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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O EXCLUÍDO FARDADO NO CALÇADÃO DE BANGU E O JULGAMENTO NA AJMERJ.

Hoje o Excluído Fardado estará no Calçadão de Bangu, a partir das 11:00 horas.
Divulgue e participe.
Está previsto para amanhã um julgamento muito importante na AJMERJ, relativo ao processo no qual são acusados Oficiais da Polícia Militar de terem recebido propina do "jogo dos bichos", esse escândalo que diarimante ofende o poder público (federal, estadual e municipal) no Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

ARTIGO DO BLOG LUZ NA PMERJ - TRANSCRIÇÃO.

A DPJM MOSTRA O SEU SERVIÇO E O EMG QUER ACABAR COM ISSO!
Operação da polícia prende o 'Bonde do Jura' na Baixada Fluminense
Ana Carolina Torres e Fernando Torres - Extra
Uma máquina da morte foi atingida em cheio pela Operação Descarrilamento, desencadeada nesta quinta pela polícia. Desde 2006, a milícia denominada "Bonde do Jura" é acusada de causar uma centena de mortes. A estratégia do bando seria executar, principalmente, líderes comunitários, para tomar o poder político e formar currais eleitorais. Ao todo, dez pessoas acusadas de integrar o grupo foram presas, sendo nove policiais militares e um ex-PM. Um revólver calibre 38 foi apreendido.
- Eles são responsáveis por pelo menos cem mortes - disse o inspetor Jorge Gerhard, chefe do Serviço de Inteligência da Draco.
Segundo a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), há três anos e meio o grupo vinha espalhando o terror por Nova Iguaçu, e tentava expandir seus domínios para outros municípios da região. Todos tiveram a prisão preventiva decretada.De acordo com o titular da Draco, Cláudio Ferraz, o bando tinha negócios variados: cobrança de taxa de segurança de comerciantes e moradores; TV a cabo clandestina; pedágio de 50 vans e kombis e 30 mototáxis; comissões sobre aluguel e venda de imóveis; venda de gás; e o monopólio da produção de CDs e DVDs piratas em Nova Iguaçu, Queimados, Meriti e Caxias. Ricardo de Carvalho, delegado da PF, disse que eles pagavam o sepultamento de pessoas pobres para ganhar a simpatia da comunidade.
Apontado como chefe do bonde, o sargento PM Juracy Alves Prudêncio, o Jura, teria abrigado o ex-PM Ricardo Cruz, o Batman - chefe da milícia Liga da Justiça - quando ele foi caçado pela polícia na Zona Oeste.
A ação contou com 70 agentes da Polícia Civil. A operação ganhou o nome Descarrilamento, pois foi criada para tirar o "Bonde do Jura" das ruas da Baixada
A "Operação Descarrilamento", que recebeu este nome pois o objetivo era tirar dos trilhos o "Bonde do Jura", começou às 5h e contou com 70 agentes da Draco, apoiados por equipes da 3 Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) e da 58 DP (Posse).
Jura foi preso em casa, no Palhada, em Nova Iguaçu. No mesmo bairro, os policiais tentaram prender Ubiraci Araújo da Fonseca, o Bira. A casa tinha um cachorro da raça pitbull, que atacou os agentes e acabou morto com um tiro. O acusado fugiu. Outros nove presos foram capturados em casa.O advogado de Jura, Edson Ferreira, disse que desconhecia as acusações contra o sargento. Ele contou que seu cliente é conhecido pelos trabalhos sociais nos bairros Palhada, Rosa dos Ventos e Pitoresca.
A QUEM REALMENTE INTERESSA O FIM DAS DPJM?
VIVA O FIM DAS DPJM !!!
VIVA O SUCATEAMENTO DA CORREGEDORIA !!!
VIVA A TORTURA E O DESVIO DE CONDUTA !!!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 17 de abril de 2009

JORNAL EXTRA - MINISTÉRIO PÚBLICO MANDA CHEFE DO ESTADO MAIOR DEVOLVER AUXÍLIO-MORADIA RECEBIDO INDEVIDAMENTE.

MARCO ANTÔNIO MARTINS.
Um relatório elaborado por promotores da Auditoria Militar indica que o oficial - segundo na hierarquia da PM - mora em residência oficial da corporação desde 2001, quando era tenente-coronel. Mesmo assim ele recebia um auxílio para moradia em seu contracheque.
São oito anos morando na residência da PM. Os valores deste ano mostram o recebimento mensal de R$ 942,13 de auxílio. Os promotores chegaram aos valores de quase R$ 100 mil calculando os depósitos nas contas do coronel corrigidos com base na inflação deste período. O pedido será concretizado e encaminhado ao juiz da Auditoria Militar.
O MP já tem conhecimento de que o Fundo da PM teria sido usado para pagar reformas na casa. Atualmente, além do coronel David, outros dois tenentes-coronéis moram no local.
O levantamento do MP mostra que no Diário Oficial de 5 de setembro do ano passado foi publicado o termo de contrato 002/2008, entre a PM e a empresa MSL Prestação de Serviços em Geral Ltda, para a reforma do imóvel de dois andares na Tijuca. O valor: R$14.083,11 pela obra.
O coronel Antonio Suarez David não foi encontrado para comentar o caso. A Assessoria da Polícia Militar foi procurada e recebeu um email com as questões, mas até o fim da noite de ontem não havia respondido. No mês passado, o secretário de Segurança José Mariano Beltrame determinou a suspensão do benefício.
Devolução na lei.
A Lei 658, de abril de 1983, sobre os soldos dos militares, determina que o policial devolva o auxílio recebido, caso more em imóvel da instituição.
O parágrafo 1º do artigo 4º da lei diz que o policial que ocupar residência da PM deve ter o benefício do auxílio-moradia "sacado e recolhido pela corporação, para atender despesas de conservação, condomínio e outras análogas".
Crise na segurança.
Na Secretaria de Segurança Pública, os assessores mais próximos do secretário José Mariano Beltrame evitam a palavra crise. Mas desde março, ela está instalada na ante sala de Beltrame. As relações do secretário com o Chefe de Polícia Civil, o delegado Gilberto Ribeiro, e com comandante da Polícia Militar, o coronel Gilson Pitta não são nada boas.
Beltrame não gostou das reações dos seus comandados a decisões de sua pasta. A mais recente aconteceu na segunda-feira na secretaria. Diante de subsecretários, Gilberto Ribeiro foi contrário à idéia de abrir o sistema Delegacia Legal e a rede Medusa (dados pessoais dos policiais civis) à PM.
Mudança de Aisp.
Na PM também há problemas. O coronel Pitta não gostou de saber que há um estudo para se modificar as chamadas áreas integradas de segurança (Aisp). Hoje, elas são definidas a partir da área de atuação dos batalhões. Com o projeto, as delegacias definiriam as regiões.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO