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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O "MOVIMENTO CÍVICO JUNTOS SOMOS FORTES!" APÓIA O "CHEGA DE HIPOCRISIA!".

ATO CÍVICO "CHEGA DE HIPOCRISIA"
DOMINGO - 08 NOV 2009 - PRAIA DE COPACABANA


JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 24 de outubro de 2009

EU CONCORDO, O TRÁFICO DE DROGAS É UM COMÉRCIO E O CLIENTE É QUEM ALIMENTA ESSE COMÉRCIO.

JORNAL DO BRASIL:
A verdade é esta: quem fuma maconha financia o narcotráfico (http://www.jblog.com.br/realidade.php)
17/10/2009 - 18:01 Enviado por: Andre Balocco
Quando anunciam algum projeto, as empresas costumam afirmar que ele vai gerar XX empregos DIRETOS e pelo menos X INDIRETOS. O número varia de acordo com o empreendimento e pode ser maior ou menor, dependendo da grandiosidade do mesmo. Os empregos indiretos são aqueles que vêm na cadeia produtiva, como consequência do investimento inicial, e não existiriam caso o mesmo não fosse feito. Na Olimpíada de 2016, por exemplo, o reforço na hotelaria pode ser considerado emprego indireto. Por isso, chegou a hora de deixar nua a relação entre quem consome drogas e a violência na cidade do Rio. Você, que fuma seu baseado todos os dias, comprado sabe-se lá de que forma, trate de assumir sua responsabilidade: é sim responsável, mesmo que não tenha subido o morro, pela onda de violência que tomou conta do Rio neste sábado.
É responsável pelo forte armamento dos traficantes, que desfilam seus fuzis, granadas e pistolas pelas favelas cariocas;É responsável pela guerra do tráfico no Morro dos Macacos;
É responsável pela queda do helicóptero da polícia na manhã de sábado, na Vila Olímpica do Grajaú, após ser atingido por disparos de armas de guerra;
É responsável pela morte dos policiais que estavam na aeronave, carbonizados, que ficaram presos na mesma após serem atingidos.
A sua responsabilidade não para por aqui. Num breve exercício de memória, é responsável também pelos meninos que você despreza ao encontrá-los sujos, maltrapilhos, zanzando pelas ruas em busca de um trocado para usar mais uma dose de crack, capazes de roubar, esfaquear e até mesmo matar pela 'pedra'. Não fuja, não pare de ler este texto! Encare a realidade, pague o preço, assuma que o que você gosta de fazer e que considera inocente é uma das pontas da desgraça que se abate sobre nossa cidade.
Não dá mais para tapar o sol com a peneira. O Rio está em guerra e nesta guerra, a polícia não pode mais ficar nas ruas - tem de ir aos morros combater o narcotráfico porque você usa a droga. Tem de ir aos morros porque há mercado para o uso de drogas - apesar de você comprar o 'bagulho' no asfalto, nas raves, na rua. Este 'bagulho' que você compra, sintético ou não, e que em tese passa longe dos morros, alimenta a cadeia produtiva que termina no fuzil que os 'meninos' usam nas favelas. É o famoso 'emprego indireto' que está lá em cima no abre deste post.
Você é responsável também, apesar de não ser o único, por alimentar a ambição destes garotos que trabalham no tráfico de olho nas oportunidades que a sociedade não lhes dá.
Ou você acha que aquele que planta e produz maconha vai se virar para um narcotraficante e dizer, empertigado, que não vende sua droga para ele porque ele também vende armas;
Que não vende a 'inocente' maconha para ele porque ele trafica mulheres e crianças;
Que não vai vender sua droga porque ela é feita para jovens que apenas querem se divertir;
Que não vende o 'bec' porque rezou muito antes de plantá-lo para que ele ajudasse as pessoas a refletirem sobre a vida e fizessem do mundo um lugar melhor para viver;
Que não vende a maconha porque aquele narcotraficante costuma financiar as invasões de morros.
Chegou a hora de cada um assumir a sua responsabilidade.
QUEM FUMA MACONHA FINANCIA O BANHO DE SANGUE NO RIO!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O CRIME É UM COMÉRCIO, NÃO PODEMOS ESQUECER NUNCA DESSA VERDADE.

A revista Veja que circulou nesse final de semana publicou uma entrevista com o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, que defendeu a sua estratégia para controlar o comércio de drogas ilegais, que condena o confronto e investe na legalização do consumo de drogas leves.
Ele condena o modelo repressivo usado pelo mundo e que não tem surtido os efeitos desejados, uma maneira de analisar o quadro que devo respeitar, mas que vejo com muita preocupação, pois se afasta do núcleo do problema.
O tráfico de drogas é um dos maiores flagelos experimentados pela humanidade e deve ser controlado com todas as estratégias possíveis, porém não podemos nos afastar de uma verdade: O crime é um comércio.
Um comércio ilegal, mas um comércio como qualquer outro, com todos os seus componentes: o produto, o produtor, o estoquista, o transportador, a propaganda, o vendedor, a segurança, o concorrente e o cliente.
Olvidar dessa realidade existente em todo mundo é ficar longe das possíveis soluções.
Será que liberar o comércio de drogas leves irá diminuir esse comércio?
Não continuarão existindo todos os componentes desse comércio?
Tenho minhas dúvidas.
Eu condeno o entendimento que trata o viciado apenas como um “doente”, pois esse modo de pensar acaba alimentando o comércio, ele precisa ser entendido como cliente e o principal fomentador de toda essa estrutura.
Portanto, por que não focar a prevenção-repressão no cliente?
Uma prevenção multidisciplinar que parece esquecida, pois nem mesmo as campanhas na mídia estão sendo realizadas pelos governos. Temos que acreditar que a única saída eficaz é a educação continuada na direção da resistência o uso de drogas, bem como, fornecendo alternativa para que os jovens não sejam estimulados e cooptados para integrar esse comércio.
É preciso falar sobre esse flagelo abertamente e discutir todos os seus malefícios na busca das melhores formas preventivas.
E uma repressão qualificada que dificulte ao máximo o acesso do cliente ao produto, evitando-se o confronto armado com os seguranças desse comércio.
As estratégias e as técnicas poderão ser variadas, construindo uma política pública e uma política de estado, que perdura e não de governo que mude a cada quatro anos. Todavia, não podemos esquecer que o tráfico de drogas é um comércio e que todos os que “ganham a vida” nesse comércio precisam sobreviver e que buscarão outras formas de conseguir o seu sustento e de seus familiares.
Se não pensarmos também com esse parâmetro, seremos tolos ao ponto de ocupar maciçamente comunidades carentes com policiamento ostensivo, dificultando o comércio de drogas, resolve o problema, quando na verdade ele apenas se desloca de local. Pior, como os componentes do comércio precisam viver, quando eles não conseguem vender drogas nos morros, eles descem e praticam roubos no asfalto.
Afinal, todos precisam comer, inclusive os que integram esse comércio, o tráfico de drogas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

UMAOPINIÃO SOBRE A DESCRIMINAÇÃO DA MACONHA.

Carlos Bolsonaro: Contra a descriminação da maconha.
Vereador (PP).
Rio - Ao fim do regime militar nossos bravos e endinheirados guerrilheiros se voltaram contra tudo o que de bom fizeram os militares. Naquela época, a família era sagrada, os professores, respeitados e os criminosos, tratados com rigor. Hoje, sob a justificativa de “direitos humanos”, se promovem políticas para quem mata, estupra, sequestra ou comete crimes contra os que trabalham.
A grande desgraça em nosso País é a busca do voto a qualquer preço, e os consumidores de maconha e outras drogas, que não são poucos, são alvo. ONGs proliferam às custas do erário e não se vê preocupação com vítimas ou parentes.
Não se deve escancarar a porta de entrada do vício, pela maconha, sob pena de legalizar o caos, pois o próximo passo seria a tolerância da cocaína, do “ecstasy” e do “crack”.
O aumento do número de usuários — que devem ser tratados como criminosos, ainda que com pena mais branda — aumentaria os crimes praticados por esses irresponsáveis que, na Justiça, alegariam estar sob efeito de alucinógenos legais e não poderiam ser condenados.
A bancada da maconha não tem argumentos para justificar tamanha excrescência já que não encontram eco nas famílias e na religião, bases de toda sociedade. Quem não tem um familiar ou amigo viciado ignora o malefício que qualquer droga pode causar e, por isso, não pode estar ao lado da descriminalização, na certeza que tal prática estimularia o ingresso nesse submundo.
Quem defende a descriminalização de drogas, se não for em causa própria, que contrate para sua casa motoristas e domésticos usuários de maconha, cocaína, haxixe, etc. Assim, começarei a pensar em honestidade de propósito.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 6 de setembro de 2009

CABRAL (PMDB) DANÇA E DANÇARÁ MAIS AINDA EM 2010.

Eu sou politicamente incorreto, não gosto de funk!
Como não gosto de outras "modalidades musicais".
Eu adorava a MPB de protesto da época da ditadura.
Adorava o Chico político, o Ivan Lins, alguma coisa do Caetano e do vandré, assim como algumas do Cazuza.
Eu imaginava que eles queriam construir um país, como eu era tolo, eles queriam a volta ao poder dos seus, os seus que hoje destroem o Brasil, um país corrupto de governos dominados pelo crime, tudo diante do silêncio dos "heróis de papel fino".
Hoje eles me envergonham, o silêncio deles oprime a minha consciência.
Cabral tenta Lular (verbo novo: agir como Lula) agindo de forma populista, afinal funkeiro, viciado, traficante e familiares também votam e são um contingente enorme.
O funk não é a música do tráfico como alguns que pretendem criminalizar o movimento afirmam, ele é apenas uma outra forma dentre inúmeras de fazer música, cantar, ser feliz e viver.
O problema não é o funk, mas sim os bailes realizados em comunidades carentes e não carentes que atraem milhares de pessoas e com isso os vendedores e os compradores de drogas ilícitas.
As festas raves são um grande exemplo dessa realidade e são realizadas em ambientes bem diferentes das comunidades carentes.
Os bailinhos dos clubes do subúrbio do passado já apresentavam essa realidade, mas em escala infinitamente menor.
O mesmo problema ocorreria se realizássemos um concerto sinfônico no meio da Rocinha e esse evento tivesse a capacidade de atrair um grande público, milhares de pessoas, viciados e vendedores de drogas.
Esses eventos em locais onde a venda de drogas dispõe de grande estoque para a venda alimenta de forma criminosa a criminalidade no Rio de Janeiro.
Infelizmente, como a Polícia Federal privilegia a manutenção dos ótimos salários, em detrimento de possuir um efetivo capaz de fazê-la cumprir as suas missões constitucionais, drogas e armas chegam a essas comunidades como se fossem gêneros alimentícios, ou seja, com extrema facilidade.
Temos que apreender que tráfico é COMÉRCIO.
COMÉRCIO que precisa de produtos para vender e CLIENTES para comprar esses produtos.
Viciado é doente, VICIADO é CLIENTE!
Temos que tratar os VICIADOS como CLIENTES do tráfico de drogas.
São eles que alimentam essa tragédia.
Sem dúvida, eles precisam de tratamento para deixar o vício e cabe ao poder público arcar com essa missão para os que não podem pagar o próprio tratamento, apenas para esses.
Agora, aceitar que o cara do lado acenda um ao nosso lado ou devaste uma carreirinha, ofende todos os princípios da legalidade e da lógica.
O VICIADO precisa ser reprimido.
Essa é a maneira mais fácil e menos violenta de combater o tráfico de drogas, milhares de vidas seriam poupadas, basta centrar a repressão no CLIENTE.
É o VICIADO que nos mata em cada esquina do Rio de Janeiro.
São eles que roubam os nossos carros e aumentam os valores dos nossos seguros.
São eles que acionam os gatilhos das armas portadas por crianças que nos matam.
VICIADO é doente, VICIADO é CLIENTE.
Muito mais DOENTE é a sociedade que aceita isso, a não repressão ao CLIENTE.
DOENTES mais graves somos nós que não fumamos, não cheiramos, não aplicamos, mas que ficamos calados permitindo que nossos entes queridos sejam assassinados a toda hora nesse Rio de Janeiro que cultua a morte.
No mais deixem Cabral dançar...
Em 2.010 ele e o seu PMDB dançarão outro ritmo, um ritmo fúnebre de fim de estrada política.
Governador, hoje dançamos nós, cidadãos fluminenses, em 2.010 ditaremos o ritmo de sua dança.
O funk não é a música do tráfico.
Uma ópera no Complexo do Alemão poderia ter o mesmo efeito se pudesse unir no mesmo espaço os COMERCIANTES e os CLIENTES.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de maio de 2009

O DIA - PM MATA DOIS QUE USAVAM DROGA NA RUA.

PM mata dois que usavam droga na rua.
Soldado expulsa homens com maconha em frente à sua casa em São Gonçalo e leva tiro.
Rio - Três policiais militares foram baleados ontem em trocas de tiro no Rio e em São Gonçalo, onde dois supostos bandidos também morreram no tiroteio. De acordo com as primeiras informações da polícia, o tiroteio em São Gonçalo, que aconteceu no bairro Arsenal, começou depois que o soldado PM Wellington Henrique da Silva Marinho, 34 anos, reclamou com dois homens que estavam fumando maconha em frente à sua casa.
Edson Penteado dos Santos, 22, e Luis Cláudio de Almeida Ramos, 37, teriam deixado o local, mas momentos depois retornaram armados e invadiram atirando na vila onde o PM mora. Wellington reagiu e baleou os dois bandidos, que morreram no local. O soldado levou um tiro no ombro esquerdo, foi levado para o Hospital Estadual Alberto Torres e depois transferido para o Hospital da PM, em Niterói.O incidente aconteceu no início da manhã. Testemunhas ainda afirmaram que ouviram uma breve discussão antes do início dos tiros. O caso ainda será investigado pela 75ª DP (Rio d’Ouro). Outros dois policiais militares foram baleados no Parque União, no Complexo da Maré. Os policiais, identificados apenas como cabos Lancelote e Lopes, passavam de viatura pela região, quando foram atacados por bandidos que atuam na comunidade.Os policiais reagiram, mas acabaram feridos nas pernas e levados para o Hospital Geral de Bonsucesso. De lá, foram transferidos para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio. Os PMs, lotados no 22º BPM (Maré), não correm risco de morrer.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 8 de maio de 2009

MARCHA DA MACONHA - COMENTÁRIO POSTADO.

Cel Paúl:
A princípio será a Marcha da Maconha - quem sobrevier, verá - a Marcha do Crack !!!
Sinto que chegará um dia, que de maneira ostensiva, serei discriminada...
Quando quero "curtir um barato", tomo água mineral "com gás e uma rodela de limão"!
Serei taxada de extrema direita!
Aff!
Um abraço,
CHRISTINA ANTUNES FREITAS.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

DROGAS ILÍCITAS - COMENTÁRIO POSTADO.

Caro Cel Paul.
Acredito que o principal problema envolvendo as drogas seja esse "meio termo" em que vivemos.
Vou explicar: O Estado gasta recursos no combate ao tráfico, mas nada faz para punir o consumidor, o que considero expremamente errado, comprar a droga é financiar o tráfico, se traficar é crime, comprar também deveria ser. O que não deve continuar a acontecer é nos matarmos nessa guerra urbana enquanto os filhos da elite curte suas "baladas" irresponsavelmente, finaciando esta guerra.
Um outro ponto a ser discutido é as drogas lícitas: Algumas pesquizas apontam a nicotina como uma das substâncias mais viciantes é o alcool como a droga que causa maior indisposição social.
Se o grande problema é o tratamento de viciados, essas drogas também deviam ser proibidas.
Outro ponto: Como proibir algo que nos é muito importante. A liberdade. Acredito que lutar contra a liberdade é uma guerra inglória. Dificilmente vamos inibir alguém de consumir algo apenas proque é proibido! Estamos tentando fazer isso a décadas e não tem dado muito certo.
Solução? Não sei ao certo, mas como está não pode ficar, temos que escolher um caminho, ou libera tudo, ou proibe tudo.
Mas respondendo a pergunta, sim, sou a favor da liberação de TODAS as drogas, com venda regulamentada, produzidas por empresas sérias, gerando empregos lícitos, imposto e etc. O cidadão teria um cadastro, um cartão magnético, o sistema de saúde saberia quanto e quais drogas ele estaria consumindo e como em alguns países europeus, fumantes já não usufruem do sistema público de saúde para tratamento de doenças provenientes do seu vício, o mesmo seria feito aqui.
Sou um pouco radical...
Se o filho do juiz ou o ator da globo que consumir drogas ilícitas o problema é dele e da sua família, o que não pode é meu carro ser alvejado, com uma bala de fuzil, adquirida com o dinheiro deles.
Sei que como profissional da segurança, não concorda comigo, mas que faz sentido, isso faz.
Att.
SALMA.

Cidadão, o que pensa a respeito dessa proposta do nosso amigo Salma?

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO