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sábado, 7 de maio de 2011
O RIO DE JANEIRO É UM REINO, ELES PODEM TUDO.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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domingo, 13 de março de 2011
POR QUE SÉRGIO CABRAL NÃO FOI PARA UM HOSPITAL PÚBLICO OU UPA?
O governador Sérgio Cabral passou mal e foi socorrido no Hospital Samaritano, em Botafogo (O Globo - domingo - página 21).
A notícia não informa onde Cabral estava quando passou mal, mas se estivesse na residência do Leblon poderia ter buscado socorro no Hospital Municipal Miguel Couto, também situado no Leblon e que atende a população do Rio de Janeiro.
Por que não foi socorrido lá?
Poderia também ser socorrido na UPA de Botafogo, considerando que foi para esse bairro.
Volta e meia surge um movimento na internet no sentido de que todos os políticos deveriam ser usuários do serviço público, penso que isso seria um grande avanço.
Presidente, vice, ministros, governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, além dos seus familiares, seriam obrigados a só utilizarem os serviços públicos.
Penso que a qualidade dos servios melhoraria significativamente.
Imaginem o Governador Sérgio Cabral na emergência do Hospital Municipal Miguel Couto.
O povo adoraria...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
A notícia não informa onde Cabral estava quando passou mal, mas se estivesse na residência do Leblon poderia ter buscado socorro no Hospital Municipal Miguel Couto, também situado no Leblon e que atende a população do Rio de Janeiro.
Por que não foi socorrido lá?
Poderia também ser socorrido na UPA de Botafogo, considerando que foi para esse bairro.
Volta e meia surge um movimento na internet no sentido de que todos os políticos deveriam ser usuários do serviço público, penso que isso seria um grande avanço.
Presidente, vice, ministros, governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, além dos seus familiares, seriam obrigados a só utilizarem os serviços públicos.
Penso que a qualidade dos servios melhoraria significativamente.
Imaginem o Governador Sérgio Cabral na emergência do Hospital Municipal Miguel Couto.
O povo adoraria...
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PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
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domingo, 6 de março de 2011
UMA IDEIA.
COMENTÁRIO POSTADO:
"Julgo ser necessário coronel que os órgãos de segurança em todo o brasil leia-se Bombeiros, Polícia Militar e Polícia Civil passem a ser CELETISTAS, isso porque o regime estatutário favorece a corrupção pois há casos em que a demissão desses profissionais levam anos, já se fossem celetistas com certeza os níveis de corrupção seriam baixos e quando hovesse seriam exemparmente punidos. Veja o caso da Caixa Ecônomica e da Petrobras, o senhor não houve dizer que haja funcionarios demitidos sabe porque? Porque essas instituiçoes tem em seus quadros funcionários concursados mais de forma celetista. Se preferir mandarei para o senhor como é a forma de ingresso na polícia dos Estados Unidos. Lá não há funcionários públicos e sim pessoas que trabalham para o governo de forma celetista, portanto todos estão preocupados em dar o melhor".
AnônimoCOMENTO:
Por favor, encaminhe as informações para que nossos leitores possam avaliar essa alternativa.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O RIO CADA VEZ MAIS PACIFICADO DA DUPLA CABRAL-BELTRAME.
O vídeo demonstra a ousadia dos criminosos e as dificuldades enfrentadas pelos Policiais Militares no Rio, obrigados a improvisarem operações policiais, sem o aparato indispensável.
Felizmente, ninguém morreu e o Policial Militar não foi ferido gravemente, segundo a mídia.
Não se pode improvisar nos serviços públicos essenciais.
Improvisando na educação pública condenamos gerações à ignorância, ao analfabetismo funcional, como está ocorrendo no Rio de Janeiro e em diversos estados brasileiros.
Improvisando na saúde e na segurança públicas provocamos mortes, como também está ocorrendo no Rio, onde cidadãos morrem por falta de vagas nos CTIs. Assistam o último caso divulgado pela mídia de morte por falta do atendimento médico necessário (vídeo).
Os servidores públicos possuem um papel fundamental na reversão deste processo, devem DENUNCIAR todas as irregularidades aos órgãos competentes e à imprensa.
Servidor, DENUNCIE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Felizmente, ninguém morreu e o Policial Militar não foi ferido gravemente, segundo a mídia.
Não se pode improvisar nos serviços públicos essenciais.
Improvisando na educação pública condenamos gerações à ignorância, ao analfabetismo funcional, como está ocorrendo no Rio de Janeiro e em diversos estados brasileiros.
Improvisando na saúde e na segurança públicas provocamos mortes, como também está ocorrendo no Rio, onde cidadãos morrem por falta de vagas nos CTIs. Assistam o último caso divulgado pela mídia de morte por falta do atendimento médico necessário (vídeo).
Os servidores públicos possuem um papel fundamental na reversão deste processo, devem DENUNCIAR todas as irregularidades aos órgãos competentes e à imprensa.
Servidor, DENUNCIE!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
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DIA DO FUNCIONÁRIO PÚBLICO - PARABÉNS ?
Vinte e oito de outubro, dia do funcionário público, o servidor da população.
Infelizmente, apesar da qualificação, comprovada no acesso através de concurso público, os funcionários públicos estão perdendo terreno no Brasil, substituídos por pessoas indicadas politicamente para o exercício de funções comissionadas, nem sempre com a necessária qualificação.
Políticos colocam apadrinhados para gerenciar áreas para as quais eles (elas) não possuem a indispensável qualificação.
O funcionalismo público sofre sobretudo nas mãos dos maus governantes, considerando que a parte do dinheiro público que não pode render "dividendos" é a aplicada no pagamento do funcionalismo, um "dinheiro que não dá retorno financeiro". Assim sendo, os maus governantes não gostam do funcionalismo público, essa é uma regra.
Os maus governantes pagam mal ao funcionalismo para que sobre mais dinheiro para aplicar em obras, compras, contratações, terceirizações, etc, aplicações que dão "retorno".
O funcionário público é um herói, pois além de sobreviver recebendo baixos salários, trabalha sem as condições adequadas. Tal realidade ocorre nas áreas da educação, da segurança e da saúde pública, fazendo com que a prestação de serviços para o povo não seja a desejada.
Existem exceções, os bons governantes, eles sabem a importância de valorizar e de qualificar cada vez mais os servidores do povo, que assim prestam serviços de qualidade atendendo bem a população.
As dificuldades enfrentadas pelos funcionários públicos crescem em razão da falta de mobilização das categorias, que não conseguem se organizar para lutar por melhores salários e adequadas condições de trabalho.
No Rio de Janeiro, todas as categorias do funcionalismo público estão desmobilizadas, o que explica em parte o fato de algumas categorias receberem os piores salários pagos em todo Brasil.
Os Policiais Militares são o exemplo mais fácil de citar. A categoria não possui qualquer capacidade de se mobilizar e recebe o pior salário pago no país para Policiais Militares. Um Soldado de Polícia do Rio recebe três vezes menos que um Soldado de Polícia de Sergipe, apesar do Rio ser o segundo estado em arrecadação do país.
No caso da PMERJ, existe um complicador interna corporis, a grande "banda podre" que não se importa com salários e que inviabiliza a mobilização da categoria.
Penso que o funcionalismo público tenha que aprender a se mobilizar, tanto por categorias, assim como, um todo, a união de todas as categorias.
Mobilizados temos uma força invencível, desunidos somos o que somos: fracos.
É tempo de organizar.
É tempo de lutar.
Caso contrário, nunca teremos o que comemorar, como ocorre nesta data com o funcionalismo público do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
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Infelizmente, apesar da qualificação, comprovada no acesso através de concurso público, os funcionários públicos estão perdendo terreno no Brasil, substituídos por pessoas indicadas politicamente para o exercício de funções comissionadas, nem sempre com a necessária qualificação.
Políticos colocam apadrinhados para gerenciar áreas para as quais eles (elas) não possuem a indispensável qualificação.
O funcionalismo público sofre sobretudo nas mãos dos maus governantes, considerando que a parte do dinheiro público que não pode render "dividendos" é a aplicada no pagamento do funcionalismo, um "dinheiro que não dá retorno financeiro". Assim sendo, os maus governantes não gostam do funcionalismo público, essa é uma regra.
Os maus governantes pagam mal ao funcionalismo para que sobre mais dinheiro para aplicar em obras, compras, contratações, terceirizações, etc, aplicações que dão "retorno".
O funcionário público é um herói, pois além de sobreviver recebendo baixos salários, trabalha sem as condições adequadas. Tal realidade ocorre nas áreas da educação, da segurança e da saúde pública, fazendo com que a prestação de serviços para o povo não seja a desejada.
Existem exceções, os bons governantes, eles sabem a importância de valorizar e de qualificar cada vez mais os servidores do povo, que assim prestam serviços de qualidade atendendo bem a população.
As dificuldades enfrentadas pelos funcionários públicos crescem em razão da falta de mobilização das categorias, que não conseguem se organizar para lutar por melhores salários e adequadas condições de trabalho.
No Rio de Janeiro, todas as categorias do funcionalismo público estão desmobilizadas, o que explica em parte o fato de algumas categorias receberem os piores salários pagos em todo Brasil.
Os Policiais Militares são o exemplo mais fácil de citar. A categoria não possui qualquer capacidade de se mobilizar e recebe o pior salário pago no país para Policiais Militares. Um Soldado de Polícia do Rio recebe três vezes menos que um Soldado de Polícia de Sergipe, apesar do Rio ser o segundo estado em arrecadação do país.
No caso da PMERJ, existe um complicador interna corporis, a grande "banda podre" que não se importa com salários e que inviabiliza a mobilização da categoria.
Penso que o funcionalismo público tenha que aprender a se mobilizar, tanto por categorias, assim como, um todo, a união de todas as categorias.
Mobilizados temos uma força invencível, desunidos somos o que somos: fracos.
É tempo de organizar.
É tempo de lutar.
Caso contrário, nunca teremos o que comemorar, como ocorre nesta data com o funcionalismo público do Rio de Janeiro.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
RIO DE JANEIRO: O FUNCIONALISMO PÚBLICO FEZ E FARÁ HISTÓRIA.
Ontem, centenas de servidores públicos ocuparam as ruas da Zona Sul do Rio de Janeiro, realizando uma caminhada do Largo do Machado até o Palácio Guanabara. Ordeira e pacificamente, como determina a lei, realizaram um ato cívico-democrático que poderá ser um marco na história do funcionalismo público e da política fluminense, considerando que todos publicamente demonstraram o seu repúdio ao governo Sérgio Cabral (PMDB).
Cabral prometeu muito e quase nada cumpriu.
Cabral teve tudo ao seu favor, inclusive um inédito apoio integral do governo federal e fez um governo inteiramente dissociado do interesse do serviço público, investindo nas terceirizações, nos aluguéis e nas contratações caríssimas.
Cabral foi reprovado.
O ato será um marco na medida em que os servidores públicos cumpram as suas palavaras no sentido de realizarem uma campanha pública contra a reeleição de Sérgio Cabral (PMDB) e de seus aliados. Nós somos mais de 400.000 servidores, como foi dito ontem, representamos mais de 1 milhão de votos diretos (servidor e familiares), porém significamos um número muito maior de votos, considerando o nosso poder de convencimento da população com a qual interagimos a todo momento.
Temos que fazer a nossa parte, o nosso dever de casa, pois isso fará com que o próximo governador nos respeite e cumpra as suas promessas de campanha.
É hora de ação.
No dia 24 JUN 2010, às 15:00 horas, com concentração na Rua Irineu Marinho, os servidores da área de segurança pública realizarão a Terceira Carreata PEC 300 do Rio de Janeiro, onde falaremos novamente a verdade sobre esse governo, TODOS os funcionários públicos estão convidados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
Cabral prometeu muito e quase nada cumpriu.
Cabral teve tudo ao seu favor, inclusive um inédito apoio integral do governo federal e fez um governo inteiramente dissociado do interesse do serviço público, investindo nas terceirizações, nos aluguéis e nas contratações caríssimas.
Cabral foi reprovado.
O ato será um marco na medida em que os servidores públicos cumpram as suas palavaras no sentido de realizarem uma campanha pública contra a reeleição de Sérgio Cabral (PMDB) e de seus aliados. Nós somos mais de 400.000 servidores, como foi dito ontem, representamos mais de 1 milhão de votos diretos (servidor e familiares), porém significamos um número muito maior de votos, considerando o nosso poder de convencimento da população com a qual interagimos a todo momento.
Temos que fazer a nossa parte, o nosso dever de casa, pois isso fará com que o próximo governador nos respeite e cumpra as suas promessas de campanha.
É hora de ação.
No dia 24 JUN 2010, às 15:00 horas, com concentração na Rua Irineu Marinho, os servidores da área de segurança pública realizarão a Terceira Carreata PEC 300 do Rio de Janeiro, onde falaremos novamente a verdade sobre esse governo, TODOS os funcionários públicos estão convidados.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
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segunda-feira, 8 de março de 2010
ELEIÇÕES 2010.
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
RIO DE JANEIRO: UMA GESTÃO EQUIVOCADA E COM AS CALÇAS NA MÃO.
A palavra modernidade pode ser considerada como uma recorrência no discurso do governo Sérgio Cabral, pelo menos como uma tentativa de mudar o modelo de gestão. A própria Polícia Militar experimenta uma administração feita por Coronéis muito modernos, os quais deveriam emprestar uma nova forma de gestão. Cabral promoveu essa situação quando abreviou a carreira de Coronéis mais antigos, interrompendo o exercício de direitos desses Oficiais e apostando nos seus aliados.
Sinceramente, apostou mal.
Cabral usa e abusa das terceirizações, não importa o quanto sejam mais caras, como no caso da terceirização da frota da Polícia Militar, contrato celebrado com uma empresa de São Paulo.
As UPAs são o corolário dos aluguéis, segundo a mídia noticia.
No início do governo, a Polícia Militar foi invadida por uma firma de auditoria de Minas Gerais, se a memória não estiver me traindo, que realizou uma série interminável de entrevistas para preencher os seus inúmeros formulários.
Isso iria mudar a gestão, economizar esforços e dinheiro.
Não posso (não conheço) e nem quero avaliar o trabalho dessa firma, como não avalio o da Empresa Júlio Simões (viaturas), porém não posso deixar de citar fatos:
1. O contrato de terceirização realmente é muito caro, como afirmou o Coronel de Polícia Samuel, quando era Chefe do Estado Maior.
A Polícia Militar adquiriu viaturas com equipamento para utilização de gás e até hoje essa utilização é precariamente aproveitada.
Como explicar essa falta de planejamento?
Por favor, visão de futuro, não.
Logo os 30 meses de contrato findarão e as viaturas não estarão utilizando na sua totalidade o gás.
Aliás, se o contrato não for renovado, o que acontecerá?
Cidadão, imagine se o próximo governador considerar caríssima essa terceirização, o que ocorrerá?
Essa não é uma política de estado, aprovada por todos, portanto, sendo uma política de governo, pode ser para um e não ser para o outro.
Quem ficará na sinuca de bico será a Polícia Militar.
2. Os benefícios natalinos para alguns servidores públicos também revelam uma gestão totalmente incompreensível. As duas instituições militares estaduais - Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar - agiram de forma inteiramente diversa, embora sejam ambas subordinadas à Sérgio Cabral. A Polícia Militar inovou e deu uma cesta de Natal composta (só) por frios e não informou publicamnte quanto custou cada cesta. Além disso, só deu as cestas para os ativos, deixando inativos e pensionistas no ostracismo, como se não importassem mais para a Instituição. O Corpo de Bombeiro Militar deu um cartão Green Card no valor de R$ 90,00 para cada ativo e inativo comprarem os alimentos que preferissem, segundo informações que recebi. Sendo verdade, como explicar essa disparidade de tratamento entre Policiais e Bombeiros Militares, tendoe m vista que ambos ganham o mesmo salário miserável?
Não posso considerar esses fatos como avanços.
Como formas modernas de gestão.
Muito pelo contrário, parecem erros grosseiros e primários.
A modernidade no governo Sérgio Cabral é sinônimo de erros e de atrasos, o que é lamentável, considerando que o aprimoramento da gestão é indispensável para que o serviço público atenta aos seus objetivos primordiais como a universalidade, a economicidade e a eficácia.
Urge que a Polícia Militar se estruture para uma possível interrupção do contrato de terceirização das viaturas, para não ser pega com as "calças na mão"...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
Ex-CORREGEDOR INTERNO
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