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sábado, 31 de dezembro de 2011

BRASIL É RECORDISTA EM NÚMERO DE ASSASSINATOS, MAS ENGAVETA PROJETO PARA REDUÇÃO.

O GLOBO:
Governo engaveta projeto de redução de assassinatos.
Elaboração de um plano nacional contra homicídios foi suspenso por tempo indeterminado.
BRASÍLIA - O governo suspendeu, por tempo indeterminado, a elaboração de um plano de articulação nacional para a redução de homicídios, um dos pilares da política de segurança pública anunciada pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no início do ano. A decisão surpreendeu e irritou integrantes do Conselho Nacional de Segurança Pública (Conasp), que acompanham a escalada da violência no país. O Brasil é o país com o maior índice de homicídios do mundo em termos absolutos — quase 50 mil por ano, 137 por dia — e o sexto quando o número de assassinatos anuais é comparado ao tamanho da população (Leiam).
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O GENOCÍDIO BRASILEIRO.

JORNAL ZERO HORA:
Estudo da Unicef mostra que um jovem gaúcho é morto a cada três dias.
Ao divulgar os resultados preliminares de um estudo sobre a violência contra adolescentes no Brasil, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) trouxe ontem uma boa e outra má notícia para o Rio Grande do Sul. A positiva é que as cidades gaúchas estão em posições intermediárias no ranking de homicídios de adolescentes – distante do topo da lista de mortes.
Por outro lado, a pesquisa fez uma preocupante projeção: um adolescente será assassinado a cada 72 horas no Estado, em um dos 19 municípios com mais de 100 mil habitantes. Se nada for feito para reduzir os crimes, o estudo prevê que 897 gaúchos entre 12 e 18 anos serão mortos entre 2006 e 2012.
No país, serão mais de 33,5 mil assassinatos de jovens.
Com base nos homicídios registrados em 2006, o estudo apresentado ontem em Brasília reuniu informações sobre as mortes de adolescentes nas maiores cidades brasileiras, aquelas com mais de 100 mil habitantes, para apresentar o Índice de Homicídios na Adolescência (IHA). O indicador estima o número de pessoas que serão assassinadas durante a adolescência (o Unicef define como adolescentes jovens entre 12 e 18 anos) para cada grupo de mil habitantes. Calculado por pesquisadores do Unicef em parceria com a ONG Observatório de Favelas e a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, o IHA revelou que os gaúchos têm um risco menor de serem assassinados se comparado ao de adolescentes que vivem em outros Estados. Com base nos crimes ocorridos em 2006, o estudo também estimou o uso de armas de fogo nos assassinatos de pessoas entre 12 e 18 anos.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, as chances de um adolescente ser morto por uma arma de fogo é quatro vezes mais do que por outro meio. Neste ranking, o Estado ficou na sétima colocação, atrás do Rio de Janeiro, Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Paraíba e Minas Gerais.
Guaíba se destacou nas mortes por arma de fogo.
Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi a presença da arma de fogo nos crimes cometidos contra adolescentes em Guaíba. Na cidade, a chance de ser morto por um tiro é 10 vezes maior do que por outros meios, como facas ou espancamento. – Não sabemos o porquê disso.
A segunda fase da pesquisa se aprofundará nas causas dessas mortes – conta o professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Ignacio Cano, coordenador da pesquisa. Ao conhecer a pesquisa, o professor da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) Rodrigo de Azevedo, especialista em análise social da violência, acredita que a quantidade de armas nas ruas gaúchas acaba por potencializar seu uso em crimes. – É sabido que o Rio Grande do Sul tem um dos maiores arsenais (nas mãos de civis) do Brasil. É preciso maior rigor no controle e fiscalização desse armamento – opina. Fonte: Zero Hora (22/07/09).
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
CORONEL DE POLÍCIA
CORONEL BARBONO

sexta-feira, 6 de junho de 2008

RIO DE PAZ - ATO CÍVICO - 08/06/2008 - DOMINGO

EMAIL RECEBIDO:


Prezados amigos:

No próximo dia 8 de junho de 2008 (domingo, às 15h00min, na praia do Leblon, em frente a Rua Bartolomeu Mitre) haverá uma manifestação pública em repúdio ao elevado número de mortes violentas no nosso país e, em particular, no estado do Rio de Janeiro, numa crítica contundente a política de segurança pública que vem sendo adotada. Os números dramáticos representam o colapso do pacto social em seu item fundamental, o respeito ao direito à vida.

Neste evento, reuniremos numa mesma causa todos os credos, todas as cores e todas as classes sociais que habitam em nossa cidade, vítimas da violência e da criminalidade.

Simbolicamente, reuniremos alguns representantes da comunidade judaica - em razão do assassinato de um de seus membros no Centro da cidade, que conseguiu sobreviver ao holocausto mas não a violência do Rio -, com moradores de uma favela da zona oeste da cidade, evangélicos, que exigem justiça em razão da morte de um jovem, que teria sido covardemente assassinado por policiais militares do 14º BPM.

Para tanto, pedimos a sua inestimável participação, para formarmos uma Frente em Defesa da Cidadania, em apoio a essa manifestação, no sentido somarmos esforços para a construção de uma nova concepção de polícia e de uma cultura cidadã que exija transparência e responsabilidade das autoridades públicas, em todos os níveis decisórios.

Solicitamos também a devida autorização para que possamos utilizar a logomarca da sua entidade nos impressos que serão exibidos e distribuídos.

Para que possamos confeccionar o material de apoio solicitamos confirmar suas participações e nos enviar a logomarca de sua instituição o mais rápido possível, preferencialmente até às 12h00min de amanhã.

De qualquer forma seria muito importante, conveniente e oportuno se vocês pudessem comparecer neste evento.

Por um mundo justo e pacífico,
RIO DE PAZ