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quinta-feira, 8 de março de 2012

RIO: POLÍCIA MILITAR, TRÊS NOTÍCIAS, UMA VERDADE.

Prezados leitores, solicito que tenham especial atenção nas datas.
1) Blog do Coronel Paúl:
quinta-feira, 31 MAR 2011
A PUNIÇÃO GEOGRÁFICA, HORA DE POR UM FIM NESTA EXCRESCÊNCIA.
Quem nunca ouviu falar na punição geográfica?
Uma verdadeira covardia praticada por alguns comandos que diante da impossibilidade de punir disciplinarmente um subordinado – Oficial ou Praça – que contraria os seus interesses, resolve o problema transferindo o “incômodo” para um quartel distante.
Via de regra essa transferência é justificada como uma “necessidade de serviço”.
É hora de por um fim nesta autêntica violação (Leiam mais).

2) O GLOBO - 04 NOV 2011.
Gustavo Goulart.
Nova cúpula da PM diz que comandantes não poderão levar equipe na transferência.
(...)
- Acabou aquela movimentação de 20 a 30 servidores toda vez que um oficial era transferido para o comando de outra unidade. A Polícia Militar quer construir uma estrutura para que praças e oficiais sejam avaliados imparcialmente. O objetivo é compartilhar a responsabilidade pelo desempenho do policial - informou o coronel Frederico Caldas, coordenador de comunicação social da Polícia Militar, ressaltando que algumas exceções poderão ocorrer, por exemplo, quando algum posto no batalhão estiver desfalcado (Fonte).
3) O GLOBO - 08 MAR 2012.
BOPE TRANSFERE 51 POLICIAIS PARA OUTRAS UNIDADES.
Herculano Barreto Filho.
Tropa perdeu 13% do efetivo: PM diz que mudança é rotina.
RIO - Em apenas 22 dias, o efetivo da tropa de elite da PM foi reduzido em cerca de 13%. Pelo menos 51 policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), com treinamento especializado em ações de combate, foram transferidos — 22 deles, para batalhões comuns no interior. O efetivo total da unidade é de cerca de 400 homens.
As transferências de quatro subtenentes, 18 sargentos, 17 cabos e 12 soldados começaram a ser publicadas no Boletim Interno da corporação cinco dias depois de uma manifestação, feita por cinco mil policiais militares e civis e bombeiros, na Cinelândia, que deu início à greve da categoria. No dia do protesto, o Bope foi chamado pelo comando-geral da PM para reprimir o ato, mas os policiais que estavam de plantão teriam se negado a cumprir a ordem. A PM informou que as transferências são de rotina (Fonte).
Penso que fica fácil descobrir a verdade sobre tais movimentações.
Lembro que os PMs do BOPE perderão as gratificações de R$ 1.500,00 que recebiam mensalmente.
Aproveito para solicitar desculpas ao jornal Extra, pois ontem estava no meio de uma reunião importante, quando foi feito contato através do blogfone (78716377), solicitando que eu comentasse a transferência dos PMs do BOPE. Combinamos falar em seguida, mas tudo indica que o jornalista não conseguiu retornar o contato. Estou à disposição, como sempre estive.
Juntos Somos Fortes!

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

GRATIFICAÇÕES E REDUÇÃO DO TEMPO PARA PROMOÇÕES - AFRONTAS À HIERARQUIA.

Comentário postado:
O DECRETO Nº 43.411 DE 10 DE JANEIRO DE 2012 provocará a quebra da precedência hierárquica, abalando um dos pilares institucionais vigentes na PMERJ: A HIERARQUIA.
Para ser JUSTA, a Promoção de Praças por Tempo de Serviço deveria considerar o TEMPO NA GRADUAÇÃO, pois assim a mesma beneficiaria também os PMs promovidos por bravura ou por concursos internos para o CFC e o CFS. Assim como foi feito no Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro através do DECRETO Nº 39.109, DE 04 DE ABRIL DE 2006, será preciso também mudar o interstício dos Sargentos concursados (CFS) da PMERJ, o que valorizará a graduação de Sargento PM (situação amparada pelo princípio constitucional da isonomia).
Anônimo.
Comento:
Hoje no curso da nossa mobilização um PM me disse que ele era Sargento de curso e que como 3o Sgt PM teria que esperar o interstício mínimo de 6 anos para ser promovido, enquanto isso a espera para os promovidos por tempo de serviço era de 4 anos.
Penso que esse exemplo resuma bem a zona que estão criando na PMERJ e no CBMERJ.
Além da afronta aos valores hierárquicos, aliás, mais uma afronta, pois as gratificações também ofendem de morte a hierarquia, passados alguns anos, quase todos os inativos das duas corporações serão Subtenentes e Coronéis, só serão inativos de outras graduações e postos os que tiverem a carreira interrompida.
Como pagar bons salários?
O caos será completo, mas Sérgio Cabral e Beltrame, não tem qualquer compromisso com o futuro das corporações, quem deveria lutar contra isso são os comandantes gerais, o dever de proteger a PMERJ e o CBMERJ é principalmente deles.
Juntos Somos Fortes!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A ODISSEIA FINANCEIRA DE UM POLICIAL MILITAR DO RIO DE JANEIRO.

José, Soldado da PM, ganhava R$ 1.200,00 por mês e passava por sérias dificuldades com a sua família, o obrigando a trabalhar no "bico", segunado emprego. Além disso, ele estava com um problema de saúde e afastado da atividade fim. De repente, uma luz, os PMs aptos teriam direito a uma gratificação mensal de R$ 350,00. Não teve dúvida, foi ao hospital e saiu festejando o apto para o serviço, afinal, a dor na coluna não era insuportável. Um, dois, três meses de gratificação,com os vencimentos totalizando R$ 1.550,00 pagou algumas dívidas, aliviou a pressão em casa e a coluna nem piorou tanto assim. Repentinamente, surge nova chance, uma permuta para uma UPP, onde os PMs ganham uma gratificação maior, R$ 500,00 por mês. Permuta feita, passados alguns meses ganhando agora R$ 1.700,00 mensais, José fez algumas novas prestações, afinal o banheiro e a cozinha precisavam ser azulejados, trabalho que não fez bem a sua coluna, obviamente. José estava com sorte, um amigo do BPChoque se ofereceu para permutar com ele e lá a gratificação era de R$ 1.000,00 por mês. José festejou, fez a festinha de quinze anos da filha mais velha e ganhou algumas novas prestações, que ele considerava pagáveis com os vencimentos de R$ 2.200,00 mensais. Ele sofria cada vez mais com as dores na coluna durante o serviço, mas não reclamava, sobretudo quando conseguiu uma permuta para o BOPE, onde a gratificação é de R$ 1.500,00 por mês. José agora ganhava R$ 2.700,00 por mês, mas do que o dobro que ganhava quando estava de IFP no batalhão e tinha várias novas prestações, pois deu uma guaribada no carro da família e largou o "bico", a dor na coluna impediu a continuidade. 
A vida seguia e o incômodo com a coluna era cada vez maior.
Na semana passada, a coluna piorou muito e José nem conseguiu se levantar da cama. Uma ambulância o conduziu até o hospital, onde foi internado sem previsão de alta, diante da necessidade de uma intervenção cirurgica, o que o levará a inatividade.
No hospital, José se queixa das dores, mas quem reclama mais é sua esposa, afinal inativo ele voltará a receber R$ 1.200,00 por mês, pois perdeu a gratificação. Pior, não poderá trabalhar no "bico". Ela resmunga pelos cantos, perguntando quem pagará as prestações...
Baseado em fatos reais, faço vertiginosa ficção, embora seja uma ficção que se transforma em realidade diariamente na casa de vários PMs.
Juntos Somos Fortes!

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

UPPs – POR QUE GOVERNO ESTADUAL SÓ IMPLANTA NO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO?

Surpresa, na comunidade que você mora, não será implantada uma UPP.
O governo do estado do Rio de Janeiro acabou de implantar com enorme sucesso a 19ª UPP, todas localizadas no município do Rio de Janeiro, sendo que a quase totalidade em comunidades situadas na Zona Sul e na Tijuca. Logo após a ocupação, o secretário de segurança anunciou que a meta até 2014 é atingir um total de 40 UPPs (leiam).
Prezados leitores, vocês sabem quantas comunidades carentes existem no estado?
Não? Realmente não é fácil obter esse quantitativo, os dados que encontramos são diferentes e como não temos o interesse de super dimensionar o problema, faremos o contrário, minimizaremos, usando o número 513 como referência, tendo como fonte o Censo de 2000 do IBGE.
Longe de estabelecermos a verdade numérica, tendo por base apenas os números citados, podemos concluir que no final do governo atual, menos de 10% das comunidades carentes serão assistidas com a implantação de UPPs. Diante dessa realidade, uma reflexão precisa povoar o nosso raciocínio, caso a nossa intenção seja não aceitar o embrulho que querem colocar no nosso colo, sem saber o que tem dentro:
Considerando que o governo conhece os dados citados e as suas consequências, não seria democraticamente correto que essas 40 UPPs fossem distribuídas de forma equilibrada, atendendo comunidades carentes de todas as regiões do estado do Rio de Janeiro?
Afinal, a política de segurança pública é estadual e todos os cidadãos são iguais em termos de direitos e de deveres. Ter segurança pública, ter policiamento na sua região, constitui direito de todos nós. Portanto, o que faz com que o governo estadual só instale UPPs no município do Rio de Janeiro, violando a igualdade de direitos?
Além dessa verdade, pois todas foram implantadas na Capital, devemos somar outra que aumenta a discriminação com relação às demais regiões, ou seja, o fato de que centenas de traficantes estão sendo transferidos das comunidades ocupadas com UPPs para as outras comunidades, aumentado à exposição ao risco para os moradores das regiões receptoras.
Qual a motivação para tamanha injustiça?
Penso que vocês, caros leitores, possam ser levados a acreditar que existem critérios altamente técnicos estabelecidos pela secretária de segurança pública para o planejamento criterioso das ocupações, o que tem feito com que apenas a Capital tenha sido beneficiada em detrimento do “resto” do estado.
Sim, poderia ser isso, entretanto, sinceramente, não é essa a resposta.
O problema é dinheiro.
Os governos estadual e municipal estabeleceram uma parceria que determina que o município do Rio de Janeiro pague a cada Soldado que trabalha nas UPPs uma gratificação mensal no valor de R$ 500,00. Atualmente, arredondando para 2.500 o número de Soldados que são empregados nas UPPs, o prefeito gasta por mês R$ 1.250.000,00 para pagar as gratificações. O custo anual é a ordem de 15 milhões de reais, isso tudo sem considerar os 900 Policiais Militares que integrarão a 19ª UPP.
Obviamente, diante de despesa tão volumosa para os cofres públicos municipais e diante das impossibilidades legais, o prefeito do Rio de Janeiro nunca pagará gratificação para Policiais Militares que trabalhem em UPPs sediadas em outros municípios.
Tal realidade faz com que não se possa implantar UPPs em outros municípios, sem que seja feito o pagamento da gratificação realizado no Rio de Janeiro, ônus que a prefeitura local terá que arcar.
Respeitando todas as opiniões contrárias, eis o motivo para o fato de só serem implantadas UPPs no município do Rio de Janeiro, não existem critérios técnicos, o problema é o pagamento da gratificação. Uma UPP com 200 Policiais Militares significa que  a prefeitura terá que pagar as gratificações, arcando com um custo mensal de 100 mil reais, 1,2 milhões por ano.
Por derradeiro, não sei responder como o prefeito consegue justificar gastos tão elevados pagos mensalmente para funcionários públicos estaduais, por tanto tempo.
Juntos Somos Fortes!

sábado, 22 de outubro de 2011

BOMBEIROS MILITARES - GRATIFICAÇÃO PARA OS GUARDA VIDAS - DIVIDIR PARA ENFRAQUECER.

Hoje fui informado que a gratificação para os Guarda Vidas (GVs) que chegamos a comentar que estava no forno, acabou de sair. 
Será uma gratificação temporária, paga por alguns meses, sendo no valor de R$ 1.000,00 mensais.
Os GVs interessados terão que se inscrever pois para fazer jus terão que trabalhar além da escala normal de 12 x 36 horas. 
O governo e o comando repetem o modelo que já tinha sido adotado para a concessão de outras gratificações, pagando por mais serviços.
Obviamente, a nova gratificação não atende aos interesses da mobilização dos Bombeiros do Rio, todavia é mais uma forte tentativa de desagregar o movimento, sobretudo, diante da proximidade do ato do dia 30 OUT 2011, ato esse que levou o pânico para o Palácio GB.
Se os GVs se inscreverem e, assim mesmo, comparecerem em massa no ato do dia 30, terá sido um tiro na água por parte do comando e do governo. Em contrapartida, uma grande adesão à gratificação. somada a um esvaziamento do ato da Praia do Leblon, desmoralizará os GVs.
Eu aprendi a respeitar a coragem dos GVs, portanto, prefiro aguardar o dia 30 OUT 2011, para conferir os verdadeiros efeitos da isca.
Apesar de tais verdades, a gratificação oportunista poderá ser um tiro no pé, talvez na cabeça, bastando para isso que todas as outras especialidades do Corpo de Bombeiros se façam presentes em peso no Leblon, demonstrando a sua insatisfação.
Não custa lembrar que os GVs representam menos de 10% do efetivo total de Bombeiros Militares.
Em resumo, uma coisa é certa: o dia 30 OUT 2011 será um marco na mobilização dos Bombeiros Militares do Rio.
Se o marco será uma grande vitória ou uma grande derrota, só os Bombeiros e os seus familiares poderão demonstrar.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL (PMDB) CONTINUA "SACANEANDO" ATIVOS, INATIVOS E PENSIONISTAS DA POLÍCIA MILITAR.

Em mais uma demonstração de total descaso com os Policiais Militares ativos e inativos, assim como, com as pensionistas, o governador Sérgio Cabral (PMDB) concede mais uma gratificação para um pequeno grupo de PMs.
Além da condenável ação de Sérgio Cabral (PMDB), devemos lamentar a omissão dos gestores da PMERJ que se calam diante dessa nova aberração e a inércia dos órgãos de controle que permitem esse completo absurdo, sustentado (motivado) por considerandos sem qualquer legitimidade.
Eu me orgulho de ter lutado na ativa e continuar lutando na inatividade contra esse governo ditatorial que está destruindo o serviço público fluminense.
No dia 25 AGO 2011, 18:00 às 21:00 horas, lanço na AME/RJ o meu primeiro livro impresso "Cabral contra Paúl" que contém uma pequena parcela dessa luta e tenho certeza que o subtítulo que escolhi para o livro - "A Polícia Militar de Joelhos" -, é o retrato fiel da atual fase da heróica e gloriosa PMERJ.
Bol da PM nº. 150 - 15 Ago 2011 - Fl. 53
TRANSCRIÇÃO DE DOERJ EXECUTIVO N°. 152 DE 15 AGO 2011
ATOS DO PODER EXECUTIVO
DECRETO Nº. 43.135 DE 12 DE AGOSTO DE 2011 - DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO AOS POLICIAS MILITARES LOTADOS NO BATALHÃO DE POLÍCIA DE CHOQUE - BPCHQ
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, tendo em vista o que dispõe os incisos II e VI do art. 145 da Carta Política Estadual, o art. 24, inciso VIII, do Decreto-Lei nº. 220, de 18 de julho de 1975, o Decreto nº. 25.175, de 04 de janeiro de 1999, tendo em vista o que consta no processo nº. E-12/1262/2010,
CONSIDERANDO:
- que a capacitação profissional é elemento que se encontra abarcado pelo princípio da eficiência, principio básico da Administração Pública, conforme o disposto no art. 37, caput da Constituição Federal;
- que, conforme o disposto no § II do art. 36, do Decreto-Lei nº. 92, de 06 de maio de 1975, “o Comandante-Geral da Polícia Militar terá como força de reação, no mínimo, um Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) especialmente instruído e treinado para as missões de contraguerrilha urbana e rural, o qual será usado, também, em outras missões de policiamento”;
- a necessidade de treinamento especializado para os Policiais Militares lotados no Batalhão de Polícia de Choque - BPChq;
- a necessidade de valorização do Policial Militar integrante do BPChq, dada a especificidade, complexidade, dinamismo e versatilidade das funções que desenvolvem;
- que no âmbito da Policia Militar o Batalhão de Polícia de Choque é o responsável pela difusão da doutrina de uso progressivo da força e de tecnologias de menor potencial de letalidade, em ocorrências de sua área de atribuição; e,
- que, para integrar o efetivo do Batalhão de Polícia de Choque, o Policial Militar, deve ser aprovado em um dos cursos ou estágios de especialização ministrados pela Unidade ou Co-irmã, em área de interesse da Unidade, e, ainda cumprir o Cronograma Anual de Adestramento.
DECRETA:
Art. 1º - Tendo em vista sua especial capacidade funcional, os Policiais Militares lotados no Batalhão de Polícia de Choque - BPChq, no efetivo exercício de suas funções e que preencherem os requisitos estabelecidos neste Decreto, perceberão Gratificação de Encargos Especiais no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais).
Parágrafo Único - A lotação máxima no Batalhão de Polícia de Choque fica fixada em 1.196 policiais militares.
Art. 2º - A gratificação prevista neste Decreto fica excluída da base de cálculo do adicional de tempo de serviço, bem como quaisquer outros percentuais que incidam sobre o soldo dos servidores mencionados no seu art. 1º.
Art. 3º - A presente gratificação, espécie do gênero de gratificação de encargos especiais, disciplinada no art. 24, inciso VIII, do Decreto-Lei nº. 220, de 18 de julho de 1975, não será acumulada com qualquer outra gratificação de natureza semelhante.
Art. 4º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação.
Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2011.
SÉRGIO CABRAL
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

AS ARTIMANHAS DO GOVERNO SÉRGIO CABRAL NA CONCESSÃO DAS GRATIFICAÇÕES.

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro terceiriza os seus Policiais Militares.
Hoje o número de Policiais Militares que recebem dos cofres públicos para exercerem a atividade de Policial Militar, mas que na verdade trabalham em outros órgãos, se aproxima dos 3.000 PMs.
Prezado leitor, não se assuste, o número é esse, próximo de 3.000 PMs.
Isso significa que nós pagamos SEIS BATALHÕES de Policiais Militares para trabalharem em outras atividades e não no policiamento ostensivo.
A Guarda Municipal do Rio de Janeiro é uma das instituições que recebem esses Policiais Militares da ativa, os quais deveriam estar trabalhando na PMERJ. Nesse caso específico, os cedidos são Oficiais em sua maioria, inclusive Coronéis de Polícia da ativa que deveriam estar comandando, chefiando ou dirigindo Organizações Policiais Militares, mas que estão ocupando lugares dos Guardas Municipais de carreira. Obviamente, não fazem isso por amor, muito pelo contrário, ganham excelentes gratificações, além do salário da PMERJ.
Todos esses batalhões fora das ruas, somados aos batalhões que estão imobilizados nas UPPs, resultam em uma gigantesca falta de efetivo para policiar as ruas do Rio de Janeiro. Para solucionar esse problema, o governo Sérgio Cabral (@SergioCabralRJ) resolveu gastar mais dinheiro público ainda em forma de gratificação. Criou o POEPP, travestido do qualificação, o programa tem a finalidade objetiva de fazer com que os Policiais Militares que estão em tratamento de saúde se apressem em sair da condição de Incapacidade Física Parcial (IFP) e passem para a condição de aptos para o serviço, quando podem ser escalados nas ruas. O PM que fica apto recebe seis parcelas de R$ 350,00, sob a justificativa que se qualificou no POEPP.
Mentira tem perna curta.
Ora se o PM se qualificou, tem o direito de receber as parcelas, essa seria a lógica. Todavia, não é isso que acontecesse, como nesses exemplos:
1) O início do gozo de licença especial, apesar de ser um direito, o qual nem pode mais contar em dobro para a inatividade, interrompe o recebimento das parcelas. Entrou de LE, deixa de receber.
2) Os PMs que concluem o POEPP nos batalhões, ao serem classificados nas UPPs, perdem as parcelas. Recentemente, alguns estão tendo que devolver o recebido no valor de R$ 700,00 (duas parcelas).
Tal realidade demonstra que o POEPP não visa a qualificação, mas sim forçar o PM a ficar apto, dando um cala boca, para que ele seja escalado nas ruas para cobrir os SEIS BATALHÕES que estão cedidos a outros órgãos.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 3 de maio de 2011

A DESTRUIÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO PELO GOVERNO SÉRGIO CABRAL.

COMENTÁRIO POSTADO:
GRATIFICAÇÕES:

Cel Paúl não pára por aí! Para quem ainda não sabe, lá vai!
- Piloto do CBMERJ, PMERJ e PC = R$7.500,00;
- Médico Bombeiro Militar (ambulância e UPA) = R$ 4.000,00 + plantão como civil = R$ 7.500,00;
- Enfermeiro Bombeiro Militar da UPA = R$ 1.500,00;
- Téc. enfermagem Bombeiro Militar UPA = R$ 700,00;
- Motorista Bombeiro Militar da ambulância = R$ 400,00;
- Guarda-vida, rabecão e motorista = R$ 350,00;
- Bombeiro Militar que atua no combate à dengue = R$ 678,00;
- Oficial surpevisor dengue = R$ 1.000,00;
Ou seja, se um tenente médico do CBMERJ que só trabalha 24h na UPA e ganha 2.500,00 de remuneração + 4.000,00 de gratificação UPA + 7.500,00 de gratificação para "atuar" como pediatra na escala de civil + 2.100,00 para novamente "atuar" com pediatra, tudo isso possível porque não precisa cumprir 40h semanais no CBMERJ, como fazem os combatentes otários! TOTAL aproximado de R$ 16.000,00.
Enquanto um soldado cumpridor de expediente ganha R$ 950,00 e um Coronel cumpridor de expediente ganha R$ 7.500,00. Absurdo, é melhor dar o comando do CBMERJ para os médicos. Imagine um quartel onde o cmt ganha R$ 6.000,00; o soldado R$ 950,00 e o médicos que nem dã as caras no quartel ganham mais que o dobro que o comandante.
É o fim dos tempos (...).
Anônimo
COMENTO:
As denúncias devem ser investigadas, obviamente, um Tenente Médico não pode ganhar mais que o Comandante do quartel, isso é inteiramente inconcebível.
Na Polícia Militar, o absurdo das gratificações também prolifera, um Soldado do Bope, por exemplo, ganha mais que todos os 3o Sargentos dos demais batalhões.
Fiz a minha parte, denunciei ao Ministério Público, mas pelo visto arquivaram.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 17 de abril de 2011

O MEDO NOSSO DE CADA DIA, DESCULPAS, DESCULPAS E DESCULPAS.

MEDO é um sentimento natural, o animal que não tem MEDO pouco sobrevive na natureza, o ser humano que não possui esse mecanismo de defesa - o MEDO - deve procurar ajuda médica, pois algo está muito errado.
Eu tenho MEDO.
Escrito isso, reafirmo que o nosso espaço está e continuará aberto para todos os tipos de catarse, inclusive para que cada um possa conviver com seus MEDOS, tentando disfarçá-los da forma que achar mais agradável ao seu espírito. Alíás, constitui um estudo interessante conhecer essa faceta do comportamento humano, a difícil convivência com o próprio MEDO.
Nós, Policiais e Bombeiros Militares, reconhecidos como heróis, devemos ter uma maior dificuldade para aceitar os nossos MEDOS, o que faz com que nos comentários do nosso blog, por exemplo, ele seja travestido de várias formas pelos nossos heróis.
Uns alegam que não comparecem aos atos porque não acreditam neles.
Outros dizem que só comparecerão quando os atos forem desordeiros (greves).
Os mais dissimulados botam a culpa nos outros, ou seja, eles não comparecem porque "a", "b" ou "c" estão querendo alcançar dividendos políticos e esquecerão da tropa depois de eleitos.
Alguns chegam a colocar a culpa em mim:
- Coronel por que o senhor não fez isso quando era da ativa?
Esses além de dissimulados, desconhecem a história da Polícia Militar.
O certo é que cada um ESCONDE O SEU MEDO de uma maneira diferente, na tentativa de justificar o motivo de NÃO DAR A CARA PARA BATER.
Sinceramente, são meras desculpas, desculpas e desculpas.
Na verdade, todos estão com MEDO.
Obviamente, muitos não podem comparecer aos atos por diferentes motivos, dente eles os problemas sérios de saúde própria ou de familiar, assim como, a falta de dinheiro para pagar as passagens intermunicipais.
Isso sem falar nos que não comparecem por estarem adorando a situação atual, considerando que estão recebendo boas gratificações ou então por fazerem parte das bandas podres, que nunca viveram momento mais feliz no Rio de Janeiro.
Os impedimentos citados são compreensíveis, todavia, a maioria dos que oferecem desculpas, na realidade está com MEDO.
O MEDO próprio dos animais.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

domingo, 10 de abril de 2011

CORONEL DA POLÍCIA MILITAR TERIA DITO NÃO, ALGO RARÍSSIMO NO RIO DE JANEIRO.

Há duas décadas eu afirmei que um dos maiores problemas da Polícia Militar era o fato da corporação estar perdendo a capacidade de dizer não ao poder político, um processo que foi avançando ao longo dos anos e que atualmente transformou a bicentenária PMERJ em uma corporação prostituta, que só diz sim aos interesses políticos, mesmo que estes contrariem os interesses institucionais.
Isso é um fato.
Diante dessa realidade a notícia publicada pelo jornal Extra, neste domingo, renova as esperanças de que esse quadro terminal ainda possa sofrer alguma resistência.
"Extra, Extra!
Berenice Seara
QUERO NÃO...
Chegaram a publicar, no Boletim Interno da PM, o nome da Coronel Ana Cláudia Siciliano - a primeira mulher a chegar ao último posto da corporação - para uma das diretorias da Guarda Municipal do Rio.
Só que a moça não aceitou o convite."
Destaco que ao dizer não a Coronel Siciliano abriu mão de uma ótima gratificação.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

sábado, 9 de abril de 2011

AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ - BERENICE SEARA.

JORNAL EXTRA
EXTRA, EXTRA!
"Quis o destino que o herói do massacre de Realengo fosse o Sargento Márcio Alves, um Policial Militar. Não um homem do BOPE ou da UPP estrelas do cinema e das campanhas do estado. Mas, sim, um PM do trânsito - que desde o início do governo Sérgio Cabral, foi sumariamente retirado da função em prol de um suposto aumento do efetivo no policiamento ostensivo.
À despeito da gritaria na época de que um homem no trânsito, faz também policiamento ostensivo...
Berenice Seara
COMENTO:
Os Policiais e os Bombeiros Militares são heróis, não importa a sua lotação ou a função de desempenham, pois durante 24 horas, diariamente, de serviço ou de folga, estão prontos para defender a população mesmo com o sacrifício da própria vida.
Fugir dessa verdade significa se afastar da realidade do cotidiano.
O governador Sérgio Cabral precisa conhecer esse fato é parar que querer diferenciar heróis para atender seus interesses eleitoreiros.
Por fim a política absurda de gratificar alguns e passar a valorizar todos através de salários é o primeiro passo.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

terça-feira, 5 de abril de 2011

POLÍCIA MILITAR - O CAOS DAS GRATIFICAÇÕES - UPP - POEPP.

Prezado leitor, nada funciona bem no Estado do Rio de Janeiro, isso é público e notório, mas a Polícia Militar na gestão da modernidade está se superando, como temos demonstrado fartamente no nosso espaço democrático.
Nunca antes na história bicentenária da PMERJ tantos foram tão ruins.
No meio de tanta bagunça, as UPPs são o símbolo maior da desorganização institucional, apesar de ostentarem o título de jóias da coroa da gestão Sérgio Cabral.
No cotidiano castrense a ferramenta governamental para promover a divisão da tropa - as gratificações - podem ser citadas como uma das fontes de problemas recorrentes.
Os Policiais Militares após a conclusão do Curso de Formação de Soldados (CFSd) ficam provisoriamente em batalhões, enquanto as comunidades estão sendo preparadas para o recebimento das UPPs. Neste período, eles são inscritos no POEPP, mais uma gratificação criada
pelo governo Sérgio Cabral, com o apelido de programa, que tem como objetivo (oculto) fazer com que os PMs que estão licenciados por razões de saúde, retornem o mais rapidamente para as ruas.
Quem estiver na condição de apto recebe mais R$ 350,00 por mês.
Para justificar o pagamento alegam a existência de uma qualificação que simplesmente não existe na quase totalidade das Organizações Policiais Militares, como tenho ouvido e lido. O PM "qualificado" passa a ter o direito de receber doze parcelas de R$ 350,00.
No curso do pagamento destas parcelas, os PMs acabam sendo classificados nas UPPs, o que os habilita a receber em uma gratificação paga pela prefeitura no valor de R$ 500,00.
Tal realidade faz com que possa existir em tese, os dois pagamentos por um período pelo menos, considerando que os PMs se qualificaram no POEPP, todavia, parece que na prática isso não acontece.
Policiais Militares da UPP do Andaraí que estavam recebendo a gratificação do POEPP, terão que devolver alguns meses recebidos, pois segundo souberam não pode ocorrer a acumulação.
Eu não conheço as regulamentações dessas gratificações, fui apartado da vida da Polícia Militar no dia 30 JAN 2008, quando fui colocado na "geladeira" e depois fui transferido para a inatividade compulsoriamente, mas penso que não seja justo interromper o pagamento das doze parcelas relativas à "qualificação" já realizada, quando muito se poderia impedir uma nova entrada no POEPP.
Cidadão fluminense, imagine um PM ganhando esse salário miserável pago no Rio de Janeiro, ainda tendo que devolver parte do recebido em meses anteriores?
Na prática os PMs estão recebendo menos R$ 700,00 por mês.
Deixam de receber os R$ 350,00 que vinham recebendo e sofrem desconto que parcela recebida anteriormente.
O administrador nem tem o cuidado de parcelar o desconto, algo mais do que justo diante dos salários famélicos.
É o caos!
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

POLÍCIA MILITAR - O CAOS DAS GRATIFICAÇÕES - PRODUTIVIDADE.

O caos das gratificações continua imperando na Polícia Militar, conheçam mais esse problema:
COMENTÁRIO POSTADO:
"No 18º também está acontecendo o mesmo. Alguns policiais que tem o RG abaixo de 60.000 não receberam a gratificação, como Cabos e Sargentos. E só informam que não há previsão de receber".
Anônimo
A bagunça é total.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 28 de março de 2011

A DESORDEM NAS UPPs.

Os Policiais Militares que trabalham nos Super GPAEs - as UPPs - padecem vivenciando grandes dificuldades para o desenvolvimento de suas atividades e reclamam constantemente desses óbices, dentre eles o atraso no pagamento da gratificação que o prefeito Eduardo Paes paga a eles.
Recentemente, o governador Sérgio Cabral inventou uma gratificação semestral, a qual é vendida como uma forma de valorizar o desempenho, o que dá uma impressão de gestão moderna, direcionada aos resultados e à valorização dos profisionais, embora os Policiais Militares e os Policiais Civis do Rio de Janeiro sejam os MENOS VALORIZADOS do Brasil.
No último semestre de 2010, os Policiais Militares da área da Tijuca (6o BPM) ficaram em terceiro lugar, o que significou o recebimento de R$ 1.500,00 (leiam), apenas para alguns, como eu soube nesta segunda-feira.
A denúncia que eu recebi dá conta que somente cerca de 30% dos PMs que trabalham nas UPPs da área do 6o BPM receberam a premiação e só receberam R$ 1.000,00.
Caso seja confirmada a denúncia, qual a explicação para essa desorganização?
Penso que a mídia investigativa poderia tentar esclarecer esse mistério.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 23 de março de 2011

UPPs: POLICIAIS MILITARES SEGUEM LEVANDO CALOTE.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB) ainda não pagou a gratificação de R$ 500,00 para os Policiais Militares que trabalham em UPPs, atraso que tem se tornado constante, segundo os PMs.
Penso que os Policiais Militares que trabalham nas UPPs devem se preparar para mais atrasos e até para a diminuição do valor da gratificação, em face do custo para a prefeitura.
No período eleitoral do ano passado, tudo era festa, Sérgio Cabral (PMDB) inaugurava o maior número de UPPs possível, pois essa era sua única bandeira e que tinha apoio integral da imprensa. Nesse rastro, a prefeitura viu a conta crescendo. Hoje a Polícia Militar possui mais de 2.500 PMs em UPPs, o que significa um gasto mensal de:
R$ 500,00 x 2.500 PMs = R$ 1.250.000,00.
E um gasto anual de:
R$ 1.250.000,00 x 12 = R$ 15.000.000,00.
É uma despesa significativa.
Cidadão, uma única UPP com 200 PMs significa o seguinte gasto:
Mensal: R$ 500,00 x 200 = R$ 100.000,00.
Anual; R$ 100.000,00 x 12 = R$ 1.200.000,00.
Diante do exposto, a situação tende a se agravar a cada UPP inaugurada, os PMs devem lutar por seus direitos.
Tenho insistido que todas as gratificações devem ser extintas, pois o que os Bombeiros e Policiais Militares precisam são de salários dignos, que alcançam a todos, ativos, inativos e pensionistas.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

NÃO ME CONFORMO - RICARDO OSCAR VILETE CHUDO.

Não me conformo com a inanição de pessoas exploradas em seu trabalho, que não recebem salário digno por desempenharem missão tão nobre como os militares estaduais. Ficam na inércia do seu dia a dia sabendo o quão humilhados são pelos seus superiores e pela sociedade. Carga horária de trabalho não possuem, podendo ser utilizado a qualquer dia e hora sob alegação de necessidade do serviço. Os recursos descontados de seus contracheques não tem o destino que deviam, custeio da sua saúde e de sua família, como tambem a contrapartida de recursos do Estado para seu hospital, não é paga. Nas poucas horas em que lhe é permitido estar com a família, acompanhar o desenvolvimento dos filhos, dizer o quanto os ama, estará em outros serviços, estranhos à Corporação, na tentativa de prover os meios de subsistência digna. Quando todo o cenário montado e as circunstâncias são favoráveis a reivindicar melhorias, se acomodam tal como os beneficiados pelas esmolas sociais. Recebem gratificações para exercer o que é obrigação, quando deveriam receber salário digno e assim se contentam com as migalhas que lhes é oferecida. Tal qual passarinhos no ninho, de bocas abertas, a espera das esmolas que são jogadas, na esperança de abocanhar alguma coisa, isso quando a esmola prometida não passa de blefe do Governo, que usa como propaganda de sua malfadada gestão de segurança e dão calote nos pagamentos. Mesmo assim estão quietos, não ombreiam com os que lutam por dignidade e justiça nas Corporações, hoje infestada de oportunistas, corruptos e mal intencionados.
Quem em sã consciência acredita que os policiais que recebem o que o Estado lhes paga está disposto a defendê-lo mesmo com o sacrifício da própria vida?
RICARDO OSCAR VILETE COUTO
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 21 de março de 2011

POLICIAIS MILITARES SEGUEM LEVANDO "CALOTE".

COMENTÁRIO POSTADO:
"Boa noite comandante!
O sr. sabia que vários PPMM não receberam a gratificação de R$ 3.000,00 que seria paga no último dia 19.
Por favor, nos ajude, porque esta o maior jogo de empurra.
Desde já, agradecemos.
Anônimo.
Prezados leitores, os Policiais Militares que trabalham nas UPPs também ainda não tinham recebido a gratificação da prefeitura até ontem.
O calote anda solto...
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

quarta-feira, 16 de março de 2011

GRATIFICAÇÃO DO CABRAL: POLICIAIS MILITARES CONTINUAM LEVANDO CALOTE.

COMENTÁRIO POSTADO:
“O 8º BPM de Campos dos Goytacazes foi agraciado com a gratificação do segundo semestre de 2010, com 1000 reais. As delegacias de área receberam e até agora os PMs não receberam ainda, e foi pago aos policiais civis antes do carnaval. Uma vergonha".
Anônimo
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 14 de março de 2011

POLICIAIS MILITARES – GRATIFICAÇÃO DE PRODUTIVIDADE – CALOTE.

COMENTÁRIO POSTADO:
Boa tarde, Coronel.

Sou policial da área de Copacabana, consequentemente, um dos que deveriam ter recebido a gratificação de 3 mil anunciada, no entanto até a data de hoje, ninguém da PM, de qualquer BPM, seja qual for o valor a ser recebido, viu um tostão em sua conta. Eu, como toda a tropa, sinto-me depreciado em toda essa história, pois a polícia civil recebeu no sábado de carnaval. Qual seria o motivo para isso, já que nós é que trabalhamos duro, em serviços cansativos, sem muitos recursos, para que o índice de criminalidade baixasse nessas áreas? Enquanto isso até mesmo para se registrar uma ocorrência qualquer em uma delegacia, o policial militar encontra má-vontade de muitos que lá trabalham.
Por que estamos sendo desprivilegiados?
É a resposta que a tropa espera e não essa desculpa dada ao "Extra" (leia).
Será que a PMERJ é tão desorganizada assim?
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
Ex-CORREGEDOR INTERNO

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

UPPs: POLICIAIS MILITARES LEVAM CALOTE NOVAMENTE.

Tenho recebido mensagens dando conta que os Policiais Militares não receberam nesse mês a gratificação paga pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), mais uma vez.
Se não bastassem os diversos problemas que eles enfrentam no cotidiano, alguns consumindo mais de doze horas no trajeto casa-quartel-casa, ainda ficam sem os R$ 500,00 que representam cerca de 50% do total que recebem a cada mês.
JUNTOS SOMOS FORTES!
PAULO RICARDO PAÚL
PROFESSOR E CORONEL
EX-CORREGEDOR INTERNO