Mostrando postagens com marcador Secretário José Mariano Beltrame. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Secretário José Mariano Beltrame. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de outubro de 2010

NO RIO PACIFICADO DA DUPLA CABRAL-BELTRAME, BEBÊ ASSALTADO, ASSALTO E TIROTEIO AO LADO DA DELEGACIA DA POLÍCIA CIVIL.

SITE G1
"Assaltos e troca de tiros assustam moradores no subúrbio do RJ
Tentativa de assalto à moto provocou tiroteio a 200 metros de delegacia.
Um suspeito foi preso após roubar três carros em série na Vila da Penha.

Enquanto as vítimas de três assaltos ocorridos nesta manhã nos arredores de Vila da Penha, no subúrbio do Rio, prestavam depoimento na 22ª DP (Penha), uma troca de tiros a cerca de 200 metros da delegacia deixou moradores assustados e em pânico neste sábado (23). O motivo foi uma tentativa de assalto a uma moto.
A vítima era um policial militar, que reagiu com tiros. O assaltante ficou ferido mas conseguiu fugir.
Mais cedo, um homem foi preso após roubar três carros nos arredores do bairro Vila da Penha. As informações são do 16º BPM (Olaria).
Segundo a polícia, o assaltante foi preso entre as ruas Tomás Lopes e Brás de Pina. Com ele foi apreendida uma pistola. A sequência de roubos começou em uma rua próxima à Avenida Meriti. Os passageiros de um Sientra foram as vítimas.
Em seguida, ainda de acordo com a polícia, o assaltante roubou dinheiro de um caminhão de gás, abandonou o Sientra em uma rua do bairro e roubou um Cerato. Como o Sientra tinha um rastreador, os policiais começaram o cerco ao assaltante.
O suspeito então deixou o Cerato e roubou o terceiro carro, um Fiat Estrada. Mas logo após ele foi capturado e encaminhado para a 22ª DP (Penha), onde foi feita a ocorrência. A polícia informou que os três carros foram recuperados.
Ataques também na Linha Vermelha
Também na manhã deste sábado, dois carros foram roubados por volta das 9h na Linha Vermelha, na pista sentido Centro da Linha Vermelha, na altura da Infraero, no Rio.
Um bebê de pouco mais de um ano teve o cordão de ouro e um bracelete arrancados durante os assaltos.
De acordo com as vítimas, oito homens armados, divididos em dois veículos, interceptaram dois carros, impedindo a passagem dos motoristas que vinham atrás. Segundo o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), os veículos roubados foram um Astra e um Honda Fit.
A criança estava com os tios e o avós no Astra, que foi levado pelos assaltantes. Os pais do bebê estavam no veículo de trás e viram toda a ação. O carro deles não foi roubado.
O motorista do Honda vinha de Minas Gerais, a trabalho, quando teve o carro interceptado. Na 37ª DP (Ilha do Governador), onde o caso foi registrado, ele contou que foi retirado do veículo com uma arma na cabeça e achou que fosse morrer.
Série de assaltos
Na quinta-feira (21), um tiroteio assustou motoristas na Linha Vermelha. Criminosos dispararam contra um carro do Batalhão de Choque da Polícia Militar (BPChq) quando os agentes passavam pela via, na altura de São Cristóvão.
Também na quinta-feira, quatro homens armados com pistolas, em três motos, bloquearam o trânsito e renderam três motoristas perto da Rua Vitor Meirelles, no Riachuelo, no subúrbio do Rio. Houve tiroteio, mas ninguém ficou ferido.
Na quarta-feira (20), uma tentativa de assalto também terminou em tiroteio, em Botafogo, na Zona Sul. Segundo o comandante do 2º BPM (Botafogo), tenente-coronel Antônio Henrique Oliveira, um suspeito de envolvimento no crime foi preso após confronto. Outros dois conseguiram fugir. Ninguém ficou ferido.
Nas duas últimas semanas, quadrilhas armadas renderam motoristas em pelos menos 15 diferentes pontos da Região Metropolitana. Só no Elevado Paulo de Frontin, na Zona Norte, foram dois arrastões em menos de 12 horas. Para evitar esse tipo de crime, a PM trocou o comando de 19 batalhões e unidades administrativas da corporação. Helicópteros também reforçam o patrulhamento aéreo".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

UPPs: BELTRAME MUDOU O DISCURSO E ISSO É UM PÉSSIMO SINAL.

REUNIÃO NA AME/RJ - 24 JAN 2008
MAJOR DE POLÍCIA WANDERBY
EXPLICANDO A MARCHA DEMOCRÁTICA
O secretário de segurança pública do governo Sérgio Cabral (PMDB), delegado da Polícia Federal José Mariano Beltrame mudou o seu discurso quando fala das Unidades de Polícia Pacificadora, que agora têm a única missão de evitar a presença de criminosos armados nesses territórios. Em algumas entrevistas ele chega a afirmar que eles sabem que não acabarão com o tráfico de drogas, o que soa como uma confissão de incapacidade, salvo melhor juízo.
Tal mudança é recente e coincide com a eclosão de notícias de que a venda de drogas estaria continuando nas comunidades ocupadas pelas UPPs, porém sem a mesma ostensividade, sem a presença de elementos armados nas ruas.
Cumpre destacar que o estudioso de primeira hora do tema segurança pública no Rio de Janeiro logo conhece que os vendedores de drogas portam e exibem o armamento como forma de intimidação para as facções rivais e não para as instituições policiais.
Portanto, estando a comunidade segura de invasões das facções rivais, em face da presença do policiamento, a exibição de armamento por parte dos criminosos não faz qualquer sentido, caso a venda de drogas esteja ocorrendo regularmente.
Obviamente, a presença da Polícia Militar de forma maciça em qualquer área do Rio de Janeiro, proporciona uma sensação de segurança muito grande, como ocorre nas áreas ocupadas pelas UPPs, não podemos desprezar esse ganho na qualidade de vida dessas comunidades.
Diante dessa realidade, ninguém pode condenar a implantação de policiamento ostensivo nas comunidades carentes do Rio de Janeiro, todavia o mínimo que se exige é que esse policiamento seja eficaz no combate à criminalidade, especificamente a venda de drogas ilícitas no caso das UPPs.
A convivência harmoniosa entre os policiais e os criminosos constitui o primeiro passo para a corrupção, assim como, para a perpetuação do comércio de drogas ilícitas.
Assim sendo, a população fluminense que patrocina toda essa festa, merece que a ação do policiamento seja preventiva e repressiva, erradicando a venda de drogas, pelo menos nessas comunidades ocupadas, salvando os jovens do local da condenção à morte ainda jovens.
Enquanto isso não ocorrer, a corrupção policial é questão de tempo, isso se já não estiver em curso e a Madona terá que continuar usando coletes à prova de balas quando visitar uma dessas comunidades cenográficas de Sérgio Cabral (PMDB).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

BELTRAME CONTINUA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA.

O Globo on lineRoubo
Escola municipal que fica ao lado do Palácio Guanabara é assaltada
Publicada em 16/09/2009 às 09h48mWaleska Borges - O Globo e CBN
RIO - Mais uma escola municipal foi assaltada em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, em menos de uma semana. Na madrugada desta quarta-feira, a Escola Municipal Anne Frank, na Rua Pinheiro Machado, foi arrombada por ladrões. O colégio é vizinho de muro do Palácio Guanabara, sede do governo. O furto foi percebido pela diretora nesta manhã.
Segundo a Secretaria municipal de Educação, por causa do arrombamento, os 219 alunos do colégio tiveram as aulas suspensas no turno da manhã. A polícia fará uma perícia na escola, e o caso foi registrado na 9ª DP (Catete).
Na segunda-feira, pelo menos 240 alunos da Escola Municipal Senador Correa, na Rua Esteves Júnior, também em Laranjeiras, ficaram sem aulas. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, as aulas do primeiro turno da escola foram suspensas por causa de um arrombamento no colégio.
Segundo a polícia, o colégio foi invadido por bandidos durante o final de semana. PMs estiveram no local fazendo um levantamento do que foi roubado. Ainda não há informações sobre o crime, nem se há ligação com o roubo registrado nesta quarta-feira.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 30 de março de 2009

RIO DE JANEIRO - NOTÍCIAS POLICIAIS.

O GLOBO:
ESTUDANTE É ASSASSINADA NA FRENTE DOS PAIS DURANTE ASSALTO NO CENTRO.
RIO - Eles voltavam da igreja quando foram abordados. Ela foi morta porque pediu para bandidos não levarem crachá de estágio. (clique e leia).
O DIA:
MILICIANOS EXPULSAM IGREJA.
Indiciado pela CPI das Milícias, presidente da associação de moradores de Rio das Pedras despeja pastoral de prédio em que eram realizados trabalhos comunitários e serviços gratuitos na comunidade. (clique e leia).

JORNAL DO BRASIL:
DROGAS: TEMPOS DE VIOLÊNCIA E DE CULPAS.
RIO - A responsabilidade de quem compra drogas ilícitas com o problema da violência do tráfico voltou a ser comentada na semana passada por duas personalidades públicas, diametralmente opóstas, mas com análises parecidas sobre o propblema do consumo ilegal. (clique e leia).



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 30 de julho de 2008

BLOG CASO DE POLÍCIA - EXTRA ONLINE.

1) Política do desrespeito
Onde está o governador Cabral?
A diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, Julita Lemgruber, agradeceu a presença no debate promovido pelo Extra do vice-governador, Luiz Fernando Pezão, com um tom provocativo, diante de uma platéia de 500 pessoas:
- O Pezão se transformou numa figura muito simpática e querida, pois temos muitos amigos em comum, como o Junior, do Afroreggae, por exemplo. Mas gostaria muito que o Cabral tivesse vindo para discutir conosco. Cadê o governador Sérgio Cabral que eu conversei no início do governo? O policial na ponta talvez seja o menos culpado por essa matança que está aí.
Em referência à ação desastrosa de PMs no caso que vitimou o menino João Roberto, de três anos, na Tijuca, Julita condenou a postura do governador de colocar a culpa nos policiais:
- Quando a gente responsabiliza o policial na ponta, às vezes ele é o menos culpado. O governador precisava ter pensado dez vezes antes de chamar os PMs de insanos e débeis mentais. Ele desrespeita os policiais quando os chama de débeis mentais.
No fim, a socióloga leu uma mensagem escrita pelo comandante do 11º Batalhão (Nova Friburgo), com normas de conduta, dizendo que é um exemplo a ser seguido:
- Existem comandantes de batalhão que estão mandando mensagens completamente diferentes para seus subordinados.
2) Socióloga contesta política do confronto
A socióloga Julita Lemgruber abriu sua apresentação no debate sobre segurança falando da política de combate do atual governo. Segundo ela, de três anos para cá, o número de autos de resistência (morte em confronto) quase dobrou.
- Em 2005, foram 385 mortes e em 2008 já estamos em 649 - disse a socióloga que é também diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (Cesec).
- Política de confronto foi adotada pelo Rio de Janeiro para se abraçar o problema da violência no Rio - disse.
Julita questionou o resultado de tal política:
- Para cada pessoa morta, em 2007, o Rio prendeu 250 pessoas. Para cada pessoa morta, em São Paulo, por exemplo, a polícia paulista prendeu 1.593. A diferença é realmente muito impressionante.
A diretora do Cesec também falou das mortes que não são contabilizadas, como as pessoas desaparecidas.
- A gente tem uma subida impressionante no número de pessoas desaparecidas. 70% são pessoas que morreram na guerra do tráfico ou vitimadas pela polícia cujos corpos não aparecem - disse.

3) 'Não vamos mudar 199 anos de problemas em um ou dois anos'
O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, iniciou seu discurso com dados positivos sobre a política de segurança do estado:
- Vários índices diminuiram no Rio: roubos a residências, de carros, a estabelecimentos comerciais, furtos de veículos, inquéritos relatados com autoria. As prisões também aumentaram sensivelmente. Só a Polinter prende um homicida a cada dois dias.
Apesar de todo otimismo, Beltrame fez questão de ressaltar alguns problemas das polícias Civil e Militar:
- Temos problemas de contingente, de salários, de estrutura, mas acho que a polícia vive melhores dias, e os números estão aí para provar o que eu estou dizendo. Vejo um norte comprometido com mudanças. As respostas não são rápidas, mas estão sendo dadas. Não podemos, de uma hora para a outra, baixar índices de delitos que estão corroendo nossa sociedade há tempos.
O secretário termina seu discurso de abertura com mais dados preocupantes:
- Não vim aqui só para trazer notícias boas. Os autos de resistência sobem. Roubos a transeuntes sobem vertiginosamente de 2004 para cá. Não vamos mudar 199 anos em um ou dois anos. Temos que traçar metas e perseguir resultados.
4) Beltrame: 'Vamos extingüir o fuzil'
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, anunciou no debate promovido pelo jornal Extra que vai tirar o fuzil de circulação (ouça a íntegra da declaração do secretário).
- Ia fazer isso em outubro, mas decidi antecipar. Esse bandido chamado fuzil, quero aposentá-lo. Vamos extingüir o fuzil. As vítimas das chamadas balas perdidas, 80% das vezes são atingidas por estilhaços de fuzil - disse o secretário.
Segundo ele, a idéia é substituir o armamento por carabinas, menos letais. Beltrame disse ainda que a violência no Rio também atinge os policiais.
- Meu segurança que foi alvejado por 52 tiros, quando estava de terno e gravata, indo para o trabalho, isso não existe - disse o secretário, completando:
- Tenho 12 ameaças de morte e não ligo a mínima para elas. Estamos fazendo melhorias na política de segurança, mas sabemos que temos muito a fazer.
Rebatendo as críticas da socióloga Julita Lemgruber, de que a polícia de São Paulo é menos letal do que a do Rio, Beltrame respondeu:
- A criminalidade do Rio é totalmente diferente da de São Paulo e isso eu digo com propriedade porque morei em São Paulo. Aqui o bandido trabalha com a política do "Aqui é Nóis". Eles manejam um fuzil como nós manejamos um celular. São Paulo não tem facção, tem o PCC, mas nós temos três facções. Lá não tem a geografia e nem o histórico de violência que nós temos - disse o secretário, que finalizou:
- No Rio de Janeiro há uma legião de excluídos, que não sabem os seus direitos e não sabem o que é lei.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

BLOG REPÓRTER DE CRIME - 16/07/2008 - JORGE ANTONIO BARROS.

SUCESSÃO DE ERROS.
É compreensível que o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, esteja cansado. Cansado de, como ele mesmo diz, enxugar gelo. Cansado ver policiais envolvidos com corrupção e crimes. Cansado de ver aumentarem as estatísticas de assaltos a transeuntes e ele não ter como aumentar o policiamento e nem pagar melhor os policiais. Cansado de ter que reconhecer erros e pedir desculpas a parentes de vítimas da violência policial ou criminal.
Mas nada justifica que uma das pessoas mais equilibradas no trato com a segurança pública pela primeira vez não meça as palavras e venha a público dizer, sem cerimônia, que aprova a ação dos policiais militares que receberam alguns tiros de pistola e devolveram chumbo grosso na forma de balas de fuzis, sem ao menos se certificar de que a situação era de alto risco porque havia um refém.
Além do novo erro dos PMs, que mais uma vez custou a vida de um inocente - agora de um colega nosso, o Luiz Carlos Soares da Costa, com quem convivemos na redação - o mais duro foi ter que ouvir o secretário de Segurança dizer que os policiais cumpriram o regulamento e que polícia nenhuma no mundo vai receber tiros. Sinceramente, fiquei meio decepcionado porque sempre tive o secretário na maior conta, com seu jeito simples, honesto e cauteloso, sem fazer bazófia nem tripudiar sobre ninguém. Ainda lembro do secretário chorando no enterro do menino João Hélio e de sempre reagir com prudência diante da aparente vitória da polícia no confronto com criminosos. Se havia alguma morte, mesmo de bandidos, o secretário dizia que a suposta vitória não havia sido total.
Estaria o secretário começando a ficar insensível diante da tanta violência?
Suas declarações sobre o novo caso foram feitas mesmo após a exibição de cenas dramáticas em que os PMs aparecerem retirando a vítima sem o menor cuidado, exatamente como fazem com qualquer criminoso baleado por eles e jogado na porta dos hospitais da Faixa de Gaza.
Não sei, não, mas a manifestação de Beltrame sinaliza que a crise na segurança pública do Rio é mais grave e está muito mais distante de soluções do que imaginamos.
A Polícia Militar, ao menos, poderia nos informar se os PMs envolvidos no episódio se deram ao trabalho de checar se havia algum registro de que o carro perseguido fora roubado. Porque se não fizeram isso, já falharam antes mesmo de atirar. E se fizeram, não usaram a cabeça para raciocinar e imaginar a hipótese de que o dono do carro estava ali dentro com o bandido.
O comandante-geral da PM, coronel Pitta, bem que poderia quebrar o silêncio e contar para nossos leitores o que está acontecendo com sua corporação.

terça-feira, 15 de julho de 2008

BLOG DA SEGURANÇA - O DIA - GUSTAVO DE ALMEIDA

Quinta-feira, 10 de julho de 2008.
MAIS UMA REUNIÃO TENSA NA CÚPULA DA SEGURANÇA PÚBLICA.
Por Gustavo de Almeida.
"Na tarde desta quinta-feira (10 de julho), às 15h, no quartel-general da PM na Rua Evaristo da Veiga, o comandante-geral e mais todos os comandantes de batalhão se reúnem na presença do secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
As informações dão conta de que cabeças podem ser cortadas. A tensão é gigantesca - principalmente porque a Inteligência já apurou que os praças na rua começam a fazer uma silenciosa Operação-Padrão Vampeta ("Fingem que nos pagam, a gente finge que trabalha").
Em muitas áreas da cidade, a PM já não vai mais subir morro ou se meter em situação de risco ou tiroteio. E nas mesmas áreas, a promessa é de não fazerem mais abordagens.
A situação é grave e pode demandar intervenções ainda mais sérias".
Postado às 12:26 h.
O KNOW-HOW AMERICANO.
Por Gustavo de Almeida.
"A reunião no quartel-general da PM chegou ao fim sem mortos ou feridos. Estiveram presentes oficiais da Diretoria de Ensino e Instrução. Ao que parece, o Rio terá em breve ares nova-iorquinos - para o encontro com o comandante-geral e todos os comandados, o secretário de Segurança levou os conceitos assimilados na véspera, quando se encontrou com Willian Andrew, coordenador de Polícia da gestão Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York até 2002 que ficou notório pela política de Tolerância Zero.
Andrews, que teve reunião de horas ontem com Beltrame e com Hugo Acero, de Bogotá, trabalhou em um período dramático da polícia de NY - logo depois de um caso semelhante ao do menino João Roberto. Em 1997, um imigrante africano havia sido assassinado por quatro policiais e a opinião pública estava se voltando contra a cúpula da segurança e os policiais de rua. Artistas como Susan Sarandon chegaram a criar ONGs para contestar o trabalho da polícia novaiorquina.
Com a assessoria de Andrews, Giuliani conseguiu virar o jogo. A reunião desta quinta-feira pode ser o início de uma retomada. Os comandantes de cada unidade devem mudar o relacionamento com a tropa.
E o detalhe: ninguém saiu exonerado da reunião desta quinta-feira".
Postado às 17:42 h.

terça-feira, 18 de março de 2008