Mostrando postagens com marcador Blog Pauta do Dia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blog Pauta do Dia. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de novembro de 2010

POLICIAIS MILITARES ESTÃO SENDO CAÇADOS NO RIO DE JANEIRO.

SITE G1
PM é morto a tiros em Duque de Caxias
Vítima foi baleada no início da noite, no bairro Pilar.
A polícia ainda investiga as causas do crime.

Um policial militar foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (19), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a Polícia Militar, o PM, do 15º BPM (Duque de Caxias), passava pelo bairro Pilar, quando foi baleado. Ele estava de folga. A polícia investiga, ainda, os autores dos disparos. Não houve outros feridos.
O crime aconteceu por volta das 18h desta sexta-feira. De acordo com o 15º BPM, o policial teria sido baleado por um grupo de homens armados que passou de carro atirando. O policial foi encontrado baleado pelos PMs dentro de um automóvel. Ele chegou a ser levado para o Hospital de Saracuruna, mas não resistiu.
Ainda segundo os policiais, PMs do 15º BPM fazem buscas na região à procura dos suspeitos. A segurança foi reforçada no bairro. A polícia ainda investiga as causas do crime.
COMENTO:
PAUTA DO DIA
Estatística de Policiais Mortos e Baleados em 2010

Por Roberta Trindade
Já na metade do mês de novembro, temos 161 policiais baleados no Estado do Rio de Janeiro. A estatística possui 71 PMs mortos, 11 PCs mortos, 1 PF morto, 69 PMs baleados, 8 PCs baleados e 1 PF baleado. Dos 161 policiais, 66 estavam de serviço. Onze eram PMs reformados e um era policial civil aposentado (acessem).
Uma tragédia sem igual no Brasil e no mundo civilizado.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

TEMOS QUE LUTAR POR SALÁRIOS, DIGAM NÃO AS GRATIFICAÇÕES, AS FAMÍLIAS AGRADECERÃO.

Foto: Pedro Pantoja


PAUTA DO DIA - ROBERTA TRINDADE:
POLICIAL TOMBA E PERDE GRATIFICAÇÃO.
"Um dos policiais que participou da Operação Família S.A. vive um drama. Lotado na Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), desde 2003, o agente Theophilo Augusto de Azambuja Neto, 47 anos, foi até o Morro do Borel, na Tijuca, na Zona Norte do Rio, na manhã do dia 30 de novembro do ano passado executar a etapa operacional da ação que terminou com a prisão de 23 pessoas ligadas ao traficante Isaías Costa Rodrigues, o Isaías do Borel.
Na linha de frente da ocupação da comunidade, Theophilo avistou no interior da favela uma casa usada como local de endolação de drogas, de onde dois suspeitos fugiam. Na perseguição à dupla, o agente escorregou no terreno cheio de lama e rompeu o ligamento do joelho esquerdo, provocando uma gravíssima lesão no menisco.
O policial foi socorrido pelos colegas até o Hospital Geral do Andaraí, no bairro de mesmo nome, também na Zona Norte, onde foi constatada a gravidade da lesão. O policial entrou de licença no mesmo dia por acidente de trabalho.
O que o agente com quase 25 anos de Polícia, casado e pai de dois filhos, não sabia é que, em razão do acidente, a instituição a quem se dedicou a vida inteira lhe negaria o direito à gratificação de cerca de R$ 1 mil que recebia mensalmente.
A decisão decorre de uma regulamentação feita pela Secretaria de Estado de Segurança Pública, com base no decreto do Governo do Estado, que instituiu a gratificação para policiais que trabalham nas unidades de Delegacia Legal. De acordo com a resolução, a gratificação deixa de ser paga aos policiais que entrarem em licença médica.
“Já tentamos dialogar com o secretário de Segurança no sentido de derrubar essa resolução, que acaba punindo aqueles policiais que se acidentam no cumprimento do dever, mas não há indicação alguma de que a Secretaria irá fazer qualquer coisa para modificar isso”, diz Francisco Chao, diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Sindpol).
Enquanto aguarda a recuperação, que deve durar cerca de 8 meses, resta ao policial, às voltas com a necessidade da compra de medicamento e exames, reorganizar o orçamento familiar.
“Não é nem tanto o dinheiro, mas a falta de reconhecimento que me revolta. Essa determinação pode ser legal, mas é injusta. Foi uma grande decepção com a instituição em que investi tudo na minha vida. Fiz uma faculdade de Direito, diversos cursos. O ferimento físico cicatriza, mas essa facada não dá pra esquecer porque é profunda e dói muito. Hoje vejo que se eu tivesse morrido no cumprimento do dever minha família ficaria desamparada”, desabafa o agente.
Procurada pela equipe de reportagem do Jornal POVO do Rio, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que Théofilo deixou de receber o benefício, pois não concluiu o curso de homicídio que estava fazendo na Academia de Polícia Civil Sylvio Terra (Acadepol). As informações foram passadas à assessoria através do 2° Setor Geral de Administração e Finanças.
O policial explicou que o curso era destinado apenas a agentes lotados em unidades de Delegacia Legal. Até o fechamento desta edição, a instituição não enviou nova resposta".
A nossa luta tem que ser por salários, as gratificações são provisórias, não incorporam aos salários e nem as pensões que deixamos para nossos familiares.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PÁUL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 13 de abril de 2009

OUTRO ACUSADO DE SER MILICIANO É SOLTO PELA JUSTIÇA - ROBERTA TRINDADE.

Pouco mais de três semanas após ser preso e apresentado como integrante da milícia Liga da Justiça pelo delegado Eduardo Soares, adjunto da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (DC-Polinter), o técnico em imobilização ortopédica Marciel Paiva de Souza, 29 anos, ganhou a liberdade. A denúncia feita contra ele, de formação de quadrilha, porte ilegal de arma e receptação, não foi aceita pelo Ministério Público e a Justiça concedeu-lhe um alvará de soltura, que foi cumprido na última quarta-feira.
Após ficar 25 dias preso, o técnico em imobilização ortopédica, que já foi fuzileiro naval e guarda municipal, desabafa, em entrevista exclusiva ao jornal Povo do Rio: “Meu maior medo é morrer”.
Em liberdade há quatro dias, ele contou que esta foi a segunda prisão arbitrária efetuada pela mesma equipe de policiais e relembrou da anterior, ocorrida em junho do ano passado, quando eles ainda estavam na 35ª DP (Campo Grande). Detido naquele dia 12, ele foi mantido durante três dias na custódia da delegacia e transferido somente no dia 15 para a carceragem da 39ª DP (Pavuna), onde permaneceu durante 42 dias, sendo posteriormente absolvido pela Justiça da acusação de ser miliciano.
“Minha intenção não é agredir as autoridades, e sim pedir ajuda. Se existe uma Corregedoria séria e honesta, peço que alguma coisa seja feita. Me dêem meu direito de ir e vir. Me sinto um alvo com vários fuzis e canhões apontados e, em conseqüência disso, tenho medo. Espero conseguir chamar a atenção do Ministério Público e da Justiça, para que eles combatam os policiais corruptos. Tô vivendo uma vida de bandido”, desabafou.
No dia 3 de janeiro deste ano, integrantes do grupo de milicianos conhecido como Comando Chico Bala invadiram a Favela do Barbante, em Inhoaíba, e tentaram matá-lo. Um morador, identificado como Adílson de Souza Alfredo, 33, acabou atingido por bala perdida na perna, enquanto Marciel conseguiu fugir.
“Eu estava indo para a padaria quando ouvi uma voz masculina perguntando: “é aquele ali, Popeye?” e olhei para trás, quando vi e reconheci o Escangalhado. Eles começaram a atirar e todas as pessoas que estavam na rua correram, inclusive eu. Fiquei escondido e logo depois eles falaram: “vambora, vambora que vai babar””, relembrou.
No início deste mês, o juiz Sidney Rosa, do 3º Tribunal do Júri da Capital, decretou a prisão dos ex-PMs Herbert Canijo da Silva, o Escangalhado; Alexandre da Silva Monteiro, o Popeye; Cláudio José de Souza Gregório e Carlos Mendes da Silva Filho. Os dois últimos foram presos em flagrante, no dia 24 de janeiro, no momento em que agrediam motoristas de vans próximo ao terminal rodoviário de Campo Grande.
Os ex-PMs foram denunciados pelo Ministério Público pela tentativa de homicídio contra o técnico em imobilização ortopédica. Na denúncia à Justiça, os Promotores de Justiça de Investigação Penal Bruno de Lima Stibich e Marcus Vinícius da Costa Moraes Leite explicam que a prisão preventiva é imprescindível devido à periculosidade dos acusados, principalmente pela maneira como praticaram o crime, típica dos grupos de extermínio.
Dois meses após o incidente, Marciel gravou um vídeo onde pedia ajuda e denunciava integrantes do Comando Chico Bala, grupo liderado pelo ex-PM Francisco César Silva Oliveira, o Chico Bala, e rival da Liga da Justiça, controlada pelo também ex-PM Ricardo Teixeira Cruz, o Batman. O conteúdo da fita foi divulgada com exclusividade pelo Jornal POVO do Rio.
“Hoje eu acredito que os maiores milicianos são os delegados Eduardo Soares e Marcus Neves. Eles usam o poder do Estado. O delegado é um miliciano protegido, que forja prisões e trabalha para favorecer outro grupo”, denunciou o técnico em imobilização ortopédica.
“Eu procurei a Corregedoria da Polícia Civil e denunciei as arbitrariedades que os dois cometiam. Fui preso injustamente por eles e inocentado pela Justiça. Depois disso pedi proteção, mas nunca recebi. Quando me prendeu, o Eduardo falou que eu merecia estar na vala e disse que tudo que eu tinha pedido estava arquivado, pois ele tinha apoio do Secretário de Segurança”, afirmou Marciel.
A denúncia acontece três semanas após a absolvição de um PM acusado pelos mesmos delegados de ser miliciano. No dia 14 de julho do ano passado, o sargento reformado Airton Padilha Meneses, 42 anos, teve sua casa, também em Inhoaíba, invadida pelo delegado Eduardo Soares e os ex-PMs apontados como integrantes do Comando Chico Bala. Ele foi preso, acusado de envolvimento com a Liga da Justiça e autuado por porte ilegal de arma. Oito meses depois, foi absolvido pelo juiz Rubens Casara, da 2ª Vara Criminal de Campo Grande, que destacou, em sua sentença: “ilegalidade não se combate com ilegalidade”.

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

BLOG PAUTA DO DIA - JORNALISTA ROBERTA TRINDADE

http://robertatrindade.wordpress.com/2008/02/27/167/

GOVERNO IMPÕE GREVE DE FOME A POLICIAIS CIVIS DO RIO

"Os tícket refeição - no valor de R$ 8 - referentes aos meses de janeiro e fevereiro não foram entregues até hoje aos policiais civis do Estado do Rio de Janeiro.
Estive conversando com o delegado Fábio Barucke, titular da 74ª DP (Alcântara), e era visível seu emagrecimento. Ele confirmou que já havia perdido mais de seis quilos, do início do ano até agora. Disse que a mudança no físico não é resultado do atraso na entrega dos tíckets… Mas eu tenho aqui as minhas dúvidas…
E olhe que isso já foi assunto por aqui:
relembrando (olhem só: em maio de 2007!!)
O pior de tudo é a falta de satisfação: eles não sabem o porquê do atraso e não recebem previsão para que tudo seja regularizado. O mês de março está chegando… será que os policiais vão receber os tickets referentes aos três meses? Será que vão receber um mês e os outros vão continuar se acumulando… a loteria, quando acumula, vem com o valor do prêmio corrigido a juros…
Se não me engano, existem cerca de 10 mil policiais civis em nosso Estado (por favor, corrijam-se se eu estiver enganada). Os problemas não são iguais, mas os cerca de 40 mil policiais militares do Estado do Rio de Janeiro também enfrentam uma árdua batalha.
Acho que está mais do que na hora da população se unir a essas duas instituições e engrossar a voz desses 50 mil homens (e mulheres) que merecem todo respeito e consideração".
ROBERTA TRINDADE
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

APREENSÃO RECORDE DE COCAÍNA EM PASTA - ROBERTA TRINDADE

Artigo extraído do blog PAUTA DO DIA da jornalista ROBERTA TRINDADE:

http://robertatrindade.wordpress.com/2007/12/25/apreensao-recorde-de-cocaina-em-pasta/

APREENSÃO RECORTE DE COCAÍNA EM PASTA

“Não vejo essa ocorrência como nada de extraordinário. Foi só dever cumprido”. É assim que o cabo da Polícia Militar Marcos Guimarães, 33 anos, vê a ocorrência que repercutiu em todo o País na última quarta-feira. Ele e seu colega de trabalho, o soldado PM Wanderley Batista da Silva, 25, foram os responsáveis pela maior apreensão de pasta de cocaína pura nos últimos cinco anos em todo o Estado do Rio de Janeiro. A carga foi avaliada em R$ 1 milhão.
O cabo Guimarães, que está na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro há 11 anos, conta que, momentos antes da ocorrência, chegou a conversar com seu companheiro de viatura sobre um versículo bíblico. “Estávamos falando sobre Jacó e Esaú, que trocou tudo que tinha por um prato de lentilha. Eu falei que nunca trocaria tudo o que Deus me deu por um prato de lentilha. Creio que Deus vá me abençoar muito mais”, relembrou.
Ele e o soldado Wanderley realizavam patrulhamento de rotina na Estrada de Picos quando surpreenderam Wallace Machado Cabral, 31, guardando bolsas onde estava a droga no porta-malas de seu Celta. “Quando ele insinuou a tentativa de suborno, eu falei que meu pai era rico. Meu pai era dono de todo ouro e toda prata do mundo, pois eu sou filho de Deus”, revelou Guimarães, ao lado das duas filhas - de 9 e 4 anos de idade.
“Está até difícil de andar nas ruas, mas já fiz coisas mais importantes para a corporação que tiveram menos repercussão”, destacou Guimarães. “Creio que a imagem da corporação deva mudar um pouco agora. Espero que as pessoas mudem um pouco a visão que têm dos policiais militares. É preciso mostrar que há pessoas sérias na corporação. Essa ocorrência foi fruto do nosso trabalho”, enfatizou.
Enquanto o cabo está há quatro anos no 35º BPM (Itaboraí) - após seis anos trabalhando no Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) do 12º BPM (Niterói) - o soldado está há apenas dois anos na corporação. “Trabalhava na cabine do Outeiro e estou há três semanas trabalhando junto com o Guimarães”, disse.
Apesar disso, o desejo dos dois é o mesmo. “Acredito que vamos ser importantes para resgatar a imagem que a população tem da corporação. Nós mostramos que existem homens dignos na PM e não se pode generalizar”, afirmou Wanderley, fazendo questão de lembrar de seu pai - sargento PM reformado, que encerrou sua carreira no 12º BPM. “Quando estava na ativa, sempre foi um homem correto e íntegro. Meu pai foi minha motivação para entrar na PM. Não posso deixar de citar o exemplo que ele me deu e ele foi a primeira pessoa para quem liguei após a ocorrência”, afirmou.
Há dois meses à frente do 35º BPM, o comandante da unidade, tenente-coronel José Macedo Júnior, declarou que já enviou ofício solicitando a promoção dos dois PMs por ato de bravura. “Já tínhamos recebido notícias de que os criminosos estavam utilizando rotas alternativas passando pelo município e todas as viaturas estavam de sobreaviso e alerta para qualquer movimentação suspeita nessas estradas”, ressaltou.


PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL
CORREGEDOR INTERNO