lei), elencavam doze itens que os mesmos julgavam necessários reformular para melhorar a Policia Militar e o serviço por ela prestado.
Neste histórico documento, encaminhado ao Comandante Geral da PMERJ, Secretário Estadual de Segurança Pública e Governador do Estado, além é claro, da sociedade civil através da mídia, o grupo de Coronéis buscava levar às autoridades os problemas que mais afligiam a Corporação naquele momento, com o fito de melhorar a qualidade do serviço prestado pela Polícia e como conseqüência a melhoria no atendimento a comunidade e a otimização da Segurança Pública de nosso Estado.
A Carta dos Barbonos com seus doze itens, como se vê, não trazia novidade em seu conteúdo, pois cientistas sociais, pesquisadores e estudiosos já apresentavam os óbices. Não, não era a exposição dos problemas a inovação, mas o fato de tal exposição ter sido feita por integrantes do aparelho policial, na busca de melhorar a qualidade de vida dos profissionais e conseqüentes aperfeiçoamentos na assistência ao cidadão.
Iniciava-se uma nova era, onde profissionais que, vivenciando os transtornos ao exercício, corajosamente apresentavam às autoridades e ao público, suas dificuldades, na tentativa de encontrar apoio para solucioná-las.
Esboçavam um protótipo de “Política de Segurança Pública”.
O resultado deste embrionário projeto: exonerações, perseguições políticas, tentativa de desmoralização alcunhando-os de traidores da Instituição. Isso mesmo, os que abriram mão de tudo em prol do que julgavam melhor para a PMERJ foram, pelos que se assenhorearam do poder e das gratificações, hostilizados e taxados de inimigos da Corporação.
Valores subjugados e corrompidos. Dura realidade.
Um ano decorrido e a sociedade ainda aquiesce esta inversão. Acolhe, por omissão, a Insegurança Pública reinante em nosso Estado.
Está na hora de cobrar do Estado, tudo o que vem sendo muito bem pago pelos contribuintes, através de inúmeros e altíssimos impostos e lembrar que, portanto, não estariam fazendo favor e sim cumprindo com sua obrigação; esta na hora de exercer a cidadania tão decantada e não praticada. Quando a sociedade entender a necessidade da cobrança do que lhe é de direito, não importando o “fenômeno” de ainda haver o cidadão que não tenha sido alvo dessa violência deflagrada em nosso Estado, então caminharemos para frente e não veremos os demais Estados da Federação evoluindo, enquanto nem mais estacionados estamos, mas sim, de marcha à ré, ladeira abaixo".

Leia a Carta dos Barbonos e tire as suas conclusões:
http://celprpaul.blogspot.com/2007/09/pro-lege-vigilanda-para-vigilncia-da.html

sexta-feira, 11 de abril de 2008

O GLOBO - 11/04/2008 - CARTA DOS LEITORES

"Não sou policial, mas um trabalhador que este mês teve arrancado do seu bolso R$ 41,52, valor este insignificante para muitos, mas que para mim fará muita falta. Pergunto: qual a diferença entre policiais acusados de corrupção que na saída de um presídio soltam fogos e sindicalistas que comemoram com uísque 12 anos a manutenção do imposto sindical e a proibição do TCU em fiscalizar suas contas"
(Julio Cesar da S. Vieira - por email - 10/04 - Niterói - RJ).
A leitura dessa matéria foi indicada pela senhora Sônia Regina Pereira dos Santos, mãe de um Policial Militar covardemente morto por criminosos, quando estava de serviço em uma Rádio Patrulha.
A senhora Sônia participou da nossa última caminhada cívica.
Ela tem lutado pelos seus direitos.
Ela não perdeu a capacidade de se indignar, nem o leitor que mandou o email.
Será esse o Brasil que queremos deixar como herança para os nossos filhos e netos?
O País dos Escândalos!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL DO COMÉRCIO - 11/04/2008 - O SEGUNDO DA SOBREVIVÊNCIA - CANDIDO MENDES


JUNTOS SOMOS FORTES!
POVO E POLÍCIA!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 7 de abril de 2008

INSEGURANÇA PÚBLICA

Na edição dessa segunda-feira, 7 de abril de 2008, o jornal “O Globo” apresenta como “TEMA EM DISCUSSÃO: PRISÃO E SEGURANÇA”.
A “OUTRA OPINIÃO”, tendo como título “TESE INÓCUA” é de autoria do advogado José Luís Oliveira Lima.
A “NOSSA OPINIÃO” (O GLOBO) tem como título “SISTEMA INEFICIENTE” e destaco para comentar o primeiro parágrafo, aconselhando a leitura da íntegra dos dois artigos:
“ A profunda crise de segurança pública por que passa o país tem várias facetas. Há deficiências gritantes numa polícia que mata quase na mesma proporção em que morre, e que pouco elucida crimes; há um complexo prisional deficiente, muitas vezes desumano, e subdimensionado para o número de mandados de prisão existentes (a rede de presídios teria de ser duplicada para abrigar todos os condenados); e há um Código Penal defasado, com um sistema de execução das condenações no mínimo equivocado.”
Diante do contido nesse parágrafo faço um convite à reflexão.
Respeitando todas as opiniões sobre o tema, não podemos discordar frontalmente do conteúdo do parágrafo sob pena de fugirmos da realidade, porém a grande questão reside no fato de que essas “verdades” são nossas velhas conhecidas.
Há quanto tempo conhecemos as afirmações contidas no texto destacado?
E o que fizéssemos para mudar essa realidade: “a profunda crise de segurança pública por que passa o país?”
No Rio de Janeiro, essa crise existe em toda a sua plenitude e existe há muito tempo, sendo injusto culpar um único governo pelo quadro de insegurança pública que vivenciamos.
Entretanto, temos que começar a reverter esse quadro, caso contrário o agravamento da crise seguirá nos apartando cada vez mais da cidadania.
O simples direito de ir e vir pelas ruas da cidade não poderá ser exercido e estaremos condenados a uma reclusão forçada em nossas residências, com muros altos, sistemas de câmeras, janelas gradeadas, portões e portas reforçadas.
Isso sem falar no “APOIO” circulando pela rua onde está situada a nossa residência, o nosso “bunker”.
Não adianta ficarmos repetindo constatações indefinidamente, precisamos mudar essa realidade.
O tempo é de ação e para que possamos agir de forma eficaz, precisamos nos mobilizar para começar a enfrentar “a profunda crise de segurança pública por que passa o país”.
Proponho que como sociedade organizada comecemos a exigir a valorização do profissional de segurança pública, uma fórmula nunca tentada no Rio de Janeiro, como uma maneira de iniciarmos a reversão da situação.
Os nossos Policiais Militares responsáveis pelo “POLICIAMENTO OSTENSIVO E PELA PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA”, recebem os piores salários do Brasil, menos de R$ 30,00 (trinta reais) por dia para arriscar a vida em defesa da sociedade.
Os Policiais Civis responsáveis pela “POLÍCIA JUDICIÁRIA (INVESTIGATIVA) também recebem parcos salários.
Nunca é demais lembrar que profissionais não valorizados, nunca serão profissionais motivados.
Profissionais desmotivados, nunca serão colaboradores, serão empregados cumpridores de tarefas.
Pior não terão compromisso com a empresa e não estarão comprometidos com o sucesso da missão.
Insistindo em não valorizar os profissionais de segurança pública estaremos condenados a ter como responsáveis pela nossa segurança, profissionais inteiramente desmotivados.
Atualmente os policiais vivem se superando para encontrar forças para o cumprimento de suas missões, desgastados pela necessidade do segundo “emprego”.
Os Policiais Civis já foram às ruas informando ao cidadão fluminense sobre essa realidade cruel.
Os Policiais Militares e os Bombeiros Militares também foram às ruas, ordeira e pacificamente, para tornar ainda mais evidente a grave crise salarial vivenciada.
Oficiais e Praças, Coronéis e Soldados, exerceram o seu direito constitucional de livre expressão e bradaram essa verdade, os salários famélicos.
Fizemos a nossa parte.
A mídia noticiou amplamente todas essas manifestações e nenhum de nós pode dizer que desconhece a gravidade da situação.
Nós que vencemos o analfabetismo funcional, outra praga nacional, não podemos usar como defesa para a nossa omissão, o desconhecimento do fato.
Os policiais ganham muito mal!
E essa verdade faltou no artigo “SISTEMA INEFICIENTE”.
Para mudar esse quadro de insegurança cada um de nós deve se mobilizar.
Precisamos mobilizar a sociedade fluminense – o cliente - para que possamos melhorar a segurança pública.
E vamos começar com a valorização do profissional de segurança pública, o servidor público concursado, selecionado e treinado para servir e proteger o cidadão.
Vamos investir recursos públicos nos servidores públicos.
A valorização permitirá um melhor recrutamento e seleção, bem como uma melhor qualificação.
As inscrições de um novo concurso para ingresso na Polícia Militar de milhares de soldados estão abertas.
Um efetivo ainda maior significará menores chances de valorização através de salários justos, considerando a expressão sempre usada pelos governos, “o impacto na folha do aumento”.
Maior efetivo, maior impacto.
Sem valorização, sem motivação.
Aumentar o efetivo da Polícia Militar e da Polícia Civil seria a solução?
Respeitosamente, a minha resposta é não.
Cidadão Fluminense qual é a sua resposta?
Ou será que o problema não lhe diz respeito?


JUNTOS SOMOS FORTES!

POVO E POLÍCIA!




PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO



quinta-feira, 20 de março de 2008

terça-feira, 18 de março de 2008

JORNAL EXTRA - 08/03/2008 - GOVERNO CEDE E OBRAS DO PAC COMEÇAM SEM POLICIAMENTO NO ALEMÃO


Cidadão Fluminense, una-se a nós, vamos mudar o modelo de segurança pública do Rio de Janeiro - estrutural e conjunturalmente.
Caso contrário, além de acuados como já estamos, ficaremos sem saída!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO AÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO - 18/03/2008 - PAC: PM MANTÉM DISTÂNCIA DE OBRAS NO ALEMÃO


DESTACO:
"Sobre um possível acordo entre líderes comunitários e o estado para evitar a presença da PM nas comunidades, ele não quis criar polêmica:
SE TEVE ACORDO, NÃO FUI EU QUEM FEZ. NÃO SEI DE NADA DISSO - COMENTOU DEPOIS DE RECEBER UMA PLACA EM SUA HOMENAGEM DURANTE CAFÉ DA MANHÃ NA FAVELA DA GROTA".
PEZÃO - Governador do Estado do Rio de Janeiro (EM EXERCÍCIO).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL EXTRA - 18/03/2008 - TROCA-TROCA NA SEGURANÇA


JUNTOS SOMOS FORTES!
VAMOS MUDAR A SEGURANÇA PÚBLICA NO RJ!



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 17 de março de 2008

JORNAL O DIA - 17/03/2008 - MAIS PMS NAS RUAS - JAN THEOPHILO

A idéia de aproveitar os Policiais Militares Inativos na atividade meio da Instituição merece ser aplaudida, embora não seja uma novidade, pois já ocorre há muito tempo.
Entretanto, justiça seja feita, a substituição de todo o efetivo que trabalha nessa atividade por inativos, isso sim é novidade.
Cumpre destacar que muitos dos que trabalham na atividade meio estão de licença médica - incapacidade física parcial - portanto não serão aproveitados na atividade fim, pelo menos enquanto perdurarem as licenças.
E aproveitando a idéia de reforçar o policiamento nas ruas não devemos esquecer que conforme o último relatório da Diretoria Geral de Pessoal - que tive acesso - existem mais de 2300 (dois mil e trezentos) Policiais Militares fora da Polícia Militar.
O retorno significaria um reforço de mais de 5 (cinco) batalhões!
Fica a idéia!

JUNTOS SOMOS FORTES!

DEUS ESTÁ NO COMANDO!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sábado, 8 de março de 2008

DIA ON LINE - 08/03/2008 - CANTEIROS E OBRAS VIRAM PALANQUE ELEITORAL

“Serginho, parabéns por tudo que você fez para o Rio. Graças a seu jeito de ser e enxergar o governo, podemos construir a mais importante parceria já feita no estado”, afirmou.

Essa frase, carente de realismo, teria sido dita pelo Presidente Lula, conforme reportagem publicada no Dia online.
Qual seria a justificativa ou motivação para tal frase?
- O Presidente é amigo do Governador...
- Ambos pretendem continuar trilhando os mesmos caminhos políticos e por isso têm os mesmos objetivos...
- O Presidente não conhece a realidade vivenciada pela população fluminense nesses 14 (quatorze) meses da "administração" Sérgio Cabral...
- O Presidente desconhece as promessas de campanha do candidato Sérgio Cabral...
- O Presidente desconhece que as prioridades do Governador seriam a Segurança, a Saúde e a Educação...
Uma coisa é certa o Presidente nunca conversou com um Médico, um Professor ou um Policial desse sofrido Estado do Rio de Janeiro!
"Dia online
8/3/2008 01:40:00
Canteiros de obras viram palanque eleitoral
Políticos de olho no pleito de 2010 aproveitam a festa para aparecer
Rio - Repleto de políticos, ministros e secretários de Estado, o palanque de inauguração das obras do PAC foi tomado pelo clima eleitoral já de olho na disputa de 2010. Além do inédito aporte de recursos do governo federal no Rio, a cada vez mais próxima relação entre o governador Sérgio Cabral (PMDB) e o presidente Lula (PT) refletiu-se em palavras e gestos carinhosos durante todos os discursos do dia.
Em Manguinhos, após alfinetar o péssimo relacionamento político com a gestão estadual passada, comandada por Rosinha Garotinho, Lula mostrou que cada vez mais cresce a sua intimidade com Cabral. “Serginho, parabéns por tudo que você fez para o Rio. Graças a seu jeito de ser e enxergar o governo, podemos construir a mais importante parceria já feita no estado”, afirmou. Durante os discursos, no palanque, os dois sempre trocavam palavras e sorrisos, acompanhados de suas mulheres, Marisa Letícia (Lula) e Adriana Ancelmo (Cabral). Quando teve a palavra, o governador também não poupou elogios à administração de Lula desde 2003.
“Nos últimos quatro anos, o Brasil reorganizou as finanças e arrumou a casa. Faremos, em parceria, investimentos públicos para valer”, afirmou Cabral. O peemedebista é cotado para se candidatar em 2010, com apoio de Lula, à reeleição ao governo do estado ou até alçar vôos mais altos até o Palácio do Planalto.
DILMA ELOGIADA
Um dos nomes cotados para a candidatura à sucessão presidencial pelo PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, também foi ‘paparicada’ por Lula em todos os comícios. Ela chegou a ser chamada de “mãe do PAC” pelo presidente, que sempre a apresentava para os moradores. “Ela é a companheira que coordena o PAC. É ela que cuida, que acompanha, que vai cobrar junto com o Márcio Fortes (Cidades) se as obras estão andando. O Luiz Fernando Pezão é grandão, mas vai saber o que é ser cobrado pela Dilma. Se ele não estiver fiscalizando direito, puxa a orelha do Pezão!”, brincou Lula.
Em entrevista após a inauguração na Rocinha, Dilma negou que os elogios na inauguração das obras sejam um impulso para uma candidatura à Presidência da República, daqui a dois anos. “É apenas um reconhecimento pelo meu trabalho”, admitiu, humilde.
Depois de Lula, Crivella foi o mais aclamado
Além de Lula, o segundo político mais ovacionado pelos moradores das três comunidades foi o senador Marcelo Crivella (PRB), pré-candidato à disputa pela Prefeitura do Rio, em outubro deste ano. Ele, que aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto após a desistência do apresentador e deputado estadual Wagner Montes (PDT), aproveitou o evento para distribuir panfletos de propaganda sobre o seu principal projeto: o Cimento Social, que são obras em habitações no Morro da Providência feitas pelo Exército.
Outros dois possíveis adversários na corrida para a prefeitura também dividiram o palanque com Lula. O deputado estadual Alessandro Molon, que deverá ser candidato pelo PT, e o secretário de Esportes, Eduardo Paes, que luta para ser o nome do PMDB na disputa."
E outra coisa é certa:
"Eduardo Paes, tô fora!"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

MOBILIZAÇÃO CÍVICA ONLINE E "OXIGENAÇÃO"

O Tenente Coronel Reformado Anaíde - Presidente da Associação dos Militares Estaduais - informou nesse momento ao autor desse blog que devido à reunião agendada para o dia 11 de fevereiro de 2.008, às 19:00 horas, a AME/RJ não terá expediente nessa quinta e sexta-feira, objetivando a conclusão de obras em andamento.
Em conseqüência, a reunião prosseguirá em outro local e oportunamente, informarei nesse blog.
A seguir, transcrevo um texto da lavra do Coronel de Polícia ESTEVES, no uso dos seus direitos contitucionais e que transcrevo devidamente autorizado pelo autor:

A OXIGENAÇÃO

Nosso Governador promete oxigenar a Policia Militar, sinceramente gostaria de acreditar, espero que não seja mais uma das muitas promessas que fêz e faz.
Vamos dar um crédito de confiança. Merece?
Bem, por onde será que ele vai começar?
Será que assinando os inúmeros processos de passagem para a inatividade que se acumulam nos escaninhos palacianos?
Se isso ocorrer, com toda certeza mais de cinqüenta oficiais terão sua situação regularizada e serão inativados senão “oxigenando” a corporação, certamente corrigindo uma irregularidade governamental.
Ah! Vai ver que vai começar dando o exemplo e exonerando seu Coordenador Militar da Casa Civil, que é reformado por ser incapaz para o serviço Policial Militar.
Ué!
Mas vocês perguntarão: Pode?
A Coordenadoria Militar não é um serviço Policial Militar?
Direi: era até o inicio desse governo.
Não, irá começar mandando para o "pijama" o subchefe da Coordenadoria que também possui mais de seis anos no último posto. Será?
Claro que não, começará transferindo para a reserva o coordenador militar do líder do governo na Assembléia que também possui mais de seis anos e por um simples acaso foi Comandante Geral no governo passado.
Pode simplesmente desengavetar o projeto apresentado pelo Coronel Ubiratan, que após ler, o Governador achou ótimo, mas que até a presente data não colocou para frente.
Já sei, descobri, vai começar pelos “BARBONOS” .
Ih! Mais nenhum deles tem mais de quatro anos. Tiro no pé?
Não, ele vai mudar a lei e diminuir para três anos, assim ele consegue pegar pelo menos um.
Mas só um?
Pode ainda reduzir um pouco mais ou mudar a lei de modo a que todos aqueles que contrariem o “rei” sejam decapitados.
Viva o Rei.
Acorda, fala sério.
Será que não está na hora de deixar de lado o mimo e começar a agir como homem público?
A quem está tentando enganar, o Coronel quando completa quatro anos passa a condição de não numerado, gerando assim à vaga necessária a oxigenação do quadro.
O máximo que vai conseguir, além de fazer mídia e tentar “inventar a roda” é buscar uma caça as bruxas, que mesmo assim a curto prazo não ocorrerá.
O governador ainda não entendeu que estes Coronéis não são como as pessoas que ele está acostumado a lidar, abrem mão de seus cargos e gratificações de quase quarenta por cento de seus irrisórios salários em troca de melhorar as condições de trabalho para seus subordinados.
Que alguns, independente do tempo que lhes resta, já estão pedindo inativação por desgosto para com este governo.
Que a reserva não os calará, talvez ocorra justamente o inverso, já que não mais se preocuparão com as conseqüências disciplinares que poderão ser aplicadas aos seus subordinados diretos.
Ouvir os assessores é um princípio, claro, auxiliares que saibam outras respostas que não o balançar de cabeça em concordância.
A crise na Segurança Pública está aí, é inegável.
Não pode aproveitar os ensinamentos que a vida está oferecendo?
CORONEL ESTEVES – BARBONO
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

ENTREVISTA COLETIVA - ÚNICO OBJETIVO

Aos cidadãos fluminenses
Aos Policiais Militares, aos Bombeiros Militares e aos Policiais Civis
Às autoridades públicas, do Poder Executivo, do Poder Judiciário, Poder Legislativo e do Ministério Público:
Eu, Paulo Ricardo Paúl, cidadão brasileiro e no pleno exercício da minha cidadania, coronel de polícia, com quase 32 (trinta e dois) anos de serviço, informo que o único objetivo da minha entrevista é revelar a verdade sobre o que está acontecendo na área da segurança pública fluminense.
A CRISE NÃO É NA POLÍCIA MILITAR, A CRISE É NA SEGURANÇA PÚBLICA!
Ou será que o Rio de Janeiro não é uma das cidades mais inseguras do Brasil?
Isso é uma verdade ou uma mentira?
Infelizmente, parte da mídia está mascarando a verdade dos fatos e levando a opinião pública a considerar que tudo está sob controle, com a implantação de uma nova administração.
A Polícia Militar prestava um mal serviço?
E se prestava qual seria a responsabilidade do Chefe da Inteligência da Instituição, assessor direto do Comandante Geral e detentor de todas as informações privilegiadas?
A cidade do Rio de Janeiro é insegura?
E se é, qual a responsabilidade do Comandante Intermediário que comandava todos os Batalhões da Capital?
Essas reflexões são fundamentais.
E se tudo está normal, como dizem, porque pela primeira vez na história da Polícia Militar um Comandante Geral foi instalado no comando sem a presença da tropa?
E se tudo está normal, porque Policiais Militares do BOPE guarneciam o pátio do sagrado Quartel dos Barbonos?
Medo de quê ou de quem?
Certamente, não dos Coronéis Barbonos, não dos "40 da Evaristo", pois esses nunca ameaçaram ninguém.
SEMPRE foram ordeiros e pacíficos.
Quem seriam os "inimigos" referidos nas entrevistas?
Quem seriam os "inimigos" publicamente "ameaçados"?
É h0ra de ter responsabilidade.
Segurança Pública é uma questão muito séria e não pode ser tratada com insunações e com enfrentamentos gratuítos.
Quem seria a "MEIA DÚZIA" descontente?
É hora de uma autoridade pública neutra interceder no processo (PODER JUDICIÁRIO, PODER LEGISLATIVO OU MINISTÉRIO PÚBLICO), considerando que o desequílibrio emocional não pode ser o parâmetro adequado para resolver a CRISE NA SEGURANÇA.
Clamo, imploro a todos os Militares de Polícia que continuem servindo e protegendo o cidadão fluminense, essa é nossa nobre e heróica missão.
A nossa busca de cidadania é um direito, deve ser respeitado e será, pois a sociedade fluminese está do nosso lado.
Mais uma vez, peço que todos tenham calma e acho que tenho esse direito, pois ninguém saiu mais desgastado desse processo do que eu.
Ninguém teve a vida mais prejudicada do que eu.
Ninguém deu mais "a cara para bater" do que eu.
Por favor, deixem eu conceder a entrevista e depois tomem as providências que considerarem adequadas, eu acatarei e já estou orientado pelo meu advogado.
Não piorem a CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA e a mídia tem um papel decisivo nesse momento, considerando que parte da mídia não está contribuindo para a solução, na verdade, está contribuindo para o acirramento do processo.
As pessoas que estão me apoiando com comentários, peço que não coloquem qualquer ofensa nos comentários, para que eu possa postá-los e dar a dimensão exata do apoio recebido.
ROGO A DEUS QUE TODOS SEJAM ILUMINADOS E GUIADOS PARA A MELHOR SOLUÇÃO.
Estou saindo do HCPM para a AME/RJ, por favor mantenham a ordem e me deixem falar.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO