Mostrando postagens com marcador Deputada Estadual Cidinha Campos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Deputada Estadual Cidinha Campos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O PROGRAMA CIDINHA LIVRE ACABOU...

PORTAL IMPRENSA:
Band Rio demite jornalistas e encerra programa de Cidinha Campos.
Redação Portal IMPRENSA.
Uma notícia pegou de surpresa, nesta terça-feira (31), os profissionais que faziam parte da equipe do programa “Cidinha Livre”, exibido pela Band Rio, e apresentado pela deputada estadual Cidinha Campos.
Após o fim da edição desta terça, a direção da emissora informou que todos os jornalistas, bem como a apresentadora, estavam demitidos e que atração sairia do ar. Segundo informa o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ), são cerca de vinte os profissionais desligados: três repórteres, cinco produtores, três editores, um assistente de câmera e três estagiários, entre outros profissionais (Leiam).
Comento:
Lamento a demissão dos profissionais de imprensa.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 7 de janeiro de 2012

DEPUTADA CIDINHA CAMPOS DEIXA MUITO MAL O GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL AO FAZER DISCURSO.

Eu estava fazendo uma  pesquisa no youtube quando me deparei com um vídeo contendo um discurso da deputada Cidinha Campos na ALERJ, por ocasição da cassação do deputado Álvaro Lins. No discurso ela fez também citação a outro parlamentar, o deputado Natalino. De imediato lembrei de dois vídeos de eventos com a participação do governador Sérgio Cabral. Juntei trechos dos vídeos. Verifiquem o resultado.

Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

REDE BANDEIRANTES – PROGRAMA CIDINHA LIVRE – EDIÇÃO DA MINHA ENTREVISTA – COMENTÁRIOS.

Eu consegui uma cópia do Programa Cidinha Livre e separei a parte da minha entrevista graças aos esforços de uma amiga, a quem agradeço. Isso permitiu que eu finalmente pudesse assisti-la. Antes de comentar a entrevista exibida, republico trecho de um dos artigos sobre s fatos:
“Prezados leitores, hoje eu fui convidado pela segunda vez para participar do Programa Cidinha Livre da Rede Bandeirantes. Na primeira vez não pude aceitar, pois tinha uma audiência (autor) no Fórum da Capital. Na época, informei o convite e a impossibilidade no blog, o que fez com que recebesse vários conselhos para não comparecer ao programa, pois a deputada é uma defensora visceral do governo Sérgio Cabral (PMDB), o que nos coloca em posições contrárias. Eu concordei com esses posicionamentos, mas penso que não podemos perder a oportunidade de transmitir a nossa luta em todos os meios de comunicação, mesmo quando estamos em desvantagem. Diante dessa convicção, postei no blog que hoje estaria no programa e embora tivesse compromissos anteriormente agendados, reorganizei a vida e fui para a Rede Bandeirantes, situada na Zona Sul do Rio de Janeiro. Confesso que apesar da guerra avisada, como costumamos dizer, não estava preocupado pois o programa seria ao vivo, como fui informado, o que me colocaria em igualdade de condições para argumentar diante de qualquer postura inadequada da apresentadora, na sua ânsia de defender o indefensável, o péssimo governo Sérgio Cabral (PMDB). Preliminarmente, devo deixar claro que fui muito bem tratado por todos os funcionários da Rede Bandeirantes, desde a minha chegada, quando providenciaram estacionamento para meu veículo particular, até o momento em que deixei o local. Agradeço a todos e a todas. Logo ao chegar soube que o programa seria "meio ao vivo", como o funcionário informou, eu ficaria em local diferente do estúdio, onde interagiria através de um monitor com a apresentadora que faria as perguntas. Não vi qualquer problema. Ao se aproximar do horário do programa fui informado que por problemas técnicos, a entrevista seria gravada. Nesse momento, eu poderia me negar a participar, pois isso não foi convidado e seria um risco, considerando que as respostas poderiam ser editadas e que a apresentadora poderia falar o que quisesse sem que eu pudesse argumentar. Resolvi dar continuidade e a entrevista foi feita na entrada da Rede Bandeirantes. Encerrada a breve entrevista, a jornalista solicitou que eu aguardasse um pouco, enquanto ela iria ao estúdio verificar se a gravação tinha ficado boa. Eu aproveitei para solicitar que fosse disponibilizado um local onde eu pudesse assistir o programa, pois como foi gravado, surgiu essa possibilidade. Ela pediu que eu aguardasse pois não sabia se eu poderia subir. A portaria foi o local onde fiquei aguardando e onde pude visualizar de longe um monitor que fica no interior da parte destinada a rádio, o início do programa. Cinco, dez, quinze minutos, sem qualquer resposta e sem ouvir o programa, apenas vendo, resolvi deixar a Rede Bandeirantes para cumprir outros compromissos, mas antes falei com um segurança sobre o pedido da jornalista e ele, atenciosamente, fez contato com o estúdio, confirmando que eu poderia ser liberado” (Leiam).
Assistam a entrevista editada:

A edição cortou as minhas principais falas e foi reduzida a pouco mais de um minuto (22 + 20 + 30 segundos). Foram cortadas as minhas falas sobre a postura do delegado da DH-Niterói no caso da prisão do Coronel PM Beltrami e tudo o que eu falei sobre o fato do governo Sérgio Cabral (PMDB) pagar mal, recrutar, selecionar mal, formar mal e não treinar os policiais, o que impede que a população tenha ao seu dispor polícias de qualidade.
Eu solicitarei por escrito à Rede Bandeirantes uma cópia da minha entrevista original para que possa postá-la no blog e vou solicitar a sua exibição na íntegra, sobretudo para a preservação da missão social imprensa de informar os fatos verdadeiros.
No tocante à forma como fui tratado, sem direito de defesa, pela apresentadora e deputada Cidinha Campos, oportunamente decidirei o que fazer. Primeiro, quero obter da Rede Bandeirantes uma cópia da entrevista completa.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

sexta-feira, 25 de julho de 2008

ALIMENTANDO O "ESTADO PARALELO".

O jornal O Globo estampa na primeira página da sua edição desta sexta-feira a seguinte matéria:
“ATA DO TRÁFICO PROVA IMPOSIÇÃO DE CANDIDATO ÚNICO NA ROCINHA – Em documento apreendido pela polícia na favela, traficante diz: Não aceito derrota.”
Convém destacar que o jornal O Globo já publicou uma reportagem digna dos maiores elogios, quando apresentou um levantamento sobre o grande número de votos obtidos por deputados eleitos em comunidades dominadas pelo "Estado Paralelo".
A matéria de hoje trata de uma ordem do tráfico de drogas no sentido de que os moradores da comunidade devam votar em determinado candidato a vereador.
O episódio reforça a existência de um “Estado Paralelo” exercendo os seus poderes sobre grande parte da população fluminense. Um estado que exerce o seu monopólio do uso da força, da tributação e da justiça através do seu braço armado: o tráfico de drogas ou a milícia.
O histórico discurso da deputada estadual Cidinha Campos simboliza a dimensão e a gravidade do que vivenciamos no nosso Estado, ele pode ser lido no seguinte artigo postado neste blog:
“DISCURSO DA DEPUTADA ESTADUAL CIDINHA CAMPOS”
http://celprpaul.blogspot.com/2008/05/discurso-da-deputada-estadual-cidinha.html
As áreas dominadas pelo tráfico de drogas e pelas milícias onde o “Estado Formal” não existe, estão plenamente identificadas pelas instituições policiais.
E diante deste gigantesco “Estado Paralelo” e vivendo uma crise sem precedentes na segurança pública estadual, o que faremos?
Impugnar todas as candidaturas de cidadãos fluminenses, que vivem sob o domínio do “Estado Paralelo” e que pretendem representar os anseios das comunidades?
Não, isso não seria democrático.
Deixar de computar os votos dos eleitores residentes nestas comunidades?
Não, isso não seria democrático.
Adiar a eleição nos municípios do estado onde exista a influência do “Estado Paralelo”, sobretudo, no município do Rio de Janeiro, até que o “Estado Formal” retome estes territórios?
- Não, isso não seria democrático, milhões de eleitores não participariam da eleição, não exerceriam o seu direito e na prática poderia significar um adiamento sine die.
Então, o que faremos?
Nada ou quase nada, como temos feito ao longo dos últimos anos para enfrentar o “Estado Paralelo” que enriquece os seus mandatários e submete a população fluminense aos efeitos deletérios do tráfico de drogas, das milícias, dos apoios, do transporte alternativo clandestino, do jogo dos bichos, dos táxis piratas, dos flanelinhas, dos motos-táxi, da pirataria, dos cambistas, etc.
As Polícias Militar e Civil irão continuar na política do desarmamento ou política confronto ou política do tiro, porrada e bomba – como pretendam qualificar as autoridades e a mídia - enquanto os Policiais – os fiscais das ruas e de toda esta desordem criminosa - irão continuar cumprindo ordens, arriscando a própria vida, desqualificados e desvalorizados, recebendo míseros salários, que representam menos de R$ 30,00 por dia.
Isso os Policiais Militares e Civis não cooptados pelo “Estado Paralelo”, pois os cooptados não se preocupam com os salários.
Nós cidadãos fluminenses não conseguimos aprender que:
“Para que o mal triunfe, basta que os bons não façam nada” (Edmund Burke).
Nós – os cidadãos de bem – ignoramos as represálias feitas contra o Comando Geral da Polícia Militar, os “Coronéis Barbonos” e os “40 da Evaristo”, ficamos inertes, não apoiamos os que ousaram erguer a voz, mostrar o rosto e clamar por mudanças.
O “Estado Paralelo” agradeceu, ele precisa de uma Polícia mal qualificada, sem condições de trabalho e pessimamente remunerada!
E agora, diante de fatos tão graves, mais uma vez, não faremos nada ou quase nada e a vida seguirá em frente rumo a total desagregação social.
Concluindo, questiono:
Qual é o(a) candidato(a) a Prefeito indicado pelo “Estado Paralelo” em cada comunidade por ele dominada”?
Apesar de tudo, eu ratifiquei um aprendizado e novamente não vou votar em nenhum candidato a Prefeito ou a Vereador de partido político que tenha contribuído - por ação ou por omissão - para o nosso caos social do dia a dia.
Aliás, avançarei um pouco mais, farei campanha contra, conclamando quantos eu puder para votar com esta consciência.
E sonho que os homens e as mulheres de bem façam a mesma coisa!

sábado, 31 de maio de 2008

DISCURSO DA DEPUTADA ESTADUAL CIDINHA CAMPOS.

BLOG DO JORNALISTA GUSTAVO DE ALMEIDA - SANTA BÁRBARA E REBOUÇAS:
Trecho do artigo "NA ALERJ":
Discurso da deputada Cidinha Campos (PDT):
"Sr. Presidente, Sra. e Srs. Deputados, o que eu tenho a dizer não é tão grande que eu não pudesse usar um aparte para fazê-lo, mas eu achei que seria tirar o tempo do debate que está se ouvindo aqui, porque tem sido muito bonito, e eu quero cumprimentar o Deputado Paulo Ramos - não é sempre que eu faço isso, não é, deputado? - pelo seu discurso desta tribuna.
Falou-se muito aqui, Sr. Presidente, sobre estado de direito. Acho que do estado de direito já se falou demais. Nós temos que falar do Estado direito. O Estado direito é aquele em que o deputado trabalha, vive com o seu salário, não rouba de ninguém, não tira dinheiro da escola de criança. Esse é o Estado direito!
Não vou fazer nenhuma análise jurídica. Eu vejo com espanto que na hora de defender um deputado, vão procurar na Constituição o amparo para livrá-lo de uma punição. Mas esse deputado, que foi Chefe da Polícia deste Estado do Rio, não respeitou nem o Código Penal, nem o Código Civil. Nada! Na hora de se defender, todos buscam a legalidade ideal: a Constituição Federal, que ninguém respeita.
Esta Casa, é claro, tem competência para tirá-lo do xadrez, mas não tem legitimidade. Sabe por que, Sr. Presidente? Porque 40% desta Casa estão envolvidos com a marginalidade: 40% de uma casa política envolvidos com bolsa-escola, máfia dos combustíveis, assassinato, grupo de extermínio, extorsão, milícia e tráfico. Que legitimidade tem esta Casa para dizer que ele tem que sair da prisão? Estão votando em causa própria! “É ele hoje, sou eu amanhã” – como já disseram aqui uma vez.
Então, qualquer que seja esse resultado, e eu já sei qual será, como sabia que ele ia ser preso – e V. Exa. é testemunha que eu sabia que ele ia ser preso - como sei que outros serão. Serão presos e nós nos vamos enfraquecendo a cada passo. As argolas que querem tirar do pé do Álvaro Lins já estão chegando aos nossos pés, porque nós estamos implantando no Poder Legislativo do Estado do Rio de Janeiro o poder da bandidagem, da falcatrua, da falta de respeito à população e ao direito do Estado, ao Estado direito.
Sr. Presidente, eu trouxe documentos aqui. Tem gravação. Eu tenho a degravação completa da investigação da Poeira no Asfalto. O chefe do gabinete do Dr. Álvaro Lins tratando da falcatrua que ia fazer naquele direito especial do imposto do ICMS que o Garotinho ia botar. Ele não está sendo julgado por isso, mas também será e nós vamos perder o bonde da história, porque ele é o principal envolvido na máfia dos combustíveis. Mas como é que vai votar esta Casa? Dos oito presos, um é funcionário daqui. A mulher do Sr. Álvaro Lins, a ex, é funcionária da Casa, e os outros, os demais, todos foram homenageados pela Casa, todos os bandidos receberam moção desta Casa, alguns receberam três ou quatro. Mas que moral tem um Deputado que dá moção para esses bandidos? E eu não estou nem falando do Álvaro Lins, que recebeu a Medalha Tiradentes e outras coisas, estou falando dos “inhos” todos. Bandidos pés-de-chinelo que receberam moção, medalha de diversos Deputados, a maioria de Deputados também envolvidos em outras denúncias de corrupção.
Eu acho, Sr. Presidente, que é um discurso perdido. Quando a gente se opõe ao sistema, porque isso virou um sistema, chega a ser perda de tempo. Mas o que estou fazendo aqui se eu não fico pelo menos indignada com o que está acontecendo? Então, eu sei que ele vai sair por aquela porta, vai usar os instrumentos que tem, como disse bem o Sr. Deputado Paulo Ramos, como ex-Secretário de Segurança Pública, para desvirtuar a investigação. E não é só ele, são dois ex-Secretários, ele e o Ricardo Hallack, que é outro bandido de primeira classe muito homenageado nesta Casa. É um discurso vazio. É um discurso que não vai dar em nada.
Pode sair, Sr. Deputado Álvaro Lins!
A Casa é sua!"