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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PREZADO SARGENTO FOXTROT E PREZADO BOMBEIRO MILITAR.

COMENTÁRIO POSTADO:
Senhor Coronel Paúl,
Tenho profundo respeito ao senhor e aos Oficiais de bem da nossa Polícia Militar. Não tenho a menor intenção em ser desrespeitoso com quem quer que seja - subordinado ou superiores -, pois apesar de entender que algo precisa ser mudado urgentemente em tal instituição, ainda a tenho como militar e, por isso, sigo sempre pela legalidade. Inconcebível, não é ser Praça discorrendo sobre pretensas mudanças na administração, creio ser proveitoso debater ordeiramente, até pelo fato de que, no passado, meu pares não dispunham de voz para tal;inconcebível é tentar desclassificar alguém, e os seus pensamentos, pelo fato de não ser Oficial. Ilustre Coronel a quem já estive subordinado diretamente, sei o quanto anseias por mudanças, assim como sei o quanto amas ser militar. O fato é que sua inteligência, experiência e sofrimentos o fizeram ver que, ou lutemos por uma polícia eficiente e respeitável, ou nos conformemos com o repúdio das pessoas de bem.
Não sou o dono da verdade,minhas sugestões podem não ser as melhores, mas tenho a ceteza que o senhor posta os meus textos porque sabes que aqui há um dos tantos homens de bem desta polícia querendo vê-la a salvo dos verdadeiros inimigos... mesmo que para isto ela tenha que mudar de nome e regime.
No mais, fico feliz por ter a certeza de que, em uma nova polícia ostensiva, precisaríamos dos respeitáveis Oficiais Policiais e suas experiências na CI, Corregedoria e outras atividades cuja a honra e respeito são ainda presentes em muitos Oficiais e Praças da PMERJ.
Quando o senhor acreditar que redigi algo desrespeitoso a quem quer que seja... pode recusar, continuarei querendo uma polícia melhor, mas o meu respeito pelo o que o senhor representou na PM continuará o mesmo, inabalável.
Sgt Foxtrot (livre para expor seus pensamentos, mesmo que eles desagradem os donos do queijo).
COMENTO:
Hoje, ao longo do ato de solidariedade ao Capitão BM Bandeira, vivenciei dois momentos diametralmente opostos. Um extremamente desagrável, que deve ser esquecido e não comentado. Outro, especialíssimo e que merece ser enaltecido. O ato dessa quarta-feira, apesar da significância própria de cada ato, foi um ato semelhante a quase uma centena de outros que já promovemos e/ou participamos, envolvendo poucas pessoas, isso até o momento que tive conhecimento do esforço desenvolvido por um Bombeiro Militar, na tentativa de transformar o seu veículo particular em carro de som. Não sendo técnico no assunto, ele deu seu jeito e fez as adaptações, para que o evento pudesse ser melhor desenvolvido. Parabéns, bravo herói do fogo, você é um digno exemplo para todos. Não o identifico por não ter a sua autorização.
Prezado Sargento Foxtrot, você me entristece, tendo em vista que você é um anônimo que eu gostaria muito de abraçar, de conversar e de aprender com você. Como você diz que já ombreamos no trabalho, logo que for possível, estabeleça um contato comigo, será um grande prazer. Não se preocupe, procuro coibir comentários ofensivos, embora tenha permitido algumas trocas de farpas, recentemente, pois parecia briga de criança. Aliás, como todas que procuram aumentar os muros que separam os Oficiais e os Praças, um comportamento atávico e improdutivo. No seu caso específico, a discussão sobre um novo modelo de sistema policial no Brasil precisa ser aberto a todos e a todas as ideias, pois a solução pode estar na cabeça de um jovem policial, que ninguém duvide disso. Portanto, a discussão é ampla, geral e irrestrita. Afinal, se da cabeça dos Coronéis e dos Delegados só saíssem ideias brilhantes, as polícias não seriam o retrato da ineficiência que são.
No nosso espaço democrático todos e todas têm voz.
Juntos Somos Fortes!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

OS BOMBEIROS GRITAM "FORA CABRAL!" E O GOVERNO SE DESESPERA.

No dia em que fui informado que os Bombeiros Militares do Rio ingressariam no "Movimento Fora Cabral!", após esperarem mais de cinco meses para serem recebidos pelo governador, eu perguntei aos meus interlocutores se eles tinham avaliado bem a força dessa decisão, obtendo uma resposta positiva.
Os primeiros resultados do grito "Fora Cabral!" do Bombeiros por mim previstos, não demoraram, o governo estadual está desesperado.
Eu expliquei naquela ocasião que uma coisa é um Coronel de Polícia e um pequeno grupo com faixas, panfletos e megafone nas ruas, gritando "Fora Cabral!", algo muito diferente é uma categoria profissional com quase 100% de aprovação popular, capaz de colocar mais de 30.000 pessoas em Copacabana, gritar "Fora Cabral!"
O governo tem consciência que se devidamente organizados e  imbuídos dos valores cívico-democráticos da mobilização "Fora Cabral!", os Bombeiros conseguem facilmente colocar 100.000 pessoas gritando "Fora Cabral!" no Centro do Rio de Janeiro.
O grupo de Sérgio Cabral (PMDB) sabe que isso será o fim do governo e sepultará todas as ambições relacionadas com a reeleição do prefeito Eduardo Paes (PMDB).
Caso isso ocorra, o "sistema" que comanda o Rio de Janeiro colocará Sérgio Cabral (PMDB) contra a parede, todos sabem disso, pois Cabral é apenas uma peça, nada mais, nada menos.
Os Bombeiros devem esperar reações piores, represálias mais amplas, isso é próprio do desespero que tomou conta do Palácio Guanabara.
Cabe aos Bombeiros continuarem na direção dos atos ordeiros e pacíficos nas ruas, cada vez mais conclamando a população para ombrear com eles e amanhã, surge a primeira grande oportunidade.
O ideal é que centenas de Bombeiros Militares (folga, trajes civis e desarmados) participassem da Marcha contra a Corrupção, amanhã, no posto 4, da Praia de Copacabana, às 13:00 horas.
Não existe resposta mais forte, mais eficaz contra a punição do Cabo BM Daciolo do que centenas de Bombeiros e familiares participarem da marcha.
O Palácio Guanabara  tremerá, embora o ato seja em Copacabana.
Avaliem a ideia, Bombeiros Militares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 21 de março de 2009

ALERTA TOTAL - JORGE SERRÃO.


Alerta Total - Jornalismo Inteligente e Informação sobre o Poder em Política, Economia e Assuntos Estratégicos.
Editor-Chefe: Jorge Serrão.
Quinta-feira, 19 de Março de 2009.
Por Jorge Serrão.

Carta aos Generais II.
Por Antônio Ribas Paiva.

A ciência política está fora do entendimento da maioria das pessoas, motivo pelo qual, a sociedade precisa se fazer representar. Em nossa correspondência de 05 de fevereiro de 2009, afirmamos, com fundamento em fatos de domínio público, que a nação brasileira padece, desnecessariamente, em razão de vícios de representação. Segundo os anais do próprio Senado da República, a classe política usurpou o Poder do Estado para a prática sistemática de crimes.
Democracia, excelentíssimos Generais, é a segurança do direito!
É público e notório, que o regime político brasileiro, em razão dos desvios assinalados acima e em nossa primeira correspondência, não é democrático!
Não podemos concordar com a tese de que o sufrágio do governo do crime seja garantidor de democracia. Até porque, o eleito deveria ser o melhor entre iguais. A distorção, na escolha sistemática dos piores, evidencia doença institucional, que merece a atenção do nosso Exército.
Compete a todos os cidadãos e, principalmente, ao Exército e às demais Forças Armadas, instituídas pela nação para a sua defesa, restabelecer as instituições rompidas pela classe política. O Brasil deveria ser de todos os cidadãos. Mas, em razão da ruptura institucional provocada pelo crime no poder, atualmente pertence, apenas, à classe política, nos festins de seus castelos.
Voltamos a insistir que as chamadas “políticas oficiais” devem ser analisadas com todo o cuidado, como é o caso da já famosa END. Ela parece o “FIM” porque é inconstitucional por vários aspectos, ressaltando-se: a tentativa de submissão das Forças Armadas a interesses político partidários, o comprometimento da destinação Constitucional e Institucional das Forças Armadas através da politização e burocratização do seu emprego, além de rebaixamento dos generais de alto comando ao 5º escalão administrativo, ao submetê-los a um secretariado do Ministério da Defesa.
A União Nacionalista Democrática (UND) é uma associação patriótica que reúne cidadãos com conhecimento e experiência multidisciplinar, colocados a serviço da pátria, para aprimorar e fortalecer as instituições e a verdadeira democracia, que como a castidade e a honestidade não têm gradação.
Colocando-nos à disposição do Exército para o que necessário for, mais uma vez, escrevemos aos Generais para requerer urgentes providências, escoimadas no art. 142 da Constituição Federal, para o restabelecimento das Instituições. Patriotas de verdade – como os Oficiais Profissionais do nosso Exército - jamais podem ser confundidos com verdadeiros traidores da Pátria, no comando do Governo do Crime.
Antônio José Ribas Paiva, advogado, é presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática (UND).


Carta aos Generais I.
Por Antônio Ribas Paiva.

Em 15 de novembro de 1889 o nosso Exército extinguiu o Império, assumindo, em nome da Nação Brasileira, o Poder Moderador antes exercido pelo Imperador. Todavia, após 120 anos, a República ainda não se estabeleceu porque a forma de governo vigente é a “Monarquia da Classe Política”. Inexiste democracia porque não há segurança do direito!
Os partidos políticos, verdadeiros Cartórios do Poder Público, são controlados, ferreamente, pelos seus presidentes, os quais escolhem, discricionariamente, quem será candidato a que e, delimitam as matérias debatidas nas campanhas eleitorais. Esse poder absoluto não é compatível com a forma republicana de governo, antes configura uma “monarquia absolutista”, fato gerador das mazelas da República e da usurpação do poder público pela classe política.
Essa distonia do sistema político, em que o poder real é a “Monarquia da Sarjeta” e a República é mera “história de cobertura”, para enganar a todos, é garantida pelo sistema de eleições indiretas, onde o eleitor é obrigado a votar em quem já foi escolhido pela oligarquia partidária.
A proclamação da República por Deodoro estabeleceu a responsabilidade histórica do nosso Exército, cristalizada pelo art 142 da Constituição Federal, que determina o dever irrenunciável das Forças Armadas defenderem e aprimorarem os Poderes da República, usurpados, de há muito, pela classe política, em próprio benefício.
Realidade terrível, que subverte a representatividade, impõe a intervenção do Exército e demais Forças Armadas no processo político, em defesa da Nação Brasileira e da Soberania do Brasil.
Um erro de premissa vem impedindo, que o Exército Brasileiro cumpra o seu dever. Todo militar, pela sua formação insculpida na lealdade, parte da premissa falsa que “toda política oficial é boa ou, pelo menos legal”, olvidando-se, que na maioria das vezes, os políticos formuladores dessas “políticas oficiais” não merecem fé!
As provas de que a premissa é falsa são a destruição das malhas ferroviárias do Brasil continental; as deficiências logísticas, que limitam ou impedem o funcionamento das hidrovias; o sucateamento dos equipamentos e a restrição dos meios de nossas Forças Armadas, que comprometem a sua destinação, etc.
Tudo isso ocorreu durante décadas, sem que o nosso Exército impedisse!
Simplesmente, porque tratava-se de “política oficial”!
Essa realidade evidencia que a classe política estabelece “políticas oficiais” contrárias aos Objetivos Nacionais Permanentes, sem que o nosso Exército impeça, por equívoco de premissa.
Nossos Generais, que são os Príncipes da República, são forjados na academia militar e durante a carreira, com o esforço da sociedade, para pensar e garantir a defesa do Brasil, da Nação e de sua Soberania e, nunca para obedecer a “Monarquia da Classe Política”, como ocorre, por erro de premissa.
O Exército Brasileiro, forjado em Guararapes, é a primeira instituição da Nação, a segunda instituição é o próprio Brasil, porque sem o Exército não teremos um Brasil soberano!
O destino da Nação Brasileira depende da correção de premissa e do cumprimento do dever institucional e da correta obediência à destinação constitucional das nossas Forças Armadas.
Senhores Generais, com todo o respeito, aceitem nossas ponderações, porque Vossa Excelência e seus digníssimos pares são a última esperança do sofrido povo brasileiro.
A Nação vive hoje e é agora que o dever tem que ser cumprido!
Sugerir novos caminhos à luz da razão e do direito é gesto fraterno e patriótico; os áulicos concordam com tudo!
Fonte:



PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

IGREJA UNIVERSAL CONTRA FOLHA DE SÃO PAULO.

Uma democracia para merecer essa qualificação precisa possuir uma imprensa livre e independente.
Sem isso, não é democracia.
Nós precisamos aprender essa verdade.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO