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domingo, 10 de julho de 2011

PEZÃO E AS SUAS RELAÇÕES DELICADAS.

JORNAL O GLOBO
"Relações delicadas
Época: Estado paga R$ 470 mil pela desapropriação de casa da concunhada de Pezão
Publicada em 09/07/2011 às 10h11m
O Globo (granderio@oglobo.com.br)
RIO - O vice-governador do Rio, Luiz Fernando de Souza, o Pezão, na condição de governador interino, assinou um decreto que beneficiou a família de sua mulher, segundo revela reportagem da revista Época. O Estado pagou R$ 470 mil pela casa da concunhada de Pezão, que fica em Barra do Piraí, além das custas do processo. O imóvel foi transformado em local de utilidade pública e desapropriado. Segundo mostra a reportagem, casas semelhantes são oferecidas por R$ 300 mil no mercado local.
O governo quer transformar a propriedade em sede da Procuradoria do Estado na cidade. Pezão assinou o decreto em 29 de janeiro de 2010, quando o governador Sérgio Cabral estava em Londres, em visita oficial. Em função do pedido de urgência pedido pelo governador em exercício, o processo correu na Justiça em menos de seis meses. Porém, mais de um ano depois do pagamento, a casa continua abandonada.
Uma das donas do imóvel era Ana Maria de Carvalho Horta Jardim, casada com Flavio Cautieiro Horta, irmão da mulher de Pezão, Maria Lúcia Horta.
De acordo com a reportagem, a denúncia contra a transação foi feita por Jefferson de Castro, morador de Barra do Piraí, autor de uma representação no Ministério Público (MP) local. O MP já fora consultado durante o processo da compra, como é praxe em desapropriações do tipo, e não se opôs.
Em resposta à Época, Pezão disse que não sabia que a casa era da família de sua mulher:
"Isso já veio pronto da Procuradoria-Geral. Eu só assinei. Eles compraram vários imóveis para fazer sedes regionais, esse foi só um deles", afirmou.
A reportagem mostra também que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informou que partiu do órgão a iniciativa de comprar a casa. Em nota, a procuradoria disse que sua funcionava na mesma rua, em imóvel alugado. As negociações com o proprietário desse imóvel fracassaram, o que fez o órgão procurar outras casas. Segundo a PGE, as obras ainda não começaram pois aguardam licitação".
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de julho de 2011

ADEUS SÉRGIO CABRAL! ADEUS PEZÃO! POR FAVOR, ARRUMEM AS GAVETAS O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

REVISTA ÉPOCA
Sábado, 9 de julho de 2011
“Eu só assinei”, diz Pezão
09/07/2011
É com essa frase que o vice-governador do Rio tenta explicar por que o Estado pagou R$ 470 mil pela desapropriação da casa da cunhada de sua mulher
Nelito Fernandes
Flagrado na festa de um empreiteiro e na carona do jatinho de um empresário, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), assumiu o erro e lançou um código de ética para disciplinar a conduta dos servidores e da cúpula da administração fluminense. Se as regras fossem retroativas ou se tivessem sido criadas no início do ano passado, o código já poderia ser aplicado no caso do braço direito de Cabral na administração, o vice-governador Luiz Fernando de Souza, também conhecido como Pezão.
No dia 29 de janeiro de 2010, na condição de governador interino, Pezão assinou um decreto que beneficiou a família de sua mulher. Ele transformou uma casa de sua concunhada em local de utilidade pública e desapropriou o imóvel. O processo correu na Justiça em menos de seis meses, pois Pezão autorizou um pedido de urgência. Com a canetada do vice, o Estado pagou R$ 470 mil pelo imóvel, além das custas do processo. Casas semelhantes são oferecidas por R$ 300 mil no mercado local. O governo informa que quer transformar a propriedade em sede da Procuradoria do Estado na cidade. A pressa para o pagamento, porém, não se repetiu nas obras de adaptação do local. Mais de um ano depois do desembolso, a casa continua abandonada.
Quando Pezão assinou o decreto, o governador Sérgio Cabral estava em Londres, em visita oficial às obras para a Olimpíada. Cabral viajou no dia 29 de janeiro, segundo sua assessoria. Pezão assinou o decreto de número 42.269 assim que assumiu o cargo de governador. Uma das donas do imóvel era Ana Maria de Carvalho Horta Jardim, casada com Flavio Cautieiro Horta, irmão da mulher de Pezão, Maria Lúcia Horta. O cunhado do vice-governador atuou como advogado da família no processo de desapropriação.

EM CASA
Ao alto, a casa comprada pelo governo em Barra do Piraí, no Rio. Acima, o decreto de desapropriação assinado por Pezão (à esq.). Ele disse que não sabia que o imóvel era da família
A denúncia contra a transação foi feita por Jefferson de Castro, morador de Barra do Piraí, autor de uma representação no Ministério Público (MP) local. Em resposta, o MP argumentou que o parentesco não significa, “necessariamente, violação ao princípio da impessoalidade, o que só se pode afirmar mediante evidências concretas”. O MP já fora consultado durante o processo da compra, como é praxe em desapropriações do tipo. E não se opôs.
A casa comprada pelo Estado tem 310 metros quadrados e fica na Rua Dona Guilhermina, no centro de Barra do Piraí, município de 95 mil habitantes no sul fluminense. A região é reduto eleitoral de Pezão. Antes de ser vice, ele foi prefeito de Piraí, cidade menor, vizinha.
O imóvel tem quatro suítes, duas varandas, uma sala, duas áreas de serviço e dependências de empregada. O terreno mede 300 metros quadrados. Ana Maria e seus dois irmãos ganharam a casa de presente dos pais em 2002, segundo o registro geral. De acordo com um alto funcionário da prefeitura de Barra do Piraí, a casa era oferecida por corretores por R$ 300 mil, sem interessados. Na mesma rua, outro imóvel com características semelhantes foi vendido na ocasião por R$ 300 mil.
Pezão disse a ÉPOCA que não sabia que a casa era da família de sua mulher. “Isso já veio pronto da Procuradoria-Geral. Eu só assinei. Eles compraram vários imóveis para fazer sedes regionais, esse foi só um deles”, afirma. Ele admite que convive com os cunhados e os encontra com frequência. Mas diz que em nenhum momento sua mulher, o irmão dela ou a concunhada o informaram sobre a venda. “A gente não conversa sobre isso. Eu não misturo assuntos de Estado com a família”, diz Pezão.
A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informou, por meio de sua assessoria, que partiu do órgão a iniciativa de comprar a casa. Segundo a nota, a sede da PGE funcionava na mesma rua, em imóvel alugado. A negociação para a compra da sede antiga teria fracassado e, então, outras casas foram procuradas. De acordo com a PGE, o preço pedido inicialmente foi de R$ 520 mil, mas a família aceitou a contraproposta de R$ 470 mil. As obras ainda não começaram, porque aguardam licitação. “Foram considerados vários outros imóveis, mas o escolhido foi julgado o melhor, mais adequado e com bom preço”, diz a nota.
Pezão é uma figura carismática no governo Cabral e goza da simpatia da presidente Dilma Rousseff, que o chama de “Pezãozinho”. Alto, de vozeirão, ganhou o apelido por causa do pé tamanho 48, que lhe causa alguns constrangimentos. Em janeiro, durante as enchentes que assolaram a região serrana, Dilma viu que Pezão estava literalmente com os pés na lama. A presidente ouviu dele que não havia galochas para o tamanho de seu pé. No dia seguinte, Pezão recebeu da Petrobras um par de botas encomendado por Dilma. Ganhou também a admiração da presidente como gestor do Programa de Aceleração do Crescimento no Rio de Janeiro.
O código de ética lançado por Cabral na semana passada tem, entre outros objetivos, “evitar a ocorrência de situações que possam suscitar conflitos entre o interesse privado e as atribuições públicas do agente público”. No Artigo 7o, o código diz que “o agente público não poderá valer-se de seu cargo ou da função para auferir benefícios ou tratamento diferenciado, para si ou para outrem, (...) nem utilizar os meios técnicos ou recursos financeiros que lhe tenham sido postos à disposição em razão do cargo”. Além do conjunto de normas, Cabral formou também uma Comissão de Ética Pública, composta de “notáveis da sociedade”, de fora do governo, que deve avaliar os casos. Um bom debate para eles: o pezinho de meia que Pezão garantiu aos familiares de sua mulher foi ético ou não?
Reportagem feita a partir de denúncia do jornalista, cartunista e blogueiro jeff Castro.
http://jeff-castro.blogspot.com/2011/01/denunciei-o-vice-governador-pezao-no.html
http://rvchudo.blogspot.com/2011/07/denuncia-agora-e-contra-pezao-vice.html






quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

MÍDIA DE SÃO PAULO SEGUE DESVENDANDO O RIO DE JANEIRO.

FOLHA DE SÃO PAULO
Vice de Cabral tem bens bloqueados
Cinco ações do Ministério Público vinculam Pezão à máfia dos sanguessugas; peemedebista nega irregularidades
Fraudes teriam ocorrido quando o peemedebista foi prefeito de Piraí; bloqueio de R$ 103 mil vigora desde dezembro
ITALO NOGUEIRA
DO RIO
O vice-governador do Rio, Luiz Fernando de Souza (PMDB), o Pezão, tem desde dezembro parte de seus bens bloqueados pela Justiça Federal. Ele responde a oito ações civis públicas, sendo em cinco delas vinculado pelo Ministério Público Federal à máfia dos sanguessugas.
As supostas irregularidades apontadas pela Procuradoria ocorreram quando o vice-governador foi prefeito de Piraí, entre 1997 e 2004.
Pezão é o candidato preferido pelo governador do Rio, Sérgio Cabral Filho (PMDB), para concorrer à sua sucessão, em 2014.
Ele é secretário de Obras e também o coordenador no Estado do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.
Em cinco processos, a Procuradoria diz que a máfia dos sanguessugas "estendeu um de seus tentáculos de atuação até o município de Piraí".
O Ministério Público Federal utilizou como base auditorias da CGU (Controladoria-Geral da União) feitas após a divulgação do escândalo, em 2006.
SEGUNDA INSTÂNCIA
O vice nega as irregularidades apontadas. Afirma que os convênios considerados suspeitos foram auditados pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) e pela própria CGU em 2004 sem a identificação de nenhum problema.
A Procuradoria pediu o bloqueio de, no total, R$ 269 mil dos bens em nome do vice-governador.
Pezão conseguiu reverter a decisão na segunda instância em sete processos, restando ainda a indisponibilidade de R$ 103 mil.
Em sete casos, o Ministério Público Federal diz que Pezão deve responder ao processo por ter sido prefeito na ocasião das licitações suspeitas. No oitavo, que mantém os bens bloqueados, a compra foi feita por seu sucessor, mas o convênio com o Ministério da Saúde fora celebrado durante a sua gestão.
SANGUESSUGAS
Segundo relatórios da CGU, houve superfaturamento na compra das ambulâncias e irregularidades no processo de licitação. O objetivo, diz a Procuradoria, era direcionar o resultado para as empresas do esquema.
De acordo com o Ministério Público Federal, a máfia dos sanguessugas atuava na elaboração de projetos para municípios apresentarem ao Ministério da Saúde, na aprovação do convênio, e na fraude da licitação de compra da prefeitura.
A Procuradoria vincula o então prefeito à quadrilha com base no depoimento de Luiz Antônio Vedoin, sócio da Planam, principal empresa do esquema. Ao detalhar a ação criminosa, ele afirma que o grupo agiu em Piraí.
De acordo com Vedoin, não foi "realizado nenhum pagamento aos prefeitos" das cidades onde atuou.
Mas diz que "todos tinham prévio conhecimento de que as licitações eram direcionadas". Não há menção direta ao vice-governador do Rio.
As emendas que garantiram os recursos para as compras suspeitas foram dos ex-deputados Dino Fernandes, Cornélio Ribeiro, Luisinho e Paulo Baltazar, citados no escândalo -os dois últimos são réus em um processo cada.
As empresas vencedoras de cinco licitações foram a Santa Maria e Klass, que faziam parte do esquema.
Outros três processos a que Pezão responde referem-se também a compra de ambulâncias com verba do Ministério da Saúde. O MPF, porém, não os vinculou aos sanguessugas.
COMENTO:
Pois é ...
Os maiores temores dos governantes do Rio parecem ser as licitações.
São fantasmas que sempre rondam.
Contam que Allan Turnowski deu um golpe de mestre ao ser acusado, mas não foi o cerco à DRACO e sim ter insinuado que existiam fraudes nas licitações de municípios do Rio, que poderiam estar sendo acobertadas.
Isso teria acionado os alarmes de catástrofe e avançado para uma reconciliação.
E, por falar em assunto da Operação Guilhotina, tudo indica que afastaram o carrasco e tiraram a lâmina.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

BLOG DO JEFF CASTRO - ACOMPANHE - VOCÊ VAI GOSTAR.

BLOG DO JEFF CASTRO
DENUNCIEI O VICE-GOVERNADOR PEZÃO NO MINISTÉRIO PÚBLICO

Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe!

No dia 03 de dezembro do ano passado, na coluna Na VOZ do JEFF, no jornal A VOZ DA CIDADE, eu fiz um comentário sobre a desapropriação de um imóvel em Barra do Piraí pelo Governo do Estado. Naquela oportunidade eu ainda não possuía todas as informações sobre o processo imoral que levo ao conhecimento do povo neste post.
Para mim pouco importa se estou remando contra a maré ou se o vice-governador do Estado do Rio, Luiz Fernando de Souza, o Pezão (PMDB), está na moda e pode me destruir no estalar dos dedos.
O que importa para mim é que eu estava nas ruas em 1980 defendendo a democracia e lutando para impedir a derrubada do prédio cor-de-rosa da Une na praia do Flamengo.
O que importa para mim é que eu estava nas ruas protestando contra a ditadura militar e suas bombas no Rio-Centro e OAB.
O que importa para mim é que eu estava nas ruas como um entre um milhão de pessoas que foram a Candelária participar do movimento das Diretas Já!
Faço 50 anos em 28 de fevereiro e não creio que a omissão e o medo de protestar façam parte de meus ensinamentos.
Por causa de atitudes semelhantes eu sofri um atentado em 17 de maio de 2003?
Um amigo, em tom de brincadeira, disse-me uma verdade que eu jamais consegui esquecer: “Viva todos os dias de sua vida como se fosse o último. Você vai terminar acertando.” (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

SÉRGIO CABRAL: CATÁSTROFE POLÍTICA.


O ano eleitoral de 2010 não poderia ter começado pior para Cabral.
Conhecido como elitista, governador da Zona Sul do Rio, Cabral cometeu erros estratégicos terríveis, ao tentar ficar de fora das tragédias provocadas pelas chuvas na Baixada Fluminense e na Costa Verde, empurrando Pezão para o front.
Logo todos começaram a gritar:
- Onde está Cabral?
- Fora do país de novo?
Acuado, apareceu em Angra dos Reis meio sem saber o que dizer, sobretudo em face de um maldito decreto de sua autoria sobre a APA Tamoios.
O desgaste foi tremendo e será por muito tempo...
Só falta dar algo errado em uma das Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) para as chances da reeleição irem por "água a baixo"...
E olha que no dia 31 de dezembro um baile quase provoca um grande problema em uma UPP famosa.
Sorte (ou azar) que conviver é preciso.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

PURA MALDADE OU MALDADE PURA...

Fofocas, nada mais...
Penso que devo resumir assim os boatos que circulam aqui e ali após Cabral ter evitado o quanto pode se expor diante da tragédia de Angra dos Reis, mandando o vice Pezão dar a cara para bater, um desgaste que acabou ficando com o Coronel Pedro Machado, comandante geral do CBMERJ, que teve que conceder dezenas de entrevistas.
Dizem que cresce no ambiente político a idéia de que Cabral poderia aceitar ser vice na chapa de Dilma Rousseff, como comentou-se no ano passado, isso depois que Jorge Bastos Moreno publicou essa hipótese na sua coluna do jornal O Globo.
Não se iludam.
Todos sabemos que essa notícia acaba apenas valorizando o passe de Cabral, que seria visto como tão bom que Lula o quer na chapa de Dilma, reforçando na verdade a sua candidatura empacada para a reeleição no Rio de Janeiro.
Maldosos são os comentários no sentido de que se Cabral se afastar para compor com Dilma, o povo do Rio não sentirá falta, pois na verdade o governador de fato é o Pezão...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DELEGADO DEMITIDO.

EMAIL RECEBIDO:
Polícia Federal demite delegado Protógenes Queiroz.
A Polícia Federal demitiu o delegado Protógenes Queiroz da corporação. Ele foi comunicado sobre a demissão, nesta sexta-feira (6/11), segundo a Folha Online. Protógenes era alvo de processos disciplinares dentro da PF que apuravam sua participação em comícios.
Segundo Protógenes, a decisão foi tomada pelo diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa. O motivo da demissão, segundo Protógenes, foi a suposta participação num comício do candidato a prefeito de Poços de Caldas. Ele nega ter feito campanha no evento. "Essa é mais uma prova da perseguição que sofri. Uma prova de injustiça, um ato de tirania, um atentado à democracia."
Protógenes disse que se sente injustiçado e que desde que foi afastado da corporação vem recebendo apenas metade do seu salário. "É uma injustiça, uma perseguição. Sou perseguido porque faço o combate à corrupção". O delegado afirmou que a PF aproveita sua participação em eventos públicos para intimá-lo ou passar comunicados. Ele disse que esse é o caso de hoje, pois ficou sabendo da demissão durante a abertura do congresso do PC do B, em São Paulo.
Protógenes ficou conhecido nacionalmente durante a Operação Satiagraha, que prendeu no ano passado o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, o ex-prefeito Celso Pitta e o investidor Naji Nahas. Todos foram soltos depois. A Satiagraha investiga supostos crimes financeiros atribuídos a Dantas.
Apesar da projeção nacional, Protógenes foi afastado da investigação e acabou virando alvo de um inquérito da PF que investiga desvios durante a operação. Entre os problemas da investigação estaria a utilização irregular de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Também há suspeita de Protógenes ter espionado, ilegalmente, autoridades dos três Poderes. Em março, a PF indiciou o delegado pelos crimes de violação da lei de interceptação e quebra de sigilo funcional durante a Satiagraha. Com fama nacional, Protógenes se filiou ao PC do B, onde deve disputar um cargo no Congresso Nacional nas eleições de 2010.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 20 de julho de 2009

EX-BLOG DO CESAR MAIA: CABRAL VAIADO ATÉ VIAJANDO E ACHAQUE DE ORDEM.

VAIA SONORA E ACHAQUE DE ORDEM!
1. (oglobo-2caderno-17) - Festa de luxo e vaia a político no aniversário do Municipal. Cerca de 5 mil pessoas prestigiam evento que custou mais de R$ 1 milhão. A festa de gala dos 100 anos do Teatro Municipal, foi marcada por luxo, homenagens, superações de artistas e uma sonora vaia, dirigida pelo público, estimado pela polícia em 5 mil pessoas, ao vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, que representou o notoriamente ausente governador Sergio Cabral na cerimônia ao ar livre.
2. (oglobo-moreno-18) - Tem gente se aproveitando e, consequentemente, comprometendo o programa da prefeitura do Rio de organizar a cidade, ao cobrar propinas de comerciantes da Zona Sul. As vítimas, com razão, estão chamando o programa de “achaque de ordem”. Já não bastam os ladrões criativos que agora guincham carros em nome do “choque de ordem”.
(Obs. E bota gente nisso, lá de cima. Aliás, o twitter já vinha falando isso.).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO