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domingo, 31 de maio de 2009

O JORNAL EXTRA, AS OBRAS DO PAC E A CORRUPÇÃO BRASILEIRA GANHA UM MUSEU.

JORNAL EXTRA:
O PRESIDENTE LULA E O GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL NA INAUGURAÇÃO DE OBRA DO PAC NO RIO DE JANEIRO.

MUSEU DA CORRUPÇÃO:
A corrupção consome o Brasil.
A cada dia um novo escândalo e as respostas mais descaradas.
A farra das passagens aéreas e o recebimento ilegal do auxílo-moradia sõs os mais recentes.
O dinheiro público, o nosso dinheiro sendo desviado ou recebido ilegalmente.
O país agoniza...
E os brasileiros sambam, bebem cerveja e assistem futebol.
Convido a todos para uma viagem no Museu da Corrupção, do Jornal do Comércio.
Boa viagem.
Conheça um pouco da corrupção brasileira e divulgue o Museu da Corrupção para todos.
JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 29 de maio de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

JOÃO PEDRO STEDILE - CAROS LEITORES, LEMBREM-SE DE SUN TZU.


AGÊNCIA BRASIL.

08 DE ABRIL DE 2009 - 11h32
Stedile: governo tem medo de entrar no debate sobre crise.


Para o líder do MST, há o temor de repercussões eleitorais. Em entrevista para a Agência Brasil, ele avalia que a falta de debate e de novas idéias para combater a crise levam o governo e a classe empresarial a não conseguir resolver as questões econômicas atuais.
A falta de debate e de novas idéias para combater a crise financeira mundial levam o governo e a classe empresarial a não conseguir resolver as questões econômicas atuais. A opinião é do líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) João Pedro Stedile, que, em entrevista à Agência Brasil, disse que o governo tem medo da discussão sobre a crise. “O governo tem medo de entrar de cabeça no debate sobre a crise, temendo repercussões eleitorais”, disse.
O líder do MST defendeu a estatização dos bancos, o fim do superávit primário e a garantia de emprego como formas de construir um “novo modelo econômico” para o Brasil. Ele elogiou o programa habitacional lançado pelo governo, mas se disse preocupado com a execução da construção de 1 milhão de casas. “ Nunca vi construtora ganhar dinheiro construindo casa para pobre”, criticou.
Para Stedile, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), apontado pelo próprio governo como alternativa para enfrentar a crise, não cumpre a função anticíclica. “O PAC é um projeto antigo, de antes da crise. É necessário pensar outra matriz industrial para resolver problemas do povo, não da exportação”, destacou.
Agência Brasil – Como os movimentos sociais, em especial o MST, têm encarado a questão da crise financeira mundial?
João Pedro Stedile – Hoje, há um consenso nos movimentos sociais, desde as centrais sindicais até as pastorais, de que a crise que está instalada na economia capitalista é internacional e vai pegar todo mundo, ela é profunda, não é apenas da produção. Vai abarcar aspectos sociais, ambientais, políticos e, inclusive, os paradigmas do capitalismo. Nós estamos muito preocupados porque está faltando na sociedade brasileira um processo de debate sobre a natureza da crise, para que o povo brasileiro tenha conhecimento dela, participe e construa alternativas populares para resistir. O pior dos cenários é simplesmente ficar assistindo, na televisão, à interpretação que o governo ou os capitalistas vão dar.
ABr – A interpretação atual da crise, em sua opinião, é equivocada?
Stedile – Evidentemente os capitalistas vão querer sair da crise o mais rápido possível e mais ricos. Para isso, vão pressionar o Estado, como sempre fizeram, para que o Estado transfira a eles dinheiro público. Com isso, vão aumentar a exploração sobre os trabalhadores e o desemprego. Vão diminuir as condições de vida da população. E o governo, com medo da crise, vai ficar todo o tempo dizendo: calma que o leão é manso. É preciso que a população tenha espaço para debater e, sobretudo, que os meios de comunicação que não são dos capitalistas ajudem.
ABr – Por que o senhor acha que o governo tem medo da crise?
Stedile – O governo tem medo de entrar de cabeça no debate sobre a crise temendo repercussões eleitorais. Só há uma forma de ampliar o debate. Se os movimentos sociais e as igrejas pegarem esse debate como peça prioritária, utilizando os meios alternativos que nós temos. O governo tem que sair do casulo. O governo parece que está com medo de sair do debate. Ele precisa se abrir e dizer que não sabe o que fazer, mas chamar para debater.
ABr – Como a agricultura brasileira vem sentindo os efeitos da crise?
Stedile – Essa crise tem atingindo mais em cheio o agronegócio, que é, no fundo, o modo de os capitalistas organizarem a produção agrícola no Brasil. Para isso, eles impuseram um modelo, que nós chamamos de agricultura industrial, totalmente dependente dos insumos, dos agrotóxicos e do mercado internacional. O mercado internacional vai diminuir, a renda dos europeus, americanos e chineses vai diminuir, portanto, vai diminuir o preço das commodities e vai diminuir o mercado. Evidentemente que, de novo, os capitalistas do agronegócio vão querer jogar sobre as costas dos trabalhadores o peso da crise. Já estão jogando. De dezembro pra cá, segundo dados do próprio governo, mais de 300 mil trabalhadores rurais assalariados perderam o emprego.
ABr – E nos assentamentos do MST, como a crise está impactando?
Stedile – Na agricultura familiar e camponesa, em que estão inseridos os assentados, como o próprio modo de produção não é capitalista, o que a gente tem debatido é que temos condições de resistir mais à perversidade da crise. Nós não dependemos de emprego, nós achamos que vai haver uma revalorização dos alimentos, ou seja, na crise o único dinheiro que os trabalhadores reservam é para comida. Pode cortar a luz, telefone, mas a comida não. Temos uma avaliação de que o povo camponês sofrerá menos os efeitos da crise.
ABr – Sofrerá?
Stedile – Sofrerá, talvez mais pela redução no ritmo das políticas públicas agrícolas. Isso é que nos preocupa. Estamos pressionando para que o governo transforme a crise em uma oportunidade. Para proteger a população, essa era a hora de aumentar a reforma agrária, de aumentar os investimentos públicos na agricultura e deixar de lado o agronegócio, deixar de lado os grandes projetos do BNDES [o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para a expansão do plantio de eucalipto, para expansão do etanol. Isso não desenvolve o país e só gera desemprego. Esse é o debate que estamos fazendo entre nós.
ABr – Como o senhor avalia as medidas tomadas pelo governo até então para conter os efeitos da crise no Brasil?
Stedile – O governo, na boa intenção, diminuiu o percentual do depósito compulsório que os bancos precisam fazer para o Banco Central. Isso representou R$ 180 bilhões que os bancos privados, que recebem o nosso depósito à vista, deixaram de recolher ao BC. A intenção do governo era que esses bancos aplicassem na indústria e na produção para reativar a economia. Mas eles recompraram títulos da dívida pública interna. Ou seja, emprestaram novamente para o governo, a 12 % de juros. Ou seja, os bancos enriqueceram ainda mais. É fácil até fazer a conta. Significa que o governo ajudou os bancos a se apropriarem de R$ 20 bilhões em uma tacada só. Além disso, muitas empresas aproveitam a notícia da crise para reorganizar o seu processo produtivo. Há empresas que estão tendo lucro, como a Vale do Rio Doce, que anunciou R$ 20 bilhões de lucro e colocou na rua 2 mil operários. É um caso de se aproveitar da crise para aumentar a exploração sobre os trabalhadores
ABr – O senhor acha que as medidas então não surtiram efeito?
Stedile – As propostas dos governo e das classes dominantes são as propostas clássicas do capitalismo. A saída que está sendo pensada é mais liberalismo, mais dependência do capital internacional. E também dá para perceber que a classe dominante brasileira não tem um projeto de desenvolvimento do Brasil, ao contrário do que aconteceu na crise de 1929, quando a burguesia brasileira estava articulada ao redor do governo Getúlio Vargas. Agora, a burguesia brasileira não tem um projeto para o país. Ela só quer ter lucro e isso é uma tragédia, para ela, inclusive.
ABr – E o que o senhor acha e o que os movimentos sociais acham que precisa ser feito?
Stedile – Reduzir juros é insuficiente. O que nós precisamos é de uma terceira alternativa, que é uma alternativa popular. Precisamos discutir com as forças organizadas da sociedade um novo projeto de país, um novo modelo econômico para o Brasil.
ABr – O que esse novo modelo incluiria?
Stedile – Algumas medidas prioritárias. A primeira seria a estatização de todo o sistema financeiro. Se não se controla a circulação do dinheiro, nunca vai reativar a produção. Segundo ponto: é necessário acabar com o superávit primário. O governo recolhe os impostos de todos nós e aí separa R$ 200 bilhões para pagar em juros. Isso tem que acabar. Tem que pegar esse dinheiro que está sobrando do orçamento e investir na produção. Mas não é em qualquer produção. Não é em automóveis. Tem que aplicar no que a população brasileira está precisando. Moradia popular, transporte de massa, trem, metrô, navio. Aplicar em escolas. Temos um déficit educacional enorme. Como é que se faz para pular dos 10% de jovens na universidade, que nós temos, para os 80% que tem a Bolívia? Construindo universidade, contratando professor, comprando livro, isso tudo é indústria. Só no investimento na educação, que é a grande tese do Cristovam Buarque, já se poderia incentivar a economia. E o dinheiro tem que vir do superávit primário, que tem que acabar. Pedi para que os economistas amigos do MST pesquisem o seguinte: estou desconfiado de que o Brasil é o único país do mundo a manter o superávit primário. Na Europa, todos os países são deficitários.
ABr – O que mais é necessário?
Stedile – Aplicar recursos e garantir emprego para todo mundo. Todo brasileiro adulto tem que ter direito a emprego. Foi o que Roosevelt fez para tirar os Estados Unidos da crise e transformar em potência mundial. Isso não é novidade. Isso tudo que estou dizendo não é radicalismo.
ABr – Como fica a defesa da reforma agrária em meio a um contexto de crise financeira?
Stedile – A reforma agrária fixa o homem no campo e desfaveliza o país. Além disso, contribui para a produção de alimentos. Os únicos que produzem alimentos são camponeses. O agronegócio produz celulose, etanol, algodão, soja, mas comida não. Quem produz leite, arroz e feijão é o camponês. Essa seria a maneira de ativarmos a produção agrícola. Mas não é voltar àquela reforma agrária antiga.
ABr – E como é a reforma agrária moderna?
Stedile – Agora, queremos outro tipo de reforma agrária. Trata-se de uma reforma agrária que combine o camponês com as agroindústrias cooperativadas. Em vez de o BNDES dar R$ 1 bilhão para a Nestlé, por exemplo, deveria dar o mesmo valor para 100 cooperativas de camponeses que vão pasteurizar o leite, fazer iogurte e vender em sua região. Não precisa mais ter Nestlé. Tem que ter cooperativa de pequenos agricultores. Agora, sem dinheiro público não tem cooperativa que funcione, assim como não tem Nestlè que funcione sem dinheiro do BNDES. Em vez de o BNDES dar R$ 1 bilhão para que a Aracruz saia do prejuízo que ela teve, ele deveria pegar esse dinheiro e emprestar para os camponeses reflorestarem as margens dos rios. Teríamos outra paisagem no país, um reequilíbrio ambiental . Não teria essa loucura do monocultivo do eucalipto que desequilibra toda nossa natureza.
ABr – O senhor falou da necessidade de um programa de construção de casas. Como o senhor avalia o programa Minha Casa, Minha Vida, lançado pelo governo, que visa à construção de 1 milhão de casas populares?
Stedile – O programa de habitação é bom. Espero que o governo tenha capacidade de operação para que de fato 1 milhão de casas sejam financiadas. O meu medo é que o governo deixe isso para o mercado. O governo cria as condições, libera recursos e aí diz que o mercado vai construir 1 milhão de casas. Nunca vi construtora ganhar dinheiro fazendo casa para pobre. Será que não seria melhor voltar a estimular as cooperativas, os mutirões que, de qualquer maneira, vão comprar cimento, vidro, luz elétrica. Mas deixar para empresas construir é um perigo. Seria melhor então deixar para uma empresa estatal como o Chávez [Hugo Chávez, presidente da Venezuela] faz.
ABr – E quanto ao PAC? O governo tem enfatizado que o programa vai ajudar a enfrentar os efeitos da crise. O que o senhor acha?
Stedile – O PAC é um projeto antigo, de antes da crise e tem o objetivo de financiar hidrelétricas, portos e caminhos para que as multinacionais exportem mais barato. Mas agora, com a crise, é necessário pensar outra matriz industrial para resolver problemas do povo, não da exportação.
Agência Brasil

"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas."
SUN TZU.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 24 de março de 2009

REVISTA ÉPOCA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

REVISTA ÉPOCA:
O FILTRO - JULIANO MACHADO.
www.ofiltro.com.br

> Cabra-macho - Lula tem sido um cordeiro com a Argentina:
Como não resiste a uma metáfora, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se valeu de uma, ontem, para dizer como o Brasil está enfrentando a crise. “Um cabra-macho vai trabalhar e não perde hora de serviço por causa de uma gripe. É assim que quero fazer: mostrar que há uma crise, mas vamos enfrentá-la trabalhando.” Não se nega que o governo tem agido, com razoável sucesso, para atenuar os efeitos da turbulência. Mas na mesma área econômica sobram críticas quanto à forma passiva como Lula tem tratado os frequentes atos protecionistas dos vizinhos do Mercosul, especialmente a Argentina na questão do acordo automotivo. Em editorial, o Estadão ironiza:
Se dependesse dos governos da vizinhança, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia ser dirigente perpétuo do Brasil. Eles sabem que, seja quem for seu sucessor, certamente não haverá outro tão disposto a submeter a maior economia da região aos interesses de autoridades e empresários dos países hermanos.”
> Política - O grande “cabideiro” do Senado:
Quanto mais se mexe no armário do Senado, mais cabides vão aparecendo. O Correio Braziliense traz a notícia de que a diretoria-geral do Senado tem à sua disposição 203 cargos de confiança, cuja nomeação não depende de concurso público. Isso equivale a um gasto de R$ 650 mil mensais. Além disso, há uma forte suspeita de que esses cargos são ocupados por funcionários fantasmas. Ontem, segundo o jornal de Brasília, não havia mais que 20 servidores espalhados pelas salas do terceiro andar do Senado, onde fica a diretoria-geral. “Chamam atenção as trocas de funções dentro do Senado envolvendo o setor e a nomeação de pessoas que vivem em outros estados, como Amazonas e Paraíba”, diz a reportagem. Um ex emplo é do advogado paraibano Walter de Agra Júnior, nomeado para trabalhar na diretoria-geral em 2007 com um salário de R$ 4,9 mil. Em seu currículo, ele se apresenta como “consultor” da Presidência da Casa.
> Volta, Delúbio:
Um dos pivôs do escândalo do mensalão, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares foi expulso do partido em 2005, dando a impressão de que não voltaria nunca mais. Mas na política brasileira parece sempre haver espaço para a remissão dos pecados. A Folha (para assinantes) ouviu 75 dos 84 membros do Diretório Nacional petista, e apenas um terço disse que não aceita o tesoureiro de volta. A reintegração de Delúbio será decidida numa reunião do diretório em 23 de maio, mas hoje já há um encontro para discutir o tema. "Há perseguição tucana contra Delúbio. É uma pessoa honestíssima, conheço desde os anos 70", diz João Felício, membro do diretório e da ala Construindo um Novo Brasil (CNB), que era a de Delúbio.
> PAC da Habitação sai amanhã, mas as contas não fecham:
É o que diz uma reportagem do jornal O Globo (íntegra para assinantes): o chamado PAC da Habitação, cuja meta é construir um milhão de moradias populares no Brasil entre 2009 e 2011, deve ser anunciado amanhã, mas o governo teria em mãos apenas R$ 16 bilhões dos R$ 28,8 bilhões orçados para o projeto.
No limite do cobertor curto, o Ministério da Fazenda pressiona para obter ainda R$ 12 bilhões do FGTS”, diz o jornal, mas o fundo não teria condições de arcar com esse custo.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 29 de abril de 2008

BLOG DO GUSTAVO DE ALMEIDA - 28/04/2008 - O PAC E O VOTO

Está no site da ONG Contas Abertas:
"Doadoras de campanhas políticas continuam a faturar com obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Na lista das 20 empresas melhores contempladas com a prestação de serviços ao Estado por intermédio do PAC, entre 2007 e 2008, apenas uma não consta na lista de financiadoras desde as eleições de 2002. No total, 19 delas receberam R$ 2,5 bilhões diretamente da União para tocar obras do PAC desde o ano passado (veja a lista). O levantamento não inclui obras pagas com recursos de empresas estatais, estados e prefeituras.
Entre as maiores doadoras de campanhas políticas, estão as construtoras OAS, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa. As duas últimas não estão entre as 20 mais contempladas pelo PAC. No entanto, juntas, as empreiteiras foram responsáveis por R$ 6,7 milhões encaminhados apenas à campanha de reeleição do presidente Lula. Entre o período de 2007 e o primeiro trimestre de 2008, as construtoras receberam do PAC, respectivamente, R$ 124,8 milhões, R$ 28,5 milhões e R$ 22,4 milhões.
Já a Carioca Christiani Nielsen Engenharia AS, entre setembro a outubro de 2006, doou uma quantia de R$ 1 milhão ao então candidato à reeleição Lula. A empreiteira integra o Consórcio CBPO/Pedra Sul/Carioca/Ivai, que já recebeu do PAC, entre 2007 e 2008, o montante de R$ 104 milhões. No ano passado, o consórcio recebeu R$ 74,2 milhões referentes à ampliação dos molhes e dragagem de aprofundamento do canal de acesso no Porto do Rio Grande, no estado do Rio Grande do Sul.
As contribuições eleitorais das empreiteiras próximas ao meio político não foram destinadas apenas ao partido do presidente Lula. A Construtora OAS, por exemplo, responsável por pelo menos nove obras em andamento, ajudou com recursos a campanha de vários partidos em 2006: DEM, PMDB, PPS, PSDB, PT, entre outros"
Amanda Costa
Do Contas Abertas
Postado por Gustavo de Almeida.
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PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO - 29/04/2008 - POLÍCIA AGE PARA EVITAR GUERRA NA ZONA SUL


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PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

domingo, 6 de abril de 2008

EXTRA ONLINE - 06/04/2008 - TRÁFICO NEGOCIOU TRÉGUA NA OCUPAÇÃO PARA OBRAS DA PROVIDÊNCIA

EXTRA ON LINE
Publicada em 05/04/2008 às 16:44
Tráfico negociou trégua na ocupação para obras da Providência
Marco Antônio Martins - Extra
"RIO - Às 10h30, do dia 26 de outubro do ano passado, uma reunião na Associação de Moradores do Morro da Providência começou a definir como seria a ocupação do Exército na comunidade para garantir a segurança dos trabalhadores das obras do programa Cimento Social. O projeto prevê, até novembro deste ano, a reforma de 782 casas na favela. Na pauta dos assuntos discutidos havia uma proposta: traficantes da favela ofereciam uma "trégua", caso não fossem incomodados pela tropa.
Os detalhes da reunião fazem parte de um documento confidencial produzido pelo próprio Exército ao qual o EXTRA teve acesso. Consta do relatório que após definir a data de 5 de novembro para o início das obras, o que não aconteceu, Eduardo, um dos participantes, disse ter conversado com a cúpula dos traficantes de drogas da Providência. O grupo de criminosos teria garantido que "não haveria qualquer tipo de retaliação desde que não fossem incomodados".
Do encontro, na associação, participaram três oficiais da Força Armada: o coronel Alberto Tavares da Silva, o tenente-coronel Fernando dos Santos Raulino e o capitão Ademar Barros Moura Filho. Além deles, o
ex-presidente da associação Nelson Gomes Pereira e dois homens identificados apenas como Gilmar e o próprio Eduardo, responsável por levar a proposta do tráfico. O relatório os classifica como assessores do senador Marcelo Crivella (PR), que obteve a liberação das verbas para a obra na Providência junto ao Ministério das Cidades.
- É claro que se falou de segurança. O Exército se preocupava de como o tráfico ia agir durante a ocupação. Foi falado que não havia problema e não há problema algum hoje em dia. Não tem mais armas na comunidade - garante Pereira, de 34 anos, hoje afastado da associação de moradores.
O
general Williams José Soares , de 54 anos, comandante da 9ª Brigada de Infantaria Motorizada e responsável pela ocupação militar no morro, nega qualquer acordo.
- Na reunião falamos como seria a obra e que o Exército ia entrar lá. Foram duas, três reuniões e em todas elas dissemos que não iríamos conviver com nenhum ilícito - garante.
Em 14 de dezembro, o Exército invadiu o morro com 500 homens. Após três meses de ocupação houve 12 prisões. Todas por desacato. Assessores não retornam as ligações
Há duas semanas, o EXTRA tenta falar com as pessoas apontadas pelo relatório do Exército como assessores do senador Marcelo Crivella. Mas até as 23h da última sexta-feira, nenhuma ligação teve retorno.
JUNTOS SOMOS FORTES!
MOBILIZAÇÃO SOCIAL, A ÚNICA SAÍDA!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quarta-feira, 2 de abril de 2008

O DIA ONLINE - 02/04/2008 - FAVELAS DO PAC ESTÃO EM GUERRA

2/4/2008 01:23:00
Favelas do PAC estão em guerra
Polícia investiga 10 mortes em confrontos internos no Alemão e na Rocinha.
Corpos não apareceram
Paula Sarapu e Leslie Leitão

"Rio - Moradores de duas comunidades que abrigam as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) têm vivido momentos de terror por causa de guerras internas nas duas favelas. As investigações da polícia indicam que, semana passada, pelo menos seis pessoas morreram no Complexo do Alemão — até agora nenhum corpo foi achado. Na noite de segunda-feira, a briga foi na Rocinha. Um corpo apareceu e outras cinco pessoas ficaram feridas. Há informações de que pelo menos dez bandidos teriam morrido.
A primeira guerra estourou na Favela da Grota, liderada por Antônio de Souza Ferreira, o Tota. Ele e Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, teriam decidido executar o grupo que vinha controlando a vizinha Pedra do Sapo. Segundo informações obtidas pela Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae) e outras duas delegacias distritais, o líder desse grupo, identificado como Dudu Capeta, foi morto junto com outros homens conhecidos como Boi, China, Mais Alto e Rodrigo Jacaré. Houve troca de tiros e este último teria matado o gerente da Grota e homem de confiança de Tota: Robson Cirino, o Pé-de-Pano.
Em São Conrado, a guerra começou às 21h30 de anteontem, depois que o chefe do tráfico, Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, reuniu um grupo de traficantes da parte baixa para atacar a parte alta, dominada por seu ex-aliado, Inácio de Castro Silva, o Canelão. Este, que planejava um golpe no rival, teria sido morto no confronto, mas a polícia não confirmou oficialmente. Segundo moradores, outros seis homens de seu grupo também podem ter sido mortos na batalha. Eles são conhecidos como Zira, Rasta, Papel, Chico e Juca, além de Artur Silva Pereira, o Schumacher, um dos gerentes da favela. Este, inclusive, teria sido o responsável pelo tiro que feriu Nem no braço.
A 15ªDP (Gávea) afirma ainda não saber o motivo do racha.
Já o 23ºBPM (Leblon) não se pronunciou.
Durante toda a madrugada, moradores viveram momentos de pânico em meio a um fogo cruzado sem fim. Quando o dia amanheceu, nenhum reforço policial foi percebido.“Temos conhecimento sobre o desentendimento em algumas facções. Se soubéssemos hora e local iríamos atuar antecipadamente. Mas quando tivermos a oportunidade ideal para atacar, nós vamos atacar”, afirmou o secretário de Segurança do Rio, delegado José Mariano Beltrame.
Feridos fogem de hospital
Dois dos cinco feridos na guerra da Rocinha fugiram do Hospital Miguel Couto na madrugada de ontem, sem receber alta médica. Nenhum estava custodiado, mas a 15ª DP (Gávea) afirma que José Roberto da Silva, 25, baleado na barriga, é investigado por ligações com o tráfico. Em liberdade condicional, Erivaldo Tenório Araújo, 37, atingido no braço, foi embora após a sutura.Ainda estão internados William Robson Cabral, 20, no Lourenço Jorge; Um menor, Ermenegildo Feitosa Camilo, 28, e Gilberto Rosa dos Santos, 39. Luiz Henrique da Silva, 43, morreu baleado no peito."
JUNTOS SOMOS FORTES!
COMPAREÇAM NA REUNIÃO - AME/RJ!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

segunda-feira, 24 de março de 2008

BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS

Copiado do blog do Major Wanderby:
http://www.wanderbymedeiros.blogspot.com/

A tática do "tiro, porrada e bomba" parece que desapareceu da prática e dos discursos.
O início das obras do PAC deve ter sido a "pá de cal."
O discurso do Presidente Lula, condenando a forma como a "polícia" entrava nas comunidades carentes e o maciço noticiário da mídia fluminense sobre a possível existência de um "acordo", para permitir a realização das obras, mudaram os discursos e as operações policiais.
E pensar que os discursos eram no sentido de que o início das obras do PAC aconteceria com o "risco iminente de morte de policiais e de pessoas de bem".
Isso sem falar que 2007 foi marcado por três "P": PAN, PAC e PAU!
O que teria mudado?
A convicção sobre a melhor tática de enfrentamento aos "vendedores de drogas" ou a avaliação política do quadro?
O tempo irá revelar a verdade.


JUNTOS SOMOS FORTES!


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quinta-feira, 20 de março de 2008

JORNAL O DIA E JORNAL EXTRA - 19/03/2008

O DIA
"PMs sobem todos os dia e não têm que dar satisfação"
EXTRA
"Barricadas permanecem no Alemão"



JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

quarta-feira, 19 de março de 2008

DIA ONLINE - 19/03/2008 - NO ALEMÃO, POLÍCIA RONDA MAS NÃO ENTRA

No Alemão, polícia ronda mas não entra
Força Nacional ocupa acessos às favelas e poucos PMs patrulham o complexo.
Secretário de Segurança nega acordo com o tráfico
Celso Jr.

"Rio - Poucos policiais militares patrulharam ontem o entorno do Complexo do Alemão, um dia depois de uma viatura do 16º BPM (Olaria) ser recebida com fogos de artifício minutos antes do início das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) na comunidade.
Nos acessos, apenas homens da Força Nacional de Segurança (FNS) estavam de prontidão. Apesar da ausência da PM em pontos fixos, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, frisou que a polícia não fez acordo com lideranças comunitárias para interromper operações e ficar fora das favelas durante o projeto.
Galeria de fotos do início das obras do PAC
“Quero deixar claro que nenhum representante da Secretaria de Segurança, seja da PM ou da Polícia Civil, fez ou fará qualquer acordo desse tipo. O que estamos fazendo nesse primeiro momento das obras é respeitar nosso planejamento”, afirmou. Segundo ele, a redução do número de PMs nas favelas da região já estaria programada para evitar confrontos e permitir a instalação dos canteiros de obras.
Com um tom bem diferente de discursos recentes, quando a política de enfrentamento dos criminosos era sempre lembrada, Beltrame informou ontem que o governo executará no Alemão uma “operação social”. “A polícia não vai entrar de assalto, de maneira agressiva. Nosso trabalho de investigação vai continuar independentemente do PAC. Agora à tarde (ontem), por exemplo, se tivéssemos informações precisas sobre um paiol, faríamos uma operação lá”, garantiu ele, que participou da assinatura de convênio para repasse de verba do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) à segurança.
Presente na solenidade, o comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta Lopes, assegurou que o policiamento ostensivo na região continua, embora sem reforço. Ele reiterou que as ações na primeira fase do PAC serão baseadas no trabalho de inteligência, evitando confrontos diretos. “Nos últimos dias vem existindo um clima de tranqüilidade na região e sentimos queda nos índices de crimes. Isso ocorreu em função da migração dos traficantes para outros locais, como a Vila Cruzeiro”, afirmou Pitta.
Em busca de verbas, Beltrame vira ‘pedinte’
Convênio de cooperação que repassa R$ 10 milhões da arrecadação do Detro para o reaparelhamento da polícia foi assinado ontem no Palácio Guanabara. O governador em exercício, Luiz Fernando Pezão, disse que o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, recorrerá a outros para conseguir ajuda para sua secretaria.“O Beltrame poderá se o nosso pedinte em todos os setores, já que a prioridade do governador é reforçar a segurança”, observou Pezão. Liberados em dez parcelas, os R$ 10 milhões serão usados para compra de 100 carros para a Polícia Civil na capital, 50 para a PM no interior do estado, motos para atuar em vias expressas e para a instalação de 17 cabines blindadas nas zonas Norte, Oeste e em Niterói."
O "puxão de orelha" do Presidente Lula provocou mudanças impressionantes, tanto nos discursos, quanto nas ações.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

terça-feira, 18 de março de 2008

JORNAL EXTRA - 08/03/2008 - GOVERNO CEDE E OBRAS DO PAC COMEÇAM SEM POLICIAMENTO NO ALEMÃO


Cidadão Fluminense, una-se a nós, vamos mudar o modelo de segurança pública do Rio de Janeiro - estrutural e conjunturalmente.
Caso contrário, além de acuados como já estamos, ficaremos sem saída!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO AÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL DO BRASIL - 18/03/2008 - TRÁFICO ACEITA O PAC NO ALEMÃO




As reportagens do Jornal do Brasil, do Jornal O Globo e do Jornal O Dia, postadas nesse blog, revelam de forma inequívoca o quanto precisamos mudar a segurança pública no Estado do Rio de Janeiro.
Essa não é a segurança pública que queremos e muito menos, a segurança pública que merecemos.
Nós somos os PATROCINADORES desse estado e precisamos receber em contrapartida serviços públicos de qualidade.
E nunca é demais relembrar para todos os cidadãos flumineses as três áreas prioritárias do atual governo estadual, conforme incontáveis declarações de seus representantes:
EDUCACÃO PÚBLICA.
SAÚDE PÚBLICA.
SEGURANÇA PÚBLICA.
E já se passaram MAIS de 14 (quatorze) meses, MAIS de 25% (vinte e cinco por cento) do mandato...
JUNTOS SOMOS FORTES!
CIDADÃOS FLUMINENSES, VAMOS MUDAR O RJ!
MOBILIZAÇÃO CÍVICA GERAL!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

O GLOBO - 18/03/2008 - PAC: PM MANTÉM DISTÂNCIA DE OBRAS NO ALEMÃO


DESTACO:
"Sobre um possível acordo entre líderes comunitários e o estado para evitar a presença da PM nas comunidades, ele não quis criar polêmica:
SE TEVE ACORDO, NÃO FUI EU QUEM FEZ. NÃO SEI DE NADA DISSO - COMENTOU DEPOIS DE RECEBER UMA PLACA EM SUA HOMENAGEM DURANTE CAFÉ DA MANHÃ NA FAVELA DA GROTA".
PEZÃO - Governador do Estado do Rio de Janeiro (EM EXERCÍCIO).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

JORNAL O DIA - 18/03/2008 - FOGOS NO PRIMEIRO DIA DO PAC


DESTACO UMA CONTROVÉRSIA:
O DIA
"LÍDERES COMUNITÁRIOS ESCOLTAM POLICIAIS ATÉ O POSTO DA PM PARA EVITAR CONFRONTO COM BANDIDOS DO ALEMÃO, MINUTOS ANTES DA CHEGADA DO VICE-GOVERNADOR AO CANTEIRO DE OBRAS DA FAZENDINHA"
CORONEL MARCUS JARDIM
"OS PMs SOBEM E DESCEM TODOS OS DIAS E NÃO TÊM QUE DAR SATISFAÇÃO
A NENHUM LÍDER COMUNITÁRIO. A PM NÃO FAZ ACORDO"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sábado, 8 de março de 2008

O DIA ON LINE - 08/03/2008 - BOCAS-DE-FUMO ABERTAS

O Dia Online
Bocas-de-fumo abertas
Na Rocinha, bandidos fazem propaganda com nome do programa
"Rio - Na Rocinha, o PAC virou propaganda do tráfico, letra de funk einflacionou o preço dos transportes alternativos. No dia da visita dopresidente Lula, a reportagem de O DIA acompanhou a rotina da favela e constatou que, apesar da proibição de armas, vinda dos próprios traficantes, a venda de drogas se deu normalmente.
Pouco antes de o presidente Lula chegar à Rocinha, traficantesofereciam cocaína aos gritos, com o trocadilho "PAC de R$ 5", "PAC de R$ 10", em referência aos papelotes da droga. Para os turistas, o preço do passeio de van triplicou: de R$ 10 para R$ 30.
No Complexo do Alemão, a interferência na rotina se resumiu ao fechamento da maioria dos estabelecimentos comerciais. Com exceção do mais rentável deles: o tráfico de drogas.
Na Favela da Grota, no Alemão, a equipe de O DIA constatou que a boca-de-fumo estava aberta às 9h, próximo ao Largo do Bulufa. Se vocês quiserem seguir adiante, até podem ir. Mas só até antes doAreal, aconselhou líder comunitário, referindo-se ao local do confronto que deixou 19 mortos em junho.
No Alemão, como não tinham permissão para entrar nas comunidades, os policiais pouco podiam fazer em relação ao comércio de drogas, que funcionava a cerca de 500 metros do palco onde estava Lula.
Não podemos nem revistar as pessoas, reclamou um PM.
Traficantes evitam exibir armamento.
Para Manguinhos foram destacados 300 PMs. Para a Rocinha, outros 350.
Mas apesar de o policiamento ontem não ter sido voltado para o combate ao tráfico, bandidos evitaram ostentar armas. No Alemão, não havia fuzis nas ruas, como de costume. Na Rocinha, ainda de manhã, um homem apareceu armado na localidade do Laboriaux e foi repreendido pelos comparsas. Tá maluco! Arma, hoje, não pode, gritou um deles.
Como resposta, uma rajada de tiros para o ar. Em seguida, o criminoso armado sumiu.
A sigla do projeto também ganhou ritmo funk na voz de alguns meninos da
Rocinha. Ao reproduzir o som que imita barulho de tiro, eles cantavam: Pac, pac, pac, pac, bum. O rebolado foi acompanhado de uma dança com os dedos em riste como se atirassem, mas com um detalhe que remetia ao presidente Lula: o dedo mindinho de uma das mãos encolhido.
O serviço de mototáxi funcionou a pleno vapor. O trajeto, que em dias normais custa R$ 2, ontem saía por R$ 4.
A creche municipal Jacyra Frazão teve aula normalmente pela manhã, mas um homem do lado de fora impedia que as crianças fossem até o pátio.
PM: Não é dia para confusão.
Nenhum problema em comprar água e refrigerante no bar para refrescar a sede causada pelo calor infernal no Complexo do Alemão. Mas PMs e agentes fingiam não ver as cinco máquinas de caça-níqueis na lateral do balcão. Em determinado momento, ainda antes dos discursos oficiais, dois PMs entram na birosca e reparam no crime cometido à luz do dia, nas barbas da polícia. Olha essas maquininhas criminosas, podíamos recolher isso tudo, disse um deles, rindo, para o colega.
Mas ao ser questionado sobre a razão de não agir, a exemplo dos mais de 10 policiais que o acompanhavam no bar, o PM respondeu sem receio. Não é hora para essas coisas, não é dia para confusão. Melhor deixar assim, completou, saindo.
O dia não era mesmo para repressão. Longe da Estrada do Itararé, os trilhos e as barricadas estavam nos acessos à Fazendinha e à NovaBrasília, onde não havia qualquer policiamento no entorno."
A "política" de Segurança Pública no Rio de Janeiro precisa sofrer uma grande "METAMORFOSE", parodiando o nosso Presidente.
Isso é uma vergonha.
Um verdadeiro teatro político, um teatro de horror, dinate de milhares apartados da cidadania.
Atos políticos travestidos de atos pró cidadania.
Cidadão Fluminense, una-se a nós, vamos mudar essa INSEGURANÇA PÚBLICA!
Vamos investir nos profissionais de segurança pública e implantar um novo modelo de gestão, acabando com essa estrutura centralizadora - a Secretaria de Segurança Pública - que já provou incontáveis vezes a sua ineficácia, em vários governos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
DEUS ESTÁ NO COMANDO!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

DIA ON LINE - 08/03/2008 - CANTEIROS E OBRAS VIRAM PALANQUE ELEITORAL

“Serginho, parabéns por tudo que você fez para o Rio. Graças a seu jeito de ser e enxergar o governo, podemos construir a mais importante parceria já feita no estado”, afirmou.

Essa frase, carente de realismo, teria sido dita pelo Presidente Lula, conforme reportagem publicada no Dia online.
Qual seria a justificativa ou motivação para tal frase?
- O Presidente é amigo do Governador...
- Ambos pretendem continuar trilhando os mesmos caminhos políticos e por isso têm os mesmos objetivos...
- O Presidente não conhece a realidade vivenciada pela população fluminense nesses 14 (quatorze) meses da "administração" Sérgio Cabral...
- O Presidente desconhece as promessas de campanha do candidato Sérgio Cabral...
- O Presidente desconhece que as prioridades do Governador seriam a Segurança, a Saúde e a Educação...
Uma coisa é certa o Presidente nunca conversou com um Médico, um Professor ou um Policial desse sofrido Estado do Rio de Janeiro!
"Dia online
8/3/2008 01:40:00
Canteiros de obras viram palanque eleitoral
Políticos de olho no pleito de 2010 aproveitam a festa para aparecer
Rio - Repleto de políticos, ministros e secretários de Estado, o palanque de inauguração das obras do PAC foi tomado pelo clima eleitoral já de olho na disputa de 2010. Além do inédito aporte de recursos do governo federal no Rio, a cada vez mais próxima relação entre o governador Sérgio Cabral (PMDB) e o presidente Lula (PT) refletiu-se em palavras e gestos carinhosos durante todos os discursos do dia.
Em Manguinhos, após alfinetar o péssimo relacionamento político com a gestão estadual passada, comandada por Rosinha Garotinho, Lula mostrou que cada vez mais cresce a sua intimidade com Cabral. “Serginho, parabéns por tudo que você fez para o Rio. Graças a seu jeito de ser e enxergar o governo, podemos construir a mais importante parceria já feita no estado”, afirmou. Durante os discursos, no palanque, os dois sempre trocavam palavras e sorrisos, acompanhados de suas mulheres, Marisa Letícia (Lula) e Adriana Ancelmo (Cabral). Quando teve a palavra, o governador também não poupou elogios à administração de Lula desde 2003.
“Nos últimos quatro anos, o Brasil reorganizou as finanças e arrumou a casa. Faremos, em parceria, investimentos públicos para valer”, afirmou Cabral. O peemedebista é cotado para se candidatar em 2010, com apoio de Lula, à reeleição ao governo do estado ou até alçar vôos mais altos até o Palácio do Planalto.
DILMA ELOGIADA
Um dos nomes cotados para a candidatura à sucessão presidencial pelo PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, também foi ‘paparicada’ por Lula em todos os comícios. Ela chegou a ser chamada de “mãe do PAC” pelo presidente, que sempre a apresentava para os moradores. “Ela é a companheira que coordena o PAC. É ela que cuida, que acompanha, que vai cobrar junto com o Márcio Fortes (Cidades) se as obras estão andando. O Luiz Fernando Pezão é grandão, mas vai saber o que é ser cobrado pela Dilma. Se ele não estiver fiscalizando direito, puxa a orelha do Pezão!”, brincou Lula.
Em entrevista após a inauguração na Rocinha, Dilma negou que os elogios na inauguração das obras sejam um impulso para uma candidatura à Presidência da República, daqui a dois anos. “É apenas um reconhecimento pelo meu trabalho”, admitiu, humilde.
Depois de Lula, Crivella foi o mais aclamado
Além de Lula, o segundo político mais ovacionado pelos moradores das três comunidades foi o senador Marcelo Crivella (PRB), pré-candidato à disputa pela Prefeitura do Rio, em outubro deste ano. Ele, que aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de voto após a desistência do apresentador e deputado estadual Wagner Montes (PDT), aproveitou o evento para distribuir panfletos de propaganda sobre o seu principal projeto: o Cimento Social, que são obras em habitações no Morro da Providência feitas pelo Exército.
Outros dois possíveis adversários na corrida para a prefeitura também dividiram o palanque com Lula. O deputado estadual Alessandro Molon, que deverá ser candidato pelo PT, e o secretário de Esportes, Eduardo Paes, que luta para ser o nome do PMDB na disputa."
E outra coisa é certa:
"Eduardo Paes, tô fora!"
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO