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quinta-feira, 30 de abril de 2009
21 DE ABRIL - OS HERÓIS DO RIO DE JANEIRO DESFILAM EM HOMENAGEM AO HERÓI NACIONAL - TIRADENTES.
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segunda-feira, 27 de abril de 2009
O DESFILE DA PM - SE AS AUTORIDADES NÃO GOSTAM DA POLÍCIA MILITAR, COMO O POVO VAI GOSTAR.
BLOG DA SEGURANÇA - JORNAL O DIA.
Ontem acordei e como já havia combinado com minha companheira saí para o desfile da PM junto à estátua de Tiradentes em virtude de ser o Dia do Patrono da Briosa. O Dia de Tiradentes.
Fui por vários motivos. O primeiro deles é porque como mantenho laços afetivos e de admiração com a Corporação, além de ter sido honrosamente condecorado por ela com a Medalha do Mérito Policial Militar, sinto como meu dever como cidadão prestigiar nossa PM. Em segundo lugar, por ser um jornalista que escreve sobre segurança pública também é meu dever estar em um momento tão solene de nossa PM. E finalmente, para poder encontrar amigos, aplaudir os desfilantes e observar as peculiaridades.
Qual não foi minha surpresa ao notar ausências mais do que marcantes. Bom, a do deputado Wagner Montes já era esperada, pois ele mesmo falou em seu programa na véspera que não iria ao desfile por 'n' motivos. O segundo, e para mim o mais estarrecedor, foi me 'deparar' com a ausência do Secretário José Mariano Beltrame, que deveria, segundo este modestíssimo articulista, estar representando o governador e como chefe máximo das polícias cariocas. A ausência do governador já era esperada, infelizmente, por mim, pois haveria protestos anunciados durante o desfile. Uma pena o Sr. não ter ido governador, pois os protestos não ocorreram e a PM sentiu-se ainda mais desprestigiada.
Um intervalo e uma pergunta: como pode uma população amar e admirar uma Corporação se ela não é prestigiada pelos seus chefes maiores...?
Bom, mas voltando ao desfile. PMs que desfilavam, principalmente os praças e os aspirantes , orgulhosos diante de seus parentes, pois população mesmo, não havia. Meia dúzia de representantes de cada unidade especial desfilava e a ausência total de pelo menos uma Unidade regular, um Batalhão de área, para representar os outros BPMs, era outra coisa estarrecedora.
Um desfile que já foi pomposo e orgulhoso terminou em menos de meia hora, e isso porque havia três escolas municipais desfilando juntas com a PM...
Um desfile marcado pela descortesia, pois o Comandante do antigo RP Mont havia acabado de desfilar com parte de sua tropa e o Comandante Geral da PM enquanto isso anunciava aos jornalistas presentes a exoneração do Comandante ' por ser pouco rígido no combate ás milícias em sua área....'.
Presentes o Deputado (e oficial da reserva da PM) Paulo Ramos, representando o Presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani e os deputados Jair Bolsonaro, federal , e Flávio Bolsonaro, seu filho e deputado estadual. E além destes, apenas o Brigadeiro que comanda o II COMAR.
Do Comandante Militar do Leste que sempre ia aos desfiles... babau... nem se ouviu falar, nem se viu... .
Para não se dizer que não havia ninguém mais, lá estavam, por dever de ofício, os Comandantes de todas as Unidades da PM e o Coronel PM Mário Sergio, atual presidente do Instituto de Segurança Pública e , dizem, cotadíssimo para assumir o Comando Geral da Briosa.
Lamentável espetáculo de desprestígio. Depois reclamam quando 'a tropa se perde no caminho'..., depois reclamam quando o PM não se sente dignificado e se desvia por caminhos outros... .
Já vi desfiles grandiosos da nossa PM onde cada Oficial ou Praça presente sentia-se orgulhoso de ser um Policial Militar.
Espero que nossos governantes reflitam que se eles não amam e não respeitam a nossa PM como podem esperar que a população o faça?
SEGADAS VIANA
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quinta-feira, 23 de abril de 2009
EX-BLOG DO CÉSAR MAIA - 21 DE ABRIL - TIRADENTES.

EX-BLOG DO CÉSAR MAIA.
O COMANDANTE DA PM-RJ SUBIU NO TELHADO! DIZ QUE GOVERNADOR ESTAVA PASSEANDO!
Tradicional desfile da PM em frente ao Palácio Tiradentes de 21 de abril.
(Ag.BR). Desfile de Tiradentes é marcado por ausência de autoridades no Rio. A solenidade em homenagem a Tiradentes, patrono da Polícia Militar do Rio de Janeiro, foi marcado pela ausência de autoridades municipais, estaduais, do Legislativo e do Judiciário. O governador Sergio Cabral não compareceu, nem mandou como representante o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, ou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Da mesma forma, o prefeito Eduardo Paes não compareceu, nem designou qualquer representante municipal. O comandante da PM disse: "Infelizmente, foi em cima de um feriado prolongado. Provavelmente as autoridades tinham outros compromissos, até de ordem familiar. Mais importante é a presença da comunidade, que tem entendido o sacrifício e o esforço da corporação nesses seus 200 anos", disse Pitta Lopes.
Tradicional desfile da PM em frente ao Palácio Tiradentes de 21 de abril.
(Ag.BR). Desfile de Tiradentes é marcado por ausência de autoridades no Rio. A solenidade em homenagem a Tiradentes, patrono da Polícia Militar do Rio de Janeiro, foi marcado pela ausência de autoridades municipais, estaduais, do Legislativo e do Judiciário. O governador Sergio Cabral não compareceu, nem mandou como representante o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, ou o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Da mesma forma, o prefeito Eduardo Paes não compareceu, nem designou qualquer representante municipal. O comandante da PM disse: "Infelizmente, foi em cima de um feriado prolongado. Provavelmente as autoridades tinham outros compromissos, até de ordem familiar. Mais importante é a presença da comunidade, que tem entendido o sacrifício e o esforço da corporação nesses seus 200 anos", disse Pitta Lopes.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
21 DE ABRIL - MOBILIZAÇÃO CÍVICA - VAI ACONTECER!
ANA PAULA MIRANDA.
VAI ACONTECER!
No ano em que a Polícia Militar fará 200 anos a celebração do dia 21 de abril, dia de Tiradentes - patrono da instituição, não será igual aos outros.
Está prevista uma manifestação de mulheres de policiais que estarão usando narizes de palhaço, em frente à Assembléia Legislativa (ALERJ), 9 horas. A pauta da manifestação é a falta de condições de trabalho e a situação salarial, cujas consequências para os policiais têm sido dramáticas, devido ao desgaste físico e emocional provocado pela falta de respeito ao seu trabalho. A ausência de carga horária de trabalho e o bico ilegal afetam a sociedade diretamente, já que é humanamente impossível imaginar que um profissional possa trabalhar 24 horas direto, em condições altamente estressantes.
ANA PAULA MIRANDA.
A sociedade fluminense e a mídia começam a se unir para defender os Policiais Militares do descaso governamental.
É preciso que cada um de nós, Policiais Militares, tenha a exata noção do que isso representa para uma Instituição heróica, gloriosa e bicentenária, porém, "AINDA" desacreditada.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
quarta-feira, 15 de abril de 2009
UMA JOGADA DE MESTRE E UMA SINUCA DE BICO.
Cresce na internet a divulgação sobre uma manifestação que será realizada no dia 21 de abril, em frente à ALERJ, pelas esposas de Policiais Militares.
Na ocasião elas usarão narizes de palhaço como forma de propesto contra os salários famélicos recebidos pelos seus esposos, assim como, pelas condições inadequadas de trabalho.
A justificativa para a participação delas é o fato de que seus esposos não podem reclamar, por serem punidos administrativamente.
E esposa não recebe DRD.
Uma idéia brilhante, desde que seja ordeira e pacífica, que deixará o governo estadual em uma "sinuca de bico".
E explico:
Historicamente, no dia 21 de abril, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro desfila em homenagem ao patrono das Polícias Militares, com a participação de bandas escolares e de várias unidades da PMERJ.
Na ocasião são depositadas flores junto à estátua de Tiradentes, que fica no local.
Uma festa cívica muito bonita e que reúne centenas de pessoas, além da mídia.
Ora, uma manifestação ordeira das esposas dos Policiais Militares, chamaria a atenção do público e da mídia, sendo certa a divulgação da reportagem em rede nacional, o que desagraria totalmente o atual governo, em um momento que ele entope a mídia de propagandas políticas, pagas com o dinheiro público, que poderia remunerar melhor o Policial Militar.
E o que o governo pode fazer para impedir tamanho desgaste?
Dar um expressivo aumento, antes do dia 21, no que não aposto um único centavo.
Tentar impedir, por meio de preleções ameaçadoras de comandantes, o que não deve fazer efeito, como não fez na nossa marcha democrática, em fevereiro de 2008.
Proibir o desfile, alegando economia de recursos, isso eles podem fazer, não tenham dúvidas.
Porém, se eles assim agirem e as mulheres de Policiais Militares realizarem a manifestação junto à estátua de Tiradentes, inclusive colocando flores, simbolizando o martírio profissional de seus esposos, a mídia cubrirá mais ainda.
Portanto, quem teve a idéia e quem está mobilizando, deixou o Governador Sérgio Cabral em uma "sinuca de bico".
Não tem saída boa.
Creio que o Movimento das Mulheres de Atitudes Independentes, que nasceu no curso da nossa mobilização, também estará presente.
Será uma grande festa cívica, com desfile ou sem desfile.
Tiradentes ficará orgulhoso.
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO
segunda-feira, 14 de abril de 2008
O DIA DOS POLICIAIS - 21 DE ABRIL - ROMEU MACHADO KARNIKOWSKY
O dia 21 de abril foi instituído, oficialmente, como o Dia das Policias Civis e Militares, pelo Presidente EURICO GASPAR DUTRA, através do Decreto-Lei nº 9.208, de 29 de abril de 1946, comemorado, anualmente, considerando o alferes JOAQUIM JOSÉ DA SILVA XAVIER, cognominado TIRADENTES, em homenagem aos servidores que exercem uma das mais antigas, nobres e difíceis das profissões, e assim, colocando o dia do sacrifício do grande Mártir da Independência como uma das datas magnas dos policiais brasileiros. Não poderia ser mais adequado e não poderiam ter os policias do país herói mais apropriado para se espelharem.
O Dia das Polícias Civis e Militares deve ser marcado por algumas reflexões sobre a grave situação dos policiais e das estruturas policiais no País, atualmente. Na esteira das nossas reflexões, devemos de imediato a nós reportar a JOÃO GIULIANO, certamente, o maior policiólogo gaúcho, que já na década de 1950 escreveu o seguinte sobre as polícias:
Verificamos que a policia nasceu predestinada para a obscuridade e para a incompreensão dos homens. Malograram os esforços de várias gerações, no sentido de lhes assegurar a posição social compatível com a sua importância e com seus constantes sacrifícios na manutenção da ordem pública, na garantia das liberdades individuais, na defesa da propriedade, etc. (Porto Alegre: Esboço Histórico da Organização da Polícia do Rio Grande do Sul, 1957).
Não existe profissão mais incompreendida e ao mesmo tempo aureolada de grande fascínio que a exercida pelos servidores policiais. Os policiais além da segurança pública são destinados a uma série de funções em razão das suas atividades. Essa percepção é dada pelo policiólogo EGON BITTNER na seguinte definição:
O papel da polícia é tratar de todos os tipos de problemas humanos quando sua solução necessite ou possa necessitar do emprego da força – e na medida em que isso ocorra -, no lugar e no momento em que tais problemas surgem. É isso que dá homogeneidade a atividades tão variadas quanto conduzir o prefeito ao aeroporto, prender um bandido, retirar um bêbado de um bar, conter uma multidão, cuidar de crianças perdidas, administrar primeiros socorros e separar brigas de casal (Apud. São Paulo: O que Faz a Polícia. 2001).
No entanto, a situação dos policiais, atualmente, é de grande preocupação. E novamente nos valemos do grande policiólogo JOÃO GIULIANO na sua veemente defesa das polícias quando indaga o seguinte: “culpa da própria polícia? Não. Debite-se essa injustiça, especialmente, aos maus governos, aos políticos exaltados e aos delinqüentes.” É deveras difícil a situação dos policiais no Brasil que a despeito da sua importância na sociedade os maus governos têm avançado muito pouco para melhorar a sua condição material, profissional e remuneratória. No Rio Grande do Sul debitamos mais de 50 (cinqüenta) policiais mortos por ano, afora os policiais que ficam mutilados e inválidos, trazendo em ambas situações grande dor as suas famílias.
A Constituição Federal traz no seu artigo 144, que o dever pela segurança pública nos estados é das polícias civis e militares, sob a chefia dos respectivos governadores, tendo a primeira a incumbência de polícia judiciária e apuração das infrações penais, exceto as militares e as segunda cabem a polícia ostensiva fardada e a preservação da ordem pública, além de outras atribuições definidas em lei. Como podemos ver, a responsabilidade constitucional pela segurança pública é dada aos estados. Mas os estados, especialmente, o Rio Grande do Sul, não vêm dando a devida importância às corporações policiais, mormente, aos servidores policiais que não recebem a devida valorização profissional e salarial, pois não devemos esquecer que os policiais não recebem a devida recomposição salarial a mais de 12 anos.
Os governos têm a obrigação de buscarem novas carreiras para as policias, a subtração do assédio moral nas suas fileiras, terminar com os regulamentos disciplinares arcaicos e que são inconstitucionais, qualificar os servidores policiais em matérias científicas e jurídicas, de direitos humanos e de relações com os cidadãos e, principalmente, estabelecer uma política salarial decente, compatível com a importância vital da atividade dos policiais que cotidianamente arriscam suas vidas na defesa da sociedade.
Por essa razão, o dia 21 de abril, instituído como o Dia das Polícias Civis e Militares, é a data comemorativa das mais importantes para refletirmos sobre a grave situação dos policiais, principalmente, dos policiais gaúchos. A atividade policial é nobre e grandiosa e os policiais de forma alguma merecem estar na situação que ora se abate sobre esses servidores. Assim, devemos comemorar sempre o dia 21 de abril como o Dia dos Policiais, mas por outro lado, os policiais não tem nada ou tem muito pouco para celebrar esse dia.
O Dia das Polícias Civis e Militares deve ser marcado por algumas reflexões sobre a grave situação dos policiais e das estruturas policiais no País, atualmente. Na esteira das nossas reflexões, devemos de imediato a nós reportar a JOÃO GIULIANO, certamente, o maior policiólogo gaúcho, que já na década de 1950 escreveu o seguinte sobre as polícias:
Verificamos que a policia nasceu predestinada para a obscuridade e para a incompreensão dos homens. Malograram os esforços de várias gerações, no sentido de lhes assegurar a posição social compatível com a sua importância e com seus constantes sacrifícios na manutenção da ordem pública, na garantia das liberdades individuais, na defesa da propriedade, etc. (Porto Alegre: Esboço Histórico da Organização da Polícia do Rio Grande do Sul, 1957).
Não existe profissão mais incompreendida e ao mesmo tempo aureolada de grande fascínio que a exercida pelos servidores policiais. Os policiais além da segurança pública são destinados a uma série de funções em razão das suas atividades. Essa percepção é dada pelo policiólogo EGON BITTNER na seguinte definição:
O papel da polícia é tratar de todos os tipos de problemas humanos quando sua solução necessite ou possa necessitar do emprego da força – e na medida em que isso ocorra -, no lugar e no momento em que tais problemas surgem. É isso que dá homogeneidade a atividades tão variadas quanto conduzir o prefeito ao aeroporto, prender um bandido, retirar um bêbado de um bar, conter uma multidão, cuidar de crianças perdidas, administrar primeiros socorros e separar brigas de casal (Apud. São Paulo: O que Faz a Polícia. 2001).
No entanto, a situação dos policiais, atualmente, é de grande preocupação. E novamente nos valemos do grande policiólogo JOÃO GIULIANO na sua veemente defesa das polícias quando indaga o seguinte: “culpa da própria polícia? Não. Debite-se essa injustiça, especialmente, aos maus governos, aos políticos exaltados e aos delinqüentes.” É deveras difícil a situação dos policiais no Brasil que a despeito da sua importância na sociedade os maus governos têm avançado muito pouco para melhorar a sua condição material, profissional e remuneratória. No Rio Grande do Sul debitamos mais de 50 (cinqüenta) policiais mortos por ano, afora os policiais que ficam mutilados e inválidos, trazendo em ambas situações grande dor as suas famílias.
A Constituição Federal traz no seu artigo 144, que o dever pela segurança pública nos estados é das polícias civis e militares, sob a chefia dos respectivos governadores, tendo a primeira a incumbência de polícia judiciária e apuração das infrações penais, exceto as militares e as segunda cabem a polícia ostensiva fardada e a preservação da ordem pública, além de outras atribuições definidas em lei. Como podemos ver, a responsabilidade constitucional pela segurança pública é dada aos estados. Mas os estados, especialmente, o Rio Grande do Sul, não vêm dando a devida importância às corporações policiais, mormente, aos servidores policiais que não recebem a devida valorização profissional e salarial, pois não devemos esquecer que os policiais não recebem a devida recomposição salarial a mais de 12 anos.
Os governos têm a obrigação de buscarem novas carreiras para as policias, a subtração do assédio moral nas suas fileiras, terminar com os regulamentos disciplinares arcaicos e que são inconstitucionais, qualificar os servidores policiais em matérias científicas e jurídicas, de direitos humanos e de relações com os cidadãos e, principalmente, estabelecer uma política salarial decente, compatível com a importância vital da atividade dos policiais que cotidianamente arriscam suas vidas na defesa da sociedade.
Por essa razão, o dia 21 de abril, instituído como o Dia das Polícias Civis e Militares, é a data comemorativa das mais importantes para refletirmos sobre a grave situação dos policiais, principalmente, dos policiais gaúchos. A atividade policial é nobre e grandiosa e os policiais de forma alguma merecem estar na situação que ora se abate sobre esses servidores. Assim, devemos comemorar sempre o dia 21 de abril como o Dia dos Policiais, mas por outro lado, os policiais não tem nada ou tem muito pouco para celebrar esse dia.
ROMEU MACHADO KARNIKOWSKI
Professor e Advogado
Professor e Advogado
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JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CIDADÃO BRASILEIRO PLENO
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