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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

DELEGADO DEMITIDO.

EMAIL RECEBIDO:
Polícia Federal demite delegado Protógenes Queiroz.
A Polícia Federal demitiu o delegado Protógenes Queiroz da corporação. Ele foi comunicado sobre a demissão, nesta sexta-feira (6/11), segundo a Folha Online. Protógenes era alvo de processos disciplinares dentro da PF que apuravam sua participação em comícios.
Segundo Protógenes, a decisão foi tomada pelo diretor-geral da PF, Luiz Fernando Correa. O motivo da demissão, segundo Protógenes, foi a suposta participação num comício do candidato a prefeito de Poços de Caldas. Ele nega ter feito campanha no evento. "Essa é mais uma prova da perseguição que sofri. Uma prova de injustiça, um ato de tirania, um atentado à democracia."
Protógenes disse que se sente injustiçado e que desde que foi afastado da corporação vem recebendo apenas metade do seu salário. "É uma injustiça, uma perseguição. Sou perseguido porque faço o combate à corrupção". O delegado afirmou que a PF aproveita sua participação em eventos públicos para intimá-lo ou passar comunicados. Ele disse que esse é o caso de hoje, pois ficou sabendo da demissão durante a abertura do congresso do PC do B, em São Paulo.
Protógenes ficou conhecido nacionalmente durante a Operação Satiagraha, que prendeu no ano passado o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, o ex-prefeito Celso Pitta e o investidor Naji Nahas. Todos foram soltos depois. A Satiagraha investiga supostos crimes financeiros atribuídos a Dantas.
Apesar da projeção nacional, Protógenes foi afastado da investigação e acabou virando alvo de um inquérito da PF que investiga desvios durante a operação. Entre os problemas da investigação estaria a utilização irregular de agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Também há suspeita de Protógenes ter espionado, ilegalmente, autoridades dos três Poderes. Em março, a PF indiciou o delegado pelos crimes de violação da lei de interceptação e quebra de sigilo funcional durante a Satiagraha. Com fama nacional, Protógenes se filiou ao PC do B, onde deve disputar um cargo no Congresso Nacional nas eleições de 2010.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

FORA SARNEY! FORA SARNEY! FORA SARNEY!

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
Justiça.
Depósitos suspeitos.
Um rastreamento feito pela Justiça norte-americana revelou que US$ 242 milhões depositados em 2002 em uma conta bancária em Nova York são pagamentos feitos pelo Opportunity Fund, nas ilhas Cayman, relativos ao resgate de cotas de empresas controladas pelo próprio banqueiro Daniel Dantas. A transação levanta duas dúvidas, segundo a Folha (para assinantes). Primeiro, sobre o verdadeiro valor do patrimônio de Dantas, que declarou à Receita Federal bens no total de R$ 302 milhões em 2005. Só os US$ 242 milhões, que permaneceram na conta até fevereiro deste ano, equivalem a mais de R$ 450 milhões. A outra é sobre a situação legal das cotas atribuídas a Dantas pela investigação nos EUA. De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, era vedada a participação de cotistas residentes no Brasil em fundos constituídos no exterior – Dantas mora no Rio de Janeiro. O Opportunity Fund, em consórcio, comprou estatais de telefonia em 1998.
Transação comprovada.
O Estadão obteve documentos que, de acordo com o jornal, comprovam que a empreiteira Aracati comprou à vista pelo menos um dos apartamentos usados pela família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em São Paulo. Em reportagem do dia 16 de agosto, o jornal havia revelado que dois dos três apartamentos usados pelos filhos e netos de Sarney em um bairro nobre da capital paulista estão registrados em nome da empreiteira. Na ocasião, José Sarney Filho admitiu ser o dono de fato de um dos imóveis. O documento revelado agora mostra que a Aracati, que atua no setor elétrico e cujo dono é amigo da família Sarney, pagou R$ 270 mil pelo apartamento. A empresa diz que vendeu o apartamento para Zequinha em parcelas, que estão sendo pagas até hoje. Apesar de o apartamento não estar em seu nome, diz o jornal, Zequinha o declarou no imposto de renda deste ano.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICAROD PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 16 de agosto de 2009

O HOMEM QUE NÃO CUMPRE PROMESSAS COMPLETA 32 MESES DE "GESTÃO".

POR QUE NINGUÉM FALA NA RELAÇÃO
SÉRGIO CABRAL-DANIEL DANTAS-OPPORTUNITY?
Após 32 meses de gestão Sérgio Cabral (PMDB), os profissionais da segurança pública, da saúde e da educação continuam ganhando salários famélicos.
Os Soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar permanecem ganhando menos de R$ 30,00 por dia, para arriscarem a própria vida em defesa da sociedade fluminense.
Segurança, saúde e educação públicas continuam sendo caóticas e martirizam a população fluminense.
O povo brasileiro precisa ter ao seu dispor, urgentemente, mecanismos democráticos que permitam a interrupção de mandatos políticos de eleitos que demonstrem INCOMPETÊNCIA na administração e que tenham usado na campanha eleitoral de MENTIRAS para enganar aos eleitores.
O RECALL POLÍTICO é um bom começo.
Ele permite que um mau governante seja afastado, após uma consulta aos eleitores, sendo eleito um novo governante.
No Brasil, em face da baixa qualidade da classe política, essa consulta deveria ser obrigatória.
E como funcionaria?
Vamos dar um exemplo com relação aos governos estaduais:
- Os atuais governadores foram eleitos em 2006. Em 2008, exatamente na metade do mandato, foram realizadas as eleições municipais. Assim nessa mesma eleição, os eleitores seriam consultados se o governador do seu estado deveria continuar ou não, apresentando as opções (candidatos) em caso de negativa.
Tal dispositivo permitiria uma reavaliação de 2 em 2 anos dos governantes, impedindo que um mau gestor ficasse destruindo um estado por 4 anos.
A consulta sobre o Presidente também seria realizada nessa oportunidade, com benefícios maiores ainda.
No caso dos prefeitos, a consulta seria feita nas eleições para a Presidência da República e para os Governos Estaduais.
Assim sendo, a cada dois anos estaríamos avaliando os nossos eleitos para o Poder Executivo.
Alguém duvida que se tal mecanismo existisse em 2008, Cabral já estaria fora do Palácio Guanabara?
A resposta é um sonoro não!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 4 de agosto de 2009

GRAVE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE IMPRENSA NO RIO DE JANEIRO - A DITATURA DO DINHEIRO.

O silêncio da mídia fluminense a respeito das denúncias envolvendo o governador do Rio de Janeiro com Daniel Dantas constitui um desrespeito ao povo brasileiro.
A revista Carta Capital apresentou uma reportagem detalhada, com seis páginas denunciando um esquema, acordos que a mídia fluminense parece querer fazer desaparecer na fumaça.
Ninguém precisa de uma imprensa amordaçada.
Tal parte da mídia impede que um dia possamos implantar no Brasil um regime democrático, um estado democrático de direito.
Isso é muito triste, uma grande vergonha para todos nós.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

OPERAÇÃO SATIAGRAHA REPERCUTE, ESCÂNDALO IMOBILIÁRIO NO RIO NÃO.

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO:
Polícia
- "Mais revelações sobre a SatiagrahaA Folha (para assinantes) revela em reportagem publicada hoje que a operação Satiagraha da Polícia Federal, que investigou o banqueiro Daniel Dantas, descobriu que o Opportunity Fund, fundo de investimentos criado em 1994 nas Ilhas Cayman, estava envolvido com lavagem de dinheiro. Segundo o jornal, uma perícia da PF mostra que doleiros brasileiros remeteram US$ 19,4 milhões ao fundo de Cayman por meio de 283 transações bancárias. O dinheiro, então, era reinvestido no Brasil. O que reforça as suspeitas é o fato, relatado pela PF, de que pelo menos 15 cotistas do fundo respondem ou responderam a acusações sobre crimes financeiros no Brasil".
Até agora nenhuma repercussão em outro veículo da mídia da reportagem sobre o escândalo imobiliário no Rio de Janeiro (Sérgio Cabral - Daniel Dantas), publicado na revista Carta Capital (6 páginas).
Qual será o mistério?
Mais um nesse Rio de Janeiro de mistérios mil...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

REVISTA CARTA CAPITAL - ESCÂNDALO IMOBILIÁRIO NO RIO - SÉRGIO CABRAL E DANIEL DANTAS - REPERCUSSÃO.


Prezados leitores de todo Brasil, alguém viu, ouviu ou leu alguma repercussão sobre a grave denúncia publicada na revista Carta Capital, a respeito de um escândalo imobiliário envolvendo Daniel Dantas e o governo Sérgio Cabral?
Por favor, quem tiver conhecimento sobre alguma repercussão nos comunique, para que possamos publicar no nosso espaço democrático.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 2 de agosto de 2009

REVISTA CARTA CAPITAL FAZ GRAVÍSSIMA DENÚNCIA ENVOLVENDO SÉRGIO CABRAL (PMDB), O BANQUEIRO DANIEL DANTAS (OPPORTUNITY) E A OPERAÇÃO SATIAGRAHA.

A revista Carta Capital publicou uma reportagem sobre a Operação Satiagraha, realizada pela Polícia Federal e estabelece um elo de ligação entre o banqueiro Daniel Dantas e o governo Sérgio Cabral (PMDB), uma conexão envolvendo compra de imóveis pelo Opportunity e a desapropriação desses mesmos imóveis, logo depois, pelo governo Sérgio Cabral.
A gravidade das denúncias exige um posicionamento da ALERJ, mesmo que a assembléia seja presidida por um deputado do PMDB, partido de Sérgio Cabral.
Certamente, o Ministério Público adotará todas as medidas legais que o caso exige.
Cidadão brasileiro, vamos acompanhar o que as organizações globo comentarão sobre a grave denúncia envolvendo Cabral, principalmente, devemos ficar atentos ao Fantástico de hoje à noite na rede globo.





Será que finalmente a ALERJ mostrará que não é a casa de Sérgio Cabral (PMDB) e sim a casa do povo?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 1 de abril de 2009

TERRA DO CRIME - JUIZ FEDERAL SÉRGIO MORO.

As mais recentes reviravoltas nas prisões decretadas pela Justiça contra acusados de crimes de colarinho branco indignaram o juiz federal Sergio Fernando Moro, da 2ª Vara Federal Criminal de Curitiba. O juiz, que atuou em casos de repercussão como as investigações do Banestado e da Operação Farol da Colina, da Polícia Federal, enviou uma carta ao blog do jornalista Frederico Vasconcelos, da Folha de S.Paulo, o Blog do Fred. Nela, ele afirma que as dificuldades impostas pelos tribunais superiores para a prisão de suspeitos de crimes financeiros — como a reclusão somente depois do trânsito em julgado dos processos ou a frequente concessão de Habeas Corpus a detidos — deixam a sociedade à mercê dos criminosos. “O negócio é só torcer para não ser vítima de um crime porque, se for, o problema é seu”, disse o juiz.
Sem mencionar os casos abertamente, Moro faz menção aos Habeas Corpus concedidos em favor do banqueiro Daniel Dantas, preso por tentativa de suborno de policiais federais pelo juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo, e também da liberdade concedida pelo Superior Tribunal de Justiça e pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região à empresária Eliana Tranchesi, dona da megaboutique Daslu, acusada de contrabando e lavagem de dinheiro.
Veja abaixo o conteúdo da carta.
"Não dá para entrar no mérito das prisões e cassações, pois não conheço os casos.
A percepção geral, porém, é a de que não vale mais a pena abrir processos que tenham por objeto crimes de colarinho branco.
O melhor é investigar e abrir processos somente em relação ao tráfico de drogas e lavagem dela decorrente, para os quais o sistema ainda é eficiente, pois o resto não vale a pena.Quanto aos crimes de colarinho branco, o custo e o desgaste não valem o resultado. Se prende-se, se solta. Se não prende, prescreve pelo tempo entre eventual condenação e início da execução da pena, graças à generosa interpretação da presunção de inocência que condiciona tudo ao trânsito em julgado. Mesmo se não houver prescrição, eventual prisão só em dez anos, em estimativa otimista, após o início da ação penal. Realmente vai ficar para os netos verem o resultado.
Além disso, o juiz é enxovalhado e taxado de arbitrário. Isso quando não se abrem processos disciplinares "para fins de estatísticas".
Até os criminosos e advogados sabem disso. Outro dia um advogado reclamou, por aqui, que os honorários caíram, pois ninguém tem mais medo da Justiça. Outros mais ousados e irresponsáveis, querem a punição dos juízes, ressuscitando o "crime de hermenêutica".Se essa é opção da sociedade brasileira, pelo menos da parcela dela que participa e influi na estrutura do poder e opinião pública, paciência. Não dá para dizer que não se tentou mudar. O negócio é só torcer para não ser vítima de um crime, porque, se for, o problema é seu."


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 15 de julho de 2008

QUE PAÍS É ESSE? - AGENTE DA POLÍCIA FEDERAL MARCELO PASQUALETTI

QUE PAÍS É ESSE?
Marcelo Pasqualetti
“Nas favelas, no Senado, sujeira pra todo lado, ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação...” (Que país é esse? Legião Urbana)

O importante não é a prisão um banqueiro há muito citado por suas praticas não convencionais.
O importante não é a prisão do homem que tem em seu currículo o escândalo que extinguiu a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, condenado em primeira instância a 24 anos de prisão, que teve seu processo anulado e com isso viu-se livre das barras da Justiça, graças as artimanhas de uma justiça pelo instituto da prescrição.
O importante não é a prisão do político, afilhado político daquele outro político, ambos conhecidos pelo escândalo dos Precatórios, cuja Comissão Parlamentar de Inquérito criada para investigar os fatos apurou que de 1 bilhão e 500 milhões de arrecadação com os títulos públicos, somente 300 milhões foram usados efetivamente para quitá-los, sem que no entanto ninguém tenha efetivamente cumprido sanção penal até o presente momento.
Não senhores, o que o representante da mais alta corte judiciária tem a dizer para o país é que a Polícia Federal espetaculariza suas ações e faz uso abusivo do emprego de algemas, o que colide com chamado Estado Democrático de Direito.
Talvez não exista afronta ao Estado Democrático de Direito os encontros nos restaurantes do Planalto Central, os conchavos, a tentativa de um homem em comprar o Estado, através de um seu servidor, por um milhão de reais.
Talvez fosse melhor que o Brasil voltasse a ser o que era antes, com aquele Estado que só se fazia presente nas periferias através de suas polícias, a invadir residências miseráveis, sem autorização judicial, com o uso aí sim “justificado”, de algemas.
Não, eu não me importo se todo grande escândalo vivido pelo meu país não resulta em condenação criminal, porque afinal de contas a nossa Carta Magna antevê que se presume a inocência até o trânsito em julgado da sentença condenatória, e essa é a minha função: a guarda da nossa Constituição. E não se pode dizer que eu não a respeito e nem que eu não acredito no futuro. Ainda que não o da nação.
Marcelo Pasqualetti é agente de polícia federal em Florianópolis/SC.