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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

OAB/RJ - ELEIÇÕES - DENÚNCIA DE FRAUDE NAS URNAS ELETRÔNICAS.

JORNAL DO BRASIL:
Eleição da OAB: oposição denuncia urnas fradulentas
JB Online
RIO - A Polícia Federal foi chamada no inicio da tarde para investigar irregularidades na eleição para a OAB do Rio. A suspeita de fraude começou depois que os eleitores, de Campo Grande, Zona Oeste do Rio, perceberam que ao digitar o numero 33 do candidato Mauro Carneiro, aparecia a foto do adversário Wadih Damous, que concorre com o numero 22. O local é um dos maiores pontos de votação da cidade com cerca de mil e trezentos eleitores.
De acordo com a assessoria da OAB o problema aconteceu no momento da inseminação das urnas na seção, e a votação contece manualmente e transcorre em clima de tranquilidade. A assessoria disse também desconhecer a investigação da Polícia Federal.
14:10 - 16/11/2009
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 28 de julho de 2009

A CIVILIDADE EXIGE: OU CABRAL EXONERA O SECRETÁRIO DO TIRO, PORRADA E BOMBA OU CAMINHARÁ PARA AMARGAR UM PROCESSO DE IMPEACHMENT.

Wadih Damous: Vítimas da insanidade
Comando da PM muda, mas a rotina de mortes de inocentes continua.
Presidente da OAB-RJ.
Rio - "Quem se lembra de Alana, Letícia, Yasmim, Júlia ou Maicon?
Os nomes e os dramas dessas crianças já ocuparam páginas dos jornais quando elas foram mortas por balas perdidas em operações policiais em comunidades pobres. Outros se sucederam no noticiário – como o menino William, morto há uma semana – e alguns nem foram registrados. Mas formam uma lista que parece interminável.
Há um ano, parentes de crianças, jovens, idosos, donas de casa e trabalhadores inocentes vitimas da violência estiveram na Ordem dos Advogados do Brasil, com entidades da sociedade, para pedir mudanças na política de segurança pública. Havia também, irmanados na dor e na indignação, parentes de policiais atingidos pela mesma violência e insanidade.
Desde então, o comando da PM trocou de mãos três vezes. Mas as mortes continuaram, tanto de moradores, como de policiais. A diferença é que os segundos são agentes públicos e profissionais que deveriam estar preparados para o combate à criminalidade – o que não é inteiramente verdadeiro.
Os primeiros são cidadãos – em sua maioria, moradores pobres de áreas violentas, que não podem escolher outro lugar para viver e não têm onde se refugiar das balas.
A OAB/RJ tem recebido famílias enlutadas pela violência, em busca de apoio e orientação jurídica. Aos ofícios e requerimentos às autoridades, cobrando respostas e acesso aos inquéritos, pouca ou nenhuma resposta tivemos.
Anuncia-se nova operação no Complexo do Alemão – onde vivem dezenas de milhares de pessoas honestas. Esperamos que, dessa vez, a Polícia quebre a tradição de mortes e preserve vidas".
Infelizmente, as organizações de direitos humanos, via de regra, esquecem que os Policiais Militares e os Policiais Civis também têm direito aos mesmos direitos humanos que qualquer outro cidadão brasileiro.
Não defendem esses heróis que recebem salários famélicos que os obriga ao segundo emprego, que os desgasta fisicamente e estressa emocionalmente, situação responsável por muitos dos erros praticadso por esses profissionais.
A OAB/RJ não é diferente e nunca, por exemplo, gritou que os Policiais Militares e os Policiais Civis estão sendo empregados em flagrante desvio de função constitucional, pois quem deve atuar preventivamente e repressivamente contra o tráfico de drogas e o contrabando de armas é a POLÍCIA FEDERAL, conforme determina a constituição federal.
Urge que a OAB/RJ erga essa bandeira e lute para que a Polícia Civil passe a investigar e a Polícia Militar a realizar o policiamento ostensivo.
Aliás, nós demos uma ótima oportunidade para a OAB/RJ demonstrar que também defende os direitos dos Policiais Militares, quando comunicamos a execração pública a que foi submetido o Cabo de Polícia Bruno, do 39o BPM.
Por derradeiro, não podemos deixar de concordar com o texto, tendo em vista que a Segunda Batalhão do Alemão deverá ser uma repetição da Primeira Batalha, dezenas de mortos.
Propomos que a OAB/RJ inicie uma coleta de assinaturas de todos os representantes dos organismos de defesa da cidadania e dos direitos humanos, solicitando à Sérgio Cabral (PMDB) que exonere o secretário de segurança, delegado de Polícia Federal Beltrame.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 2 de julho de 2008

DIA ONLINE - 02/07/2008 - OAB/RJ DIZ QUE POLÍCIA DEVE IR ÀS RUAS E MP FAZER CONCURSO PARA CONTRATAR SEGURANÇAS.

Dia online.
OAB/RJ diz que Polícia deve ir às ruas e MP fazer concurso para contratar seguranças.

"Rio - O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro, Wadih Damous, afirmou nesta quarta-feira que o Ministério Público e o Judiciário deveriam promover concurso público para prover a segurança de seus integrantes, em vez de utilizarem policiais civis e militares do Estado.
Para Damous, os policiais "deveriam ser empregados no policiamento da cidade e na proteção da população. Se estas instituições têm orçamento próprio, não há razão para o uso de policiais cedidos".
A mesma tese foi defendida pelo secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame. Ao manifestar apoio à proposta, o presidente da OAB/RJ disse que, enquanto ela não se concretiza, "é preciso haver, por parte do MP e do Judiciário, mais rigor e critério na identificação dos que de fato precisam dessa segurança oferecida pelo Estado, por força do desempenho de suas funções".
Damous citou como exemplo o caso envolvendo o soldado PM Marcos Parreira do Carmo, guarda-costas do filho de uma promotora ameaçada de morte e que matou com um tiro no fim de semana, em Ipanema, o estudante Daniel Duque durante uma briga de jovens à saída de uma boate.
"Não acho natural que um policial estivesse acompanhando um jovem numa boate, de madrugada, a pretexto de proteção", afirmou o presidente da OAB/RJ."

quarta-feira, 4 de junho de 2008

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - RJ - ATO PÚBLICO

EMAIL RECEBIDO:

A OAB/RJ gostaria de contar com a presença de V.Sa., para, em conjunto com entidades ligadas aos direitos humanos, à advocacia, à imprensa brasileira e a sociedade civil em geral, realizarmos um Ato Público em Repúdio à atuação das Milícias no Rio de Janeiro, a ser realizado dia 06/06, às 16h, no Plenário Evandro Lins e Silva, na sede da OAB/RJ, Av. Marechal Câmara, 150 - 4° andar, em resposta aos recentes e gravíssimos acontecimentos que envolveram o seqüestro e a tortura de repórteres do jornal O Dia, por parte de milicianos.

Tais acontecimentos conferem uma dimensão do atual estado da segurança pública no Estado do Rio de Janeiro: a existência de espaços societários onde o poder público e, por conseqüência, direitos civis fundamentais – como a liberdade de expressão, o direito de ir e vir, a liberdade, a igualdade, a segurança – enfim, toda uma gama de exercícios assegurados pela Constituição Federal, são sistematicamente descumpridos ou inexistentes. Mais graves tornam-se estes fatos quando se constata que estas milícias são forjadas também por bombeiros e policiais civis e militares, agentes do Estado que deveriam primar pela segurança, a dignidade e a vida dos cidadãos – todos, sem distinções –, e não fomentar o medo e a barbárie entre aqueles que são reféns de seu julgo ilegítimo e arbitrário.

A OAB/RJ repudia estes trágicos acontecimentos, solidariza-se com suas vítimas e conclama a que nos manifestemos por uma verdadeira segurança pública republicana, onde os direitos civis, sociais e políticos de toda a população – fundamentalmente daqueles que estão em situação de maior vulnerabilidade e invisibilidade social – sejam cumpridos integralmente. É somente a partir deste imperativo que poderemos, de fato, construir uma verdadeira sociedade democrática, justa e cidadã.


WADIH DAMOUS
Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Rio de Janeiro


MARGARIDA PRESSBURGER
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ