Mostrando postagens com marcador Revista Veja Rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Revista Veja Rio. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de novembro de 2009

UM GRANDE E TARDIO ESFORÇO PARA SALVAR A GESTÃO BELTRAME.

REVISTA VEJA RIO
A capa da Revista Veja Rio dessa semana simboliza a Polícia Militar que nós não queremos e que não precisamos. Três jovens alunos do Curso de Formação de Soldados apontando as suas pistolas, simbolizando a polícia que confronta e mata.
O policial tem como missões servir e proteger o cidadão, ele não é um combatente pronto a enfrentar inimigos, definindo em uma fração de segundos quem vai viver e quem irá morrer.
Essa é a Polícia Militar do governo Sérgio Cabral (PMDB) belicosa ao extremo e que só encontra similar no país na Polícia Civil do Rio de Janeiro, uma polícia investigativa que a cada dia se transforma em uma força paramilitar para invadir comunidades carentes, apartada quase que por completo da sua missão constitucional.
A reportagem parece ser mais um esforço para dar sobrevida a gestão Beltrame, desejamos que seja um esforço tardio, para o bem da sociedade fluminense.




JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A OLIGARQUIA MINC - MAIS UMA OLIGARQUIA PETISTA NO BRASIL DAS OLIGARQUIAS.

O GLOBO - ARTUR XEXÉO

O nosso espaço democrático denunciou à Ouvidoria do Ministério Público (RJ), o fato do Guia Ecológico da ONG Defensores da Terra, elaborado com dinheiro público e privado, conter mais de 20 fotografias onde aparecem Carlos Minc.
O guia é uma retrospectiva da militância ecológica do petista, que agora possa para fotos ao lado do lixo importado pelo Brasil (ou exportado para o Brasil).
Se você quiser reler os artigos e rever as fotos, basta digitar na pesquisa do blog; ONG Defensores da Terra.
Ontem, na sua coluna no jornal O Globo, Artur Xexéo informou que a mulher de Carlos Minc, Margarida Oliveira, a Guida, é a presidente da ONG Defensores da Terra há 10 anos!
Então, tudo está explicado, a mulher fez propaganda do marido.
Leiam a matéria que abre esse artigo.
Sem dúvida, adicionaremos à denúncia feita, esse novo fato, na esperança que o Ministério Público faça a sua parte.
Por favor, agora leiam O Estadão:
Filho de Minc é assessor parlamentar na Câmara do Rio.
Alexandre Rodrigues - Agencia Estado
RIO - Além da mulher, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, tem um filho empregado como assessor parlamentar. O advogado José Luís Galamba Minc Baumfeld, de 27 anos, está lotado desde o início do ano no gabinete do vereador petista Adilson Pires na Câmara de Vereadores do Rio. O vereador, líder do governo do prefeito Eduardo Paes (PMDB) na Câmara, nega ter empregado o rapaz a pedido do ministro. Conhecido nos corredores da Câmara como Zezé, o filho de Minc foi nomeado para o cargo em comissão de Assistente 1, símbolo DAS-6, com salário bruto de R$ 4.587, aumentando a lista de parentes de políticos empregados nos gabinetes da Casa. Em abril, a mulher de Minc, Maria Margarida Galamba de Oliveira, também ganhou um cargo de secretária parlamentar, mas em Brasília, onde o ministro carioca passa a maior parte da semana desde que se tornou ministro do Meio Ambiente. Conhecida como Guida, ela foi nomeada no gabinete da deputada federal Cida Diogo (PT-RJ) na Câmara, ocupando a vaga de uma funcionária que foi empregada no Ministério do Meio Ambiente, numa espécie de nepotismo cruzado que o ministro negou. O salário dela é de cerca de R$ 4 mil. Cida e Pires integram a mesma corrente petista, a Mensagem ao Partido, liderada nacionalmente pelo ministro da Justiça, Tarso Genro.Procurado na Câmara, José Luís não foi encontrado. Segundo Ribamar Pereira, chefe de gabinete de Pires, o rapaz participou da campanha do vereador, mas não foi contratado por motivos políticos. "Ele é um assessor técnico, está todos os dias no plenário e tem excelente desempenho". Embora não saiba informar sobre a experiência profissional dele, Pereira disse que ele foi escolhido por seu "notório saber em direito constitucional". Em nota, Pires reiterou que a contratação do rapaz, formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ) com especialização em Direito Público, "se deu por critérios técnicos e de confiança política, não por indicação do pai". O vereador destaca que o rapaz é filiado ao PT e mostrou bom desempenho como advogado de sua campanha em 2008.
E, agora, leiam, por favor, os comentários do jornalista Reinaldo Avezedo (Revista Veja):
Comento:
É incrível como os filhos, mulheres, namorados, namoradas, agregados, amantes etc dos homens públicos brasileiros são competentes, não é mesmo? O que me causa espécie é que, sendo tão hábeis, em vez de procurar emprego na iniciativa privada, eles todas decidam ser “homens públicos” — em alguns casos, “mulheres públicas” também.
Sim, o leitor severo poderia dizer: “Pô, Reinaldo, porque o pai, a mãe, o marido ou mulher estão na política, um parente muito próximo não pode ter vocação para servir ao Estado? Ah, claro que pode. Então pergunto: por que essa gente nunca presta concurso? Por que o cargo é sempre arranjado? Por que a “vocação para servir” depende sempre de um pistolão, hein? Entenderam o ponto? O filho de Minc, a netaiada toda de Sarney (mais seus respectivos pares amorosos), a mulher de não sei quem… Toda essa gente quer servir? Excelente! Que faça a prova, não? Que concorra às vagas.
Carlos Heitor Cony, engrolando desculpas (ver posts abaixo) poderia dizer que isso, entre nós, é mesmo coisa muito antiga. É, sem dúvida. E, por isso mesmo, o pais é o que é. A sem-vergonhice se tornou uma tradição.
É A OLIGARQUIA MINC, MAIS UMA OLIGARQUIA PETISTA.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 21 de maio de 2009

FILME BRASILEIRO APLAUDIDO POR 5 MINUTOS.

VEJA RIO
UOL NOTÍCIAS.
Sessão de gala de "À Deriva" termina com mais de cinco minutos de aplausos.
Thiago Stivaletti.
Colaboração para o UOL, de Cannes.
Terminou com mais de cinco minutos de aplausos a sessão de gala do filme "À Deriva", do brasileiro Heitor Dhalia, que compete na mostra Um Certo Olhar do 62º Festival de Cannes. A sessão, que aconteceu na noite desta quinta (12), era formada em boa parte por convidados da equipe e jornalistas. As atrizes Debora Bloch e a estreante de 16 anos Laura Neiva, protagonista do filme, choraram bastante emocionadas.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

domingo, 3 de maio de 2009

FENEME PUBLICA ARTIGO DO NOSSO BLOG.

Prezados amigos, leitores, colaboradores, seguidores e críticos, comunicamos que foi publicado no site da Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais (FENEME), o nosso artigo:
"REVISTA VEJA RIO - POLÍCIA CIVIL - UMA INSTITUIÇÃO POLICIAL AINDA SEM RUMO" (clique e leia).

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 2 de maio de 2009

REVISTA VEJA RIO - POLÍCIA CIVIL - UMA INSTITUIÇÃO POLICIAL AINDA SEM RUMO.

Nos meus mais de trinta e três anos de serviço na Polícia Militar fiz muitos amigos e poucos desafetos, tanto na minha Instituição, quanto na Polícia Civil e na Polícia Federal.
A minha atividade, principalmente na área correcional, iniciada em 1993, fez com que tivesse contatos freqüentes, sobretudo com Policiais Civis, o que me proporcionou um relativo aprendizado sobre a bicentenária corporação policial, pois sempre foi uma prática comum a troca de opiniões sobre as nossas Corporações.
Aprendi sobre os seus múltiplos aspectos positivos e ainda, sobre os aspectos negativos, que todas as Instituições Policiais possuem, sem exceção.
Diante de tal realidade, com a posse do Delegado de Polícia Civil Allan Turnowski, resolvi postar um artigo sobre a Polícia Civil e os interesses da sociedade fluminense:
O QUE O POVO FLUMINENSE ESPERA DO NOVO CHEFE DA POLÍCIA CIVIL?
O artigo seguiu a linha normal do blog, ou seja, foi centrado na verdade conhecida pelo autor, tendo a intenção de contribuir para uma nova realidade na segurança pública.
Pois bem, citei alguns problemas da Polícia Civil, como a corrupção interna; o desvio de função; a baixíssima taxa de elucidação de delitos (homicídios) e a quase “impossibilidade” do acesso funcional ao cargo de Delegado de Polícia, por parte dos Policiais Civis de carreira.
A corrupção policial dispensa comentários, embora na Polícia Civil (e na POlícia Federal) ela não tenha a ostensividade que apresenta na Polícia Militar, onde “negociações” são feitas em via pública.
O desvio funcional também é claro, considerando que a falta de uma política de segurança, tem empurrado as Instituições Policiais Estaduais para o abismo do descumprimento das suas missões constitucionais.
O Policial Civil, que deveria ser um investigador por excelência, também está sendo transformado em um “guerrilheiro urbano”, portando armas de guerra (fuzis).
A Polícia Civil que tem a missão de investigar delitos para apontar a sua autoria, faz operações de guerrilha, usando viaturas ostensivas e os mais variados “uniformes”.
Investigadores ostensivos, tal qual a piada da polícia secreta portuguesa.
A baixa taxa de elucidação de crimes, principalmente os homicídios, constitui um reflexo do não investimento na formação profissional, bem como, na Polícia Técnico-Científica (perícia criminal).
Esses aspectos são de domínio público, tanto que o Delegado Allan Turnowski, logo após assumir anunciou um reforço na Corregedoria Interna e criou uma “força” para acelerar a tentativa de esclarecer os homicídios.
Porém, a “impossibilidade” de acesso do Policial Civil de carreira ao cargo de Delegado, não é conhecida da população, por isso, merece destaque.
A Constituição Federal de 1988 determinou que o cargo de Delegado deva ser preenchido através de concurso público.
O requisito é possuir o bacharelado em direito.
Essa realidade faz com que concorram em cada concurso, incontáveis jovens recém saídos das faculdades de direito e Policiais Civis de carreira, que ganham muito mal e são obrigados a trabalhar no “bico”, sacrificando as folgas, não dispondo quase nenhum tempo livre para dedicar aos estudos.
Uma competição totalmente desigual e que provoca uma gravíssima violação do INTERESSE PÚBLICO.
E, explico:
Quem a população prefere que exerça a função de Delegado, um bacharel de direito recém formado ou um Comissário de Polícia, com mais de 30 anos de experiência?
A resposta é óbvia, o profissional experiente.
A aprovação dos jovens bacharéis, que absolutamente nada conhecem sobre a ARTE DE INVESTIGAR, que não se aprende nos bancos acadêmicos, acarreta sérios prejuízos ao cumprimento das missões.
Tal realidade criou uma terrível distorção, ou seja, muitos desses jovens Delegados, por questão de sobrevivência funcional, acabam tendo que “colar” com Policiais Civis mais antigos, o que fez surgir os denominados “Delegados Jóqueis”, que embora estejam em “cima”, não são os donos do cavalo e não recebem os grandes prêmios.
Fato semelhante ocorre na Polícia Militar, com relação aos Aspirantes à Oficial PM, os recém saídos do Curso de Formação de Oficiais (CFO), após os três anos de formação prático-teórica.
Os Aspirantes possuem grande conhecimento teórico e pouco conhecimento prático, fruto dos estágios vivenciados, o que faz com que aprendam muito da realidade com Sargentos, Cabos e Soldados, quando chegam às Unidades Operacionais (Batalhões de Polícia).
Entretanto, na Polícia Militar, esse mal produz menos efeitos deletérios para a Instituição, considerando que o Aspirante não assume uma função de liderança institucional, como ocorre com os jovens Delegados.
Apenas para uma melhor compreensão, cito a escala hierárquica da Polícia Militar, de cima para baixo:
- Coronel;
- Tenente-Coronel;
- Major;
- Capitão;
- 1º Tenente;
- 2º Tenente;
- Aspirante à Oficial;
- Aluno do CFO;
- Subtenente;
- 1º Sargento;
- 2º Sargento;
- 3º Sargento;
- Cabo; e
- Soldado.
A diferença na inserção dos jovens é abissal.
Um líder da Polícia Militar, um Coronel de Polícia, tem mais de 28 anos de serviço.
E, esclareço, que nada tenho contra a renovação, muito pelo contrário, tendo em vista que injeta nas Instituições novas idéias e novas técnicas, todavia, a entrada dos jovens deveria ser mais próxima à base da pirâmide e não no topo
O mesmo fenômeno ocorre na Polícia Federal, entretnato, em face dos bons salários recebidos pelos Policiais Federais de carreira, eles não precisam sacrificar as folgas no "bico", o que significa que possuem maior tempo livre para dedicar aos estudos.
Portanto, esse gravíssimo problema, precisa ser equacionado e o “COMO FAZER” é uma das principais missões do novo Chefe da Polícia Civil.
A população fluminense precisa que o mérito seja avaliado com base no conhecimento profissional e não em um conhecimento acadêmico e parcial.
Nunca é demais destacar que os cursos de direito não formam Delegados de Polícia, bem como, deve ficar claro que os poucos meses na ACADEPOL, não transformam um bacharel em direito em Delegado, pois a experiência prática na ARTE DE INVESTIGAR só é apreendida investigando cada caso.
E, para materializar tudo o que escrevi, leiam a matéria da Revista Veja RIO dessa semana, que postei no artigo anterior.
Vejam os jovens Delegados, portando fuzis, o que por si só é um absurdo, sendo que uma Delegada chegou a fazer um curso de “rapel”, que não sei qual utilidade terá para a condução de investigações - a sua missão.
Observem a ostensividade da viatura da Polícia Civil, que deveria ser um veículo comum e nunca ser utilizado para ser fotografado.
Percebam que existem duas viaturas nas imagens, ambas ostensivas, porém com formas de adesivação totalmente diversas.
Certamente, muitos acharão a extensa matéria como positiva para a Polícia Civil, todavia, para quem conhece a Instituição – Policiais Civis de carreira – ela materializa uma Polícia Civil totalmente sem rumo.
Eu tenho certeza que na segunda-feira, a Revista Veja Rio estará em todas as Delegacias de Polícia Civil.
E, caro leitor, para estimulá-lo a ler as páginas da Veja Rio e verificar se tenho ou não razão, um aperitivo:


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

REVISTA VEJA RIO - SEGURANÇA - PCERJ - DELEGADOS DO SÉCULO XXI.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

segunda-feira, 9 de junho de 2008

CLIQUE E LEIA - REVISTA VEJA RIO.

REVISTA VEJA RIO.
CRIMINALIDADE.
O RIO SITIADO.
Milícias torturam, traficantes assassinam, ex-governador é indiciado por formação de quadrilha e ex-chefe da Polícia Civil é preso por lavagem de dinheiro (e logo solto por seus colegas deputados) numa cidade que precisa de ajuda para enfrentar a barbárie e a corrupção.
Patrcik Moraes e Sofia Cerqueira.
http://vejabrasil.abril.com.br/rio-de-janeiro/editorial/m532/o-rio-sitiado

sexta-feira, 6 de junho de 2008

REVISTA VEJA RIO - SOCORRO!

EMAIL RECEBIDO DE VEJA RIO:


"Milícias torturam, traficantes assassinam, ex-governador é indiciado por formação de quadrilha e ex-chefe da Polícia Civil é preso por lavagem de dinheiro (e logo solto por seus colegas deputados) numa cidade que precisa de ajuda para enfrentar a barbárie e a corrupção" (Veja Rio).