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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

TRÊS ANOS E MEIO SE PASSARAM, QUAIS AS CONCLUSÕES DAS INVESTIGAÇÕES DO BOPE?

O GLOBO - 09 DE MAIO DE 2006.
O BOPE VAI INVESTIGAR.
O campo das idéias é terreno de lutas que freqüentemente apresenta ruidosas batalhas entre contendores, movidos por convicções que se apresentam como bússola orientadora de suas inclinações. Muitas vezes, os provocadores de uma discussão, da qual se é inevitável enfrentar, esperam que se lhes mova campanha difamadora, com intuito de faturarem com a agressão, expondo-se vítimas da injúria.
Todavia, analisar-lhes as idéias, e apontar paradoxos e incongruências no que dizem ou promovem, é fato legítimo, pois a discussão do pensamento é sempre preferível ante fazê-lo sobre o pensador.
Assim, na hipótese de lançar anátema sobre os autores do livro “A Elite da Tropa”, obra que pretende, segundo os escritores, revelar, na forma de ficção, toda sorte de violações cometidas pelos integrantes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) durante um período de sua existência, convém analisar-lhes os objetivos explicitados; avaliar, também, o meio escolhido e projetar os resultados possíveis do empreendimento.
Vejamos:
Na entrevista concedida ao jornal O GLOBO do dia 28 de abril — aliás, espetacular espaço de duas páginas completas — os autores se permitem não apenas adiantar trechos do livro, mas radiografar o Bope, fazendo uma descrição crítica de sua “atuação equivocada”, ideologizada e formadora de uma mentalidade, ora causa, ora conseqüência, da identificação do grupo como “tropa de guerra”. E reforçam, deixando claro que se trata de um apanhado de “histórias reais que teriam acontecido”, misturadas, “alteradas e recombinadas”, recolhidas das “experiências de dois dos autores” e colegas não citados.
A entrevista se dedica, também, a apresentá-los com suas credenciais, e aí ficamos sabendo que dois são capitães da PM, que serviram, ao longo de vários anos, no Bope, comandando tropa nas operações de intervenção, em áreas de forte presença do narcotráfico. O outro, sociólogo que experimentou atuar diretamente na Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, no final da década de noventa e início de dois mil.
Embora o livro não seja anunciado como produto de trabalho científico, com os rigores que lhes seriam exigidos, caso tivesse tal pretensão, subliminarmente é apresentado como tal, pois, conhecido como “especialista em segurança pública”, célebre pesquisador de renome internacional que não arriscaria sua credibilidade em exposições “achistas”, levianas, o professor, co-autor (da obra), ao declarar que “O Bope é...” e não apenas “O Livro é...”, naturalmente empresta chancela de autoridade no conhecimento de fatos, apresentados por ficção na literatura supra-real.
E então, ao garantirem que tudo está difuso e misturado, a fim de se impedir a identificação das pessoas, promovem um incômodo que aos poucos se acentua no leitor mais atento, porque, com efeito, aquilo que inicialmente parece algo positivo, com ares de posicionamento ético, e digno de aplausos de aprovação, estanca em perguntas que são absolutamente óbvias: “Será que os dois capitães assistiram a quaisquer daquelas coisas horrendas? Será que não são eles mesmos os criminosos? A confissão escamoteada e remunerada (o livro deverá render muito) os isenta dos crimes que podem ter cometido?"
( * )
Ora, se tudo isso for verdade, há débitos com a lei que precisam ser resgatados. Não será a publicação do livro escandaloso que lhes promoverá redenção. Irá render-lhes, certamente, consagração e festejos nos meios intelectuais, mas a injustiça se apresentará ainda mais desafiadora; afinal, que dizer aos familiares das vítimas? Como lhes explicar que criminosos por ação ou omissão estão vindo a público expor as imolações e o assassínio de seus parentes e ainda irão lucrar muito com isso?
É bem certo que ninguém é obrigado a produzir prova contra si, e não creio que os dois policiais escritores se apresentem ao Ministério Público voluntariamente, nem mesmo para delação premiada. Caberá ao Bope colaborar para a elucidação dos fatos, desmisturando-os, descombinando-os e descobrindo-lhes autoria, para que “léxico e sintaxe”, como nas palavras do erudito sociólogo, não sirvam somente para escandalizar uns e enriquecer outros. Para isso, o Batalhão espera contar com a colaboração dos próprios autores e já adotou providências iniciando a recuperação dos registros das intervenções dos dois oficiais, durante todo o período que estiveram entre seus “homens de preto”.
E, por fim, há algo que eles podem fazer para não amargar a perda da respeitabilidade. Algo que não afastará, certamente, as sombras do passado que talvez incomodem os capitães, como “demônios do não esquecimento”, os quais buscam exorcizar na catarse remunerada. Basta que façam doação de tudo que arrecadarem com a venda do livro às famílias que tiveram parentes mortos no período que eles serviram ao Bope. As Ongs dedicadas aos direitos humanos podem ajudar a encontrá-las.
Talvez, assim, “A Elite da Tropa” poderá ser compreendida como obra séria, e não como irresponsável, mas estratégica alavanca para visibilidade de candidatos, num ano eleitoral.
MARIO SERGIO DE BRITO DUARTE é comandante do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar do Rio de Janeiro.
"O Globo", em 9 de Maio de 2006.
( * ) Eu adotei a mesma linha de raciocínio de Mário Sérgio, quando escrevi artigos a respeito do livro, assim como, quando encaminhei documento para o Ministério Público da AJMERJ.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É...A GENTE NÃO TEM CARA DE BABACA!, A GENTE NÃO TEM JEITO DE BABACA...


Nós somos cidadãos, exigimos respeito, governador!
JUNTOS SOMSO FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 15 de maio de 2009

TENENTE DE POLÍCIA CANDREVA COMENTA ARTIGO "UMA HOMENAGEM À POLÍCIA MILITAR E AOS POLICIAIS MILITARES" - TENENTE-CORONEL ROBERTO.

Achei muito bonito! Não seria tão dificil sermos mais bem vistos, se esse tipo de pensamento permeasse o coração de todos os componentes da NOSSA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
A "BRIOSA" é e sempre será uma paixão, um vírus, um vício, uma tatuagem impossível de ser retirada da alma de todo aquele que a ama verdadeiramente.
Nós que comumente somos chamados de Caxias, de vibradores porque continuamos, mesmo com o passar dos anos esperançosos de que um dia alguém ainda reconhecerá o grande valor de todos nós, sim, porque somos as células que compõe esse organismo que se, se permitir adoecer e/ou perder a esperança, toda sociedade vai despencar sem dó.
Não esquecendo que nós fazemos parte dessa mesma sociedade, portanto, necessitamos nos enxergar positivamente vivenciando isso diuturnamente.
Nós até podemos passar para a inatividade, seja de que forma for, mas o que muitos ainda não entendem é que SEREMOS POLICIAL MILITAR PARA TODO O SEMPRE!
Quando um de nós morre em combate, é como se nós morressemos um pouco com aquele companheiro. Se alguém desvia sua conduta e falha na ética, a vontade é de sacudir o elemento olhar em seus olhos e dizer: - Por quê? Por quê manchar nossa honra? Por quê manchar nossa dignidade? E se fosse possivel voltar no tempo e impedi-lo de ingressar em nossos quadros assim o fariamos.
Todos nós, VERDADEIROS E DIGNOS POLICIAIS MILITARES, nós que amamos nossa FAMÍLIA, nosso PAÍS, que acreditamos que tudo para dar certo é necessário no mínimo TER BOA VONTADE e independente de religião, ACREDITAR EM DEUS. Acreditar que existe uma força maior e que NINGUÉM ESTÁ AQUI POR ACASO e que todos nós um dia teremos que dar conta de todas as nossas atitudes nesta vida, com certeza cantamos de todo o coração: "PARABÉNS PRÁ VOCÊ"!
DEISE CORDEIRO CANDREVA
Tenente de Polícia


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

POLÍCIA MILITAR EM FESTA, TROPA EM LUTO - DEPUTADO ESTADUAL FLÁVIO BOLSONARO.

PM em festa, tropa em luto
Em seu bicentenário, vive a gloriosa Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro um grave momento, ante a falta de investimentos do Estado no que há de mais importante em segurança pública: o policial.
Passa o Rio de Janeiro triste quadro de violência, sendo injustamente atribuída à PMERJ a responsabilidade pela inépcia de todos os instrumentos de prevenção ao crime.
Revoltada, perde a sociedade o respeito e a confiança na Polícia.
Abandonados, mal remunerados, aterrorizados por um regulamento disciplinar obsoleto e arbitrário e, ainda, submetidos a jornadas de trabalho desumanas, insalubres e arriscadas, sentem os integrantes da Corporação a morte de seus ideais e de muitos colegas de farda.
A desmotivação é visível nos rostos dos policiais em qualquer viatura posicionada nas ruas.
Sumariamente excluídos caso ocorram imprevistos polêmicos na ação policial, ficam temerosos por cumprirem seus deveres. Suas carreiras militares, de um dia para o outro, podem ser encerradas sem que sejam respeitados os princípios constitucionais da presunção da inocência, da ampla defesa e do contraditório.
O PM hoje não tem segurança jurídica para trabalhar.
O resultado é que muitos policiais estão esperando o tempo para passar à inatividade ou fazendo concursos para carreiras menos arriscadas e melhor remuneradas.
A solução está nas mãos do Governador - que deveria estabelecer, com urgência, um conjunto de ações eficazes para a reconquista do espaço perdido para o crime e para a valorização e motivação da tropa, para que a PMERJ e seu efetivo comemorem outros séculos de glórias.
Mantido o atual abandono, acabará por tornar-se, tão somente, um caso de polícia.
FLÁVIO BOLSONARO
Deputado estadual e integrante da Comissão de Segurança da ALERJ.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 14 de maio de 2009

HERÓIS - BLOG DO JORNALISTA GUSTAVO DE ALMEIDA.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro completa nesta quarta-feira, dia 13 de maio, os seus 200 anos oficiais, tornando-se, finalmente, a Briosa Bicentenária. Haverá festas por todos os lados da cidade, é claro, festejando principalmente o oficialato e dentre estes aqueles de mais alto comando. Em meio a toda a festa, certamente haverá aqueles que buscarão uma reflexão. Em primeiro lugar, reconheçamos: o que completa 200 anos não é a PMERJ, e sim o sonho do Intendente Vidigal ao criar uma guarda que teria inclusive as funções de uma prefeitura pela cidade. Sonho este que foi – ao contrário do que pensam muitos – reforçado pela militarização, e não enfraquecido. O que falta é, à PM, a militarização digna do Exército Brasileiro, seu ethos, seu espírito de corpo e acima de tudo seu espírito de missão e posicionamento.
Anos e anos de rupturas (polícia da Guanabara, treme-terras, polícia do DF), crises, sucateamento vil por parte de governos estaduais, transformaram a PM em uma corporação sem força para resistir às tentações perigosas e, pior do que tudo, sem vontade de ter seu próprio pensar político. Os governos enfraqueceram a PM, tirando-lhes dinheiro, salário, condições, estrutura, deixando aos briosos azuis apenas alguns simbolismos onde uns poucos Heróis se apoiam a fim de seguirem na missão.
A missão mesmo, nunca foi fácil. Mas agora há outras ainda mais árduas. Cabe ao Herói sobreviver com R$ 900 e fechar os olhos para a facilidade do dinheiro do jogo do bicho. Cabe ao Herói, sim, trabalhar incessantemente em escalas loucas, dobrar dias e noites em segurança privada para ter seu sustento. Cabe ao Herói resistir a ter uma máquina caça-níquel no boteco, cabe ao Herói não posicionar patrulhinha na porta do comércio para receber recompensa, cabe ao Herói não se vender para os hotéis, pousadas e prostíbulos, cabe ao Herói não receber nada da clínica de aborto, cabe ao Herói não receber dinheiro dos traficantes, e, mais difícil das missões, cabe ao Herói não chorar e continuar combatendo, preservando uma sociedade que jamais dele se aproxima.
Às vezes o Herói sucumbe. Por não ter forças para ver sua família passando necessidades, por não aguentar dizer não a um sistema opressor, por se sentir usado pelos superiores. Mas não há de ser nada.
O que todo herói mais sabe na vida é renascer.
Que a PM renasça, porque este país precisa sim, destes Heróis.
GUSTAVO DE ALMEIDA

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 13 de maio de 2009

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB) RECEBE MEDALHA DO COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR.

O DIA - FOTO: SEVERINO SILVA
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL: AUMENTO DOS POLICIAIS MILITARES E DOS BOMBEIROS MILITARES FICA PARA DEPOIS...

O GLOBO:
200 ANOS DA PMERJ.
CABRAL ANUNCIA QUE PRETENDE DAR AUMENTO PARA POLICIAIS MILITARES NO SEGUNDO SEMESTRE.
RIO - No dia do aniversário de 200 anos da PMERJ, o governador Sérgio Cabral assinou na solenidade de comemoração, em Sulacap, na Zona Norte do Rio, uma mensagem aumentando o efetivo da PM para 64.464 homens (clique e leia).

A Rede Record de Televisão compareceu ao ato cívico realizado pela ONG Rio de Paz, na Praia de Ipanema, Zona Sul do Rio, para homenagear os Policiais Militares mortos em serviço, nos últimos dois anos.
O presidente da Rio de Paz foi entrevistado e destacou a motivação para a homenagem e ainda, a importância da valorização do Policial, bem como, destacou que a sociedade precisa e tem direito a ser atendida por um Policial remunerado dignamente e adequadamente treinado.
Em seguida, eu fui entrevistado e procurei deixar claro que é um verdadeiro absurdo o salário miserável pago aos Policiais Militares e Policiais Civis, como é de todo condenável, que um Policial desgastado fisicamente pelo "bico" e emocionalmente estressado em razão da natureza da missão, seja colocado nas ruas do Rio de Janeiro, portando uma arma de guerra - um fuzil.
Acrescentei que quando esse mesmo Policial, totalmente desequilibrado, comete um erro, logo é chamado de imbecil ou de débil mental.
Cidadão fluminese, não seja bobo, não aceite ficar sendo enganado, governo após governo, você merece uma segurança pública de qualidade.
Você só terá o que merece QUANDO APRENDER A EXIGIR.
Quem foi eleito fazendo um milhão de promessas, que as cumpra ou saia da frente de quem tem o interesse e tem a competência indispensável para gerir a segurança pública, na direção do SERVIR e PROTEGER o cidadão.
Por derradeiro, devemos explicar que em 2006, as perdas salarias dos Policiais Militares já superavam os 50%.
Portanto, como até o momento só foram concedidos 12% de reposição, ainda faltam 38% para repor apenas as perdas até 2006.
Isso significa que qualquer alteração salarial, igual ou inferior a 38%, dever ser denominada como REPOSIÇÃO e nunca aumento ou reajuste.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

200 ANOS DA PMERJ - ONG RIO DE PAZ - HOMENAGEIA POLICIAIS MILITARES MORTOS EM SERVIÇO.

13 DE MAIO DE 2009


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

POPULAÇÃO FLUMINENSE - A POLÍCIA MILITAR PEDE SOCORRO NOS SEUS 200 ANOS!


13 de maio de 2009.
A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro completa 200 anos de criação.
Uma grande festa, envolvendo toda a população fluminense, deveria estar acontecendo por todo o Estado do Rio de Janeiro, homenageando a Instituição Militar bicentenária e os seus integrantes, os Policiais Militares, autênticos heróis sociais do cotidiano.
Infelizmente, a realidade é muito diferente e as poucas festividades ficarão restritas às promovidas pela própria Polícia Militar.
Vivemos dias de pouca credibilidade junto aos nossos clientes, os cidadãos fluminenses; o nosso efetivo está totalmente desmotivado, em face dos salários famélicos recebidos, os piores do Brasil e a Instituição está completamente subjugada ao poder político.
O caos é a nossa realidade, todavia, não podemos esquecer que do caos podemos construir a ordem.
É hora de enxugar as lágrimas e encher o peito de coragem.
Hoje, os Alunos do Primeiro Ano do Curso de Formação de Oficiais recebem na Academia de Polícia Militar D. João VI, o Espadim de Tiradentes, o símbolo do idealismo e do destemor.
Eles representam o novo, a nova Polícia Militar.
Eles são o futuro!
E, pensando neles, encerro com a frase que pode nortear o futuro da Polícia Militar:
- 13 de maio de 2009 – Um Novo Início, Uma Nova Polícia.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

UM NOVO INÍCIO, UMA NOVA POLÍCIA!

Na minha caminhada diária, nessa bela manhã de quarta-feira, pude observar nos jornais expostos nas bancas de jornais, que a mídia fluminense praticamente ignorou o bicentenário da criação da Polícia Militar no Brasil.
O Globo aparece como uma exceção, mesmo assim, dando destaque à uma operação da PM para expulsar o tráfico do Leme (Zona Sul do Rio).
Tal realidade evidencia o afastamento da Polícia Militar da mídia e, por via de consequência, o afastamento da própria população fluminense.
Isso é muito grave para uma Instituição que tem como missão SERVIR e PROTEGER o CIDADÃO, portanto, a aproximação deveria ser um norte a ser seguido a todo instante, no intuito da construção de uma Polícia Cidadã.
Infelizmente, não percebemos qualquer sinal de reverssão desse quadro por parte do Governo Estadual, da Secretaria de Segurança Pública e da própria Polícia Militar.
A transparência indispensável também não tem sido uma preocupação da atual administração.
Hoje, completamos 200 anos de existência, tingimos com o sangue dos nossos heróis sociais - os Policiais Militares -, o solo desse Estado do Rio de Janeiro, porém não somos reconhecidos, o que é inacreditável.
Cada um de nós, Oficial ou Praça, precisa entender que é tempo de mudarmos essa realidade perserva, é tempo de recomeço.
UM NOVO INÍCIO, UMA NOVA POLÍCIA!
JUNTOS SOMOS FORTES!

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

JORNAL DO BRASIL - POLÍCIA MILITAR, 200 ANOS DE DISTÂNCIA - GERALDO TADEU MOREIRA MONTEIRO.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

"É UM SALÁRIO DE FOME, UM SOLDO MISERÁVEL" - DEPUTADO FEDERAL ARNALDO FARIA DE SÁ (PTB-SP).

O DIA:
MAL-REMUNERADA, POLÍCIA MILITAR DO RIO AINDA FAZ ESCOLA.
UNIDADES COMO O BATALHÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS E A COMPANHIA DE CÃES SÃO REFERÊNCIA DE QUALIDADE, CONTRASTANDO COM O SEGUNDO PIOR SALÁRIO DO PAÍS.
Alfredo Junqueira e Élcio Braga.
RIO - (...) "É um salário de fome, um soldo miserável", ataca o deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) (...) (clique e leia).

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 12 de maio de 2009

13 DE MAIO - ONG RIO DE PAZ VAI HOMENAGEAR POLICIAIS MILITARES MORTOS.

O GLOBO:
BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS.
CIDADANIA JÁ.
RIO DE PAZ VAI HOMENAGEAR OS POLICIAIS QUE TOMBARAM.
Dois dias depois de levar 17 mil pedras às escadarias da ALERJ, representando mortos por causa da violência urbana no Rio, o movimento Rio de Paz retorna às ruas amanhã, entre 6h e 12h, na Praia de Ipanema. Dessa vez serão lembrados os policiais militares que morreram na luta contra o crime e em defesa da sociedade (clique e leia).

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

HOMENAGEM À POLÍCIA MILITAR E AOS POLICIAIS MILITARES - TENENTE-CORONEL ROBERTO.

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
200 ANOS.

Apesar de ser uma jovem senhora bicentenária, não sinto o peso de minha idade, pois procuro sempre me atualizar conforme a evolução da sociedade a qual sirvo.
Tenho muitos filhos e vários deles perdi dando suas vidas na luta da nobre causa da Segurança Pública, porém, como toda família, sempre têm aqueles que se esquecem dos ensinamentos dados, e se deviam do caminho ensinado, causando dor e sofrimento e infelizmente acabamos todos sendo julgados por uns poucos que esqueceram do juramento feito no dia em que se formaram, mas a esses, tenho um regulamento que cumpro com rigor.
O reconhecimento de quem sirvo é muito pequeno diante da grandeza da minha missão, já acostumei com isso, mas tenho a certeza de que não conseguem viver sem mim, pois meço o grau de civilidade e de enfermidade dessa sociedade; e quando tudo está bem passo despercebida, quando as coisas vão mal; culpam-me por tudo, esquecendo que antes de mim, existiram outras Instituições que falharam ou deixaram de cumprir o seu papel.
Não espero que gostem de mim, sei que pelo fato de exercer o Poder de Polícia não conseguirei nunca agradar a todos, só quero que me respeitem não pela idade, mas, como Instituição que representa o Estado.
Homenagem de Paulo Roberto Pereira dos Santos.
Tenente-Coronel de Polícia.
À Corporação e todos os heróis da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro -13 Maio 2009.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

200 ANOS DA PMERJ - SALÁRIOS FAMÉLICOS, O "BICO" E A MORTE DE POLICIAIS MILITARES.

O GLOBO:

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 11 de maio de 2009

200 ANOS DA PMERJ - NÚMEROS ERRADOS.

O GLOBO:
200 ANOS DA PM.
UM PM DO RIO É EXCLUÍDO DA CORPORAÇÃO A CADA QUATRO DIAS.
RIO - A cada dois dias, um Inquérito Policial Militar é aberto na PM do Rio e, a cada quatro, um policial é expulso da corporação. Levantamento feito pela Corregedoria de Polícia Militar do Rio, a pedido do Globo, revela que a Instituição, considerada a que mais pune os seus integrantes, expulsou nos últimos dez anos 920 policiais e instaurou 2.500 IPMs. Só nos três primeiros meses deste ano, foram 51 expulsões (clique e leia).

Cumpre esclarecermos que o número de licenciados/excluídos estão equivocados (muito menores) na matéria publicada pelo jornal O Globo, com relação aos anos de 2005, 2006 e 2007, provavelmente em razão de informações equivocada por parte da PMERJ.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 10 de maio de 2009

O ORGULHO DE SER POLICIAL MILITAR.

JORNAL EXTRA:
ORGULHO DE SER POLICIAL MILITAR.
Isabella Guereiro e Marcelo Gomes.
RIO - Quando criança, Luiz Fernando Silva Santos gostava de ser o policial da brincadeira polícia e ladrão com seus amigos em Porto Velho, em São Gonçalo. Em meio ao corre-corre das perseguições de fantasia e as simulações de prisão é que a vocação surgiu (clique e leia).

Clique e assista aos depoimentos.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

O GLOBO - 200 ANOS DA PMERJ - OS CORONÉIS BARBONOS SÃO UM FATO HISTÓRICO E O COMANDANTE GERAL NÃO FALA.

O GLOBO - 200 ANOS DA PMERJ


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 9 de maio de 2009

TERCEIRO MILÊNIO - 200 ANOS DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UM NOVO INÍCIO, UMA NOVA POLÍCIA!

Eu tenho lido em vários emails e em alguns comentários que nós - Policiais Militares -, nada temos para comemorar no bicentenário da nossa amada, heróica e gloriosa Polícia Militar e, entendo esse pessimismo, considerando que o nosso momento institucional é o pior já vivenciado nesses 200 anos.
Tenho escrito que a partir da exoneração do Coronel de Polícia Ubiratan de Oliveira Angelo e o rompimento do contido em documentos formais (e oficiais), a Polícia Militar caiu de joelhos diante do poder político que manda no Estado do Rio de Janeiro.
O ato que materializou tal submissão foi a transmissão de cargo no interior do Gabinete do Comando Geral, sem a presença da tropa, da mídia e do povo fluminense.
Uma desonra inaceitável em todos os aspectos.
Nunca na história brasileira uma Instituição Militar foi tão humilhada por um governador.
Porém, nem tudo foi desonra, a coragem dos Oficiais e Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, que se uniram no grupo denominado 40 da Evaristo, constitui um grande motivo de orgulho para todos nós.
Eles mostraram o que significa Idealismo e Destemor, não temeram as ímpias falanges que apresentavam face hostil.
O exemplo da luta do Major de Polícia Wanderby, contra tudo e contra quase todos que permitiram a humilhação da Corporação, nos enche de otimismo e de esperança.
E, os Coronéis Barbonos são dignos exemplos de despreendimento, quando abriram mão da carreira, da função e da gratificação, para lutarem pela tropa, pelo salário do Soldado, que ainda morre por cerca de R$ 30,00 por dia.
Nós, que amamos a Polícia Militar, temos muito o que comemorar, quem não tem o que comemorar são aqueles que colocaram a Instituição de joelhos, para angariar benefícios pessoais.
Policiais Militares, acreditem que toda essa humilhação está com os dias contados.
Após os 200 anos, a sociedade fluminense começará a exigir mudanças e a Polícia Militar voltará a ficar de pé - amada, heróica e gloriosa.
UM NOVO INÍCIO, UMA NOVA POLÍCIA!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO