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sexta-feira, 24 de abril de 2009

O PMDB NÃO "BARBONA" TANTO QUANTO DEVIA.

O governo estadual resolveu NÃO SOMAR FORÇAS com os Coronéis Barbonos e com os 40 da Evaristo, desprezou integrantes da grande BANDA BOA da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Um erro estratégico muito significativo, provavelmente, ocorrido em razão de um mau assessoramento, como já escrevi neste espaço democrático.
A ruptura com a BANDA BOA, porém, não impediu que o governo do PMDB, vez por outra, desenvolva ações propostas por ela.
Ele conjulga o verbo “BARBONAR”, que significa agir em conformidade com o interesse público, com dignidade, com lealdade, com honestidade e com competência.
Eu sei, formalmente, o verbo não existia, acabo de criá-lo.
E ele é conjugado, não com a freqüência desejada, até por quem tanto denegriu os Coronéis Barbonos, como o PMDB.
O PMDB "barbona" de vez em quando.
Recentemente, o governador Sérgio Cabral Filho “barbonou”, quando aproveitou uma de nossas idéias expostas nas reuniões, no seu gabinete no Palácio Guanabara, nos idos de 2007.
Diante da argumentação da equipe governamental de que seria quase impossível trazer de volta os milhares de Policiais Militares (Oficiais e Praças), que estavam distribuídos em vários órgãos, nós apresentamos uma alternativa:
- Os órgãos que utilizassem Policiais Militares deveriam arcar com o pagamento dos salários, desonerando a folha de pagamento da PMERJ.
O ideal seria a volta, considerando que ainda hoje, quase 28 (vinte e oito) meses depois da posse, ainda existam cerca de 5 (cinco) Batalhões Operacionais desviados de função.
E voltando ao cerne do artigo.
O governador baixou tal determinação e o Ministério Público Estadual está devolvendo ou devolverá cerca de 100 (cem) Policiais Militares, para não ter que pagar os respectivos salários.
Resta-nos agora saber se todos os outros órgãos que possuem Policiais Militares à sua disposição, estão pagando os salários.
Cidadão fluminense, todos nós devemos cobrar tal fiscalização, sobretudo, considerando que existem Policiais Militares do serviço ativo à disposição de empresa com a terminação S.A.

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 14 de abril de 2008

segunda-feira, 17 de março de 2008

JORNAL O DIA - 17/03/2008 - MAIS PMS NAS RUAS - JAN THEOPHILO

A idéia de aproveitar os Policiais Militares Inativos na atividade meio da Instituição merece ser aplaudida, embora não seja uma novidade, pois já ocorre há muito tempo.
Entretanto, justiça seja feita, a substituição de todo o efetivo que trabalha nessa atividade por inativos, isso sim é novidade.
Cumpre destacar que muitos dos que trabalham na atividade meio estão de licença médica - incapacidade física parcial - portanto não serão aproveitados na atividade fim, pelo menos enquanto perdurarem as licenças.
E aproveitando a idéia de reforçar o policiamento nas ruas não devemos esquecer que conforme o último relatório da Diretoria Geral de Pessoal - que tive acesso - existem mais de 2300 (dois mil e trezentos) Policiais Militares fora da Polícia Militar.
O retorno significaria um reforço de mais de 5 (cinco) batalhões!
Fica a idéia!

JUNTOS SOMOS FORTES!

DEUS ESTÁ NO COMANDO!

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

O DIA - O ESTADO VAI CORTAR R$ 200 MILHÕES EM SALÁRIOS DE SERVIDOR E APOSENTADORIAS.

O Jornal O DIA publica nessa quinta-feira - 17/01/2008 - o artigo que transcrevo abaixo sobre uma auditoria a ser realizada nas folhas de pagamento do Estado do Rio de Janeiro.
Uma excelente notícia, pois todos nós sabemos que o Brasil é um país que precisa ser auditado, o que poderia diminuir muito os desvios e o mal uso das verbas públicas - O NOSSO DINHEIRO.
E aproveito para dar uma idéia, que penso ser factível.
O Estado do Rio de Janeiro atualmente paga cerca de 2.300 (dois mil e trezentos) Policiais Militares - Oficiais e Praças - funcionários que recebem como se trabalhassem na Polícia Militar, embora não trabalhem e ainda, muitos ganham gratificações em outros órgãos, onde se encontram desviados de função.
Em consequência, ganham pelo que não fazem - trabalhar como Policial Militar - e muitos ainda recebem excelentes gratificações, algumas superiores ao salário de um Major da Polícia Militar.
Leaim o item 2 da "Carta dos Coronéis Barbonos" encaminhada ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, em julho de 2.007.
A folha da Polícia Militar fica inchada e eles nunca aparecem nas ruas da cidade ou nos quartéis da Polícia Militar.
Alguns estão nessa cômoda situação há vários anos e o NOSSO DINHEIRO pagando tal descalabro.
A minha proposta é muito simples, o órgão que está utilizando os serviços desses Policais Militares passaria a pagar os salários deles.
Simples!
Obviamente, nós continuaríamos pagando por um serviço que eles não realizam - trabalhar na Polícia Militar - porém, pelo menos, a folha salarial da Polícia Militar será reduzida e seria mais fácil proporcionar salários dignos para os que efetivamente trabalham na Polícia Militar.
O ideal, sem qualquer dúvida, seria o retorno desses 2.300 (dois mil e trezentos) Policiais Militares para a Polícia Militar, o que parece irrealizável, apear de em todo início de governo isso ser apregoado.
O retorno evitaria a realização do último concurso, por exemplo, feito para o ingresso de 2.000 (dois mil) novos Policiais Militares.
Pior, após todas as etapas do concurso, dos mais de 26.000 (vinte e seis mil) inscritos, estima-se que menos de 1.000 (um mil) consigam ser aprovados, tal a qualidade dos que procuram a Polícia Militar para receberem R$ 30,00 (trinta reais) por dia.
Os auditores da PUC poderiam encontrar uma solução para esse problema e poderiam também descobrir porque mais de 100 (cem) Majores da Polícia Militar estão fora da Corporação, o que significa mais de 1/3 (um terço) do efetivo total de Majores da Polícia Militar.
A auditoria foi uma excelente idéia do Governo Estadual e merece o nosso integral apoio.
Rogamos aos auditores da PUC que virem as folhas de ponta cabeça e sacudam bastante, para que possamos reorganizar as folhas de pagamento, o que pode resultar em melhores salários para os que trabalham.
E vamos ao artigo:
O DIA ONLINE
17/1/2008 01:25:00
Estado vai cortar R$ 200 milhões em salários de servidor e aposentadorias

Rio - O governo do estado vai fazer uma auditoria detalhada na folha de pagamento dos seus servidores. A PUC foi contratada para executar o serviço, que vai vasculhar sete em cada dez contracheques do funcionalismo, estimados em 419.878 profissionais nas administrações estaduais direta e indireta. O objetivo principal da auditoria é buscar pagamentos indevidos, efetuados por causa de erros de processamento. Com a suspensão deles, espera-se uma economia em torno de R$ 200 milhões.De acordo com o cronograma de trabalho firmado entre a PUC e o governo, o levantamento deve estar concluído em nove meses, entre setembro e outubro. “Vamos examinar os ganhos de cada servidor nesse universo dos 70% da folha e verificar a legalidade do recebimento dessas verbas, o que inclui gratificações, adicionais, indenizações, triênios e valor do vencimento. A partir desse levantamento, haverá o confronto entre o que o funcionário recebe e o que ele tem direito de fato. Se encontrarmos situações de recebimento indevido, essas verbas deixarão de ser pagas pelo governo”, afirmou o secretário de Planejamento, Sérgio Ruy Barbosa.
LEIS NA INTERNET
Ainda segundo ele, a estimativa de R$ 200 milhões de economia tem base no percentual de resultado que esse tipo de procedimento costuma gerar. A Secretaria de Planejamento também vai colocar em seu site (
www.planejamento.rj.gov.br) as versões digitais de toda a legislação relativa ao funcionalismo estadual, para facilitar a consulta por parte dos servidores. Uma das preocupações de Sérgio Ruy é com a forma pela qual a folha de pagamento é elaborada. De acordo com o secretário de Planejamento, o procedimento ainda não é automatizado e não segue um padrão único em todo o estado, o que poderia aumentar a quantidade de erros na folha salarial, gerando os pagamentos irregulares.
Inativos também na mira
A folha de pagamento dos inativos também será auditada pelo estado. Nesse caso, o responsável pelo trabalho será o Rioprevidência, que já está se preparando para realizar o procedimento.Somente a Secretaria de Planejamento administra uma folha de pagamento no valor bruto de R$ 720 milhões por mês. São R$ 368,5 milhões repassados aos servidores ativos e inativos da administração direta em forma de salários e outros benefícios, e mais R$ 352,5 milhões para a administração indireta (fundações, autarquias, empresas públicas, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar). Policiais e bombeiros entram na administração indireta por causa de características técnicas da remuneração."
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORREGEDOR INTERNO