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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

BRASIL MOSTRA A TUA CARA...

O GLOBO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O BRASIL E SUA NEUTRALIDADE.

ESTADÃO.COM.BR:
Honduras fecha todos os aeroportos após volta de Zelaya
Medida é decretada depois de toque de recolher; governo interino pede que Brasil entregue líder deposto (
leia).
FOLHA DE SÃO PAULO ONLINE.
Governo de Honduras fecha aeroportos e amplia toque de recolher
O governo do presidente interino de Honduras anunciou na noite desta segunda-feira, após o retorno ao país do presidente deposto, Manuel Zelaya, que todos os aeroportos hondurenhos ficarão fechados a partir desta terça-feira. Também foi anunciada a extensão do toque de recolher anunciado mais cedo, quando foi confirmada a presença de Zelaya na Embaixada do Brasil em Tegucigalpa (leia).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 25 de julho de 2009

MILITARES E CONSTITUIÇÃO - REINALDO AZEVEDO.

Militares e Constituição
Por Reinaldo Azevedo.
sexta-feira, 10 de julho de 2009.
"Afirmei ontem que tenho muitos leitores que são militares e que tenho orgulho disso. E logo apareceram os espadachins da reputação alheia: Ah, claro, você gosta de militares; queria um golpe também no Brasil. Por partes.
Também por quê? O de Honduras não foi golpe, mas contragolpe. E é bom saber: se Lula ou qualquer outro resolver afrontar a Justiça e o Congresso, contra a Constituição, e ainda der uma ordem inconstitucional e ilegal às Forças Armadas, o mínimo que eu espero das gloriosas é que ponham um freio em Lula ou em qualquer outro, entenderam? E elas o fariam no melhor interesse da Constituição. Não seria golpe. São guardiãs da Constituição. Leiam a Carta.
Aí o apressadinho dirá: Peguei o Reinaldo! No Brasil, tem de haver o devido processo legal, com impeachment etc. Isso se a ação deste suposto presidente fora da lei não ameaçar a ordem interna com uma convulsão social. Se o espertalhão da hora resolver, por exemplo, optar pela guerra civil ou pelo confronto entre facções das Forças Armadas, sabem o que vai acontecer? Será posto na rua pela Justiça e pelo Congresso, e os militares vão garantir a legalidade. Igualzinho se faz em Honduras.

Ah, sim: seria um erro levar o sujeito para fora do país: o melhor lugar, havendo leis para tanto, é a cadeia.
Mas e se ele tentar golpear a Constituição com a ajuda do Congresso ? Restará a Justiça para dizer o não pode. E, caso insista, as Forças Armadas, de novo, deixarão claro que não pode. Mas e se estiverem juntos o presidente, a Justiça e o Congresso contra a Constituição? Ainda restarão os soldados constitucionalistas. E se eles também estiverem no rolo, Reinaldo?

Todos envolvidos na barbárie ?
Duvido que isso fosse possível. Mas, caso acontecesse, restaria fugir do país ou, como diria Manuel Bandeira no poema Pneumotórax, a unica coisa a fazer seria tocar um tango argentino.
Lá vou eu lembrar para os finórios o caput do Artigo 142 da Constituição do Brasil:
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
Está compreendido? O presidente é a autoridade suprema nas Forças Armadas nos limites do que prevê a lei. No Brasil, como em Honduras, qualquer um dos Poderes - Legislativo e Judiciário também - pode apelar aos militares, se necessário, para garantir a lei e a ordem. Nada impede que seja contra, se necessário, o próprio presidente da República. Afinal, sua autoridade suprema se extingue no momento mesmo em que decide transgredir a Constituição que jurou respeitar".

JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 29 de junho de 2009

SE A MODA PEGA, MUITAS CLEPTOCRACIAS ESTARÃO EM PERIGO...

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.
- Deposto de pijamas, presidente de Honduras recebe apoio da OEA:
Num golpe com enredo tipicamente latino-americano, um grupo de militares de Honduras determinou a expulsão do presidente eleito, Manuel Zelaya, que teria sido surpreendido pelos militares em sua casa, ainda de pijamas, relata o diário espanhol El País. Zelaya foi levado para a Costa Rica e, em seu lugar, com respaldo da maioria dos parlamentares, assumiu o presidente do Congresso, Roberto Micheletti. A deposição ocorreu porque Zelaya teria descumprido uma ordem judicial ao decretar, à revelia dos outros poderes, uma consulta nacional sobre a possibilidade de convocar uma nova Constituinte e aprovar uma Carta que lhe permitisse a reeleição. O golpe de Estado foi repudiado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e por todos os governos do continente, da Venezuela (aliada de Zelaya) aos EUA. O que virá agora é ainda incerto, mas está nítido que o novo comando hondurenho só conseguirá se manter à força.
- Ahmadinejad determina investigação da morte de Neda:
O presidente reeleito do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, enviou uma carta ao chefe do Poder Judiciário determinando a abertura de inquérito oficial sobre a morte da jovem Neda Agha-Soltan, de 26 anos, que se tornou símbolo da oposição após ser assassinada com um tiro no peito em meio a um protesto de correligionários de Mir Hossein Mousavi. Nessa carta, Ahmadinejad oferece “sentido pesar” pelo episódio, mas afirma que Neda foi morta “por elementos desconhecidos de uma forma completamente suspeita”. E, para não perder o costume, como relata o britânico The Guardian, o líder iraniano acusou a mídia estrangeira de “distorcer a pura e limpa imagem da República Islâmica do Irã”. Habilidoso em usar o discurso do intervencionismo externo, Ahmadinejad deve fazer da investigação do caso Neda um modo de tentar mostrar que está supostamente preocupado em buscar a verdade e, de certa forma, esfriar o ímpeto oposicionista.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO