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domingo, 10 de abril de 2011

BLOG DO CORONEL DE POLÍCIA ESTEVES - IMPERDÍVEL.

28/03/2011
ATENTADO

Com pesar que constato em nosso estado o recrudescimento de um crime que, nas últimas décadas, estamos acostumados a assistir nos filmes e noticiários internacionais, ou mesmo de outros Estados da federação.
Estou me referindo ao crime político.
Todos os indícios nos levam a conjecturar que o atentado que sofreu o Sr Ricardo Gama, a quem não conheço pessoalmente, trata-se de um crime dessa natureza. É a pseudo-democracia instaurada.
Se tal for confirmado, além de ser um retrocesso na civilidade de nosso povo, o tiro saiu pela culatra.
Por que digo isto? Simples, primeiro acredito que tão logo se recupere o Sr Ricardo voltará a escrever em seu blog e com mais veemência ainda. Segundo, muitos daqueles que não concordam com o que acontece em nosso estado, mas que por comodismo ou por não desejarem se envolver, permanecem alienados do cotidiano, com o acontecimento deste atentado, ao invés de se amedrontarem, irão de maneira progressiva e homeopática, sair de cima do muro ou do marasmo que se encontram e começar a “cerrar fileiras” junto aos obstinados e ferrenhos críticos desta situação.
Acredito que este fato já tenha se iniciado e que os véus que encobrem e dissimulam algumas imagens já começam a cair e descortinar as verdadeiras imagens empanadas pelas bazófias verborrágicas.
ESTEVES – CEL RR
27/03/2011
POLICIA COMUNITÁRIA?

Nos últimos dias, freqüentando algumas OPM de saúde, tive oportunidade de ouvir Oficiais falando sobre Policia Comunitária. Reconheço que fiquei curioso e nas ocasiões que surgiram chances, anonimamente, me aproximei para escutar.
Minha estupefação foi ainda maior que minha curiosidade, pois alguns Oficiais, ao defender o Policiamento Comunitário, demonstravam completo desconhecimento do que seja realmente.
Admito que definir policiamento comunitário não é simples, pois é dinâmico de acordo com uma série de fatores intervenientes. Isto é, a estrutura, os objetivos e as técnicas a serem utilizadas variam em cada comunidade onde atue.
Para aqueles que se interessarem, há fatores comuns a todos os programas de Policia Comunitária. São eles:
• PARCERIA;
• PODER;
• RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS;
• RESPONSABILIDADE;
• ORIENTAÇÃO PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS;
• ADAPTABILIDADE.
Quem realmente quiser entender e aplicar sugiro que, antes de qualquer coisa, busque ler “Cadernos de Polícia número 8”, editado pela Corporação na gestão do Coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira, então Secretário de Estado de Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
Leitura indispensável.
ESTEVES – CEL RR
Conheçam o blog desse verdadeiro CORONEL DE POLÍCIA (link).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

TERRITÓRIOS DE PAZ ( ES ) x UPPs (RJ).

Territórios de Paz’ apresenta bons resultados e recebe investimentos nesta segunda-feira (17)
Os 30 veículos irão reforçar o policiamento na Grande Vitória
Territórios de Paz recebem novas motos
Em menos de um ano de implantação, o projeto “Territórios de Paz” já apresenta resultados bastante satisfatórios na diminuição de ocorrências criminosas. Em alguns bairros, por exemplo, foi registrada uma redução de quase 80% no número de homicídios. Houve redução da violência em todas as regiões em que o projeto vem sendo desenvolvido.
Para incrementar ainda mais este trabalho de integração, as regiões da Grande Vitória atendidas receberão 30 motocicletas para reforçar as ações de policiamento preventivo. O comandante da Polícia Militar, coronel Anselmo Lima, fará a entrega dos novos veículos às 15 horas desta segunda-feira (17) no Quartel do Comando Geral, em Maruípe.
O projeto “Territórios de Paz”, fundamentado na filosofia de policiamento interativo, começou a ser desenvolvido no início de 2010 e envolve parcerias com o Ministério da Justiça, prefeituras municipais, órgãos e instituições públicas, além das comunidades e representantes da sociedade civil organizada.
Violência diminui
O resultado mais significativo foi registrado na região da Grande Vila Betânia, em Viana. Desde a implantação efetiva do projeto, ocorrida em 15 de maio de 2010, até o final de dezembro, foi registrada uma queda de 79% no número de homicídios, em comparação com o mesmo período de 2009. Foi registrada, ainda, redução de 46% nas ocorrências de tentativa de homicídio, além da diminuição dos registros de roubos e de furtos a pessoas em vias públicas.
Na região da Grande Terra Vermelha, em Vila Velha, houve redução de 27% nas ocorrências de homicídios, enquanto que nos bairros Nova Rosa da Penha I e II, no município de Cariacica, a diminuição foi de 40%.
Nas outras regiões atendidas pelo “Território de Paz” também houve redução da violência. Na Grande São Pedro, em Vitória, o número de homicídios teve uma redução de 27%, enquanto que a região que compreende os bairros Feu Rosa e Vila Nova de Colares, no município de Serra, a queda foi de 18%.
Cultura
Na avaliação do comandante geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Lima, o projeto está de acordo com o pensamento do comando geral e do governo do Estado, no sentido de promover a integração necessária à desconstrução da cultura da violência e do medo.
Durante esta primeira fase, foi escolhida uma região em cada município da Grande Vitória para desenvolvimento dos ‘Territórios de Paz’. As regiões escolhidas foram aquelas que apresentavam altos índices de violência.
De acordo com o coordenador estadual de Polícia Interativa, tenente-coronel Jailson Miranda, o modelo de policiamento interativo adotado nos Territórios de Paz foi de vital importância para o sucesso do projeto.
“O policial comunitário/interativo trabalha todos os dias no mesmo bairro e por isso passa a conhecer a realidade local. Ele participa de reuniões comunitárias e tem sua legitimidade reconhecida pelos moradores. Isso permite diagnósticos mais precisos de situações de risco e facilita a adoção de ações preventivas”, disse Miranda, que é também representante da Polícia Militar junto ao Ministério da Justiça.
Assessoria da Polícia Militar
Tenente Coronel Antônio Augusto da Silva
Tel.: 3224 5613
E-mail: chefe.pm5@pm.es.gov.br
COMENTO:
A comparação é sua caro leitor.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORRGEDDOR INTERNO

domingo, 21 de novembro de 2010

PARECE PIADA, MAS NÃO É ( 5 ).

Nunca se viajou tanto na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro quanto na gestão da modernidade.
Oficiais da PMERJ já viajaram até a Rússia para aprender o uso de armas não letais, citando um exemplo, logo após a Guarda Municipal do Município do Rio de Janeiro ter recebido instruções a este respeito. Até para aprender a realizar policiamento em estádios de futebol, Oficiais da PMERJ já foram para o exterior, mesmo sendo
o Brasil o país do futebol.
Hoje recebi notícias de que em um dos Boletins da PMERJ da semana passada, foi publicada uma relação de Policiais Militares que viajarão para a Colômbia nos próximos dias.
O que eles aprenderão sobre segurança pública na Colômbia?
Talvez como erradicar o tráfico de drogas nas comunidades onde foram instaladas as Unidades de Polícia pacificadora (UPPs).
Parece piada, mas não é.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 14 de fevereiro de 2010

O POLICIAMENTO COMUNITÁRIO COMO UM BOM CAMINHO PARA A PAZ SOCIAL - DELEGADO ARCHIMEDES MARQUES.

A paz no seio da sociedade é a aspiração, o desejo fundamental de toda pessoa de bom senso, entretanto, só pode ser atingida com a ordenação da potencialidade da comunidade em confiança e somação ao poder público em torno do ideal comum de uma segurança justa.
A eficiência do trabalho da polícia está intimamente ligada ao bom relacionamento entre o cidadão e o policial. Os estudiosos da sociologia criminal entendem que a necessidade desta interação nada mais é do que uma “co-produção dos serviços policiais”, querendo com isso chamar a atenção para a relação simbiótica que deve existir entre a Polícia e o povo, ou seja, o povo precisa da Polícia para compor a sua proteção e em contrapartida lhe fornece os meios para alcançar tal finalidade.
Tal assertiva comunga com a filosofia do policiamento comunitário e é por via da confiança e da amizade que são formadas parcerias entre a população e as instituições de segurança pública no sentido de identificar, priorizar e resolver os problemas que afetam as comunidades relacionados a violência e o crime.
A estratégia principal do policiamento comunitário é de caráter preventivo para a conseqüente redução da criminalidade, contudo, alcança também a questão da diminuição do dano da vítima e modifica os fatores comportamentais da população em relação a instituição policial fazendo com que boas informações sejam colhidas para o trabalho da Polícia investigativa em repressão ao delitos ocorridos.
É fato que em tempos idos a Polícia e a comunidade andavam de mãos dadas contra o crime, época em que o policiamento vivia junto com o povo saneando as suas questões inerentes, mas, com o aumento populacional, com o crescimento desordenado das cidades e com a transformação das eras foram surgindo problemas diferentes, aumentando a violência e a marginalidade substancialmente fazendo com que novos modelos de Polícia fossem implementados e fossem abandonadas aquelas velhas e boas interações, começando assim o afastamento entre a Policia e a sociedade.
As más ações policiais ocorridas no tempo e principalmente as executadas na ditadura militar em que os direitos do cidadão brasileiro foram rasgados e totalmente desrespeitados com grande número de pessoas inocentes ou não criminosas sendo torturadas, mortas e desaparecidas ajudaram a distanciar de vez o povo da sua Polícia.
Com esse afastamento a população passou a ter a Polícia não mais como sua amiga ou sua parceira contra o crime e, somente como sua protetora, dela exigindo tudo sem apoio nenhum a lhe fornecer em troca.Aproveitando os espaços deixados entre Polícia e povo, o crime organizado foi assim ocupando os lugares vazios engrossando as fileiras do tráfico de drogas, raiz central de tantos outros tipos de crimes que assola o nosso País.
As favelas, invasões, morros, foram dominados pelos traficantes que organizaram facções criminosas para maior fortalecimento, enquanto os agentes públicos viam naqueles amontoados de barracos de vidas subumanas apenas possíveis votos a serem comprados.
O tráfico passou então a funcionar como uma espécie de governo paralelo dentro das diversas comunidades, realizando em troca de favores e informações o trabalho social para o povo carente local, distribuindo alimentos, mantimentos e remédios que são tomados de assalto em cargas diversas para tais finalidades. Funcionando também o grande traficante como se fosse um Juiz opressor ou ditador na resolução das contendas do povo.
Assim, em diversas localidades, o povo por falta de opção, prefere o tráfico ao poder público. O policial fora trocado pelo traficante por pura imprevidência e inabilidade do Estado. A alternativa plausível para resgatar o espaço perdido é, sem sombras de dúvidas, o policiamento comunitário.
Há mais de uma década atrás o grande Jurisconsulto, professor e Filosofo MIGUEL REALE assim inteligentemente já entendia: ...”A polícia comunitária, aquela que diuturnamente convive com o povo, não é senão a visão da polícia à luz do valor da amizade; e é a única solução a ser dada com êxito para resolver a preocupante questão da violência, sobretudo nas grandes cidades.”
Um programa de policiamento comunitário bem aplicado resulta no aumento da qualidade de vida da comunidade, na redução do medo que sofre a população, na restauração da ordem publica danificada, na satisfação do povo em relação ao serviço policial prestado, no melhor relacionamento e confiança da sociedade nas ações policiais, além da redução da criminalidade e da real punição dos criminosos.
Fortes projetos inerentes abrangendo todos os Estados da Nação, bem monitorados e administrados com ética, legalidade e responsabilidade além de resgatar a interatividade perdida ainda farão com que os olhos do povo sejam a extensão dos olhos da Polícia para que nada de mal passe despercebido e nos aproximemos mais da tão sonhada paz social.
Autor: Archimedes Marques (delegado de Policia no Estado de Sergipe. Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS)
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS - POLICIAMENTO COMUNITÁRIO.

POLÍCIA MILITAR DE ALAGOAS.
Polícia Comunitária completa um mês sem registrar homicídios no Selma Bandeira.
Um mês se passou e a experiência do projeto-piloto de Polícia Comunitária em Alagoas, no Conjunto Selma Bandeira — pertencente ao complexo Benedito Bentes e apontado como uma das regiões mais violentas do Estado - já começa a dar resultados. Além disso, a experiência alagoana com Polícia Comunitária indica ainda que esse pode ser um dos caminhos para a diminuição da criminalidade.
Entre as ações que o efetivo de 16 policiais já contabiliza como positiva, nesse período, está o fato de a comunidade não registrar nenhum homicídio, além de estreitar a relação de confiança que começa a existir entre moradores e policiais e, por sua vez, até evitar um crime. De acordo com a Polícia Militar, a média de homicídios na comunidade era de três a quatro casos por mês.
O projeto-piloto foi implantado oficialmente no dia 12 de agosto e contou a presença de diversas autoridades da segurança pública, entre elas o secretário de Estado da Defesa Social, Paulo Rubim; o comandante da Polícia Militar de Alagoas, coronel Dalmo Sena, e representantes da comunidade.
“Para se ter ideia do que isso representa para nós enquanto policiais e da satisfação do trabalho, tem morador no Selma Bandeira que iria vender a sua casa e já desistiu, justamente por sentir que nós somos parceiros da comunidade e que é possível viver com mais tranquilidade aqui. Uma das nossas alegrias é...
Obrigado pela atenção, veja o resto dessa postagem no meu blog:
www.soldadovelames.blogspot.com.
Sua visita (e o seu comentário) é muito importante.
Participe!
Agenário Velames de Almeida.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 29 de maio de 2009

ECOS DA POLÍTICA NO RIO E DIÁRIO DE PETRÓPOLIS - 25 DE MAIO DE 2009.

JORNAL EXTRA:

Parece que o Prefeito de Nova Iguaçu, Lindeberg Faria (PT) vai atrapalhar a vida do atual Governador do Rio de Janeiro, que não compareceu ao casamento comunitário da Polícia Militar.
E, vamos às notícias da Cidade Imperial:
DIÁRIO DE PETRÓPOLIS:

Em visita ontem ao Diário o comandante da Polícia Militar coronel Paulo Mouzinho disse que as inscrições para presidente e diretor do Conselho Comunitário de Segurança já estão abertas. O conselho, que têm as eleições previstas para julho, será uma espécie de fórum onde o comandante e os delegados da Polícia Civil irão se reunir com a população e discutir os problemas da cidade, para mais tarde enviar as reivindicações ao secretário de Segurança José Mariano Beltrame.
Segundo Mouzinho qualquer pessoa pode montar uma chapa e se inscreverno 26o Batalhão.
"A ficha já esta disponível para quem quiser registrar. A idéia é ter como presidente e diretor pessoas que realmente lute pelosinteresses da cidade, porque eles vão conduzir a conversa. Nós vamos ler a ata anterior, mostrar estatísticas e depois dar a vez para os moradores. E não vou aceitar que isso envolva influências políticas para o foco que é apenas a segurança, não ser perdido", explicou.
A resolução do conselho já existe desde 2005 e foi adotada pelas principais cidades do estado, inclusive na capital. O objetivo,segundo Mouzinho é ter uma voz forte que leve os problemas da cidade até o governo do estado. "Quando cheguei a Petrópolis fiquei surpreso de ver que aqui ainda não tinha esse conselho. Com certeza essa medida trará muitos benefícios. Hoje, a cidade não tem uma voz forte que chegue até a Secretaria de Segurança, precisamos disso, só assim oBeltrame vai ficar sabendo os problemas que atingem Petrópolis", completou ele, e disse ainda que apesar de estar implementando um novo modelo de conselho, não vai acabar com o Café Comunitário.
Policiamento mais ostensivo
Tendo em vista o aumento da criminalidade em Petrópolis, o coronel Mouzinho frisou que vai continuar colocando cada vez mais policiais nas ruas. Para ele quanto mais agentes estiveram circulando pela cidade, o índice de assaltos e furtos vai diminuir, já que assim os bandidos ficarão inibidos.
"O efetivo ainda não é o ideal, mas estou enxugando os setores administrativos do batalhão e colocando os policiais na rua. A principal dificuldade que temos aqui na cidade ainda é a falta de condições ideais de trabalho. São muitas viaturas quebradas e em mal estado, mas já conseguimos consertar algumas e em julho chegam asnovas", relatou.
Em relação aos agentes que no verão são transferidos para a Região dos Lagos, Mouzinho ressaltou que vai lutar para que isso não aconteça. "Sem dúvida nos precisamos desses policiais e vou lutar paraficarem em Petrópolis. Mas com o Conselho Comunitário formado apressão será ainda maior", completou.
O comandante também lembrou sobre a necessidade de câmeras de monitoramento espalhadas principalmente pelas ruas do Centro. "A curto prazo, para evitarmos esses assaltos que vem ocorrendo, vamos fechar as saídas e entraras de Petrópolis. E a médio e longo prazo vamos é fazer esse monitoramento através das câmeras e também fazer operações", disse.
Policiais ficam mais educados
Mouzinho fez questão de dizer que enquanto estiver nocomando da Policia Militar vai dar ordens para os agentes dar o máximo possível de atenção à população: "O batalhão é dos moradores, qualquer pessoa tem o direito de ir lá e ser bem atendido. Temos que servir opovo. É a polícia cidadã, ou seja, os policiais voltados para atender a população e com o máximo de educação".

JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO