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segunda-feira, 9 de maio de 2011

A DESCRIMINAZAÇÃO DA MACONHA E OS SERVIÇOS PÚBLICOS ESSENCIAIS.

Publico dois artigos do jornalista Reinaldo Azevedo sobre a descriminização da maconha, os quais foram encaminhados na forma de comentário por um dos nossos leitores, mas neste momento não pretendo discutir o tema, mas sim chamar a atenção para um aspecto que me parece esquecido nas discussões: os serviços públicos essenciais.
Vivo no Rio de Janeiro, o segundo estado em arrecadação do Brasil, onde o governo é completamente ineficaz na prestação de saúde, segurança e educação públicas para a sofrida população fluminense. Os três serviços são desenvolvidos de forma lastimável. Ninguém está seguro em lugar nenhum, não importando dia ou horário. Na educação o estado está em penúltimo lugar no Brasil e na saúde pública não temos UTI neonatal nos hospitais públicos e nem leitos suficientes em CTIs, o que causa a morte de quase dez pessoas por dia.
Diante dessa calamidade, desse governo completamente incapaz, imaginem como funcionaria no Rio a comercialização da maconha descriminizada e o uso terapêutico dessa erva.
Veja / Blog Reinaldo Azevedo
Trecho Extraído

08/05/2011 às 6:51
Escarnecendo dos brasileiros - Comissão de que faz parte secretária nacional de Segurança Pública propõe descriminação da maconha e liberação de produção para consumo próprio.
Há coisas que chegam a dar certa vergonha de noticiar e de comentar, mas fazer o quê? Estão aí, não é? Podem desafiar a nossa compreensão e, às vezes, a nossa paciência, mas temos de lidar com elas. Antes que vá ao ponto, uma questão geral, para reflexão. “Eles” estão perdendo o senso de limite, avançando muito além do razoável. Haverá a hora, estejam certos, em que a sociedade acabará reagindo — desde que haja vozes políticas que resolvam expressar o sentimento da maioria dos brasileiros em relação a alguns temas. Por enquanto, “eles” estão na fase do surto. Não tardará, e os efeitos desastrosos de certas medidas vão se fazer sentir. E então começaremos a despertar para os fatos. Ao ponto.
O Brasil está sendo tomado por uma nova droga, ainda mais devastadora do que o crack: o oxi. Entrou no Brasil pelo Acre, o paraíso marino-petista na Terra, e já se espalha por vários estados. A presidente Dilma Rousseff, no quinto mês de governo, ainda deve ao país o seu plano para combater o crack, promessa solene de campanha. Por enquanto, seu governo está apenas dando marretada em garrucha velha e produzindo mistificações com uma campanha do desarmamento. A Polícia Federal, que tem de vigiar as fronteiras, viu reduzida a verba destinada a esse fim. O tal oxi vem da Bolívia, do companheiro Evo Morales, origem de 80% da cocaína consumida no país.
Dada a realidade devastadora do crack e agora do oxi, em que se ocupa o governo? Em criar facilidades para os maconheiros — que vêm a ser, como querem alguns, os “consumidores recreativos de maconha”..."
Blog Reinaldo Azevedo
Continuação

"... Voltei
Não é apologia, tá? Paulo Teixeira, por exemplo, que integra essa comissão, concedeu, não faz tempo, uma entrevista a um site de… maconheiros! Para defender a descriminação da maconha. Sua militância, no momento, é em favor da criação das cooperativas para a produção do mato destinado apenas ao consumo dos “cooperados”. Ele é líder do PT na Câmara.
Um dos principais problemas das escolas públicas Brasil afora, acreditem ou não!, é a segurança. Em muitos casos, professores vivem sob uma espécie de regime do terror. É assim hoje, quando não há um claro incentivo ao porte e ao consumo de droga. Se a proposta que vai no documento acima for aprovada, os traficantes farão o óbvio: aliciarão adolescentes, alunos ou não, para que levem a droga às escolas — cada portador terá consigo apenas a quantidade que caracteriza “consumo pessoal”. Ninguém poderá molestá-los. E não poderá impedi-los de passar a droga adiante.
As escolas particulares dos filhos dos ricos terão condições de coibir o tráfico em suas dependências porque dispõem de recursos para isso. As públicas ficarão ao deus-dará. Se, hoje, com as restrições legais existentes, a droga já circula entre estudantes, imaginem quando não houver mais amarras. Os filhos dos pobres estarão sendo entregues aos traficantes.
Repressão e medicalização
O debate das drogas vai tomando um caminho perigoso, pautada por uma vigarice intelectual espantosa. A medicalização da questão está tomando o lugar da articulação de políticas púbicas para coibir o tráfico. Sim, a droga é também um problema de saúde, mas, lamento afirmar, é, antes de mais nada, um problema das polícias, que têm a obrigação de reprimir o tráfico.
Um estado que legalizasse as drogas e decidisse arcar com o custo de tratamento dos drogados estaria, em prazo não muito longo, inviabilizando o sistema público de saúde. Seria um sorvedouro sem fim de recursos, porque as gerações iriam se sucedendo na busca do tratamento. Acho que o estado tem, sim, de procurar se equipar para recuperar os viciados, mas não com a descriminação.
É preciso um mínimo de coerência. Ou bem se admite que estamos diante de uma questão de interesse coletivo, e o estado tanto reprime as drogas quanto trata dos dependentes, ou bem entendemos, como querem alguns, que se trata de uma escolha individual. A ser assim, então o estado não tem de gastar um tostão com viciados. Eles não podem “escolher” ter o barato — seja lá com que porcaria for — e depois bater às portas do estado (a coletividade) para pedir socorro. Ou vamos lançar também o Bolsa Maconheiro, o Bolsa Cocaína e o Bolsa Crack?".
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: SÉRGIO CABRAL QUER LEGALIZAR AS DROGAS LEVES.

BLOG DO REINALDO AZEVEDO
06/12/2010
Sérgio Cabral, a defesa da legalização das drogas e o pacto com o capeta

Sérgio Cabral, este assombroso governador do Rio de Janeiro, avaliou que o momento é bom para retomar uma antiga tese sua: a defesa da descriminação das drogas. Não de todas elas, claro! Afinal, ele é um senhor responsável: só daquelas leves. “Droga leve”, no Brasil, costuma ser sinônimo de maconha. Ele nada disse sobre o crack, por exemplo, um verdadeiro flagelo nacional.
No dia 27 de outubro do ano passado, escrevi aqui um texto intitulado “Drogas - Um pacto com o demônio”. Recomendo a releitura ou, a depender do caso, a leitura. Notem que eu me referia ali ao Complexo do Alemão, às obras do PAC, à tese da legalização, à questão do tratamento dos drogados e, muito importante!, à subcultura das drogas, que também é um flagelo, só que moral. E que fique uma vez mais registrado, porque, nesse caso, sem qualquer pretensão bobinha, é um registro que fica para a história: Cabral está pondo em prática a sua tese. As UPPs, como vêm sendo implementadas, legalizam as drogas no Rio de Janeiro. Diz José Mariano Beltrame que o objetivo de sua política é recuperar território. Sem dúvida, isso é importante! Só que é preciso recuperar o território e exercer a soberania, não é mesmo?
Se o tráfico continua, e continua, quem manda é o traficante. A polícia apenas faz a segurança…
Vamos ao texto do dia 27 de outubro de 2009, que abre com um magnífico vídeo de Carlos Minc.

As drogas estão se tornando um flagelo no país. Sob o olhar cúmplice das autoridades brasileiras. Mais do que isso: há uma cultura de tolerância com o consumo — e, por conseqüência, com o tráfico. Quem cheira mata! No Ministério da Justiça, há um estudo, que deve se converter num projeto de lei assinado por um deputado do PT, que tira da cadeia o chamado “pequeno traficante”. Um ministro de Estado, Carlos Minc, não só participou de uma tal “Marcha da Maconha” como subiu num palco e discursou em defesa da descriminação das drogas num ambiente visivelmente relaxado, descontraído… O vídeo está publicado acima. Um ministro de estado é a representação do presidente da República. Minc continuou ministro.
No Rio, fica evidente que o narcotráfico domina vastos territórios, onde a polícia não entra a não ser em operações que lembram ações de guerra. O Complexo do Alemão — que chamo “Complexo da Ideologia Alemã — não recebe a visita da Polícia há 13 meses para não atrasar as obras do PAC… O narcotráfico, como deixarei claro aqui nos próximos dias, desenvolveu até uma estética, que se confunde com uma ética, que chegou à industria do entretenimento: o funk. “O que o funk tem com isso, Reinaldo?” Ok. Tentar combater o mal exaltando os seus valores e sua visão de mundo é perda de tempo. Muitas ONGs, todo mundo sabe, mas ninguém diz, se tornaram fachadas legais do poder paralelo do tráfico. Estamos começando a colher os efeitos da incúria, da irresponsabilidade, do erro de análise e da ideologização do crime.
A droga é, sem dúvida, um flagelo. A maioria dos brasileiros acompanhou a história terrível de Bárbara, uma jovem de 18 anos, assassinada pelo namorado, Bruno Prôa, de 26, que havia acabado de consumir crack. Foi o próprio pai do rapaz, Luiz Fernando, quem chamou a polícia. Numa carta ao jornal O Globo e, ontem, no Jornal Nacional, ele reclamou da impossibilidade de se internar, contra a vontade, um viciado em drogas. A lei que força a internação existe, mas todos sabem que não é aplicada.
O Jornal Nacional resolveu debater o assunto com dois especialistas: o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, considerado uma das maiores autoridades sobre o assunto no país, e Pedro Gabriel Delgado, coordenador da área de Saúde Mental do Ministério da Saúde. Basta assistir à entrevista de ambos para se constatar que Laranjeira tem razão: “Essa lei não é seguida aqui no Brasil. O sistema público de saúde não tolera esse tipo de atitude. Então acaba desassistindo uma parte da população. O crack é uma doença grave, em que é preciso uma série de recursos, inclusive a internação involuntária, em que as pessoas que não têm recursos no Brasil estão sendo privadas de receber o tratamento necessário para essa doença tão incapacitante.“
O representante do Ministério da Saúde tentou contestá-lo sem sucesso e só evidenciou que é mesmo impossível internar, contra a vontade, um drogado que esteja fora do controle. Sem ter saída, o valente se aproveitou do fato de Laranjeira ser de São Paulo e fez o quê? Ora, política!!! Atacou o sistema de saúde paulista, como se isso estivesse em debate. É com gente assim que o Brasil está lidando. Isso explica por que chegamos aqui. As reportagens do Jornal Nacional estão aqui e aqui.
O país brinca com fogo. Seja num drama quase privado, uma tragédia que colhe de modo avassalador duas famílias — mas que representam milhares —, seja no episódio do abate do helicóptero e das mais de 40 mortes do Rio, estamos constatando a falência do… Não! Estamos constatando a inexistência de políticas oficiais que cuidem do assunto, que abrange, como se nota, várias áreas: da segurança pública à saúde mental. E as falácias vão se acumulando.
Imaginar que se possa combater o grande tráfico de drogas sem combater o consumo e os pequenos traficantes é dessas bobagens que vão se tornando influentes apenas porque ganham uma roupagem de “progressismo”. A tese prospera não porque comprovadamente eficiente, mas porque parece apelar a um senso de Justiça superior, que as pessoas comuns não alcançariam. Imaginar que se pode descriminar a maconha, por exemplo, mas manter na ilegalidade as demais drogas, é outra dessas vigarices influentes que adquirem ares de fina sapiência. Considerar que a política de redução danos — que levaria a um consumo mais “responsável” das drogas, com um manual de instrução — substitui a política de repressão é outra dessas mentiras que tentam ser convincentes. Lembro-me do embate aqui com um grupo que dizia defender tal procedimento no consumo de ecstasy. Raramente li tanta bobagem. Naqueles dias, o professor Laranjeira foi um dos que se colocaram ao lado deste blogueiro na censura a certas considerações que eram nada menos do que apologia das drogas — sob o pretexto de combatê-las.
Estudos demonstram, por exemplo, que boa parte dos moradores de rua de São Paulo — e isso deve ser verdade em todas as grandes cidades — são doentes mentais. Em alguns casos, a doença é efeito da droga; em outro, os males se conjugaram. Não há local para recolher e tratar essas pessoas ainda que a Prefeitura se dispusesse a tirá-las das ruas. Ao contrário: aqui em São Paulo, certa Escatologia da Libertação, cobrindo o rabo do capeta com a batina, advoga justamente o contrário: o “direito” que essas pessoas teriam de morar nas ruas. ONGs chegam ao requinte de distribuir cachimbos para o consumo de crack e um kit com seringa, água esterilizada e outros apetrechos para o uso de drogas injetáveis. Só falta fornecer mesmo a droga. A suposição, sempre, é a de que, já que o consumo é inevitável, que seja feito de maneira segura. Iniciativas como essas costumam contar com ajuda oficial.
Entenderam a perversidade da coisa? Já que o Estado brasileiro não pode estatizar a segurança e o combate às drogas, então ele, na pratica, estatiza o drogado, a doença. Não deriva o Bem do Mal. Não há hipótese. Cedo ou tarde, o que se supõe um Bem, derivado do Mal, vai cobrar o seu preço. Estamos começando a pagá-lo agora. Os anos todos de tolerância com a cultura da droga já corroeram também as instituições.
A tolerância com o estado paralelo da droga e os flertes com a sua “cultura alternativa” não poderiam dar em outra coisa. Diante do crime, há duas alternativas: combatê-lo ou fazer com ele o pacto que o demônio costuma fazer com seus eternos subordinados. O Brasil tem escolhido reiteradamente o rabudo.
Mas Dilma disse que outros bairros ainda ficarão com inveja do Complexo do Alemão, lá onde a polícia não entra e onde o presidente, FB, nem precisa de eleição.
PS: Publiquei, à época, o tal vídeo com Carlos Minc. Mas acho que ele merece circular de novo como evidência da miséria intelectual, ética e moral que tomou conta do Brasil também nessa área. Quem não entender o que isso tem a ver com o helicóptero abatido e com a tragédia da jovem Bárbara não tem o que fazer neste blog. E peço moderação nos comentários, por razões óbvias.
Por Reinaldo Azevedo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O PREÇO DE UM TAPA NA CARA.

Nós que somos integrantes de instituições organizadas militarmente no Brasil sempre ouvimos nos quartéis que o mau tratamento recebido pelos militares por parte dos governantes, após a reabertura política, tinha origem nas acusações de tortura praticadas por militares e por policiais.
Seria a vingança dos torturados.
O artigo anterior me lembrou de uma nova possibilidade para o péssimo tratamento, que ouvi em Copacabana, no Rio de Janeiro, neste ano, quando conversei com dois Praças com muito tempo de Polícia Militar.

Alguns policiais tinham (têm) um hábito errado com relação aos viciados, quando os flagravam com pequenas quantidades de drogas ilícitas. Como nada adiantava levá-los para a delegacia policial com uma pequena quantidade de drogas, policiais julgavam no local e arbitravam uma pena imediata: alguns cascudos e tapas na cara.
Não raro, a maconha tinha que ser engolida pelo viciado, como uma pena acessória. Com a cocaína isso não era comum e quando ocorria resultava em sérios problemas para o viciado.
O tapa na cara é uma ofensa que quem recebe não esquece, pois desmoraliza.

A turma cresceu e muitos viciados do passado assumiram funções muito importantes no país, muitos não esqueceram os tapas que receberam.
Na opinião dos Praças esses fatos poderiam ser a origem do desprezo pelos policiais.
Seria a vingança dos desmoralizados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

GUERRA DO RIO: DROGAS APREENDIDAS - O TOTAL E A COCAÍNA.

SITE G1
Mais de 42 toneladas de drogas do Alemão chegarão nesta tarde à CSN
Material será incinerado em Volta Redonda, em fornos que atingem 1400ºC.
Horário de deslocamento da droga não foi divulgado por segurança (leia).
COMENTO:
A reportagem cita um total de aproximadamente 300 quilos de cocaína apreendida, mas os últimos dados dão conta de 235 quilos.
Fazendo a conta:
Total de drogas = 42.000 quilos.
Total de drogas menos cocaína = 41.765 quilos.
Considerando a quantidade de maconha + crack (foi pequena também), era de se esperar uma quantidade de cocaína significativamente maior.
A cocaína é uma droga cara e infinitamente mais fácil de transportar por homens em mochilas, por exemplo. Qualquer traficante pode transportar quilos de cocaína, sem muito prejuízo para a sua fuga.
Os traficantes abandonam sobretudo a maconha, pois é impossível transportar pela quantidade e desaconselhável em termos financeiros. Se tiverem que abandonar drogas, os traficantes deixarão para trás sempre a maconha.
Os indícios iniciais sinalizam para que além da fuga de centenas de traficantes com seus armamentos, eles devem ter levado muito dinheiro e muitos quilos de cocaína.
O tempo irá esclarecer melhor todos os fato.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

UMAOPINIÃO SOBRE A DESCRIMINAÇÃO DA MACONHA.

Carlos Bolsonaro: Contra a descriminação da maconha.
Vereador (PP).
Rio - Ao fim do regime militar nossos bravos e endinheirados guerrilheiros se voltaram contra tudo o que de bom fizeram os militares. Naquela época, a família era sagrada, os professores, respeitados e os criminosos, tratados com rigor. Hoje, sob a justificativa de “direitos humanos”, se promovem políticas para quem mata, estupra, sequestra ou comete crimes contra os que trabalham.
A grande desgraça em nosso País é a busca do voto a qualquer preço, e os consumidores de maconha e outras drogas, que não são poucos, são alvo. ONGs proliferam às custas do erário e não se vê preocupação com vítimas ou parentes.
Não se deve escancarar a porta de entrada do vício, pela maconha, sob pena de legalizar o caos, pois o próximo passo seria a tolerância da cocaína, do “ecstasy” e do “crack”.
O aumento do número de usuários — que devem ser tratados como criminosos, ainda que com pena mais branda — aumentaria os crimes praticados por esses irresponsáveis que, na Justiça, alegariam estar sob efeito de alucinógenos legais e não poderiam ser condenados.
A bancada da maconha não tem argumentos para justificar tamanha excrescência já que não encontram eco nas famílias e na religião, bases de toda sociedade. Quem não tem um familiar ou amigo viciado ignora o malefício que qualquer droga pode causar e, por isso, não pode estar ao lado da descriminalização, na certeza que tal prática estimularia o ingresso nesse submundo.
Quem defende a descriminalização de drogas, se não for em causa própria, que contrate para sua casa motoristas e domésticos usuários de maconha, cocaína, haxixe, etc. Assim, começarei a pensar em honestidade de propósito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 15 de maio de 2009

MACONHA - RUMO AO ABISMO OU À IMBECILIDADE - MOYSÉS T. LOPES - PUBLICITÁRIO.

A campanha da liberalização da maconha e outras drogas poderiam intitularem-se de “rumo ao abismo ou à imbecilidade”.
Alguns defensores desta bobeira dizem que a sociedade não está preparada para esse debate. Eles acertaram dessa vez! Como reconhecer como promissor,útil e viável de legalização algo que só atrai desgraças e continuamente estamos observando os fatos destruidores que as mesmas proporcionam e que até alguns usuários mais inteligentes e perspicazes querem sair após alguns “tapinhas” com uma simples maconha ao observarem seus efeitos nocivos em tempo?
As desgraças são notórias em fatos gritantes registrados em noticiários até casas de recuperação, piores do que o uso da bebida alcoólica, pois sustentados pelo altíssimo teor corrosivo e suicida de suas substancias fazem do ingênuo e inocente usuário seu escravo que até se torna ladrão, assassino, prostituto ou inverte seu sexo muitas vezes para manter esse vício.
Também não está preparado para o mesmo debate o dependente desse flagelo epidêmico, pois idêntico ao alcoolismo a maioria dos viciados em drogas ficam com o tempo de uso sem noção do que é certo e errado e do limite da razão e da liberdade, sentem-se donos delas e do poder de agirem como querem para imporem seus hábitos aos não usuários em qualquer lugar público (transportes de passageiros,praias,bares, etc.) e que eles sintam desejos.
Já vi casos de mulheres grávidas não usuárias vomitarem e terem que saltar antes de seus pontos de localizações devido a inalação indireta da fumaça de um simples cigarro de maconha fumado em transportes coletivos por grupo de viciados que provocaram inclusive tumultos nesse coletivo; embates causados por não usuários e viciados devido aos abusos cometidos por esses irresponsáveis quando se acham no direito de manter suas transgressões em locais públicos; estudantes e empresários bem sucedidos que viciados só com maconha - que dizem que é uma droga leve - viverem suas derrotas e insucessos tornando-se inúteis para si e para a sociedade.
Se com toda a proibição vigente já observamos transtornos e desenvolvimentos de problemas diversos, o que virá com a liberalização?
É uma ingenuidade também, se dizer que a violência e o combate ao tráfico irá reduzir-se com esse comércio liberado. Será que nosso traficante pagará impostos e encargos sociais além de outras exigências empresariais para o país sem manter paralelamente um outro clandestino com custo baixo para recuperar esse prejuízo deduzido e outras compensações?
Quem está interessado na evolução desse absurdo flagelo?
Tal como acontece com países onde está liberada a compra de drogas, sempre o viciado em seu desespero de consumo continuará a roubar e matar para sustentar seu vício, porque já que com certeza se tornará um incapaz física e mentalmente, de onde ele extrairá recursos para financiar seu prazer devastador?
E quando estiver em casas comerciais esse absurdo para ser comprado e o viciado na sua agonia não tiver dinheiro para comprá-lo,será que os assaltos irão diminuir assim como aconteceu em uma loja de conveniências no RJ onde foi assassinada covardemente uma funcionária sem reagir só por puro prazer do assassino para fazer tiro ao alvo na cabeça da vítima e isto ocorreu após tê-la roubada em poucos recursos ?
Porque em países como China, alguns do Oriente Médio, Cuba e até em províncias próximas do Tibete – algumas inclusive próxima do Tibete vivem da exportação do ópio - não existe o número de viciados, violência e combates com traficantes que temos em nosso país?
Porque além da conscientização junto da fase infantil dos flagelos causados por esses vício destruidor, existem penas rigorosas que dependendo do teor da criminalidade pode chegar até a pena de morte.
Se as práticas desse absurdo fossem boas e salutares como querem convencer seus dependentes, traficantes inteligentes e de alta periculosidade não matariam seus auxiliares quando viciam-se devido preocupações com “suas vacilações” que é a gíria usada para as perdas de suas saúdes mentais e reflexos na linguagem da bandidagem. Se tal idiotice ficar liberada em nosso país onde convivemos com sérias deficiências de progresso,mal uso e investimento de nossas terras com potenciais ricos e mal desenvolvidos diversos setores econômicos do país, estaremos facilitando inclusive controles e domínios estrangeiros com mais facilidade de nossa economia e de nossas riquezas para proveito de algumas ambições tal como aconteceu em diversos países estrangeiros que a história universal pode contar.
MOYSÉS T. LOPES
Um ex-reporter policial de uma época em que segurança pública era algo que realmente dava certo devido seus controles rígidos.
Atualmente sou publicitário e espero estar contribuindo com alguma solução para o futuro do Brasil.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 8 de maio de 2009

MARCHA DA MACONHA - COMENTÁRIO POSTADO.

Cel Paúl:
A princípio será a Marcha da Maconha - quem sobrevier, verá - a Marcha do Crack !!!
Sinto que chegará um dia, que de maneira ostensiva, serei discriminada...
Quando quero "curtir um barato", tomo água mineral "com gás e uma rodela de limão"!
Serei taxada de extrema direita!
Aff!
Um abraço,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO