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quinta-feira, 23 de julho de 2009

BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS - 15% OU 2%?

"POLÍCIA CIVIL
Pesquisador defende o fim do inquérito policial
Uma pesquisa do Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana, da UFRJ, mostra que a Polícia Civil só esclarece 15% dos homicídios ocorridos no município do Rio de Janeiro. A pesquisa foi feita com base em investigações feitas entre 2003 e o ano passado. Com base nesse levantamento, o sociólogo Michel Misse chegou à conclusão de que o inquérito policial não tem mais razão de ser porque não cabe ao delegado de polícia e sim ao Ministério Público denunciar os acusados. Misse acha que gasta-se muito tempo com papel e relatórios que depois serão refeitos pela Justiça.
Qual seria então o papel da Polícia Civil?
De qualquer forma eu só não entendi como os pesquisadores chegaram a esse índice, já que eu sempre ouvi falar que não passava de 2% o índice de elucidação de casos de homicídio, no Rio"
.
Prezados leitores, como comentamos, essa taxa de elucidação de homicídios de 15% é quase impossível de acreditar. Tudo leva a crer que não foram utilizados os dados corretos, o que invalida a pesquisa, pelo menos nessa conclusão sobre a taxa de elucidação de homicídios.
Soa como CAIR PARA CIMA!
E, o que seria isso:
- Criticar uma taxa, atribuindo a ela um número muito maior que o real. No final, todos acham que houve uma grande melhora, ou seja, de 2% para 15%.
Obviamente, o respeitável pesquisador trabalhou de boa fé, porém, sem os números corretos.
No site do Instituto de Segurança Pública, os dados são fragmentados, o que causa uma falsa impressão.
Por exemplo, no site consta que no trimeiro trimestre de 2009, 1.432 desapareceram.
O que é isso?
Seres de outros mundos estariam sequestrando terráqueos?
Como quase 500 pessoas podem desaparecer por mês no Estado do Rio de Janeiro?
Dezesseis pessoas desapareceriam por dia no Rio de Janeiro?
Claro que não, nesses números estão contidos os homicídios (corpos não localizados), isso é evidente.
Se nós somarmos os seguintes dados do primeiro trimestre de 2009: homicídios + latrocínios + desaparecidos + autos de resistência + encontro de cadáver + lesão seguida de morte + Policiais Militares assassinados em serviço; encontraremos 3.622 cidadãos fluminenses vitimados.
Por mês 1.207 e por dia 40 cidadãos fluminenses!
Essa é a tragédia da CULTURA DA MORTE instalada no Rio de Janeiro.
Portanto, ficamos com os 2% como taxa de elucidação.
Devemos por questão de justiça que tal taxa pífia não é culpa dos Policiais Civis, muito pelo contrário, eles gostariam de produzir muito mais.
Certamente, gostariam de uma perícia criminal autônoma e independente, devidamente treinada e equipada.
Sonham com Policiais Militares que preservem os locais de crime.
O Policial Civil é um INVESTIGADOR, essa é a sua arte, esse é o seu ofício, todavia, Sérgio Cabral (PMDB) quer que ele seja um GUERRILHEIRO URBANO, incursionando em comunidades carentes para matar ou morrer.
Beltrame quer que ele seja um SOLDADO, um MILITAR.
Alguns, desavisados, têm usado uniformes, endoçando o desvio funcional.
Esquece o secretário de segurança, que o POLICIAL PRENDE O CRIMINOSO e o MILITAR MATA O INIMIGO.
Polícia existe para SERVIR E PROTEGER A POPULAÇÃO, não para MATAR OU MORRER.
Essa é a verdade, incompetência ao extremo.
E, por falar em verdade, alguém lembra quando foi a última vez que Policiais Civis viajaram para o exterior, objetivando conhecer as mais modernas técnicas de insvestigação?
Não conseguimos recordar.
E pensar que um disparo de fuzil pode atingir uma pessoa a quilômetros de distância...
É A CULTURA DA MORTE.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quinta-feira, 23 de abril de 2009

COMANDANTE DA PM É REPROVADO NO TESTE DE IMPRENSA - JORGE ANTONIO BARROS.

FALTA TRANSPARÊNCIA.

Comandante da PM é reprovado em teste de imprensa
O comandante-geral da PM, coronel Gilson Pitta, foi reprovado hoje no teste de transparência feito por este blog hoje, durante a posse do novo chefe da Polícia Civil do Rio, delegado Allan Turnowski. Apesar de seu superior imediato, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, ter dito em entrevista ao blog que um homem público deve prestar satisfação à imprensa, em busca da transparência de sua gestão, o coronel Pitta me cumprimentou mas se recusou a falar comigo agora há pouco, após a posse de Turnowski, na Academia de Polícia.
O blogueiro conseguiu conversar com o ex-chefe da polícia, Gilberto Ribeiro, com o atual, e também com o novo corregedor da Polícia Civil, José Augusto Souza, que se confessou leitor do blog.
Só o comandante da PM não quis conversa com o blog. Entre outras questões, eu perguntaria a ele por que não afastou seu chefe do Estado Maior, coronel Davi, que foi pego com a boca na botija do auxílio-moradia; como ele pretende resolver o problema da falta de policiamento, que tem sido uma das causas da eliminação de pessoas, como a grávida morta no sábado; e como a pretende colaborar com o novo chefe da Polícia Civil, além de ceder PMs para as delegacias especializadas. Eu o abordei com a câmera ligada, mas ele continuou andando, ignorando o repórter. Mais tarde você verá essas imagens exclusivas.
Apesar de continuar com essa postura autoritária e pouco respeitosa à imprensa, o coronel Gilson Pitta será mantido no posto máximo da PM do Rio, como afirmou Beltrame, em coletiva registrada por minha colega do GLOBO Ana Cláudia Costa.
JORGE ANTONIO BARROS - O GLOBO.
O jornalista postou um vídeo da sua tentativa frustada de entrevistar o Coronel de Polícia Pitta (clique e assista).

PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

terça-feira, 10 de março de 2009

PUNIÇÃO DE CORONEL BARBONO - REPERCUSSÃO NA MÍDIA ( 3 ).

O GLOBO:
BLOG REPÓRTER DE CRIME - JORGE ANTONIO BARROS.


CENSURA NA PM.
CORONEL DENUNCIA QUE SEGURANÇA PRIVADA FUNCIONAVA EM QUARTÉIS.


"Como eu já disse aqui não sou contra o "bico" na segurança pública, desde que obviamente se evite eventuais conflitos de interesse, como é flagrante no caso da Liga das Escolas de Samba, que contratou oficiais da PM para prestar serviços de segurança no carnaval. Mas o coronel Ronaldo Antônio de Menezes - que foi punido com prisão disciplinar de quatro dias por causa do artigo abaixo, publicado no blog do coronel (Paulo ) Ricardo Paúl - apresenta um ponto de vista bem interessante, que nos leva a crer que o "bico" deveria ter sido evitado pelas autoridades de segurança pública.
Com a punição ao coronel - que nunca foi advertido antes em sua carreira - o comando-geral da PM desmente o ditado que diz que "quem fala a verdade não merece castigo". E acabou fazendo papel de palhaço, como diz ao final do artigo.
No texto, o coronel Ronaldo Menezes denunciou que "o filão atraiu os olhos de oficiais e demais autoridades policiais e foram sendo montadas as firmas de segurança patrimonial, cujos escritórios funcioinavam no interior dos aquartelamentos e delegacias e a mão de obra utilizada era abundante e com disponibilidade imediata". Um prato cheio para o Ministério Público estadual. Mas aí, são outros quinhentos.
Segundo o coronel Menezes escreveu em seu artigo, feito em maio do ano passado e publicado no dia 13 de janeiro deste ano - portanto antes da polêmica do "bico" de oficiais que trabalharam para a Liga - "o policial passou a trabalhar completamente extenuado, físico e emocionalmente, uma vez que a jornada dupla consumia-lhe as forças; este homem, armado e com a incumbência de proteger a sociedade, tornou-se uma ameaça em potencial ao partir para as ruas, insatisfeito com o salário baixo e o descaso com que é tratado, portanto, propenso a praticas arbitrárias e acidentes que podem vitimar tanto a si quanto àqueles que devia proteger."Interessante o ponto de vista deste oficial que na sexta-feira completa 35 anos de Polícia Militar. Um dos mais antigos coronéis em atividade. Já comandou dez unidades operacionais da PM e, numa delas, conseguiu êxito com a implantação do termo circunstanciado, em São Gonçalo. Filho de um capitão da reserva e pai de dois oficiais e tio de outro, o coronel Menezes foi preso hoje de manhã no quartel do 4o Comando de Policiamento de Área, em Niterói. Foi acompanhado do ex-comandante-geral da PM, coronel Ubiratan. Eu conversei com ele por telefone e rendeu até matéria para o
site do GLOBO.
Ele parecia tranquilo e afirmou que não se arrepende do que escreveu porque, segundo ele, não houve crítica a quem quer que seja.
- De forma alguma eu quis ser crítico. Foi meramente uma opinião, mas tem muito a ver com tudo o que está acontecendo na área da segurança pública no estado. O grande problema é que estamos nos tornando reféns de nós mesmos, na área de segurança - afirmou o coronel.
Em nenhum momento alguém disse que ele falou alguma inverdade.

Leia aqui a íntegra do artigo:
"As falácias costumam permear a vida pública. Infelizmente, nestas terras tupiniquins, nossos governantes, em sua grande maioria, criaram o hábito de usar discursos cujos conteúdos têm por objetivo mascarar uma deficiência e oferecer, instantaneamente, uma satisfação à população, mesmo que seja um paliativo, ou mesmo um placebo, pois a resposta correta nem sempre é fácil e exige, invariavelmente, esforço sério e contínuo, que somente pode ser despendido por administrações austeras, compromissadas com a causa pública e avessa aos projetos e interesses pessoais.
Veicula-se mais um concurso para ingresso nos quadros da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, como sempre é feito quando fatos perturbadores ou números indicam a falência da segurança pública no nosso Estado. Pode-se até dizer que esse quadro foi herdado, contudo, ao observarmos com bastante cuidado, veremos que a maneira de conduzir a pasta é a mesma, tanto nessa quanto em outras administrações.
Política de Segurança Pública não pode se sustentar apenas em aumento de efetivo, aquisição de viaturas, armamento e equipamento, já que a realidade vem demonstrando que simplesmente “botar o bloco na rua” não vem contribuindo para a redução da criminalidade ou o aumento dos delitos solucionados.
Por sua vez, a melhoria do policiamento ostensivo, atribuição da Polícia Militar, decerto não passa pela admissão sem critério, normalmente produzida, pois se fosse esse o caso, ao invés da promoção do inchaço da máquina pública, seria observado o retorno das centenas de policiais militares cedidos aos mais diversos órgãos públicos.
Dados disponibilizados pela Própria Polícia Militar dão conta que cerca de 2.300 (dois mil e trezentos) policiais – militares estão fora das ruas, à disposição, por exemplo, da Secretaria de Governo, de Assistência Social, de Agricultura, de Ciência e Tecnologia, de Habitação, de Meio Ambiente e de Transporte, também circulam pelos gabinetes de Tribunais, do Ministério Público e de muitas Prefeituras, assim como zelam pela segurança dos presídios, fazendo o papel que deveria ser desempenhado por agentes penitenciários.
Então, cabe aqui perguntar: Por que um profissional preparado para preservar a ordem pública e executar a polícia ostensiva está destacado no DETRAN? No DETRO? Na Secretaria de Agricultura? Nas diversas Prefeituras? Em alguns casos explica-se, pois é uma mão de obra barata e auxilia no aumento de arrecadação. Mas a que preço?
O homem retirado das ruas, além de contribuir para a deficiência do policiamento, sobrecarrega aqueles que permaneceram na Instituição, ainda a oferecer sua vida em prol da população fluminense, ao mesmo tempo, tira deles as condições de garantir um serviço satisfatório ao povo, decorrendo daí, talvez, sua remuneração muito abaixo das expectativas e a segunda pior em nível nacional.
A Ordem Pública que é essencial à sociedade, envolve altos custos financeiros, derivados dos gastos com pessoal, equipamento e instalações, procedem então à necessidade de ser observado um emprego coerente e criterioso dos recursos públicos, priorizando as ações e operações policiais, não atividades acessórias ou sem vínculo com as atividades de segurança pública.
A falta de investimento na profissionalização do Policial tem uma ação perversa em desfavor do agente de segurança pública e da sociedade em geral, pois, ao sentir-se desvalorizado, seja financeira, institucional ou moralmente, e descobrir que, executando atividades paralelas, obterá melhor remuneração, o homem perde o vínculo com o público e prioriza o privado.
Por anos a fio ignoramos o que acontecia nos guetos e nas comunidades carentes, a simples percepção desses segmentos incomodava a vista e afligia a alma; para evitar essa realidade a classe mais abastada da sociedade refugiou-se em condomínios cercados por altos muros, providos de cercas elétricas e câmeras de segurança; para certificar-se que não teriam a santa paz de seus lares ameaçada, contrataram pessoas para controlar o acesso às dependências condominiais e afastarem pessoas indesejadas; pensaram eles então que seria interessante que esses homens trabalhassem armados e, em caso de necessidade, tivessem um bom entrosamento com as forças policiais, portanto, nada melhor que contratarem policiais para ali atuarem nas horas de folga, pois se serviriam do Estado e custavam quase nada.
Isso foi bom para ambos os lados, as pessoas tinham seu rico patrimônio protegido e os agentes da lei garantiam um reforço financeiro em seus orçamentos. Logo a classe média e os comerciantes perceberam que também podiam melhorar suas condições de segurança e contrataram vigilantes para circularem pelas ruas, nada mais eram que policiais e bombeiros, com as indefectíveis camisas pretas com a inscrição “apoio” às costas, a passarem as horas de sua folga em pé, sob uma marquise a respirar o dióxido de carbono expelido pelos veículos que passam incessantemente a sua frente.
A partir de então, mais um ator desse processo viu-se satisfeito, pois, como os agentes possuíam duas fontes de pagamento, a administração pública entendeu que não era mais necessário pensar em uma remuneração condigna ou condições de trabalho, bastava fechar os olhos e institucionalizar oficiosamente o “bico”.
O filão mostrou-se muito mais generoso do que se podia supor e isso atraiu os olhares de Oficiais e demais Autoridades Policiais, foram sendo montadas as firmas de segurança patrimonial, cujos escritórios funcionavam no interior dos aquartelamentos e delegacias e a mão de obra utilizada era abundante e com disponibilidade imediata. Boates, bares, bingos, comércios e congêneres se viram muito mais interessados em contratar uma segurança feita por policiais, que podiam agir ou se omitir como força pública quando necessário.
O quadro parecia que estava pronto, o “bico” tornou-se a atividade principal e o serviço público virou uma atividade complementar, cujo principal atrativo era conferir o direito à identidade e arma de fogo. O patrão deixou de ser a população e passou a ser o “Dono da Segurança”, o interesse deixou de ser a coisa pública e passou a ser o privado.
O policial passou a trabalhar completamente extenuado, físico e emocionalmente, uma vez que a jornada dupla consumia-lhe as forças; este homem, armado e com a incumbência de proteger a sociedade, tornou-se uma ameaça em potencial ao partir para as ruas, insatisfeito com o salário baixo e o descaso com que é tratado, portanto, propenso a praticas arbitrárias e acidentes que podem vitimar tanto a si quanto àqueles que devia proteger.
Eis que os menos favorecidos, imprensados entre a necessidade e a violência que geralmente impera nos locais onde residem, passam a receber segurança de grupos armados, coordenados (supostamente) por policiais, que afastam o tráfico de entorpecentes, inibem a pratica de roubos e furtos e tornam as ruas mais tranqüilas, entretanto, tudo tem um preço, e logo o transporte irregular de passageiros e a exploração de sinais clandestinos de TV fechada passa a ser controlado por esses grupos; em seguida, os cidadãos são compelidos a contribuir pela segurança prestada e pessoas da comunidade são recrutadas e armadas. Formaram-se as milícias.
Toda essa prestação de serviço que substitui o papel estatal, seja no atendimento ao topo ou à base da pirâmide social, deixa bem clara a privatização do sistema de segurança pública e uma perigosa inversão de valores; ao passo que o Estado declina de sua competência para utilizar o poder de polícia em prol da população e entrega essa tarefa a grupos paramilitares, permite instalação de um governo paralelo, com regras próprias e invariavelmente totalitárias, que tende a crescer à proporção da omissão governamental e da carência social.
No final, quando esses grupos estiverem enraizados em nosso contexto social e percebermos que deles não nos favorecemos, muito pelo contrário, que na verdade somos reféns de sua atuação e estamos aqui para servi-los com nossa “contribuição” obrigatória; que nossos protetores são também nossos algozes; que somos aldeões prontos a ceder a primeira noite aos Senhores Feudais, que nossos direitos começam e terminam segundo o interesse de nossos defensores e suas conveniências, talvez aí, somente nesse instante, ouviremos do dirigente público, movido pelo mais profundo senso de dever, se pronunciar e afirmar que está chocado com essa situação e que, apesar de não ser fruto de sua administração, encetará todas as medidas necessárias para devolver o Rio de Janeiro ao povo fluminense e novamente democratizar a segurança pública; que para tal conta com seus aliados, os policiais, os quais, apesar de mal assistidos por anos a fio, saberão resistir às vicissitudes e compreender que o caos decorre de governos anteriores e que, tão logo a situação esteja equilibrada, terão suas mui justas reivindicações observadas com todo o carinho.
Será que já não ouvimos essa ladainha antes? Dá-me um nariz de palhaço, por favor!

Coronel Ronaldo Antônio de Menezes"
No sábado, às 8h, ele sai da prisão. Se seus colegas de turma não temerem retaliações deveriam estar lá no quartel para lhe dar um abraço e lhe convidar para um drink ou uma boa feijoada para comemorar a liberdade".



PAULORICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

quarta-feira, 28 de maio de 2008

CLIQUE E LEIA

RÁDIO CBN.
País.

Anistia condena abusos no setor canavieiro no país, violência policial e desrespeito aos direitos dos índios

ESTADÃO.COM.BR
Discurso no Brasil não condiz com a realidade interna, diz Anistia.
BBC Londres.
http://www.estadao.com.br/geral/not_ger179294,0.htm

FOLHA SP ONLINE.
Violência Policial deixou milhares de mortos no Brasil em 2007, diz Anistia.
da Efe, em Londres.
Nove morrem em ação do Bope; coronel diz que PM do Rio é "o melhor inseticida social"

GLOBO ON LINE
Relatório Anual.
Anistia: PAC pode ameaçar direitos humanos.
Soraya Aggege.
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/05/27/anistia_pac_pode_ameacar_direitos_humanos-546536936.asp

GLOBO ONLINE.
PM registrou 748 confrontos com criminosos este ano, diz comandante.
Jailton de Carvalho.
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/05/27/pm_registrou_748_confrontos_com_criminosos_neste_ano_diz_comandante-546535015.asp

BLOG REPÓRTER DE CRIME
Jorge Antonio Barros.
Rio de Paz pede que Corregedoria da PM investigue morte de jovem.
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/reporterdecrime/post.asp?t=rio_de_paz_pede_que_corregedoria_da_pm_investigue_morte_de_jovem&cod_Post=104871&a=135

GLOBO ON LINE.
Advogado é assassinado em seu escritório ao tentar evitar assalto.
Ana Claudia Costa e Cristiane de Cássia.
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/05/27/advogado_assassinado_em_seu_escritorio_no_centro_ao_tentar_evitar_assalto-546523139.asp

O DIA ONLINE.
Operação na Mangueira revela novas técnicas dos bandidos para esquentar veículos frios.
Leslie Leitão.
http://odia.terra.com.br/rio/htm/operacao_na_mangueira_revela_novas_tecnicas_dos_bandidos_para_esquentar_veiculos_frios_174001.asp

O DIA ONLINE.
Casal de jovens é atingido por tiros em pontos de ônibus em Sepetiba.
Marcelo Bastos.
http://odia.terra.com.br/rio/htm/casal_de_jovens_e_atingido_por_tiros_em_ponto_de_onibus_em_sepetiba_174016.asp