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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

LÁ VEM ...

SITE KIBE LOCO
05 DE JANEIRO DE 2011
QUEBRA TUDO
Ih! Lá vem a PM! Ih! Lá vem o traficante! Ih! Lá vem o Sérgio Cabral!

Ih! Lá vem a faxineira!
Graças ao Adriel Ambrozio.

Kibe Loco
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 11 de maio de 2010

sábado, 21 de novembro de 2009

O QUE ESTÁ PIOR NO RIO DE JANEIRO?

A nossa pesquisa "O que está pior no Rio de Janeiro?" já foi respondida por 2.373 leitores, alcançando o seguinte resultado parcial:
- Segurança pública - 2.186 votos (92%).
- Saúde pública - 631 (26%).
- Educação pública - 603 (25%).
Lembramos que a pesquisa admite votos em mais de um item.
Participe.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

BELTRAME CONTINUA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA APESAR DAS PROVAS INCONTESTÁVEIS DA FALÊNCIA DA SEGURANÇA PÚBLICA NO RIO DE JANEIRO.

O DIA:
- Policial Militar do BOPE é acusado de estupro (leia).
- Policiais Civis e Policiais Militares presos (leia).
O GLOBO:
- 16 Policiais (PMERJ e PCERJ) são presos sob acusação de pertencerem a uma quadrilha de roubo de cargas. Um cidadão preso é irmão do delegado titular de Friburgo (leia).
- Batalhão de Choque atira bombas em profissionais da educação (leia).
- Moradora acusa Policial Militar de estupro durante operação na Mangueira (leia).
- Idosa vítima de bala (fuzil) perdida em Bonsucesso será enterrada hoje em Inhaúma (leia).
JORNAL DO BRASIL:
- Operação da PF no Rio prende 42, sendo dez PMs e cinco policiais civis
Mario Hugo Monken, Jornal do Brasil
RIO - Dez policiais militares e cinco civis integravam três quadrilhas especializadas em roubos a agências bancárias e caixas eletrônicos, roubos de cargas e fraudes fiscais. Eles foram presos nesta quarta-feira durante a Operação Roubo S/A - Saque Noturno, deflagrada pela Polícia Federal (PF), com o apoio dos ministérios Público Federal e Estadual e da Secretaria de Segurança Pública, nos municípios do Rio, Macaé, Nova Friburgo, Duque de Caxias, Guapimirim, São Sebastião do Alto, São João de Meriti, São Gonçalo, Teresópolis, Itaguaí, Campos, Cachoeiras de Macacu, Niterói e a cidade de Além Paraíba em Minas Gerais.
Outras 27 pessoas também foram presas, entre elas empresários e comerciantes, acusadas de participar dos grupos criminosos, que se interligavam. A base de atuação era Nova Friburgo. Treze suspeitos ainda estão sendo procurados. Todos tiveram prisão preventiva decretada.
Dois dos PMs presos comandavam os roubos a agências bancárias e caixas eletrônicos. Desde o final de 2007, a quadrilha teria praticado 13 assaltos, entre eles a uma agência da Caixa Econômica Federal, que rendeu R$ 140 mil ao bando. As agências e os postos eram atacadas principalmente durante a madrugada. Eram arrombadas com uso de maçaricos ou abertas com buracos nas paredes.
Os policiais também se envolveram nos roubos de cargas. Entre maio e agosto, foram oito roubos, que renderam cerca de R$ 1,2 milhão à quadrilha. Os ataques às cargas ocorriam em várias rodovias, como a Niterói-Manilha, Rodovia Presidente Dutra, e outros estados como São Paulo e Minas Gerais.
Quando não participavam diretamente do ataque aos caminhões, eles escoltavam a carga roubada para evitar a apreensão por parte de outros policiais, recebiam propinas para permitir os roubos, além de fornecerem as armas para as ações criminosas.
Na casa de um policial civil preso, no Méier, foram encontradas 12 armas: 4 pistolas, 4 garruchas e 4 revólveres, além de caixas de munição de diversos calibres para fuzil e 17 carregadores
As cargas prediletas do grupo eram de carnes, que podiam chegar a R$ 1 milhão, remédios e gêneros alimentícios, como laticínios e café. As cargas eram vendidas em supermercados e farmácias na Região dos Lagos, Baixada Fluminense e Campos dos Goytacazes.
Os motoristas dos caminhões de carga eram sequestrados e mantidos em cativeiros pelos bandidos. Alguns eram agredidos a coronhadas. Os comerciantes eram obrigados sob ameaça pelo bando a comprarem as mercadorias.
Para circular com as mercadorias, os criminosos abriam empresas fanstasmas. Uma delas funcionava no distrito de Vale do Barrão, em São Sebastião do Alto. A quadrilha atuava há mais de dez anos.
Os policiais presos eram do 11º Batalhão da Polícia Militar (Nova Friburgo), Batalhão Rodoviário (BPRv), Polinter e 151ª DP (Nova Friburgo). Um dos PMs presos é proprietário de uma mansão em Nova Friburgo, com quatro andares e uma piscina térmica.
Foram apreendidos caminhões frigoríficos, telefones celulares, caixas do medicamento Pressat e vários documentos falsos. Os presos foram indiciados por roubos, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, receptação e estelionato. Alguns deles são suspeitos de homicídios.
A operação envolveu 400 homens, sendo 280 policiais federais e 120 das polícias Civil e Militar.
O subsecretário de Inteligência da Secretaria de Segurança do Rio, delegado Rivaldo Barbosa, criticou a participação dos policiais nas ações criminosas
- Não compactuamos com isso. Doa a quem doer. Os policiais são pagos para defender a sociedade e não para agir contra. Estão tentando manchar a instituição - declarou.
Sob alegação de que o processo corre em segredo de justiça, nenhum nome foi divulgado pela PF nem pelos promotores. Entretanto, na página da Polícia Civil, alguns nomes de foram citados, como o de Wilson da Rocha Marques, que é apontado como o chefe da quadrilha de roubo a cargas.
20:03 - 09/09/2009.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 23 de julho de 2009

BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS - 15% OU 2%?

"POLÍCIA CIVIL
Pesquisador defende o fim do inquérito policial
Uma pesquisa do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana, da UFRJ, mostra que a Polícia Civil só esclarece 15% dos homicídios ocorridos no município do Rio de Janeiro. A pesquisa foi feita com base em investigações feitas entre 2003 e o ano passado. Com base nesse levantamento, o sociólogo Michel Misse chegou à conclusão de que o inquérito policial não tem mais razão de ser porque não cabe ao delegado de polícia e sim ao Ministério Público denunciar os acusados. Misse acha que gasta-se muito tempo com papel e relatórios que depois serão refeitos pela Justiça.
Qual seria então o papel da Polícia Civil?
De qualquer forma eu só não entendi como os pesquisadores chegaram a esse índice, já que eu sempre ouvi falar que não passava de 2% o índice de elucidação de casos de homicídio, no Rio"
.
Prezados leitores, como comentamos, essa taxa de elucidação de homicídios de 15% é quase impossível de acreditar. Tudo leva a crer que não foram utilizados os dados corretos, o que invalida a pesquisa, pelo menos nessa conclusão sobre a taxa de elucidação de homicídios.
Soa como CAIR PARA CIMA!
E, o que seria isso:
- Criticar uma taxa, atribuindo a ela um número muito maior que o real. No final, todos acham que houve uma grande melhora, ou seja, de 2% para 15%.
Obviamente, o respeitável pesquisador trabalhou de boa fé, porém, sem os números corretos.
No site do Instituto de Segurança Pública, os dados são fragmentados, o que causa uma falsa impressão.
Por exemplo, no site consta que no trimeiro trimestre de 2009, 1.432 desapareceram.
O que é isso?
Seres de outros mundos estariam sequestrando terráqueos?
Como quase 500 pessoas podem desaparecer por mês no Estado do Rio de Janeiro?
Dezesseis pessoas desapareceriam por dia no Rio de Janeiro?
Claro que não, nesses números estão contidos os homicídios (corpos não localizados), isso é evidente.
Se nós somarmos os seguintes dados do primeiro trimestre de 2009: homicídios + latrocínios + desaparecidos + autos de resistência + encontro de cadáver + lesão seguida de morte + Policiais Militares assassinados em serviço; encontraremos 3.622 cidadãos fluminenses vitimados.
Por mês 1.207 e por dia 40 cidadãos fluminenses!
Essa é a tragédia da CULTURA DA MORTE instalada no Rio de Janeiro.
Portanto, ficamos com os 2% como taxa de elucidação.
Devemos por questão de justiça que tal taxa pífia não é culpa dos Policiais Civis, muito pelo contrário, eles gostariam de produzir muito mais.
Certamente, gostariam de uma perícia criminal autônoma e independente, devidamente treinada e equipada.
Sonham com Policiais Militares que preservem os locais de crime.
O Policial Civil é um INVESTIGADOR, essa é a sua arte, esse é o seu ofício, todavia, Sérgio Cabral (PMDB) quer que ele seja um GUERRILHEIRO URBANO, incursionando em comunidades carentes para matar ou morrer.
Beltrame quer que ele seja um SOLDADO, um MILITAR.
Alguns, desavisados, têm usado uniformes, endoçando o desvio funcional.
Esquece o secretário de segurança, que o POLICIAL PRENDE O CRIMINOSO e o MILITAR MATA O INIMIGO.
Polícia existe para SERVIR E PROTEGER A POPULAÇÃO, não para MATAR OU MORRER.
Essa é a verdade, incompetência ao extremo.
E, por falar em verdade, alguém lembra quando foi a última vez que Policiais Civis viajaram para o exterior, objetivando conhecer as mais modernas técnicas de insvestigação?
Não conseguimos recordar.
E pensar que um disparo de fuzil pode atingir uma pessoa a quilômetros de distância...
É A CULTURA DA MORTE.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO