Hoje publico mais um capítulo do livro "Cabral contra Paúl" onde os leitores terão contato com um dos maiores mistérios da gestão Sérgio Cabral (PMDB) na segurança pública fluminense e poderão tentar descobrir a motivação do governador para empreender uma ação tão desastrada: exonerar e retaliar Coronéis de Polícia reconhecidamente dignos e competentes!
Por que Cabral perseguiu a "banda boa" da Polícia Militar?
Caro leitor, leia e tire as suas próprias conclusões.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

4 comentários:
Caro Cel Paul sou leitor assidio deste Blog e a primeira vez que faço um comentario. O Sr se diz perseguido por este gorveno e injustiçado. O que dizer então os varios(praças) que o Sr excluiu injustamente que foram absovidos pela justiça ,pelo conselho e o Sr excluiu. Onde muitos chegam a ficar até 8 anos aguardando a decisão da justiça para volta.O que Sr tem a dizer sobre isto?
Grato pelo comentário.
Primeiro, o Corregedor Interno assessora o Cmt Geral, que possui a competência exclusiva para excluir Praças e por sua vez, o Corrgedor Interno é assessorad por uma equipe de Oficiais que relata os PAD, portanto, cada exclusão é avaliada por muitos e decidida pelo Cmt Geral. As esferas administrativa e penal são independentes e existe um decreto lei que OBRIGA a pronta decisão administrativa, o que acaba ocorrendo sempre antes da decisão da justiça. Além disso, a absolvição por falta de provas, por exemplo, não repercute obrigatoriamente na esfera administrativa, cabendo também na decisão dos recursos o mesmo trâmite dos PADs. Eu fui Corregedor Interno de 10 MAI 2005 a 25 JAN 2008, assim sendo ninguém ficou 8 anos sendo prejudicado em face de uma decisão minha.
Dentre os perseguidos está o coronel Menezes, o único na ativa segundo postagens anteriores, o Sr acredita que ele retornaria para alguma função na PMERJ?
Menezes é o mais qualificado para exercer o comando geral, entretanto só poderá fazê-lo no próximo governo. Não deve aceitar o cargo nessa gestão, onde ficaria amarrado à politicagem.
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