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sábado, 4 de fevereiro de 2012

CRISE NA SEGURANÇA PÚBLICA: GOVERNOS "DEMOCRÁTICOS" DO PT E DO PMDB SÓ FAZEM AMEAÇAS.

Uma vergonha!
A apostura dos governantes "democráticos" do PT e do PMDB é merecedora de todas as críticas, pois só fazem ameaçar os heróis do povo brasileiro: os Bombeiros, Policiais Militares e Civis.
Na Bahia o governo PT ameaça e quer imitar o governo do PMDB do Rio. Os militares federais e estaduais têm  a prerrogativa de não serem acautelados em presídios comuns, devendo ser custodiados em Organizações Militares, essa é a lei. No Rio de Janeiro, o governo do PMDB mandou para presídios federais os Policiais Militares (Oficiais e Praças) investigados no caso do assassinato da juíza Patrícia Acioly, violando as prerrogativas, os direitos dos Policiais Militares. Na Bahia, querem mandar os Policiais Militares envolvidos no movimento de paralisação também para presídios federais. Penso que é hora de dar um basta nessa violação, logo poderemos ter até um Oficial General preso em um presídio comum, basta um governo "democrático" achar isso conveniente.
No Rio, o governador e o secretário de segurança se calaram, enquanto isso o comandante geral da PMERJ ofende e ameaça. Na primeira reunião com representantes com Praças integrantes do movimento na Polícia Militar, o comandante ofendeu a mim e ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL). Eu adotei os procedimentos legais e o deputado ao tomar conhecimento do aúdio que circula na internet (link), fez duras críticas no twitter ao comportamento do comandante.
Dias atrás, o comandante foi ao CFAP e pelo que me contaram fez ameaças aos recrutas, sinalizando com expulsão. Ameças que alguns comandantes estariam repetindo em seus batalhões.
Ofensas e ameaças.
Negociar, nem pensar, melhor ofender e ameaçar.
A crise na segurança pública é muito grave e se depender de alguns governantes e de seus prepostos, a tendência é se agravar muito mais.
Juntos Somos Fortes!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MARCELO FREIXO: AI EU PEGUEI O TELEFONE E LIGUEI PARA O MARIANO (BELTRAME), PARA SABER QUE PROVIDENCIA ELES ESTAVAM TOMANDO. O MARIANO NÃO SABIA DE NADA.

REVISTA TRIP:
ENTREVISTA DEPUTADO ESTADUAL MARCELO FREIXO.
"Foi aí que você resolveu sair do país?
Sim, isso é importante esclarecer. As ameaças foram chegando e eu comecei a encaminhá-las para a Secretaria de Segurança, e não recebia nenhum retorno. Um dia, eu recebo uma documento num papel timbrado da coordenadoria de inteligência da polícia militar. Papel oficial, assinado, que falava de “informações contundentes de risco”, envolvendo o Carlão, que fugiu da cadeia e teria recebido R$ 400 mil do Tony para me matar.
E você conhecia essas pessoas? O Carlão e o Tony?
Claro, foram indiciados por nós na CPI. O Carlão tinha acabado de fugir, pela porta da frente da cadeia. É gente poderosa, ele tinha um escritório dentro da detenção. Aí eu peguei o telefone e liguei para o Mariano [José Mariano Beltrame, secretário de Segurança do Rio], para saber que providência eles estavam tomando. O Mariano não sabia de nada. Um documento oficial de um órgão subordinado à secretaria, como é que o secretário não sabe? Isso foi um sinal claro para mim de que eles não estavam fazendo nada. Foi então que entrei em contato com o pessoal da Anistia Internacional, e eles se ofereceram para me tirar por uns tempos do Rio. E eu aceitei com três objetivos: primeiro, distensionar minha família. Segundo, reforçar minha segurança. Eu já tinha pedido antes, mas eles não estavam atendendo, não por má vontade, pura burocracia. Seria o tempo para trocar o carro, pegar um com uma blindagem melhor, o que foi feito. E, terceiro, denunciar que as milícias estão mais fortes e que essas ameaças que eu estou recebendo não estão sendo investigadas. (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

POR QUE A SERPENTE NÃO SAIU DO OVO ANTES DAS ELEIÇÕES DO RIO DE JANEIRO?

Tive a oportunidade de conhecer Zuenir Ventura no CFAP 31 de Voluntários, onde ele fez uma palestra, convidado pelo então comandante, Coronel de Polícia Caros Alberto Fernandes Neves.
Faz muito tempo, foi na década de noventa, eu era Capitão de Polícia.
A impressão foi excelente.
Hoje, lendo o artigo de Zuenir Ventura, no jornal O Globo, lembrei do nosso amado CFAP, um dos berços de formação dos Policiais Militares. No 31 de Voluntários aprendemos valores como idealismo e destemor, algo que muitos
na Polícia Militar parecem ter guardado em alguma gaveta da memória, infelizmente.
Zuenir escreveu sobre as milícias (A serpente saiu do ovo), destaco o seguinte trecho do artigo:
“(...) Além disso, (deputado estadual Marcelo Freixo) figurou no “Tropa de Elite 2” como se fosse o mocinho Diogo Fraga, embora isso não tivesse tido influência na sua votação, já que o filme foi lançado depois da eleição. (...)”.
Concordo com Zuenir.
Penso que se o filme fosse exibido antes das eleições, Marcelo Freixo poderia ter uma votação ainda maior do que a alcançada, pois ele era um dos mocinhos da película, que ao final se associa ao super herói, o Tenente Coronel Nascimento, personagem que não representa ninguém da Polícia Militar. É mera ficção, Diogo Fraga não, ele é Freixo.
E os outros personagens? São reais ou fictícios?
Tenho escrito que estranhei o fato do filme não ter sido exibido antes da eleição, assim como, o fato desta vez não ter vazado para a pirataria.
O certo é que exibido antes das eleições e com a fantástica propaganda que tem sido feita, o filme poderia fazer com que os eleitores identificassem no filme o Marcelo Freixo, o apresentador de TV, o secretario de segurança e o governador que luta para ser reeleito.
Freixo ganharia mais votos, todavia, as outras ilações seriam prejudiciais aos candidatos reais, pois todos no filme são bandidos.
Quem seria identificado com o governador bandido do filme que tenta a reeleição?
Gabeira, Peregrino, Cabral ou outro?
O escolhido pelo povo para a associação perderia muitos votos.
Cidadão, qual é a sua opinião?
Quem é o governador do “Tropa de Elite 2”?
No Rio, o filme “Tropa de Elite 2” foi a serpente que não saiu do ovo antes das eleições.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de setembro de 2009

LEIA COM ATENÇÃO...

JORNAL BRASIL DE FATO ONLINE:
No Rio, o terrorismo contra a pobreza
Comunidades pobres e organizações de direitos humanos denunciam práticas terroristas nas operações em que blindado militar da PM do Rio é usado para entrar nas favelas
Júlia Gaspar,Rio de Janeiro (RJ)
O medo que as crianças tinham do Bicho Papão caiu em desuso; o monstro da vez é o Caveirão. Mas este não foi extraído de um conto de fadas. É algo bem verdadeiro e assustador até para adultos: trata-se de um carro blindado do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) do Rio de Janeiro que tem o desenho de uma caveira com duas pistolas cruzadas e uma faca enfiada na cabeça, além de uma série de fuzis que eventualmente dão tiros para todos os lados de forma aleatória.
Esse típico veículo de guerra entra nas favelas do Rio de Janeiro todos os dias com um alto-falante que faz ameaças aos moradores: "Sai da rua"; "Vai dormir"; "Vim buscar sua alma". Quem é pego de surpresa, precisa encarar ou pode ser morto na tentativa de se esconder.
Essa conduta da polícia militar carioca está mobilizando movimentos sociais e Organizações Não-Governamentais (ONGs), como a Anistia Internacional, o Centro de Defesa dos Direitos Humanos de Petrópolis, a Justiça Global e a Rede de Comunidades e Movimentos Contra a Violência. Juntas, essas entidades preparam um abaixo-assinado que reivindica à governadora do Estado do Rio de Janeiro, Rosinha Matheus (PMDB), a suspensão do Caveirão, definindo-o como um "instrumento de terrorismo, inconstitucional e contrário aos mais elementares direitos humanos". Além das assinaturas no Brasil, a governadora vai receber de 72 países cartões postais com a foto do Caveirão e um texto em repúdio ao veículo.
Até o momento, a polícia militar possui oito blindados deste tipo - três de uso do Bope e cinco dos comandos regionais. O tenente coronel Aristeu Leonardo Tavares, chefe do setor de Relações Públicas da Polícia Militar do Rio de Janeiro, afirma que a experiência possui resultados tão compensatórios que policiais militares de outro estados buscam implementar o sistema. Ele também diz que o Caveirão é uma das causas da diminuição drástica do número de policiais mortos em serviço. Mas Marcelo Freixo, da ONG Justiça Global, explica que a quantidade de civis mortos pela PM aumentou muito e acusa a polícia do Rio de Janeiro de ser a mais violenta do mundo.
Muitas das mortes causadas por policiais são registradas como "auto de resistência", que significa que supostamente o indivíduo morreu em conflito com a polícia. O professor Ignácio Cano, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), fez uma pesquisa e constatou que, em 70% dos casos registrados como "auto de resistência", os tiros foram dados pelas costas e a curta distância. Como não há ninguém que troque tiros de costas, foram, na realidade, execuções sumárias. Na maioria dos casos, cabe apenas à família provar a inocência do morto, dizendo que não enfrentou a polícia. O confronto fica resumido à palavra do morador do morro versus a palavra do policial.
Terrorismo social
A maioria das vítimas de violência policial é de moradores da favela. E, apesar de os bandidos serem minoria nas favela (no Rio de Janeiro como em outras metrópoles), isso é o suficiente para legitimar, nas políticas de segurança pública, a criminalização de toda uma comunidade. "Ocorre que não está se criminalizando o crime, mas sim a pobreza", afirma Marcelo Freixo.
O ativista também critica o "mandato de busca genérico", instrumento pelo qual um juiz autoriza a polícia a entrar na casa de qualquer pessoa de uma comunidade inteira. Ou seja, toda a favela é suspeita. A justificativa que consta de um desses mandados é mais que preconceituosa: "para contribuir com os incorruptíveis policiais do RJ (...) e combater o lixo genético da sociedade".
O conceito de que bandido e favelado são sinônimos vem desde as músicas cantadas durante o treinamento de membros da divisão de elite do Bope. O relatório "Eles entram atirando", divulgado pela Anistia Internacional, descreve algumas dessas canções:
"O interrogatório é muito fácil de fazer
pega o favelado e dá porrada até doer.
O interrogatório é muito fácil de acabar
pega o favelado e dá porrada até matar".
Outra dessas músicas citadas no documento:
"Bandido favelado
não varre com vassoura
se varre com granada
com fuzil, metralhadora".
Repressão
"A primeira coisa que a polícia faz é acusar as pessoas de traficantes, e a mídia reproduz", diz Deley, morador da Favela de Acari, na capital fluminense. Deley é professor de futebol e conta que estava em aula com seus alunos, quando ouviram que o Caveirão estava subindo o morro, então todos correram, apavorados. Ele lembra também de uma das vezes em que a polícia invadiu a favela, porque os traficantes não tinham pagado a propina dos policiais. E fala que, em represália, os PMs mataram um garoto, prenderam em frente ao Caveirão, rodaram pela área esperando trazerem o dinheiro e ameaçaram colocar mais cinco corpos em cima do blindado. Para Marcelo Freixo, a luta de direitos humanos é pedagógica, é a construção de uma cultura de direitos. Por isso, a campanha contra o Caveirão faz uma crítica à política de segurança pública e leva a sociedade a discutir a realidade em que vive".
Esse texto é de 01/12/2006.
Você o considera atual?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE DPOLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INETRNO

sábado, 4 de julho de 2009

CASO DE ABUSO DE AUTORIDADE - ELOGIOS AO DESCUMPRIMENTO DA LEI - DEPUTADO ESTADUAL MARCELO FREIXO E PESQUISADORA SILVIA RAMOS.

Prezado leitor, existe uma máxima que ensina que ninguém pode alegar desconhecer a lei.
Isso mesmo, ninguém!
Porém, não podemos sair criticando todo mundo porque desconhece essa ou aquela filigrana jurídica, seria absurdo exigir-se, por exemplo, que uma pesquisadora do tema segurança pública ou um deputado estadual, conhecessem toda a legislação brasileira.
Todavia, quando uma pesquisadora de segurança pública tece elogios a uma ação de um Policial Militar (Coronel de Polícia), espera-se que ela tenha tido a preocupação de olhar o caso com a "vista armada", própria dos cientistas, que deve avaliar todas as variantes do processo.
Eu conheço e respeito a pesquisadora Silvia Ramos, todavia, ela foi profundamente infeliz em suas declarações, sobretudo, porque não olhou para o Cabo de Polícia, que sofreu uma grande humilhação pública, reconhecido na frente de todos, uma não conformidade legal, inclusive de jornalistas, tendo até que entregar a sua armana frente das câmeras (um vídeo foi produzido e exibido).
A ação do Coronel nos reportou ao tempo do mais condenável autoritarismo, à barbárie do desrespeito aos direitos constitucionais, direitos que o Cabo de Polícia também possui.
Embora alguns não percebam ou não queiram perceber, o Policial Militar é um cidadão pleno, um funcionário público concursado e que arrisca a vida diariamente em defesa, inclusive, da nobre pesquisadora.
Ao elogiar o abuso de autoridade, Silvia Ramos nos conduziu aos tempos da ditadura, do desrespeito ao ser humano, dos porões e das humilhações.
Urge que mude a sua opinião e mude diametralmente, passando a defender os direitos dos dois ofendidos, o menor e o Cabo de Polícia.
Eu também conheço e respeito o deputado estadual Marcelo Freixo, bem como, as suas boas intenções, mas devo discordar frontalmente do seu posicionamento nesse caso, quando também esqueceu que o Cabo de Polícia é um cidadão, tão cidadão quanto ele.
Indicar um flagrante desrespeito aos direitos humanos como modelo a ser seguido pela Polícia, pode ser interpretado como apologia ao crime, algo muito grave, considerando que ele exerce a função de Presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.
O que podemos esperar de uma comissão de direitos humanos que tem como presidente alguém que aplaude o desrespeito aos direitos humanos.
Obviamente, posso mudar de opinião, caso alguém me convença que o Policial Militar não é sujeito de direitos humanos, como todos nós.
Talvez, além de ser um excluído, que ganha salários miseráveis para arriscar a vida, ele também não tenha direito a ter os direitos humanos, quem sabe, ele nem seja humano.
Quem sabe ele não é o nosso Excluído Fardado, um descartável, sem vida, sem alma.
O deputado deve rever a sua posição, pelo menos eu espero, sobretudo, porque receberá a minha representação contra o Oficial, como presidente da Comissão de Direitos Humanos da ALERJ.
Por favor, leiam a apologia ao abuso de autoridade!
BLOG CASO DE POLÍCIA - JORNAL EXTRA:
Publicada em 04/07/2009 às 21:58
"Apoio a comandante da PM que repreendeu cabo por agressão.
Eliane Maria, Paulo Carvalho, Sérgio Meirelles, Extra.
RIO - A repreensão pública a um cabo da Polícia Militar acusado de agressão a um menor de 14 anos durante uma operação na favela Gogó da Ema, em Belford Roxo, na sexta-feira, será levada como exemplo para a Anistia Internacional
(Assista ao vídeo).
De acordo com o presidente da Comissão de Direitos da Alerj, deputado Marcelo Freixo (PSOL), a atitude do comandante do 3 Comado de Policiamento de Área (3 CPA), coronel Paulo César Lopes, responsável pela Baixada, deve servir de modelo para toda a polícia:
- É algo para servir de exemplo, para entrar na história da polícia do Rio de Janeiro. Vou relatar esta atitude para entidades de Direitos Humanos, como a Anistia Internacional e a ONU.
Sílvia Ramos, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), concorda:
- É uma virada histórica na posição predominante dos comandantes, que sempre desconfiam da denúncia da população, mesmo quando ela é convincente. O coronel teve coragem de reconhecer que a tropa se excedeu. Associação critica
Vanderlei Ribeiro, presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, defendeu o cabo Alessander Azevedo Bruno, e condenou o ato do coronel:
- Ele é vítima de uma estrutura falida e de instrutores como o coronel Lopes, que deveria ter afastado o policial. Jamais ele poderia ter feito o que fez, na frente de todo mundo."
JUNTOS SOMOS FORTES!
O POLICIAL MILITAR É UM CIDADÃO PLENO EM DIREITOS, VAMOS ENSINAR A TODOS ESSA VERDADE.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DFE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 9 de março de 2008

0 GLOBO - 09/03/2008 - MÁQUINA MORTÍFERA

"POLÍCIA MILITAR DO RIO MATA 327% MAIS QUE A DE SÃO PAULO, QUE TEM O DOBRO DO EFETIVO (TRECHOS)"
ANTONIO WERNECK
SÉRGIO RAMALHO
-"Essa insistência no confronto tem se revelado um desastre. só na área do Complexo do Alemão e da Penha, já morreram, desde maio passado, mais de 70 pessoas, entre elas crianças. Para quem não mora nessas comunidades, parece que a polícia não está se curvando ao tráfico. No entanto, nossas taxas de criminalidade violenta continuam muito altas - diz a socióloga Julita Lemgruber (Diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes).
-"Em 2006, foram 39,4 homicídios por cem mil habitantes no Rio e 15,1 em São Paulo. A comparação das taxas mostra que polícia violenta não resolve - conclui, Julita Lemgruber".
Para o Deputado Estadual Marcelo Freixo (PSOL), os autos de resitência mascaram a prática da execução sumária:
-"O auto de resitência é um instrumento que legitima em muitos casos a execução de inocentes. É inadmissível a concepção de que a ação letal da polícia represente segurança para a comunidade - argumenta".
Mais uma vez, uma especialista (estudiosa) ratifica a necessidade imperiosa de implementarmos mudanças nas Instituições Policiais, como temos exaustivamente tratado nesse blog.
Um modelo modelo de Segurança Pública, com maior controle do Ministério Público e com a indispensável independência da Polícia Técnico Científica (Perícia), que também desempenharia um controle da atividade policial.
"UMA POLÍCIA CIDADÃ, FORMADA POR CIDADÃOS, CENTRADA NA DEFESA DA CIDADANIA E DA VIDA!"
Infelizmente, o modelo atual agrada aos nossos governantes, governo após governo, apesar da ineficácia amplamente demonstrada.
Insistir na existência de um órgão coordenador das Instituições Policiais Estaduais - a Secretaria de Segurança Pública - não tem qualquer sentido, além de ser extremamente custoso para os cofres públicos, onde a ECONOMICIDADE deve ser uma regra.
Aliás, não responderam a uma pergunta feita nesse blog - não que eu esperasse essa consideração ou prestação de contas à Sociedade Fluminense:
- QUAL O CUSTO MENSAL DA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA?
A missão do Instituto de Segurança Pública passa longe desse estudo, porém quem sabe o novo presidente, possa prestar esse serviço ao Povo Fluminense!
JUNTOS SOMOS FORTES!
DEUS ESTÁNO COMANDO!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO