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sábado, 13 de junho de 2009

O VAIVÉM DOS HELICÓPTEROS - SOCIÓLOGA MARIA LUCIA VICTOR BARBOSA.

O VAIVÉM DOS HELICÓPTEROS
Maria Lucia Victor Barbosa
10/06/2009
A tragédia do voo 447 da Air France continua a repercutir de forma incessante. Dia e noite as TVs se revezam no afã de apresentar o que até agora é inexplicável. Não existem explicações para a causa da queda do avião, uma espécie de Titanic voador mais que perfeito. Não há ainda identificação dos corpos achados. Não foi localizada a caixa preta e é difícil que o seja. Apenas permanece o horror das vidas ceifadas na celeridade de poucos minutos. Soam advertências de como carreiras promissoras, promessas de felicidade, sonhos são sepultados inexoravelmente no túmulo imenso e frio do oceano. A tragédia coletiva relembra de como somos frágeis e impotentes diante da morte.
O terrível acidente, entretanto, é mais do que luto e dor. Serve ao propósito de acobertar fatos inconvenientes para o governo, distrai atenções, alimenta conversas. Não se fala mais da gripe suína. Desapareceram como por encanto dos noticiários as enchentes do nordeste com suas vítimas anônimas. Não se toca na tragédia pessoal dos que morrem cruelmente sem atendimento em corredores de hospitais inadequados. Omite-se o aumento da violência urbana, a ser incrementada especialmente no Rio Grande do Sul porque juízes decretaram que bandido nenhum vai preso porque faltam prisões. Ninguém sabe como anda o caso Cesare Battisti, o terrorista e assassino italiano que o Brasil teima em proteger.
Assuntos, escândalos, espantos aparecem, somem e se perdem rapidamente na memória coletiva, que de resto retém muito pouco do que é noticiado. Desse modo, é de duvidar que ainda se pergunte: Existe mesmo um membro da alta hierarquia do Al-Qaeda vivendo em São Paulo ? É verdade que a China tomou nosso comércio com a Argentina, apesar dos negócios da China que Lula da Silva foi fazer com pompas e honras naquelas terras distantes onde autoridades estão se lixando para direitos humanos? Aquele deputado castelão sofreu alguma punição ou foi mais um a se safar entre mensaleiros, sanguessugas, falcatruas num Congresso onde Renan Calheiros é exemplo a ser seguido, e o senador Sarney não sabe se recebe auxílio moradia sem disto necessitar? E sobre a CPI da Petrobrás, que inspira terror pânico aos companheiros presidenciais, vai ser de novo adiada por manobras governamentais? Vai acabar em nada como todas as outras? Para trás, sem abrir, vão ficando as caixas pretas da política nacional.
Além do terrível acidente do Airbus da Air France prevalece no momento outro assunto que entretém a massa: a Copa de 2014. Já se nota que serão cinco longos anos de massacrante e tediosa propaganda. Pão e circo funcionavam na Roma Antiga. No Brasil Futebol e cerveja bastam para a felicidade geral. Diga-se de passagem, que parecemos um país de bêbados, pois em quase todos os acidentes de trânsito se diz que o chofer estava bêbado, como no caso do deputado estadual paranaense, Fernando Ribas Carli Filho que, bêbado, matou dois rapazes e, certamente, ficará impune.
Contrastando com a overdose sobre o acidente aéreo a indiferença do presidente da República. Bem diferente na França onde o presidente Sarkozy, pessoalmente, prestou solidariedade às famílias das vítimas. Lula da Silva estava viajando para variar quando ocorreu a tragédia, mas mesmo em sua volta preferiu enviar seu dedicado chanceler Celso Amorim para prestar condolências em missa celebrada em memória dos que se foram. Tampouco Marco Aurélio Garcia, o mentor de nossa desastrada política externa, se pronunciou. Ainda bem, pois poderia fazer gestos obscenos.
Destacou-se no sinistro episódio o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nosso “general da banda” que, fissurado por fardas as enverga sem a menor cerimônia. Idiólatra por natureza, falastrão por excelência, o ministro deixou correr a imaginação e pontificou para o mundo sacudindo uma vareta professoral. Diferente de suas inspeções em navios, quando deu aulas sobre o que não entende, a fala teve repercussão em outros países, mas não como desejava o ministro, pois foi tachado de “bavard”. Mais um vexame para nosso bestialógico internacional já bem recheado com os discursos presidenciais.
Na TV, entre helicópteros trazendo restos das vítimas, eis que surge o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Em mais um malabarismo verbal ele saudou a queda do PIB no primeiro trimestre, dizendo que foi menor do que esperava. Aproveitou e renovou a promessa de que no próximo trimestre tudo será melhor. O ministro que afirmou que o Brasil cresceria 5% em 2009, não se peja em cair constantemente em contradição. Afinal , quem vai se lembrar do que ele disse? Vale a palavra do presidente: é marolinha e ponto final.
Com Dilma ou Lula em terceiro mandato o PT pretende continuar no poder. Seus marqueteiros sabem que fatos são apenas versões, que mitos podem ser construídos com pinceladas de grossas mentiras. O PT se superou na arte da manipulação e compreendeu que opinião pública não existe. Portanto, para que respeito às vítimas do voo 447 e aos seus familiares? Basta mostrar o vaivém sinistro dos helicópteros e os futuros e virtuais estádios da Copa 2014.
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga.
mlucia@sercomtel.com.br
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 6 de junho de 2009

REVISTA VEJA - O FILTRO - JULIANO MACHADO.

- E agora, Jobim?
A informação de que os primeiros destroços recolhidos pela Aeronáutica em alto-mar não pertenciam ao Airbus da Air France e a mancha de suposto querosene era óleo de navio frustrou os que esperavam um avanço nas investigações e principalmente complicou a imagem do ministro da Defesa, Nelson Jobim. Na véspera, ele dissera categoricamente que todos os objetos avistados eram do avião e que, pela extensão da mancha, estava descartada a hipótese de que a aeronave se desintegrara em pleno voo, causando uma explosão. Diante do desmentido da Aeronáutica, o ministro ficou numa situação desconfortável. Ontem, segundo o Estadão, “alegou problemas de saúde e não apareceu”. O jornal também cita a reação negativa das autoridades e mídia francesas diante da precipitação do “ministro-perito”. O ministro francês dos Transportes, Jean-Loius Borloo, cobrou prudência em declarações públicas. “Na emissora de TV TF1, a mais importante rede da França, Jobim foi chamado de ‘bavard’, que em francês significa ‘indiscreto’ ou ‘falador’. Na concorrente France 2, uma reportagem afirmou que ‘a França é mais prudente antes de falar’”. Pegou mal. No fim, como resume O Globo, “após cinco dias, há mais dúvidas que explicações sobre o desaparecimento do Airbus”.
- Minc continua na corda bamba.
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, garante que está “firmíssimo” no cargo, mas sua língua ainda pode traí-lo. Ele não resistiu a provocar novamente os ruralistas. “Não vamos deixar essa turminha destruir nossos biomas”, disse, numa clara referência a seus oponentes. Mantendo seu histórico de frases de efeito, Minc afirmou que “querem tirar uma picanha do Carlinhos”. Segundo o Estadão, Minc relatou que, na conversa que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi orientado a discutir “contradições” no âmbito interno do governo. Parece que o gosto incorrigível de Minc pelos microfones o está impedindo de atender a recomendação do chefe. Com declarações que em nada ajudam a melhorar a tensa
- Escolas “lamentáveis” emperram o Brasil, diz The Economist.
Que nossas escolas públicas são, em sua maioria, um desastre, todo mundo por aqui já sabe. O problema é quando prestigiadas revistas estrangeiras tomam conhecimento disso e divulgam. É o caso da britânica The Economist, que na edição desta semana traz uma reportagem sobre nossas instituições de ensino, consideradas “lamentáveis”. O texto já começa ácido. “Deus pode ser brasileiro, como os cidadãos do maior país da América do Sul gostam de dizer, mas certamente Ele não teve envolvimento no planejamento do sistema educacional.” A revista até faz algumas concessões a avanços no governo Lula, como o fato de 97% das crianças entre 7 e 14 anos estarem matriculadas e com boa frequência nas aulas, mas não deixa de destacar a má formação dos professores, os altos índices de repetência dos estudantes, entre outras mazelas. A reportagem faz uma conclusão óbvia, mas que muitas autoridades fazem questão de não querer enxergar: nossas escolas são um fator que emperra o crescimento do país.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 15 de abril de 2009

terça-feira, 14 de abril de 2009

MINISTÉRIO DA DEFESA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO - AIDS - DST.

Ministério cria programa para prevenir DST/AIDS nas Forças Armadas.
Brasília, 08/04/2009 - O ministro da Defesa, Nelson Jobim, assinou portaria criando o Programa de Prevenção e Controle das DST/AIDS das Forças Armadas. O objetivo da medida é implementar ações de prevenção e controle das DST/AIDS no âmbito das Forças Armadas e promover a capacitação de pessoal para tratar das doenças sexualmente transmissíveis. De acordo com a portaria, as ações serão coordenadas e executadas pelo Departamento de Saúde e Assistência Social (Desas), da Secretaria de Organização Institucional (SEORI) do Ministério da Defesa, que exercerá a função de Coordenador-Geral do Programa.
O programa desenvolverá, junto ao público interno, a concepção de mentalidade de prevenção, responsabilidade e promoção à saúde. As ações de prevenção englobam de cursos e palestras educativas nas organizações militares brasileiras e nos demais órgãos do Ministério da Defesa. Essas ações têm a finalidade de formar de educadores em DST/AIDS e promover a distribuição gratuita e continuada de preservativos, cartões de orientação e testes voluntários com aconselhamento.
Os profissionais de saúde, a serviço do Desas, também acompanharão os pacientes com AIDS e realizarão a distribuição gratuita de remédios antirretrovirais. Orientarão ainda sobre o controle dos parceiros e sobre a internação de pacientes em hospitais de referência de cada Força. Acompanharão ainda a readaptação funcional das pessoas que, mesmo não tendo manifestado a doença, contraíram o vírus HIV, Em termos de operação, o Programa atuará em 12 eixos estratégicos, distribuídos pelos Distritos Navais, Regiões Militares e Comandos Aéreos Regionais. Cada eixo estratégico terá a coordenação de um oficial da área da saúde, indicado pelos Comandos Militares.
Ao Ministério da Defesa caberá estabelecer e manter a estrutura técnico-administrativa do Programa. Além disso, coordenará, junto com os Comandos das Forças, o desenvolvimento dos cursos e palestras educativas.
Texto: José Romildo.
Assessoria de Comunicação Social Ministério da Defesa.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sábado, 28 de março de 2009

O JEITO PMDB DE GOVERNAR O RIO DE JANEIRO.


O GLOBO:
NHENHENHÉM.
Jorge Bastos Moreno – Brasília.

DENÚNCIA: O GLOBO VETA ENTREVISTA COM CABRAL.
- Governador, vou falar rápido porque o jornal não quer mais que eu o entreviste.
- Ué, voltamos à época da censura política?
- O Tarso e o Jobim bem que tentam, mas ainda não conseguiram. É que o jornal, na crise, quer economizar no DDI.
- Então fala rápido porque estou no meio de uma nevasca aqui em Denver.
- Liguei para falar da festa do GLOBO. Se o senhor tivesse estivesse aqui, teria ganhado o Faz Diferença pela presença. Resultado, a tucanada toda baixou no Rio.
- As presenças do Serra e do Aécio aí não me assustam. O Serra perdeu eleição de prefeito em BH, o Aécio perdeu em SP e os dois perderam no Rio.
- Mas o Pezão estava com eles na festa. Aliás, cá entre nós dois, achei uma injustiça ele não ter recebido o Faz Diferença: é o único vice que de fato é o titular. Quando voltas?
- Ao exterior? Na próxima quarta. Chego aí no sábado e em seguida vou para Londres encontrar com o Lula.
- Definitivamente, assim não dá!
- Concordo, tanto que estou pensando até em criar um escritório de representação no Rio, para quando eu estiver em trânsito pelo Brasil.
JORGE BASTOS MORENO.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 12 de março de 2009

CORREIO BRASILIENSE - O MINISTÉRIO DA DEFESA E AS FORÇAS ARMADAS.

EMAIL RECEBIDO: kayodias@hotmail.com
Alterações na administração das Forças Armadas, com a implementação da Estratégia de Defesa Nacional aprovada pelo presidente Lula, provocam um mal-estar entre militares e o ministro
Luiz Carlos Azedo e Leonel Rocha
Da equipe do Correio
Antonio Cruz/ABr - 18/10/07

Nelson Jobim quer que a autonomia financeira dos comandos militares fique restrita às despesas de custeio.

O atrito entre o ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o Alto Comando do Exército, por causa da consolidação do Ministério da Defesa como um poder civil, chegou a um momento crítico. Os generais de quatro estrelas, que formam o alto comando da Força, não aceitam que a pasta da Defesa subordine os comandos das Forças ao Estado-Maior Conjunto da Defesa, nem que o reaparelhamento dos quartéis seja subordinado a assessores civis de terceiro escalão do ministério. Por enquanto, Jobim está ganhando a queda de braço, com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na semana passada, houve troca de oficiais em um dos mais importantes comandos do Exército. Um dos principais adversários de Jobim na Força, o general de Exército Luiz Cesário da Silveira Filho, deixou o Comando Militar do Leste na semana passada e passou para a reserva porque completou 12 anos no posto. Juntamente com o general Santa Rosa, que deixou a Secretaria de Política e Estratégia do Ministério da Defesa no ano passado, insatisfeito com a gestão Jobim, e hoje cuida do Departamento Geral de Pessoal. Cesário verbalizou na reunião do Alto Comando a oposição às propostas de Jobim. A principal divergência dos militares com Jobim está no item 7 da Estratégia Nacional de Defesa. O documento prevê a criação do Estado-Maior conjunto e o consequente esvaziamento dos comandantes das três Forças. Pelo documento elaborado por Jobim e o ministro de Assuntos Estratégicos da Presidência, Mangabeira Unger, a indicação do chefe do Estado-Maior conjunto ficará a cargo do ministro da Defesa. Isso, segundo fontes militares, esvazia o poder dos comandantes que passam a ter uma relação de dependência política do ministro e não do presidente da República, como está previsto na Constituição. Depois de perderem o status de ministério há 10 anos com a criação do Ministério da Defesa, os comandantes desceriam mais um degrau na linha de poder. Além disso, de acordo com análises feitas nos quartéis, o plano prevê uma excessiva ingerência do ministro da Defesa em assuntos internos das Forças Armadas, como a nomeação de oficiais para postos hoje escolhidos pelos comandantes. A disputa entre Jobim e a cúpula do Exército também ocorre porque está prevista a criação de comandos regionais conjuntos, reforçando o poder do ministro e mais uma vez esvaziando o papel dos comandantes.
Equipamentos.
Jobim propõe no plano que a autonomia financeira dos comandos militares fique restrita às despesas de custeio. Todos os investimentos passariam a ser definidos pelo Ministério da Fazenda, que aprovaria os projetos de acordo com as prioridades do Plano Nacional de Defesa. A aquisição de novos equipamentos passaria a ser feita pela Secretaria de Compras do Ministério da Defesa, cargo ocupado por civis. Com a crise econômica, o orçamento militar já sofreu contingenciamento, embora o governo não pretenda sustar investimentos de grande monta, como a construção do submarino nuclear e a aquisição de aviões de caça de última geração para a Força Aérea. Essas duas prioridades, por exemplo, drenam recursos que em outras circunstâncias iriam para o Exército. Nas disposições finais, foi estabelecido um calendário de medidas a serem adotadas que potencializou as divergências entre os militares e o ministro. A primeira delas é a elaboração de “um ato legal que garanta a alocação, de forma continuada, de recursos financeiros e específicos” destinados ao reaparelhamento das Forças Armadas. A decisão envolve a Casa Civil, a Secretaria de Assuntos Estratégicos e os ministérios da Fazenda e do Planejamento e deve ser tomada até o fim do mês. Nos próximos meses a Estratégia Nacional de Defesa será transformada em projetos de lei de iniciativa do Executivo para serem enviados ao Congresso, que ficará encarregado de definir a estrutura permanente da pasta da Defesa, suas atribuições e o papel detalhado de cada Força. A cúpula militar promete adotar uma estratégia para tentar impedir a aprovação de parte das ideias de Jobim inseridas na Estratégia Nacional de Defesa.
200 mil é o número do efetivo militar no Brasil e R$ 51,3 bilhões é o orçamento do Ministério da Defesa previsto para este ano.
Mudanças de comando.
As aposentadorias dos generais de Exército Luiz Cesário e Paulo Cézar de Castro, que completaram 12 anos no posto, provocaram mudanças nos principais cargos do Exército brasileiro. Até abril serão designados para novos postos 39 generais e 12 coronéis. O comandante da Força na Amazônia, general Augusto Heleno, será transferido em abril para Brasília onde assumirá o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força. O Comando da Amazônia, considerado o posto mais importante da Força, será ocupado pelo general Luiz Carlos Mattos. Ele tomará posse na nova função até o final do próximo mês. O comando militar do Oeste, que fica em Campo Grande, ficará nas mãos do general Renato Ferrarezzi, também promovido recentemente a quatro estrelas. Ele substitui Rui Alves Catão, deslocado para administrar a Força na Região Leste, com sede no Rio de Janeiro. O general Rui Monarca da Silveira, também promovido esta semana ao último posto na carreira, foi nomeado pelo comando para o Departamento de Educação e Cultura. Os comandos da Força no Nordeste, com sede em Pernambuco; do Sudeste, com quartel-general em São Paulo; e do Sul, em Porto Alegre, não foram trocados. As promoções nas Forças Armadas ocorrem em três meses durante o ano: para oficiais-generais, a mudança de patente acontece em março, julho e novembro. Para os coronéis, as promoções são feitas nos meses de abril, agosto e dezembro. As regras para as promoções no Exército obrigam a renovação de 25% do quadro de oficiais a cada ano. (LR)

PAULO RICARDO PAÚL

CORONEL DE POLÍCIA

CORONEL BARBONO