quarta-feira, 8 de setembro de 2010

GOVERNO SÉRGIO CABRAL EXPÕE A POPULAÇÃO FLUMINENSE AO RISCO DE MORTE.

A UPP é excelente para a comunidade que recebe o super povoamento de Policiais Militares, só para a comunidade.
Os Policiais Militares que atuam nas UPPs têm seus direitos violados constantemente, são tratados como "escravos". A UPP do Andaraí não possui água potável, citando um destes desrespeitos flagrantes.
Um dia, a mídia fluminense fará uma grande reportagem sobre essa "escravidão".
Quem sabe algum órgão de defesa dos direitos humanos resolva entender que Policial Militar também é um SER HUMANO e passe a agir.
Tecnicamente, as UPPs são uma lástima, um completo absurdo, uma irresponsabilidade com fins meramente eleitorais, pois ao consumir efetivos hiper dimensionados em pequenas áreas, expõe a quase totalidade da população a grandes riscos.
A equação é simples: super povoando aqui, esvazia ali, não existe alternativa.
A instalação das UPPs provocam que as áreas onde não existe UPP tenha menos Policiais Militares e mais criminosos.
Além disso, não existe qualquer possibilidade do governo ocupar 10% das comunidades carentes com UPPs, isso é uma verdade matemática, incontestável. Falar contra isso é MENTIR para a população.
Isso sem falar no caos logístico, por exemplo, todas as viaturas da UPP do Andaraí, a última instalada, foram retiradas das outras UPPs.
Ao instalar as UPPs e não prender os criminosos que atuavam nas comunidades, Sérgio Cabral (PMDB) promove uma redistribuição de homens e de fuzis para as outras regiões, dezenas, centenas, que são acolhidos pela facção, mas que não encontram espaço com facilidade na estrutura local do tráfico, o qual como comércio, obedece as regras de mercado, portanto, a folha de pagamento não pode inviabilizar uma boca de fumo. Diante desta realidade de mercado, os excedentes reforçam o exército local, mas precisam praticar outras modalidades criminosas, como temos assistido diariamente nas ruas do Rio.
Eis a verdade.
E, por favor, não me falem sobre os números do ISP, afinal, o ISP é governo, órgão político vinculado à secretaria de segurança de Beltrame. As estatísticas criminais, para serem confiáveis, deveriam ser produzidas por órgão independente.
Um dia, alguém será responsabilizado por tamanha insensatez.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

Um comentário:

Anônimo disse...

Cabral descarta aumento de marginalidade em municípios devido a implantação de UPPs na capital


Rio - O governador do Rio e candidato à reeleição pelo PMDB, Sérgio Cabral, afirmou nesta segunda-feira que os criminosos que estão sendo expulsos das comunidades com a implantação das Unidades de Política Pacificadora (UPPs) não estão contribuindo para o aumento da marginalidade em cidades da Baixada Fluminense e da Região Metropolitana do estado. Em entrevista à rádio CBN, ele declarou que cerca de 90% dos jovens que servem ao tráfico nas áreas dominadas pelos bandidos deixam a criminalidade com a chegada da polícia nas favelas e que apenas uma pequena minoria - de "de quatro ou cinco pessoas", disse ele - continua na crime, sendo obrigados a fugir.

"Nessas regiões (Niterói, São Gonçalo, municípios da Baixada) infelizmente a criminalidade já existia antes da implantação das UPPs. Não é porque eles (os bandidos) estão saindo daqui (da capital) que a violência acomete essas cidades", disse Cabral.

O governador aproveitou a oportunidade para reforçar seu compromisso de campanha de implantar as UPPs em todas as áreas do estado dominadas pelos marginais. "Tenho com a população um compromisso de pacificar todas as comunidades. Não posso dizer que irei acabar com o tráfico, mas sim que não haverá mais nenhuma comunidade controlada por criminosos", garantiu.

Cabral afirmou que para dar continuidade ao trabalho na área de segurança ele continuará com o Secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, no cargo. "Quando o escolhi para o cargo, eu não tinha dúvidas de que seria uma escolha feliz. Com uma equipe extraordinária, ele demonstrou grande compromisso com o resgate da cidadania nas comunidades controladas pelo tráfico. Para o próximo governo, buscaremos uma política de sgurança ainda mais consistente. Ainda não alcançamos o ideal, mas estamos no caminho certo".