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terça-feira, 27 de março de 2012

RIO DE JANEIRO: A CONSTRUÇÃO DE UMA DITADURA COM O DEVER DE VOTAR.

Prezado leitor, se você perguntar a um brasileiro o que é um governo democrático, obterá uma variedade de respostas, uma multiplicidade imposta pelo analfabetismo funcional que se alastra pelo país e que faz com que significativa parcela da população desconheça o significado da expressão ou responda de forma reduzidíssima, afirmando que é o governo no qual a população vota para escolher seus representantes.
Na verdade um governo democrático reúne múltiplos valores que ultrapassam o dever (o voto é obrigatório) de votar que está disponível para os brasileiros, a partir dos dezesseis anos, sejam alfabetizados ou não.
Dois desses valores são o respeito às leis e o consequente combate à impunidade, verdadeiros sustentáculos da democracia. O presente artigo trata exatamente desses valores, demonstrando os caminhos anti-democráticos que o atual governo estadual está trilhando no Rio de Janeiro e para demonstrar tal verdade usarei exemplos pessoais e envolvendo outros cidadãos fluminenses.
O advogado blogueiro Ricardo Gama,  que faz oposição os governos do PMDB e do PT, foi vítima de um atentado no dia 23 MAR 2011, quando foi atingido na cabeça por vários disparos de arma de fogo, mas felizmente sobreviveu (Leiam). Um ano se passou e nenhum resultado das investigações foi divulgado, ninguém foi preso. Cinco meses depois a juíza Patrícia Acioli foi barbaramente assassinada quando chegava em sua residência (Leiam), mas dessa vez toda Polícia Civil foi mobilizada, rapidamente divulgaram os resultados das investigações e fizeram a prisão dos acusados.
Pergunto:
Qual o motivo da diferença na ação do governo estadual?
Não existem diferenças entre os direitos dos cidadãos. Um crime contra uma juíza deve ser apurado com o mesmo empenho que um crime praticado contra um advogado, um pedreiro ou uma dona de casa, mas na prática não foi isso que aconteceu, aliás, não é isso que acontece.
O apressado pode responder que um  caso foi de homicídio e o outro de tentativa de homicídio, uma posição que ao meu ver, ao invés de atenuar, piora a diferença de tratamento. Investigando e prendendo quem tentou matar Ricardo Gama, o governo pode evitar que os criminosos voltem a tentar matá-lo, ameaça que persiste diante da inércia governamental. A impunidade poderá vitimar o advogado e blogueiro, Deus o proteja, pois o governo o abandonou.
E o que fez o governo com os acusados da morte da juíza, Oficiais e Praças da Polícia Militar?
Jogou todos nos "porões" da Penitenciaria Bangu 1, local de encarceramento dos presos condenados mais perigosos do Rio de Janeiro, violando leis, direitos e prerrogativas dos acusados.
Eu denunciei a violação das leis, postei artigos no blog, mas o comando geral da PMERJ não moveu uma palha para defender os direitos e as prerrogativas dos PMs, manteve um silêncio cúmplice e a situação se agravou ainda mais com a transferência dos Oficiais para presídios federais fora do Rio de Janeiro. Oficiais e Praças da PMERJ tendo seus direitos jogados no lixo.
As diferenças entre os dois casos revelam um governo elitista, que fomenta a impunidade e viola as leis, algo que deveria revoltar toda a população brasileira, considerando que o governo deve cumprir e fazer cumprir as leis. Os PMs são acusados, não foram condenados, isso precisa ficar bem claro.
Nesse ponto, cito um exemplo pessoal. 
No dia 03 JUN 2011, fui preso ilegalmente pelo então comandante geral da PMERJ, coronel PM Mário Sérgio. Fui trancafiado no BPCH por três dias, onde foram apreendidos meu celular, meu rádio, meu notebook e meu modem, tudo para calar a minha voz (evitar que postasse artigos no blog) sobre o fato do governo estadual ter facilitado a "invasão" dos Bombeiros ao seu Quartel General. Suportei as violações dos meus direitos e quando fui solto representei a respeito dos crimes no Ministério Público, Corregedoria Geral Unificada, entre outros órgãos públicos. Apesar dos meses decorridos e das reiterações feitas, nenhuma investigação foi instaurada.
Novamente, o governo estadual descumprindo as leis e alimentando a impunidade.
Por derradeiro, o exemplo mais contundente.  
No dia 10 FEV 2012, Oficiais (eu, inclusive) e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram presos sob acusação da prática dos crimes militares de incitamento e de crítica indevida. A decretação da prisão foi feito pelo juízo em exercício no plantão noturno do Tribunal de Justiça, atendendo representação do comandante geral da PMERJ, isso no caso dos PMs (no caso dos Bombeiros, não sei quem solicitou a prisão). Presos fomos também encarcerados em Bangu 1, violando nossos direitos e prerrogativas. Além disso, ficamos incomunicáveis por quatro dias, algo que contraria frontalmente o previsto na Constituição Federal. Pior, a ordem para o encarceramento dos PMs foi do comandante geral da PMERJ, não foi judicial. A nossa soltura ocorreu após sete dias da prisão. Logo que sai denunciei os crimes praticados contra nós ao Ministério Público, à Corregedoria Geral Unificada e a várias comissões de direitos humanos. Até o presente momento, apenas o Ministério Público informou as providências que está adotando.
Mais uma vez, o governo estadual desrespeitando as leis e alimentando a impunidade.
Do exposto, creio ser fácil constatar que o governo fluminense está na contramão da democracia e não pode ser citado como exemplo de governo democrático, estando na verdade mais próximo de uma ditadura de terno e gravata.
Juntos Somos Fortes!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

CORONEL PAÚL: SERÁ QUE TEREI QUE SER ASSASSINADO PARA QUE O GOVERNO SÉRGIO CABRAL (PMDB) RESOLVA INVESTIGAR?

Peço desculpas pelo título fatalista do artigo, mas estou ficando cansado de ser tratado com um meio cidadão por esse governo.
Primeiro, isso no ano de 2008, o governo Sérgio Cabral me exonerou, me deixou sem função, sem gratificação e cortou dois anos da minha carreira, me aposentou (inatividade) compulsoriamente, violando até o direito adquirido. Entrei com uma ação contra o Estado e esperarei anos e anos para obter uma decisão, seja ela favorável ou não.
No dia 03 JUN 2011, o comandante geral anterior (governo) me difamou na presença de Praças e Oficiais, me prendeu e me manteve preso ilegalmente por três dias. Além disso, cerceou meu direito à propriedade e minha liberdade de expressão, acautelando meu celular, meu rádio, meu notebook e minha internet móvel. Denunciei em vários órgãos públicos, dentre eles o Ministério Público e a Corregedoria Geral Unificada, apresentando Coronéis PM e um Tenente PM como testemunhas, além de prova documental. Reiterei as comunicações. Oito meses se passaram do fato e nenhuma investigação foi instaurada. Dias atrás li que o governo Sérgio Cabral (PMDB) pretende nomear o ex-comandante geral para uma função na SESEG/RJ. Vou entrar com nova ação contra o Estado.
Na época também denunciei a “armadilha” do governo contra os Bombeiros, apresentando um vídeo como prova de todas as “omissões” governamentais. Apesar de ter denunciado inclusive aos chefes dos poderes legislativo, judiciário e ao chefe do ministério público, nenhuma investigação foi instaurada.
No dia 13 JAN 2012, o atual comandante geral (governo) também me ofendeu duramente na presença de dezenas de Praças. Adotei os procedimentos legais, apresentando testemunhas e aguardo a instauração da investigação.
Penso que terei que recorrer a um organismo internacional de preservação dos direitos humanos, diante da inércia do governo Sérgio Cabral (PMDB) em investigar crimes praticados contra mim e a sua eficiente ação para preservar seus aliados.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

EXCELENTÍSSIMOS SENHORES JUÍZES DO BRASIL, OS SUPER CIDADÃOS.

FOLHA DE SÃO PAULO.
Corregedoria apura enriquecimento de 62 juízes sob suspeita
Órgão do Conselho Nacional de Justiça amplia alcance de investigações contra acusados de vender sentenças
Corregedores têm apoio de órgãos federais para examinar declarações de bens e informações de contas bancárias
FREDERICO VASCONCELOS
DE SÃO PAULO
O principal órgão encarregado de fiscalizar o Poder Judiciário decidiu examinar com mais atenção o patrimônio pessoal de juízes acusados de vender sentenças e enriquecer ilicitamente.
A Corregedoria Nacional de Justiça, órgão ligado ao Conselho Nacional de Justiça, está fazendo um levantamento sigiloso sobre o patrimônio de 62 juízes atualmente sob investigação.
O trabalho amplia de forma significativa o alcance das investigações conduzidas pelos corregedores do CNJ, cuja atuação se tornou objeto de grande controvérsia nos últimos meses.
Associações de juízes acusaram o CNJ de abusar dos seus poderes e recorreram ao Supremo Tribunal Federal para impor limites à sua atuação. O Supremo ainda não decidiu a questão (leiam).

Comento:
Prezado leitor, você ficou indignado?
Sim, então fique mais indignado ainda, leia:
O GLOBO.
Geral
Saem do ar iniciais de juízes processados. São os 'cidadãos incomuns'
Mudança foi feita a pedido da AMB com o objetivo de ‘resguardar a dignidade do magistrado’
Carolina Brígido, O Globo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Cezar Peluso, mandou retirar do site do CNJ as iniciais dos nomes dos magistrados que respondem a processos administrativos nos tribunais estaduais.
Os dados constavam no "Sistema de Acompanhamento de Processos Disciplinares contra Magistrados" desde o último dia 11. Peluso criou o sistema para dar mais transparência às investigações. A mudança foi feita a pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) (leiam).

Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A TRAGÉDIA COM O BONDINHO DE SANTA TEREZA.

Curto e grosso:
Afinal, quem vai ser preso em razão dos mortos e dos feridos?
Tudo se resolverá com o pedido de desculpas?
Alguém tem que ser PRESO!
Será que só Policiais Militares são presos no Rio de Janeiro?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

ATENTADO CONTRA RICARDO GAMA: SEIS MESES DEPOIS A POLÍCIA CIVIL NÃO CONSEGUIU NENHUM RESULTADO.

Hoje, 23 SET 2011, completam seis meses do atentado praticado contra o blogueiro Ricardo Gama, no Bairro Peixoto (Copacabana), às 10:00 horas, em um dia de semana com feira no local.
Até hoje a Polícia Civil não apresentou nenhum resultado.
Nada!
Ninguém conseguiu imagens de câmeras, por exemplo, como obtiveram no caso da juíza Patrícia Acioli, situação muito mais complexa, pois o crime foi praticado à noite.
Os autores continuam livres para praticarem outros crimes.
É o Rio de Janeiro da impunidade.
Eu tendo há três meses que seja instaurada uma investigação sobre a minha prisão ilegal ocorrida no dia 03 JUN 2011, mas ainda não consegui sucesso.
É o Rio de Janeiro da impunidade, sem dúvida.
Não sei o que Ricardo Gama fará diante da inércia da Polícia Civil, eu usarei as ferramentas jurídicas para "forçar" a instauração da investigação. Tratarei disso na segunda-feira com meus advogados.
Além disso, posso organizar alguns atos em frente à Procuradoria Geral de Justiça, à CGU e à Secretaria de Segurança, isso para começar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 17 de setembro de 2011

SOB NOSSO OLHAR, MONTANHAS DE CADÁVERES.

O GLOBO:
Sob nosso olhar, montanha de cadáveres.
Inquérito de 14 anos sobre assassinato fica sem investigação e simboliza arquivamento em massa de ações no país.
Publicada em 16/09/2011 às 23h27m
Chico Otavio (chico@oglobo.com.br)
RIO - Nos corredores da polícia e do Ministério Público do Rio, é possível que ninguém saiba quem foi Edson Paula dos Santos e, muito menos, quem teria motivos para assassiná-lo. Seu caso, contudo, é um símbolo dos inquéritos que aguardam na fila da Meta 2, programa lançado este ano pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) para a conclusão das investigações de homicídios ocorridas no país até 2007.
Desde que Edson foi morto, em fevereiro de 1997, em Madureira, o inquérito sobre o crime recebeu 14 despachos de dez promotores diferentes, concedendo prazos de 90 a 180 dias à polícia. Esses despachos, quase todos no mesmo padrão, somam um total de 1.710 dias de prazo, durante o qual os investigadores não encontraram, sequer, uma só pista sobre os criminosos (leiam).
COMENTO:
No Rio de Janeiro, o nosso sistema policial é péssimo.
A polícia ostensiva e de preservação da ordem pública, agoniza no seu processo autodestrutivo, sendo plenamente incapaz de promover uma sensação de segurança em qualquer lugar do Rio de Janeiro.
Por sua vez, a polícia investigativa caminha na mesma direção, a ineficácia, diante dos seus resultados pífios na sua única missão: investigar.
Não podemos culpar os atuais gestores pelo estágio atual, mas podemos responsabilizá-los por nada fazer na direção da reversão do processo de decadência explícita e contínua. Uma situação de falência múltipla que tem a causa principal plenamente identificada: A SUBSERVIÊNCIA POLÍTICA.
O trabalho policial tem parâmetros claramente definidos, estipulados pela legislação, sendo extremamente técnico, portanto, não pode estar submetido à vontade do governante, o qual nada sabe sobre o tema, via de regra .
Os gestores policiais DEVEM DIZER NÃO aos interesses políticos SEMPRE que tais vontades estejam em desacordo com os interesses públicos, com a lei, com a boa técnica e com os valores institucionais.
DEVEM DIZER NÃO, mas se calam, agarrados às suas cadeiras e aos benefícios que elas proporcionam.
Nenhuma instituição sobrevive sendo gerida por comandantes ou chefes que não defendem os valores institucionais, nenhuma!
No caso da Polícia Militar, a situação atual é gravíssima, bastando uma visita ao Centro de Recrutamento e Seleção de Pessoal (CRSP) e ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP - 31 de Voluntários) e uma conversa rápida com candidatos e com alunos do Curs de Formação de Soldados, para se constatar a degradação do nossos processos de recrutamento/seleção e de formação profissional.
O Policial Militar que a PMERJ entrega para a população está muito distante do Policial Militar que ela precisa e merece como patrocinadora do Estado.
O PM do Rio de Janeiro, via de regra, não tem a preocupação de preservar o local de crime e nem de adotar os procedimentos próprios de uma investigação preliminar. O delegado de polícia civil que deveria comparecer a esse local de crime não tem esse hábito e a perícia criminal nem de longe se assemelha a CSI.
No Rio, as polícias são atávicas por excelência.
"Sob nosso olhar, montanha de cadáveres".
A montanha só tende a crescer diante da ineficácia completa das nossas polícias.
Não serão apenas as cobranças do Ministério Público que resolverão os problemas relacionados com a investigação criminal no Rio, embora sejam fundamentais nesse pocesso de mudança, desde que responsabilizem pessoalmente os gestores de cada processo.
Urge que o sistema policial brasileiro sofra uma grande transformação para que possamos obter os resultados que merecemos.
As atuais PMERJ e PCERJ são completamente incapazes de promover os resultados positivos que necessitamos urgentemente, tendo em vista que a impunidade alimenta a criminalidade.
Iremos rediscutir um novo sistema policial para o Brasil, tendo por base a situação do Rio de Janeiro, nesse nosso espaço democrático, como fizemos tempos atrás.
Não faremos uma proposta, queremos a discussão, a troca de opiniões.
O início será na próxima semana e o primeiro tema será o mais importante: O POLICIAL.
Penso que nunca teremos as polícias que merecemos e precisamos enquanto O POLICIAL não for o centro das discussões.
Prezados leitores, todos e todas estão convidados para essa discussão, encaminhem as suas opiniões em forma de comentários ou de emails.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

ONG RIO DE PAZ – MARCHA DA IMPUNIDADE – VÍDEO.



No artigo anterior a matéria do jornal O Globo citou a presença de trinta integrantes do Sindicato de Policiais Civis no ato, entretanto, eu não os vi na mobilização.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PÁUL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

ONG RIO DE PAZ – MARCHA DA IMPUNIDADE – REPERCUSSÃO.

1) JORNAL O DIA.
Marcha da Impunidade reúne cerca de 800 pessoas na orla de Copacabana
Rio - Cerca de 800 pessoas se reuniram, neste domingo, na orla da praia de Copacabana, para participar da Marcha da Impunidade. Vestidos com blusas pretas, segurando rosas e carregando imagens com rostos de vítimas da violência, os manifestantes saíram do Posto 6 e caminharam até a Av. Princesa Isabel.
Lá, depositaram três mil rosas vermelhas - 10% do número de crimes no Estado desde 2007 - em torno de uma cruz de madeira, fincada próximo ao calçadão.
"Nossa luta é contra a impunidade nos caso de violência. 92% dos casos de crime no Rio não tem explicação. No Rio, tem gente que mata por profissão, por prazer porque sabe que não será condenado", explica o presidente da ONG Rio de Paz, Antônio Carlos Costa.
Entre os presentes na manifestação, estavam o pai da menina Gabriela, assassinada no metrô em 2003, a mãe da engenheira Patrícia Franco, desaparecida desde 2008 e os pais do menino João Roberto, assassinado por policiais em 2008. Nenhum parente do menino Juan, assassinado em Junho deste ano, esteve presente (foto).
2) O GLOBO.
Protesto
Marcha da Impunidade reúne mais de 500 pessoas em Copacabana, diz ONG
Publicada em 31/07/2011 às 16h04m
Monique Vasconcelos (monique.vasconcelos@oglobo.com.br)
RIO - A Marcha da Impunidade, realizada pela ONG Rio de Paz, na tarde deste domingo, na Praia de Copacabana, reuniu entre 500 e 600 pessoas, segundo o presidente da organização, Antônio Carlos Costa. Os manifestantes saíram do Posto 6, perto do Forte de Copacabana, e se dirigiram ao Leme, com rosas vermelhas, roupas pretas e máscaras com o rosto de desaparecidos e vítimas da violência. À frente da manifestação, uma faixa denunciou que 92% dos homicidas ficam sem punição.
No Leme, foi fincada na areia uma cruz de madeira de cerca de quatro metros de altura, em volta da qual foram depositadas as rosas, "simbolizando o calvário dessas famílias", segundo explicou o presidente da ONG.
Entre os presentes, estavam a mãe da engenheira Patrícia Franco, que desapareceu em junho de 2008, o pai da menina Gabriela, que foi assassinada em março de 2003, e parentes do menino João Roberto, de 5 anos, que foi morto por policiais, em 2008. Trinta profissionais do sindicato da Polícia Civil também participaram da manifestação (foto).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PÁUL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 31 de julho de 2011

ONG RIO DE PAZ – PROTESTO CONTRA A IMPUNIDADE – HOJE – COPACABANA.

Venham lutar contra a impunidade no Rio de Janeiro.
No Rio a cada 100 assassinatos, menos de cinco são esclarecidos e os culpados condenados.
É hora de darmos um basta a essa impunidade que estimula a criminalidade.
Concentração: Praia de Copacabana – Posto 6.
Horário: 14:00 horas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 30 de julho de 2011

MARCHA CONTRA IMPUNIDADE – DOMINGO – COPACABANA.

A Ong Rio de Paz realizará a Marcha contra a Impunidade na Praia de Copacabana, no domingo. A concentração será no Posto 6, às 14:00 horas.
Participem e divulguem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 21 de julho de 2011

RIO DE JANEIRO: MARCHA DA IMPUNIDADE.

ONG RIO DE PAZ.

Data: 31 de julho de 2011.
Horário: 14:00 horas.
Local: Praia de Copacabana - Posto 6.
Cartaz (veja).

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 21 de maio de 2011

DIA 23 MAI 2011 - CONFIRMADÍSSIMO - ATO CONTRA A IMPUNIDADE NO RIO DE JANEIRO.

Confirmadíssimo!
No dia 23 MAI 2011, a partir das 10:00 horas, será realizado pelo Movimento Não Toquem nos Blogueiros um ato cívico-democrático contra a impunidade no Rio de Janeiro e de apoio ao blogueiro Ricardo Gama, que foi vítima de um atentado no dia 23 MAR 2011, às 11:00 horas, em Copacabana (Bairro Peixoto), apesar do bairro ser o mais policiado do Rio de Janeiro, inclusive contando com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).
O ato será realizado em frente à 12a DP (Rua Barata Ribeiro com Rua Hilário de Gouveia) que está investigando o caso há dois meses sem ter apresentado os acusados ao Poder Judiciário.
Ricardo Gama tem sido um amigo constante dos Bombeiros e Policiais Militares nas lutas por cidadania, assim sendo, contamos com a presença de muitos militares estaduais (folga, desarmados e em trajes civis) no evento.
O ato se desenvolverá entre 10:00 e 14:00 horas.
Divulguem.
Participem.
Basta de IMPUNIDADE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 20 de maio de 2011

ATO DE APOIO AO BLOGUEIRO RICARDO GAMA E CONTRA A IMPUNIDADE NO RIO – REUNIÃO PREPARATÓRIA.

Nessa sexta-feira será realizada uma reunião preparatória para o ato cívico-democrático de apoio ao blogueiro Ricardo Gama e contra a impunidade no Rio, programado para o dia 23 MAI 2011, às 10:00 horas, em frente à 12ª DP. A reunião será na praça do bairro Peixoto, às 19:00 horas, no local onde foi realizado o primeiro ato, nas proximidades da passagem.
Divulguem e compareçam.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 18 de maio de 2011

23 MAI 2011 - ATO DE APOIO AO BLOGUEIRO RICARDO GAMA E CONTRA A IMPUNIDADE NO RIO DE JANEIRO.

O Rio de Janeiro é o campeão da IMPUNIDADE.
No Rio em cada 100 homicídios praticados, o governo Sérgio Cabral (PMDB) não consegue apresentar no Poder Judiciário nem 5 assassinos, o que fortalece a IMPUNIDADE.
O blogueiro Ricardo Gama, nosso amigo, que tanto tem lutado em favor dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares, sobreviveu a um atentado contra a sua vida perpetrado no dia 23 MAR 2011 e após dois meses ninguém foi preso.
No dia 23 MAI 2011, a sociedade civil organizada realizará um novo ato de apoio ao blogueiro Ricardo Gama e contra a IMPUNIDADE no Rio:
Data: 23 MAI 2011.
Horário: 10:00 às 14:00 horas.
Local: Em frente à 12a Delegacia da Polícia Civil onde a investigação está sendo feita (Rua Barata Ribeiro com Hilário de Gouveia - Copacabana).
Convidados: População fluminense; imprensa nacional e internacional; organizações de direitos humanos; e em especial, Bombeiros e Policiais Militares, assim como, usuários das redes sociais.
Os Bombeiros e Policiais Militares que quiserem participar deverão estar de folga, em trajes civis e desarmados. Não devem levar faixas, cartazes ou camisas relacionados com a luta por cidadania, considerando que essas manifestações estão temporariamente suspensas.

Divulguem e participem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 27 de abril de 2011

RIO DE JANEIRO: O TURISMO E A IMPUNIDADE COMO MARCAS REGISTRADAS DO RIO.

Ser criminoso no Rio de Janeiro deve ser maravilhoso.
Certamente, o Rio é um dos melhores lugares do mundo para os que gostam de praticar todo tipo de crime, desde os violentos praticados via de regra por pés de chinelo, até os sofisticados, executados por criminosos que vestem ternos finamente recortados.
Ricardo Gama foi vítima de um atentado contra a sua vida no dia 23 ABR 2011, às 10:00 horas, na Praça do Bairro Peixoto (Copacabana), o bairro mais policiado do Rio de Janeiro. Em Copacabana existem dois batalhões da Polícia Militar e duas delegacias da Polícia Civil, além de ser cercado de UPPs, os nossos Super GPAES, modelo exportação.
Passou um mês do atentado e nada, simplesmente nada, ninguém preso.
Eu estou aguardando que os organizadores do movimento "Não Toquem em Blogueiros" marquem a data do novo ato de protesto, que ao que tudo indica será em frente à delegacia que investiga o caso, quando serão distribuídos pedaços de pizzas para a população de Copacabana.
Cidadão, você lembra da fraude na Secretaria de Saúde?
Não? Lembre agora (leia).
Quem foi preso?
Quem foi condenado?
Quem teve que devolver o dinheiro?
Ninguém, absolutamente ninguém.
Penso que logo o Rio irá ampliar as suas qualidades turísticas, com o oferecimento de turismo seguro para todos os criminosos do mundo, que contratariam viagens turísticas sem qualquer chance de ser preso no Rio.
Imaginem quanto poderíamos arrecadar?
Criminosos riquíssimos de todo mundo gastando fortunas no maravilhoso Rio de Janeiro.
Lastimável.
O Rio pode ser maravilhoso, mas para isso precisa de governantes muito melhores.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 25 de abril de 2011

ATENTADO CONTRA RICARDO GAMA - UM MÊS E NINGUÉM PRESO.

No dia 23 ABR 2011 completou um mês que o cidadão fluminense Ricardo Gama, famoso blogueiro que critica os governos Sérgio Cabral e Eduardo Paes, foi vítima de uma tentado, sendo atingido por três disparos de arma de fogo na cabeça, quando andava próximo e sua residência no Bairro Peixoto (Copacabana), às 10:00 horas. Foi salvo pela iniciativa de sua esposa e do porteiro do prédio, que colocaram Ricardo ferido em veículo particular e o conduziram para um hospital particular do bairro, considerando que a ambulância (serviço público) solicitada não chegava.
Copacabana é o bairro mais policiado do Rio de Janeiro, está cercado de UPPs e possui dois batalhões da Polícia Militar e duas delegacias da Polícia Civil.
Um mês se passou e ninguém foi preso.
Nem o autor (es), nem o mandante (s).
Penso que está na hora do movimento "Não Toquem nos Blogueiros" realizar um novo ato de protesto e sugiro a calçada em frente à delegacia da Polícia Civil. A ideia de distribuirmos pedaços de pizzas para a população me pareceu muito oportuna.
Fico no aguardo dos detalhes sobre o protesto para participar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 20 de abril de 2011

RICARDO GAMA - ATO - ÓTIMA NOTÍCIA.

Vamos organizar um novo ato de apoio ao blogueiro Ricardo Gama na semana que vem, quando "comemoraremos" o fato do atentado ter completado um mês, sem que nenhum autor fosse preso.
Vou fazer contato com os integrantes do movimento "Não Toquem nos Bloqueiros" para o planejamento do evento.
Darei a ideia de levarmos um bolo para a porta da delegacia da Polícia Civil que está investigando o atentado, para que possamos cantar parabéns e distribuir para a população, representando a doçura da IMPUNIDADE no Rio de Janeiro.
E a ótima notícia?
Na verdade, duas.
Ricardo Gama está melhorando a cada dia e hoje nasceu a sua filha.
Mãe e criança passam bem.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de abril de 2011

IMPUNIDADE NO RIO DE JANEIRO - ATENTADO CONTRA RICARDO GAMA.

No Rio de Janeiro, a impunidade é uma vergonha. Dados dão conta que de cada 100 homicídios praticados no Rio, apenas em cerca de 5 deles o autor é apresentado ao poder judiciário, o que significa uma impunidade da ordem de 95% para os assassinos.
No dia 23 de março de 2011, às 10:00 horas, o blogueiro Ricardo Gama foi vítima de um atentado contra a sua vida, em plena
Copacabana (Bairro Peixoto), o local mais policiado do Rio de Janeiro com dois batalhões da Polícia Militar, duas delegacias da Polícia Civil, câmeras por todo lado e cercado por UPPs.
O tempo está passando é o autor ainda não foi identificado e preso.
Penso que está na hora de voltarmos às ruas para cobrar o resultado das investigações, considerando que Ricardo Gama teve a sua segurança retirada pelo governo Sérgio Cabral, logo após a sua alta hospitalar.
Nos próximos dias programaremos um ato.
Alguma sugestão de data, horário e local?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

INQUÉRITO POLICIAL: O PIOR É A IMPUNIDADE - DELEGADO HERALDO GOMES.

O GLOBO
Inquérito Policial: "O Pior é a Impunidade"
Por Heraldo Gomes

O atual procedimento preliminar de repressão na apuração de crimes, denominado "inquérito policial", é, hoje, diante da escalada criminal e da audácia dos marginais, um instrumento de defesa soci­al superado, porque lento e, apenas com valor informativo, não dá pronta resposta à agressão criminal; servindo, ainda, para ensejar contradição em beneficio do acusado, pela não confirmação na Jus­tiça dos atos formalizados na polícia.
É fato comprovado que o combate eficaz ao crime exige, entre outros resultados positivos, a redução expressiva das chances de impunidade.
Na realidade social dos povos, os motivos determinantes do crime são variados, mas, certamente, o fator acelerador da onda criminal é a impunidade, coadjuvada pela lei natural da imitação, reportada por Gabriel Tarde, pensador e jurista francês.
No campo do comportamento humano, os efeitos da impunidade são mais nocivos do que as conseqüências do próprio delito. Daí, se dizer: o pior não é o crime, o pior é a impunidade.
O inquérito policial como instrumento básico da repressão, res­ponsável direto pelo combate à impunidade, tomou-se, com o tem­po, em face da avalanche de ocorrências criminais, registradas nas grandes cidades, um meio burocrático de andamento moroso e, o que é mais dramático, usado, ainda, como linha auxiliar da impuni­dade, por ser, quase sempre, um documento alvo de contestação, mesmo quando elaborado e conduzido com absoluta imparcialidade, correção e veracidade, pela sempre presente possibilidade de sua não confirmação na fase judicial.
O desgaste funcional do inquérito policial é notado nas páginas de seus autos, que estampa estampam seguidos pedidos de baixa, informa­ções negativas e prazos estourados.
Ademais, na fase judicial, suas peças são questionadas no todo ou em parte, por ocasião da repetição da prova testemunhal perante o magistrado.
A nova versão emprestada às circunstâncias do crime, constata­da, freqüentemente, no Fórum Criminal é conseqüência dos seguin­tes fatores adversos:
Esquecimento - Meses e até anos se passam entre o depoimen­to prestado na polícia, durante o calor dos fatos e a convocação judi­cial.
Intimidação - No longo intervalo, verificado entre a data do crime e a repetição das declarações na Justiça, vítimas e testemu­nhas são pressionadas por terceiros no anonimato, vinculados aos acusados, que fazem graves ameaças, inclusive de morte, causando, assim, pânico nas pessoas envolvidas, que, coagidas, mudam na Jus­tiça suas declarações, ocorrendo, ainda, casos de ausência para evi­tar de depor.
Desaparecimento - Depois de depor na polícia, testemunhas e vítimas ficam temerosas e desaparecem, para escapar da convoca­ção judicial.
Visto pelo lado legal, o inquérito policial é questionado à luz do texto constitucional federal, pois sua feitura no modelo atual é passível de dúvida, diante do disposto na cláusula elencada no inciso LV, do art. 5° da Constituição federal, que garante aos acu­sados em geral o direito ao contraditório e à ampla defesa. E isso, como é sabido, não se pratica em qualquer ato do inquérito policial, que é, desde sua remota concepção, doutrinariamente, peça inquisitorial.
Então, em resumo, acontece o seguinte:
a) O inquérito policial é formulado em discordância com a norma constitucional;
b) caso o inquérito policial não seja confirmado na Justiça, a prova que prevalece é a recolhida pelo magistrado;
c) o inquérito policial retarda o pronunciamento da Justiça, por­que repetido meses depois do fato delituoso;
d) o inquérito policial serve à linha auxiliar para obter impunida­de, porque seu conteúdo conhecido de todos, por longo tempo, faci­lita, mediante intimidação ou outro tipo de causa, a mudança de ver­são na Justiça em favor do acusado, que tinha, inicialmente, contra si, incriminação na prova arrolada pela Polícia, no calor dos fatos e livre de coação.
Certamente é por tais motivos que a legislação estrangeira, majoritariamente, adota o Juizado de Instrução, como processo ágil, moderno, mais confiável e mais justo na apuração e julgamento dos fatos delituosos de qualquer natureza.
No direito comparado, o inquérito policial só existe no Brasil em certos países da África.
Na última Assembléia Nacional Constituinte foi debatido o Juizado de Instrução como inovação necessária no aprimoramento da prestação jurisdicional.
Todavia, o forte lobby formado pelo corporativismo policial, pelo in­teresse de certos advogados e pelo comodismo do conservadorismo polí­tico fulminou a possibilidade de sua adoção, mantendo o arcaico inquéri­to policial, mesmo em choque com o aludido preceito constitucional.
Concretamente, instituir um sistema de coleta e produção de prova criminal, através do Juizado de Instrução, resulta nas seguintes van­tagens:
* Evita os atos burocráticos praticados no inquérito policial;
* acaba com a necessidade de repetição, na Justiça, da prova testemunhal;
* acelera o andamento da apuração, reduzindo o tempo decorri­do entre a data do fato e o julgamento do caso;
* dificulta arranjos para obter impunidade;
* confere maior autenticidade aos atos de Polícia Judiciária, pela valorização da investigação policial;
* inibe a manipulação de testemunhas e vítimas, pelo imediato e único relato feito ao magistrado, livre de possível coação;
* representa evolução democrática na repressão criminal, pela garantia do contraditório e da ampla defesa, em plena sintonia com os países desenvolvidos.
Finalizando, resta esclarecer que, no combate eficaz ao crime, o Juizado de Instrução é fundamental na aplicação da legislação pe­nal, em tempo certo e na sede adequada. Se adotado, seria um avan­ço no enfrentamento da criminalidade. Mas, como toda inovação, tem opositores, que invocam três argumentos: tradição jurídica, ex­tensão territorial e falta de recursos. O lobby contra é forte, e a von­tade política está preocupada com outras questões, que julga mais urgentes. Todavia, tudo gira em tomo do nível de segurança públi­ca, sem o qual não há estabilidade político-administrativa, tranqüili­dade e desenvolvimento. Por isso, para vencer os lobistas do conservadorismo, uma alternativa correta talvez fosse propor ao Congresso Nacional a instituição do Juizado de Instrução, pelo me­nos para os casos de prisão em flagrante e casos de crimes com autoria conhecida.
(O Globo, 13/05/95)
Heraldo Gomes é delegado aposentado da polícia civil do Estado do Rio de Janeiro e ex-secretário de Estado de Polícia Civil do RJ no governo Moreira Franco.
COMENTO:
Eu concordo com a opinião do delegado Heraldo Gomes.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

RIO DE JANEIRO - MEGA PROTESTO CONTRA A IMPUNIDADE DOS GOVERNANTES.

EMAIL RECEBIDO:
BLOG REVOLTADOS ONLINE.

MEGA PROTESTO
SOS-RIO DE JANEIRO - MORALIDADE, DECÊNCIA E JUSTIÇA JÁ!
Ação de Responsabilidade CRIMINOSA Civil Subjetiva - Omissão do Poder Público.
PELO FIM DA IMPUNIDADE SÉRGIO CABRAL, ATRÁS DAS GRADES.
Mega Protesto no Rio de Janeiro Contra o Genocídio de Sérgio Cabral, Lula, Dilma & Cia.
Responsabilizá-los criminalmente e destituir do cargo o OMISSO Sr. Sérgio Cabral pela mortes de centenas (milhares) de patriotas. Intervenção imediata no Estado do Rio de Janeiro.
Data prevista: 23.01.2011.
Saída: Principais Capitais do Brasil.
Destino: Rio de Janeiro.
Horário: 10:00 horas.
Concentração: Canal do Jardim de Alah.

Neste protesto também levaremos nossas doações. Cada pessoa contribuirá com o que pode doar, seja: cesta básica, água potável, roupas, medicamentos. Estamos auxiliando no frete dos ônibus.
Quem puder contribuir de alguma forma favor entrar em contato urgente.
email: revoltadosonline@gmail.com
email: marcello_cristiano@hotmail.com
email:cesarsoares111@hotmail.com
Telefones:
São Paulo: 11 - 8295-5881 TIM - Marcello Reis skype. marcello.reis74
Rio de Janeiro- 21 - 8226-8335 Tim - Cesar Soares skype. cesar.soares111

Atenção estaremos informando todos os detalhes no Blog, facebook, youtube, twitter. Façamos de uma vez por todas valer nosso valor contra as humilhações, omissões, descasos, incompetências e a GRANDE CORRUPÇÃO.
Fim da Impunidade, Cabral atrás das GRADES.
Assinado: Marcello Reis, Cesar Soares, Marcos Maher, Bruno Toscano, Jaqueline Leal, Lisa Marie, Karina Osses, Nicole Buchler e Cassio Toloi.
COMENTO:
Eu estarei lá e convido a todos que querem mudar o Rio de Janeiro e o Brasil para ombrearem na luta cidadã.
A IMPUNIDADE e a CORRUPÇÃO são os grandes INIMIGOS DA PÁTRIA e do POVO BRASILEIRO, portanto é dever de todo homem e mulher de bem lutar contra esses flagelos.
Caso o grupo mobilizado pretenda realmente promover o início de uma ação, também estarei come eles, caso contrário farei as comunicações de forma individual. Não podemos permitir que a responsabilidade dos homens públicos (governador, prefeitos, secretários de defesa civil e outros) não seja investigada e punida se for o caso.
Além desse ato, no dia 01 FEV 2011, às 10:00 horas, na ALERJ, estaremos realizando o segundo ato cívico-democrático "O TSUNAMI DO DESCASO", cobrando a instauração de uma CPI para apurar a responsabilidade dos governantes.
É hora de PUNIR.
A punição exemplar será a melhor forma de prevenção.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO