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sábado, 31 de dezembro de 2011
O RIO EM 1 MINUTO – ANO I – NÚMERO 006 – UMA OPERAÇÃO TODA ERRADA OU POR QUE OS POLICIAIS MILITARES NÃO LUTAM POR MELHORES SALÁRIOS?
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terça-feira, 1 de março de 2011
RIO: UMA ESTRANHA OPERAÇÃO POLICIAL.
A gestão da modernidade pegou os Grupamentos de Policiamento em Áreas Especiais (GPAEs) que a PMERJ adotou muitos anos atrás, deu um banho de loja, aumento em demasia o efetivo previsto e mudou o nome para Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), dando de presente para o governo Sérgio Cabral ser reeleito.
Para tornar factível a implantação de vários desses Super GPAEs, a atual gestão promoveu a abertura das portas da Polícia Militar, facilitando muito as provas escritas para o ingresso e transformando o Centro de Recrutamento e Seleção de Pessoal na "PORTA DA ESPERANÇA" dos desempregados do Rio.
Além disso, a gestão da modernidade promoveu incontáveis danças das cadeiras (rodízio de comandantes); apoiando Beltrame participou da transferência de traficantes de uma comunidade para outra e da Operação Serra Pelada.
Não lembro de mais nada relevante para o bem ou para o mal.
Hoje filmei essa "operação" policial, provavelmente uma operação visibilidade.
Parece o jogo dos mil erros, um show de má gestão dos nossos recursos humanos e materiais.Para tornar factível a implantação de vários desses Super GPAEs, a atual gestão promoveu a abertura das portas da Polícia Militar, facilitando muito as provas escritas para o ingresso e transformando o Centro de Recrutamento e Seleção de Pessoal na "PORTA DA ESPERANÇA" dos desempregados do Rio.
Além disso, a gestão da modernidade promoveu incontáveis danças das cadeiras (rodízio de comandantes); apoiando Beltrame participou da transferência de traficantes de uma comunidade para outra e da Operação Serra Pelada.
Não lembro de mais nada relevante para o bem ou para o mal.
Hoje filmei essa "operação" policial, provavelmente uma operação visibilidade.
Sinceramente, um atestado INCONTESTÁVEL da nossa incompetência na área da segurança pública.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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PAULO RICARDO PAÚL
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Ex-CORREGEDOR INTERNO
quarta-feira, 16 de abril de 2008
FOLHA ON LINE - 16/04/2008 - NOVE MORREM EM AÇÃO DO BOPE; CORONEL DIZ QUE PM DO RIO É O "MELHOR INSETICIDA SOCIAL"
16/04/2008 - 10h04
Nove morrem em ação do Bope; coronel diz que PM do Rio é "o melhor inseticida social"
MALU TOLEDO
Nove morrem em ação do Bope; coronel diz que PM do Rio é "o melhor inseticida social"
MALU TOLEDO
da Folha de S.Paulo, no Rio
"Em operação classificada por coronel da Polícia Militar como "inseticida social", nove supostos traficantes foram mortos ontem durante incursão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na Vila Cruzeiro, na Penha (zona norte). Quatorze homens foram presos e seis ficaram feridos no confronto.
A operação com 180 homens foi comandada pelo Bope, que manteve parte do efetivo na favela. "Amanhã [hoje] o pau na vagabundagem continua", disse o comandante de Policiamento da Capital, coronel Marcus Jardim. "A PM é o melhor inseticida contra a dengue. Conhece aquele produto, [inseticida] SBP? Tem o SBPM. Não fica mosquito nenhum em pé. A PM é o melhor inseticida social", disse, rindo.
Um dos objetivos da operação, segundo a PM, era destruir barricadas feitas pelo tráfico. O 16º Batalhão da PM (Olaria), responsável pelo patrulhamento da área, teria recebido queixas de moradores que encontraram dificuldades para levar familiares a hospitais para tratar de doenças como a dengue.
"O objetivo era desobstruir esse acesso principalmente em razão da dengue. As pessoas estão com dificuldade para procurar ajuda no Hospital Getúlio Vargas e na tenda de hidratação", disse o comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta.
A polícia tinha ainda como objetivo cumprir "cerca de" 15 mandados de prisão e localizar pontos de venda de drogas. O Comando Vermelho comanda as bocas de fumo na região.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que os nove mortos na operação não se renderam e reagiram à ação da PM.
"Quem quiser se render --e deve se render-- é preso. Aqueles que resistiram de maneira injusta à atuação da PM, aconteceu o que aconteceu [foram mortos]", disse.
Foram apreendidos na Vila Cruzeiro uma metralhadora, cinco pistolas, três fuzis, uma submetralhadora e cinco granadas, além de drogas.
A operação começou por volta das 9h com cem homens do Bope com rostos pintados de preto. Segundo a polícia, foram retiradas barricadas em cinco ruas. Oito escolas foram fechadas durante a troca de tiros.
Quatorze homens foram presos no depósito de um supermercado na região. Entre eles está um homem identificado pela polícia apenas como Chininha. Segundo agentes, ele seria o responsável pela morte do policial do Bope Wilson Santana, em maio do ano passado.
Leia mais
Policiais do Bope vão dormir no complexo do Alemão, diz comandante
Após matar nove, Bope volta a trocar tiros na Vila Cruzeiro
PM mata nove durante operação no complexo do Alemão "
A operação com 180 homens foi comandada pelo Bope, que manteve parte do efetivo na favela. "Amanhã [hoje] o pau na vagabundagem continua", disse o comandante de Policiamento da Capital, coronel Marcus Jardim. "A PM é o melhor inseticida contra a dengue. Conhece aquele produto, [inseticida] SBP? Tem o SBPM. Não fica mosquito nenhum em pé. A PM é o melhor inseticida social", disse, rindo.
Um dos objetivos da operação, segundo a PM, era destruir barricadas feitas pelo tráfico. O 16º Batalhão da PM (Olaria), responsável pelo patrulhamento da área, teria recebido queixas de moradores que encontraram dificuldades para levar familiares a hospitais para tratar de doenças como a dengue.
"O objetivo era desobstruir esse acesso principalmente em razão da dengue. As pessoas estão com dificuldade para procurar ajuda no Hospital Getúlio Vargas e na tenda de hidratação", disse o comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta.
A polícia tinha ainda como objetivo cumprir "cerca de" 15 mandados de prisão e localizar pontos de venda de drogas. O Comando Vermelho comanda as bocas de fumo na região.
O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que os nove mortos na operação não se renderam e reagiram à ação da PM.
"Quem quiser se render --e deve se render-- é preso. Aqueles que resistiram de maneira injusta à atuação da PM, aconteceu o que aconteceu [foram mortos]", disse.
Foram apreendidos na Vila Cruzeiro uma metralhadora, cinco pistolas, três fuzis, uma submetralhadora e cinco granadas, além de drogas.
A operação começou por volta das 9h com cem homens do Bope com rostos pintados de preto. Segundo a polícia, foram retiradas barricadas em cinco ruas. Oito escolas foram fechadas durante a troca de tiros.
Quatorze homens foram presos no depósito de um supermercado na região. Entre eles está um homem identificado pela polícia apenas como Chininha. Segundo agentes, ele seria o responsável pela morte do policial do Bope Wilson Santana, em maio do ano passado.
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Após matar nove, Bope volta a trocar tiros na Vila Cruzeiro
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O DIA ON LINE - 16/04/2008 - MULHER É BALEADA EM TIROTEIO NA CHATUBA
16/4/2008 19:27:00
Mulher é baleada em tiroteio na Chatuba
Bartolomeu Brito e Thiago Prado
Bartolomeu Brito e Thiago Prado
"Rio - Uma mulher foi baleada durante os confrontos entre traficante e policiais no Morro da Chatuba, Complexo da Penha, na Zona Norte, na tarde desta quarta-feira. A doméstica Ruth do Nascimento, 54 anos, levou um tiro de raspão no abdômem enquanto trabalhava na casa da patroa, na Rua Maragogi 88, que fica próxima a região. Ela foi levada para o Hospital Getúlio Vargas, onde está em observação. Seu estado de saúde é estável.O pequeno comércio existente na Rua do Cajá - que é estritamente residencial - fechou as portas. Os ônibus que fazem ponto final no fim da rua pararam de circular. Muita gente que ia sair de casa para trabalhar foi obrigada a retornar.
No início da tarde, o tiroteio causou pânico nos médicos e pacientes que estavam na tenda de hidratação do Parque Ary Barroso, nos fundos do Hospital Getúlio Vargas. Enfurecidos por estarem sendo filmados e fotografados, começaram a atirar contra os repórteres que estavam na esquina das ruas do Cajá com Jaci. Todos tiveram de se abrigar para evitar serem atingidos. Durante o tiroteio, as pessoas que estavam sendo atendidas, assim como os profissionais que ali trabalham, se jogaram no chão. Uma moça que estava com o filho de 10 meses no soro correu para o hospital levando a criança com o soro.
Segundo os funcionários que trabalham na tenda, os atendimentos foram suspensos por cerca de 30 minutos. O tenente-coronel Sérgio Ângelo da Rocha, comandante do 28º GBM (Grupamento de Bombeiros Militar), ajudou a controlar a situação, orientando as pessoas a se esconderem dentro do hospital. Alguns chegaram a ter crise nervosa devido aos tiros. Três pessoas tiveram que ser medicadas.
“Quando cheguei a situação era dramática, quase todo mundo no chão e um desespero geral. Procurei acalmar a todos e pegamos as pessoas e aglomeramos em um espaço menor, junto ao muro que dá para os fundos da Tenda”, explicou Rocha. “Três pessoas tiveram crises de hipertensão e foram encaminhadas para o Hospital Getúlio Vargas. Até uma enfermeira do Corpo de Bombeiros passou mal e foi levada para o HGV”, disse o tenente.
A operação na Chatuba começou quando Policiais Militares invadiram o morro e trocaram tiros com traficantes. Cerca de 100 homens e quatro carros blindados participaram da ação, que teve até explosão de granada."
No início da tarde, o tiroteio causou pânico nos médicos e pacientes que estavam na tenda de hidratação do Parque Ary Barroso, nos fundos do Hospital Getúlio Vargas. Enfurecidos por estarem sendo filmados e fotografados, começaram a atirar contra os repórteres que estavam na esquina das ruas do Cajá com Jaci. Todos tiveram de se abrigar para evitar serem atingidos. Durante o tiroteio, as pessoas que estavam sendo atendidas, assim como os profissionais que ali trabalham, se jogaram no chão. Uma moça que estava com o filho de 10 meses no soro correu para o hospital levando a criança com o soro.
Segundo os funcionários que trabalham na tenda, os atendimentos foram suspensos por cerca de 30 minutos. O tenente-coronel Sérgio Ângelo da Rocha, comandante do 28º GBM (Grupamento de Bombeiros Militar), ajudou a controlar a situação, orientando as pessoas a se esconderem dentro do hospital. Alguns chegaram a ter crise nervosa devido aos tiros. Três pessoas tiveram que ser medicadas.
“Quando cheguei a situação era dramática, quase todo mundo no chão e um desespero geral. Procurei acalmar a todos e pegamos as pessoas e aglomeramos em um espaço menor, junto ao muro que dá para os fundos da Tenda”, explicou Rocha. “Três pessoas tiveram crises de hipertensão e foram encaminhadas para o Hospital Getúlio Vargas. Até uma enfermeira do Corpo de Bombeiros passou mal e foi levada para o HGV”, disse o tenente.
A operação na Chatuba começou quando Policiais Militares invadiram o morro e trocaram tiros com traficantes. Cerca de 100 homens e quatro carros blindados participaram da ação, que teve até explosão de granada."
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O GLOBO - 16/04/2008 - PM MATA 9 EM 7 HORAS DE TIROTEIO NO ALEMÃO
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JORNAL DO BRASIL - 16/04/2008 - BOPE MATA NOVE TRAFICANTES E OCUPA VILA CRUZEIRO
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terça-feira, 27 de novembro de 2007
O DIA ON LINE - 27/11/2007 - 17:31:00 h

Operação na Vila Cruzeiro termina com dois mortos e quatros feridos Um dos feridos está em estado grave e corre risco de morrer
Carla Marques
Rio - Terminou com dois mortos e quatro feridos a Operação da Polícia Militar na Favela Vila Cruzeiro, no Complexo do Alemão, na Penha, Zona Norte, que aconteceu na manhã desta terça-feira, com objetivo de reprimir o tráfico de drogas.
Soldados do 3º BPM (Méier), 9º BPM (Rocha Miranda), 16º BPM (Olaria) e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), auxiliados por três carros blindados trocaram tiros com bandidos.
O cabo do 16º BPM (Olaria) Hélio Bezerra de Lima, 35 anos, morreu ao levar um tiro na cabeça, quando subia a Rua 14, no alto da favela. Ele chegou a ser socorrido pelo "caveirão", mas faleceu antes de chegar ao Hospital Getúlio Vargas, também na Penha.
A outra vítima fatal é o gari da Comlurb aposentado, Valdir Ribeiro Barbosa, 62 anos. Ele voltava para casa, quando foi atingido na Rua 8. A sobrinha dele, Helaine Barbosa, 24 anos, que o acompanhava, foi ferida por estilhaços de bala na barriga, coxa esquerda e no pescoço. No mesmo confronto, um policial militar torceu o pé e outra pessoa foi ferida por estilhaços.
Dentre os feridos, o caso mais grave é do estudante Janderson de Oliveira Cruz, 17 anos. Ele levou um tiro nas costas, quando pendurava roupas em um varal na laje de casa. A bala perfurou o tórax e ele corre risco de morrer. O rapaz está sendo operado no Hospital Getúlio Vargas.
Para tentar impedir o avanço dos policiais, os traficantes colocaram um ônibus roubado em uma das principais vias de acesso à favela e o metralharam. No total, 120 homens participaram da operação.
Dentre os feridos, o caso mais grave é do estudante Janderson de Oliveira Cruz, 17 anos. Ele levou um tiro nas costas, quando pendurava roupas em um varal na laje de casa. A bala perfurou o tórax e ele corre risco de morrer. O rapaz está sendo operado no Hospital Getúlio Vargas.
Para tentar impedir o avanço dos policiais, os traficantes colocaram um ônibus roubado em uma das principais vias de acesso à favela e o metralharam. No total, 120 homens participaram da operação.
Dois carros blindados quebraram e tiveram de ser rebocados pelos policiais. Na tentativa de resgatar os veículos, uma equipe da polícia ficou encurralada no interior da favela.
As seis escolas que ficam ao redor do local fecharam deixando cerca de quatro mil crianças sem aula. Alguns comerciantes fecharam os estabelecimentos.
As seis escolas que ficam ao redor do local fecharam deixando cerca de quatro mil crianças sem aula. Alguns comerciantes fecharam os estabelecimentos.
A Avenida Nossa Senhora da Penha, principal via de acesso ao morro, foi fechada pela polícia para pedestres e veículos.
Desde maio, quando a Polícia Militar passou a ocupar o conjunto de favelas, mais de 60 pessoas já morreram.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL
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